Traduzi um texto do meu colega Marty Neumeier, que achei muito interessante. Ele fala sobre o pensamento estratégico centrado no design como fator de diferenciação e de concorrência.
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Em um ambiente empresarial desafiador, não há substituto para uma marca inovadora e diferenciada, expressa por “experiências que direcionam mentes e conquistam o coração”. Marty Neumeier identifica como o design impulsiona esta realidade, abrangendo não só produtos e serviços, mas também processos, sistemas e organizações. Para ter sucesso, os negócios precisam ser ágeis, cultivar a inventividade e, na empresa toda, ter um apetite por ideias radicais.
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Para visualizar melhor, clique em "Full", na base do quadro.
Arnaldo Rabelo
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03 junho 2010
08 dezembro 2009
Cenário para 2010
A partir de uma pesquisa em várias fontes, montei uma apresentação mostrando o provável cenário econômico para 2010. O resultado é bastante animador. Confira abaixo.
Cenario 2010
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21 outubro 2009
O Poder de Consumo da Mulher
No dia 27 de outubro, o diretor da Rabelo & Associados, Arnaldo Rabelo, participará do evento O Futuro do Marketing, apresentando sua palestra "O poder de consumo da mulher". A edição 2009 do evento trata do tema "Novos consumidores" e Arnaldo Rabelo abordará a participação efetiva e o poder das mulheres como consumidoras na atualidade. O evento, organizado pela Faculdade Cenecista de Joinville, acontece nos dia 27 e 28 de outubro, das 19h às 22h em seu anfiteatro.
Para maiores informações, clique aqui.
Veja a apresentação abaixo:
Para maiores informações, clique aqui.Veja a apresentação abaixo:
O Poder de Consumo da Mulher
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12 outubro 2009
Marketing brasileiro tipo exportação
O portal Mundo do Marketing publicou uma interessante matéria sobre ´exportação´de ações de marketing desenvolvidas no Brasil. A Diageo, Havaianas e Accor estão entre as empresas que levam suas experiências brasileiras para outros países.
O começo da matéria é assim:
Exportar um serviço ou um produto é uma ação comum no mundo todo. O Brasil é um dos maiores exportadores de produtos agrícolas do planeta e agora também de Marketing. Isso mesmo. Profissionais de Marketing brasileiros estão levando projetos de sucesso feitos por aqui para países da Europa e da América do Norte, sem escala e com tarifas “pagas” com o sucesso de vendas proporcionado pelas ações de Marketing tipo exportação.
Accor, Havaianas e Diageo são empresas que exportam ações de Marketing e contribuem para exaltar a criatividade e o planejamento feito em território nacional. Através da rede Ibis de hotéis, a Accor fechou parceria com a empresa francesa ISIC (International Student Identity Card) e exportou uma ação que dá descontos para estudantes em estadias mediante reservas pela internet.
A Diageo este ano levou o evento Scotch Whisky Festival para diversos países da América Latina, após a estreia em 2007 no Brasil. Este evento, segundo Eliza Duque Estrada, Brand Manager de Johnnie Walker Red Label, proporciona oportunidades de negócios para diversas marcas da empresa que patrocinam o festival. Já a Alpargatas leva o mesmo conceito de Marketing de Havaianas para todos os países que comercializam a sandália.
Veja a matéria toda aqui.
Fonte: Mundo do Marketing - 09/10/09
O começo da matéria é assim:
Exportar um serviço ou um produto é uma ação comum no mundo todo. O Brasil é um dos maiores exportadores de produtos agrícolas do planeta e agora também de Marketing. Isso mesmo. Profissionais de Marketing brasileiros estão levando projetos de sucesso feitos por aqui para países da Europa e da América do Norte, sem escala e com tarifas “pagas” com o sucesso de vendas proporcionado pelas ações de Marketing tipo exportação.
Accor, Havaianas e Diageo são empresas que exportam ações de Marketing e contribuem para exaltar a criatividade e o planejamento feito em território nacional. Através da rede Ibis de hotéis, a Accor fechou parceria com a empresa francesa ISIC (International Student Identity Card) e exportou uma ação que dá descontos para estudantes em estadias mediante reservas pela internet.
A Diageo este ano levou o evento Scotch Whisky Festival para diversos países da América Latina, após a estreia em 2007 no Brasil. Este evento, segundo Eliza Duque Estrada, Brand Manager de Johnnie Walker Red Label, proporciona oportunidades de negócios para diversas marcas da empresa que patrocinam o festival. Já a Alpargatas leva o mesmo conceito de Marketing de Havaianas para todos os países que comercializam a sandália.
