Arnaldo Rabelo

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09 dezembro 2014

4 passos para transformar estranhos em clientes

Por Arnaldo Rabelo

Kevin Roberts, principal executivo da agência Saatchi & Saatchi, causou alvoroço ao anunciar que o marketing está morto. Como bom publicitário, despertou a atenção de todos. Mas o que ele quis dizer é que não podemos pensar o marketing apenas como comunicação de massa por meios tradicionais.
Esses meios têm grande alcance e continuam tendo a importante função de gerar conhecimento sobre uma marca e reforçar seu posicionamento. Mas o marketing precisa ir muito além disso, demonstrando de forma mais concreta aos gestores os resultados gerados e conectando-se totalmente com vendas.
Temos que derrubar definitivamente a parede entre o departamento de marketing e o de vendas. O marketing não pode apenas construir imagem, mas precisa avançar no relacionamento com o público. Precisamos conectar melhor o marketing ao processo de decisão de compra do cliente.
Os publicitários usam há bastante tempo o acrônimo AIDA para lembrar as etapas para a conquista dos clientes:
1. Atenção: Precisamos primeiro chamar a atenção do público com algo que seja de seu interesse. O público não está obrigatoriamente interessado em seu produto, marca ou fábrica, mas na solução de suas próprias necessidades, desejos e problemas. Assim, precisamos mostrar que estamos conectados a essas necessidades.
2. Interesse: Depois de conquistar a atenção, temos que despertar o interesse oferecendo mais informações, fazendo com que o público queira avançar no relacionamento com a empresa. Temos que mostrar que entendemos da solução.
3. Desejo: Conseguiremos despertar o desejo de compra do produto ou contratação da empresa quando conquistarmos a confiança. Isso é resultado do relacionamento com o cliente e a construção de uma reputação.
4. Ação: Finalmente, haverá uma ação de compra quando o público se convencer de que os benefícios que estamos oferecendo superam os custos envolvidos, que não se restringem ao preço, mas incluem tempo, deslocamento e tudo o que o cliente abrirá mão para ter acesso ao produto.
Esse processo é mais demorado para produtos de valor mais alto e maior percepção de risco. Dificilmente as empresas administram de forma correta o relacionamento com o público ao longo de todo o ciclo, em todas essas etapas. Com as ferramentas digitais atuais, podemos fazer isso, desde a atração de desconhecidos com interesse na área de atuação da empresa até que eles se tornem clientes. Todas as métricas do processo ficam disponíveis e permitem fazer melhorias. Como a cada nova etapa do relacionamento há menos pessoas, chamamos esse processo de funil de vendas, termo bastante conhecido, mas ainda pouco aplicado.
Antes de comprar um produto ou contratar uma empresa, hoje as pessoas não começam falando com um vendedor. Começam pesquisando na internet. E essa pesquisa dificilmente é feita pelo nome de uma empresa, mas pelo tipo de produto ou pelos benefícios que procura. Por isso as empresas precisam construir uma reputação online no setor em que atuam e nos benefícios que oferecem. A melhor forma de fazer isso é publicando informações e conteúdos relevantes para o público. Para que esse processo seja efetivo, é fundamental ter foco e definir um nicho do mercado a ser explorado. Se você quer ser tudo para todos, não há como ter sucesso.
Esse processo é o Marketing de Conteúdo ou Marketing de Atração. Nele, classificamos o público conforme seu nível de relacionamento com a empresa:
1. Visitantes: O público é atraído através dos conteúdos que falam sobre as necessidades do cliente. Essas informações podem ser publicadas em posts de blogs, artigos ou vídeos. Oferecendo informações úteis, o seu público vai localizar sua empresa na internet. As necessidades do cliente podem ser tangíveis, como conforto ou preço, ou intangíveis, como a busca de prestígio e status. Marcas fortes normalmente se conectam através de apelos intangíveis e emocionais, além de produtos de qualidade.
2. Leads: Muitos visitantes terão interesse em informações mais aprofundadas, que podem ser e-books, vídeos mais completos ou webinários, por exemplo. Para ter acesso a essas informações, estarão dispostos a se cadastrar, fornecendo um e-mail. A informação oferecida funciona como uma recompensa. O público que se cadastra se torna um lead. Formando uma lista de e-mails de leads, podemos continuar o relacionamento com eles, tornando-os mais próximos da marca e conquistando sua confiança. A lista de leads é hoje um patrimônio valioso, muito diferente de uma listagem de e-mails de desconhecidos, que não gera resultados.
3. Oportunidades: Os leads que têm intenção de comprar são oportunidades de venda. Nesta etapa, pode haver uma visita a uma loja virtual ou um pedido de orçamento, de uma minuta de contrato, de uma carta de franquia, etc.
4. Clientes: A etapa final é a compra. Normalmente vem logo depois de um processo de análise na fase anterior. Nesta etapa também é comum as empresas cometerem um equívoco. Convencidas de que o final do processo é a conquista de clientes, muitas empresas simplesmente os abandonam depois desta etapa. Se esquecem que é muito mais barato vender produtos adicionais ou de valor mais alto a quem já é cliente. E o cliente que é bem atendido e tem bom suporte técnico poderá indicar a empresa a muitos outros. A missão final da empresa deve ser encantá-lo a ponto de transformá-lo em um fã. 
Com os softwares atuais, todas as taxas de conversão de uma etapa a outra são medidas. Em negócios business-to-business, como fábricas que vendem a lojistas, de 10 a 20% dos visitantes se tornam leads, de 5 a 15% dos leads se tornam oportunidades e de 20 a 40% destas geram clientes. Uma das vantagens é que boa parte do processo é automatizada, permitindo o relacionamento com muitas pessoas sem demandar recursos humanos. A empresa pode investir e interferir mais nas últimas etapas, quando a probabilidade de conquista do cliente é bem maior.
Isso permite que as empresas tenham um processo de prospecção contínua ou um funil de vendas perpétuo. Em tempos de crise, pode ser a diferença para conquistar uma fatia de mercado de seus concorrentes.
Tenho observado empresas que têm o início e o fim do processo, isto é, publicam conteúdos em blogs e redes sociais e também geram vendas. Mas os dois processos costumam andar desconectados, impedindo a medição da conversão e gerando desperdício de recursos. O marketing precisa assumir como função a geração de leads, com resultados mensuráveis. Por sua vez, a área de vendas deve converter grande parte dos leads em clientes. Trabalhando em conjunto, os resultados aparecerão de forma clara.
E na sua empresa, as vendas também estão precisando de um funil?