Veja a matéria toda aqui.
Fonte: Mundo do Marketing - 09/10/09
27 setembro 2009
Entrevista com Francisco Gracioso
A revista Amanhã traz uma excelente entrevista com Francisco Gracioso, um papa do marketing e um dos pioneiros da área no Brasil. Vale a pena.
Confira aqui.
Confira aqui.
20 setembro 2009
Entrevistas sobre marketing
Recentemente, dei algumas entrevistas sobre marketing.
Confira uma delas no blog Ave Marketing.
A outra, sobre Licensing, é um podcast que pode ser ouvido no blog BizRevolution (tem um link para o áudio na parte inferior do post).
Confira uma delas no blog Ave Marketing.
A outra, sobre Licensing, é um podcast que pode ser ouvido no blog BizRevolution (tem um link para o áudio na parte inferior do post).
17 abril 2009
A área de marketing no Brasil
O meu amigo Élcio Fernando, professor de marketing e publicitário, deu a dica de que a Associação Brasileira de Marketing & Negócios (ABMN) e o IBOPE Inteligência concluíram o primeiro estudo sobre a imagem da área de marketing no Brasil. A pesquisa, com abrangência de 350 profissionais de marketing em todo o Brasil, será realizada anualmente a partir de agora.
A pesquisa concluiu, entre outras coisas, que a área de marketing tornou-se mais importante nos últimos 3 anos e que as atividades se dividem em três perfis a partir do contexto tático e estratégico, além de ter participação efetiva nas questões de sustentabilidade das empresas.
Veja abaixo o relatório do estudo.
A Área de Marketing no Brasil
A pesquisa concluiu, entre outras coisas, que a área de marketing tornou-se mais importante nos últimos 3 anos e que as atividades se dividem em três perfis a partir do contexto tático e estratégico, além de ter participação efetiva nas questões de sustentabilidade das empresas.
Veja abaixo o relatório do estudo.
A Área de Marketing no Brasil
09 março 2009
Força de vendas ganha destaque com a crise
Com a redução das transações financeiras, a instabilidade das aplicações de risco e a redução do consumo, os profissionais de vendas e de marketing voltaram a ter papel de destaque nas empresas de todos os segmentos econômicos. Construir uma relação de confiança com o consumidor retraído em tempos de crise econômica passou a ser um dos grandes desafios das companhias, que passaram a buscar a capacitação de seus profissionais de vendas com a ajuda de entidades como a Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas (ADVB).
Segundo Agostinho Turbian, presidente da Federação das ADVB (FENADVB), em seus 52 anos de atuação, a entidade já formou e capacitou mais de 1 milhão de profissionais do setor. Além de sua atuação em todo o território brasileiro, a ADVB seguiu a tendência da globalização, já está presente em diversos países do mundo e mantém o projeto de expansão.
Em entrevista concedida ao programa "Panorama do Brasil", Turbian destacou a estabilidade da economia brasileira frente à crise econômica internacional e a força do consumidor interno. "Não é a economia brasileira que está vendendo, mas o povo brasileiro que está comprando."
Acompanhe aqui os principais trechos da entrevista, comandada pelo jornalista Roberto Müller, com a participação de Márcia Raposo, diretora de Redação do DCI, e de Milton Paes, da rádio Nova Brasil FM.
Fonte: DCI - 09/03/09
Segundo Agostinho Turbian, presidente da Federação das ADVB (FENADVB), em seus 52 anos de atuação, a entidade já formou e capacitou mais de 1 milhão de profissionais do setor. Além de sua atuação em todo o território brasileiro, a ADVB seguiu a tendência da globalização, já está presente em diversos países do mundo e mantém o projeto de expansão.
Em entrevista concedida ao programa "Panorama do Brasil", Turbian destacou a estabilidade da economia brasileira frente à crise econômica internacional e a força do consumidor interno. "Não é a economia brasileira que está vendendo, mas o povo brasileiro que está comprando."
Acompanhe aqui os principais trechos da entrevista, comandada pelo jornalista Roberto Müller, com a participação de Márcia Raposo, diretora de Redação do DCI, e de Milton Paes, da rádio Nova Brasil FM.
Fonte: DCI - 09/03/09
23 julho 2007
O marketing na agenda estratégica dos presidentes
Enquanto a fidelização se situa em posição muito menos destacada na Europa, nos EUA é a bússola estratégica das empresas mais poderosas do país
(Todd Stein)
Ano após ano, a Conference Board, a poderosa e influente organização patronal norte-americana, efetua a pesquisa “The CEO Challenge Survey”, em que consulta cerca de 2.000 presidentes e diretores-gerais das empresas mais influentes dos EUA, Ásia e Europa sobre os seus principais desafios estratégicos.
Nas últimas edições desta pesquisa, os presidentes de empresas norte-americanas colocaram como prioridade absoluta das suas agendas estratégicas a retenção e fidelização dos seus clientes, conscientes de que o grande desafio da maioria das empresas que rivalizam por conquistar participação de mercado, hoje em dia, consiste em conservar o seu ativo mais valioso e o seu recurso mais escasso: o cliente.
Enquanto a fidelização se situa em posição muito menos destacada na Europa, nos Estados Unidos é a bússola estratégica dos presidentes e diretores-gerais das empresas mais poderosas do país. Estes dados chamam a atenção. É frequente que o conceito genérico de cliente se posicione já de forma prioritária na mente dos altos executivos, mas não o é tanto o fato de esta “aposta na moda” pelo cliente se modelar em algo tão concreto como a retenção e o fomento da sua lealdade para com a empresa.
Se os EUA são a escola das tendências vanguardistas em administração, já podemos começar a tomar nota na Europa. A fidelização é Estratégia e a Estratégia é fidelização. Uma das pedras angulares do Marketing atual transforma-se no grande objetivo dos presidentes norte-americanos, para os quais já é claro que o cliente e a sua conservação não é apenas mais uma tendência na moda, mas um segredo do crescimento estratégico de qualquer empresa a longo prazo.
Na Espanha, Europa e América Latina, o panorama é bem mais desestimulante, para não dizer desolador. O estudo anual “Daemon Quest Sales & Marketing Report”, elaborado com base em 2.000 entrevistas a Diretores-Gerais, Comerciais e de Marketing de diferentes países da Europa e da América Latina, apresenta dados que nos situam a anos luz da visão dos presidentes norte-americanos.
De acordo com este estudo, 42,6% das empresas pesquisadas garantem não dispor de nem sequer um programa de fidelização de clientes; 22% afirmam não só não ter estratégia de fidelização, mas também não pensarem em desenvolvê-la no futuro, enquanto que 23,8% dizem ter programas de fidelização, mas não estarem satisfeitas nem com os resultados, nem com a rentabilidade dos mesmos. Apenas uns quase irrelevantes 11,8% acreditam que as suas Estratégias de Fidelização são acertadas, eficazes e rentáveis.
Dificilmente se explicam estes números, quando se sabe que a captação de um novo cliente se torna até cinco vezes mais cara do que a retenção de um cliente em carteira, e quando as taxas de abandono de clientes – ou o que na gíria do Marketing se conhece como ‘churn’ – estão aumentando em todo o mundo e em todos os setores.
Hoje em dia, uma empresa de setores tão competitivos como o das telecomunicações, finanças ou de bens de consumo pode registrar taxas de perda de clientes de cerca de 30% por ano. Isto significa que uma empresa renova 100% da sua carteira de clientes de três em três anos. Será que isto é sustentável com o tempo? Esta tendência é compatível com qualquer Estratégia de Crescimento a longo prazo? Porque é que as empresas estão submetidas à tirania da “captação a qualquer preço” e não investem pelo menos recursos idênticos na retenção dos seus clientes?
As empresas devem refletir sobre isto. A captação de clientes é sistematicamente recompensada de forma interna, o que não acontece com a fidelização. Os novos clientes são agradecidos e premiados com descontos; os leais e antigos não gozam do mesmo tratamento. Não se trata de investir mais em manter do que em captar, mas pelo menos de parar para analisar se não vale a pena equiparar ambas as apostas.
Os presidentes e diretores norte-americanos já se colocaram algumas das perguntas que antes fiz. E, seguramente, as respostas que obtiveram não os satisfizeram em absoluto. Sabem que não têm maior ativo para crescer do que os clientes que já têm; os outros são, tal como o seu nome indica, potenciais, possíveis no futuro… Daí que na agenda de tarefas urgentes dos mais altos executivos dos EUA, fidelização seja sinônimo de Estratégia, e vice-versa.
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Adaptado do Diário Econômico
(Todd Stein)
Ano após ano, a Conference Board, a poderosa e influente organização patronal norte-americana, efetua a pesquisa “The CEO Challenge Survey”, em que consulta cerca de 2.000 presidentes e diretores-gerais das empresas mais influentes dos EUA, Ásia e Europa sobre os seus principais desafios estratégicos.
Nas últimas edições desta pesquisa, os presidentes de empresas norte-americanas colocaram como prioridade absoluta das suas agendas estratégicas a retenção e fidelização dos seus clientes, conscientes de que o grande desafio da maioria das empresas que rivalizam por conquistar participação de mercado, hoje em dia, consiste em conservar o seu ativo mais valioso e o seu recurso mais escasso: o cliente.
Enquanto a fidelização se situa em posição muito menos destacada na Europa, nos Estados Unidos é a bússola estratégica dos presidentes e diretores-gerais das empresas mais poderosas do país. Estes dados chamam a atenção. É frequente que o conceito genérico de cliente se posicione já de forma prioritária na mente dos altos executivos, mas não o é tanto o fato de esta “aposta na moda” pelo cliente se modelar em algo tão concreto como a retenção e o fomento da sua lealdade para com a empresa.
Se os EUA são a escola das tendências vanguardistas em administração, já podemos começar a tomar nota na Europa. A fidelização é Estratégia e a Estratégia é fidelização. Uma das pedras angulares do Marketing atual transforma-se no grande objetivo dos presidentes norte-americanos, para os quais já é claro que o cliente e a sua conservação não é apenas mais uma tendência na moda, mas um segredo do crescimento estratégico de qualquer empresa a longo prazo.
Na Espanha, Europa e América Latina, o panorama é bem mais desestimulante, para não dizer desolador. O estudo anual “Daemon Quest Sales & Marketing Report”, elaborado com base em 2.000 entrevistas a Diretores-Gerais, Comerciais e de Marketing de diferentes países da Europa e da América Latina, apresenta dados que nos situam a anos luz da visão dos presidentes norte-americanos.
De acordo com este estudo, 42,6% das empresas pesquisadas garantem não dispor de nem sequer um programa de fidelização de clientes; 22% afirmam não só não ter estratégia de fidelização, mas também não pensarem em desenvolvê-la no futuro, enquanto que 23,8% dizem ter programas de fidelização, mas não estarem satisfeitas nem com os resultados, nem com a rentabilidade dos mesmos. Apenas uns quase irrelevantes 11,8% acreditam que as suas Estratégias de Fidelização são acertadas, eficazes e rentáveis.
Dificilmente se explicam estes números, quando se sabe que a captação de um novo cliente se torna até cinco vezes mais cara do que a retenção de um cliente em carteira, e quando as taxas de abandono de clientes – ou o que na gíria do Marketing se conhece como ‘churn’ – estão aumentando em todo o mundo e em todos os setores.
Hoje em dia, uma empresa de setores tão competitivos como o das telecomunicações, finanças ou de bens de consumo pode registrar taxas de perda de clientes de cerca de 30% por ano. Isto significa que uma empresa renova 100% da sua carteira de clientes de três em três anos. Será que isto é sustentável com o tempo? Esta tendência é compatível com qualquer Estratégia de Crescimento a longo prazo? Porque é que as empresas estão submetidas à tirania da “captação a qualquer preço” e não investem pelo menos recursos idênticos na retenção dos seus clientes?
As empresas devem refletir sobre isto. A captação de clientes é sistematicamente recompensada de forma interna, o que não acontece com a fidelização. Os novos clientes são agradecidos e premiados com descontos; os leais e antigos não gozam do mesmo tratamento. Não se trata de investir mais em manter do que em captar, mas pelo menos de parar para analisar se não vale a pena equiparar ambas as apostas.
Os presidentes e diretores norte-americanos já se colocaram algumas das perguntas que antes fiz. E, seguramente, as respostas que obtiveram não os satisfizeram em absoluto. Sabem que não têm maior ativo para crescer do que os clientes que já têm; os outros são, tal como o seu nome indica, potenciais, possíveis no futuro… Daí que na agenda de tarefas urgentes dos mais altos executivos dos EUA, fidelização seja sinônimo de Estratégia, e vice-versa.
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Adaptado do Diário Econômico
19 julho 2007
Marketing de commodities
Fiz uma apresentação sobre marketing de commodities, com casos de produtos indiferenciados: água e leite.
Veja abaixo:
Veja abaixo:
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