21 outubro 2014

Google priorizará lojas virtuais com design responsivo.

Com um grande aumento no acesso à internet via smartphones e tablets, a Google vem priorizando sites de compras que usam um layout otimizado para estes aparelhos. Assim, quando você realizar uma busca no Google, os primeiros resultados exibidos serão de sites otimizados para telas menores.

Segundo um estudo realizado pela Conversion, houve um aumento de 200% no número de acessos às lojas virtuais realizados com celulares e tablets este ano. No entanto, poucos acabam concretizando uma compra pelo dispositivo portátil. Muitos casos se resumem apenas a pesquisar por um produto, e ao encontrar o que busca o usuário acaba fechando a compra via computador.

Para as empresas, será necessário pensar primeiro nos dispositivos móveis ao desenvolver um site e só depois adaptá-lo aos desktops, justamente o processo contrário ao que a maioria faz atualmente.

Fonte: Tudo Celular

08 junho 2013

Publicidade na web irá crescer mais de 18% por ano no Brasil

O mercado de entretenimento e mídia brasileiro terá crescimento acelerado nos próximos 5 anos e chegará a US$ 71 bilhões em 2017, segundo projeção da Price WaterhouseCoopers (PwC).

De acordo com o estudo "Entertainment and Media Outlook" (Perspectivas para entretenimento e mídia), o Brasil é um dos oito países do mundo que terá o maior crescimento nos investimentos em publicidade e gastos do consumidor no setor nos próximos anos.

A PwC projeta um crescimento médio anual de 18,6% na publicidade na internet até 2017 (18,6%), a maior taxa entre os segmentos do setor. As outras áreas com maior projeção de aumento dos investimentos são acesso à internet, com estimativa de crescimento médio anual de 14,7%, seguido por video games (14,4%) e TV por assinatura (13,3%).

A taxa de crescimento médio anual projetada para o mercado de entretenimento e mídia nos próximos cinco anos é de 10,8%, ante a uma média mundial de 5,7%.


Veja a matéria completa aqui.

Fonte: G1 - 07/06/2013

14 abril 2013

Novas regras para o comércio eletrônico


O comércio eletrônico estará, a partir do próximo dia 15 de maio, na alça de mira do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Nessa data, passará a vigorar o decreto da presidente Dilma Rousseff que regulamenta este tipo de atividade comercial. O pacote de medidas visa a regulamentar e modernizar as relações de consumo no país e incluindo regras para o comércio eletrônico e a prestação dos serviços de telecomunicações.

O consumidor que fizer compras pela internet terá direito a informações claras e objetivas sobre a empresa e sobre o produto que está comprando. Além disso, as empresas online serão obrigadas a criar canais de atendimento ao consumidor e estabelecer procedimentos claros sobre o exercício do direito de arrependimento.

Alterações

As novas regras obrigam, por exemplo, que as empresas de e-commerce coloquem – e em local de destaque nos sites -, dados comerciais, endereço físico e eletrônico e demais informações para sua localização e contato. Em destaque também deverá estar as características essenciais dos produtos e serviços, inclusive os riscos à saúde e à segurança dos compradores.

Exposição ostensiva também para as informações de ofertas como quantidade de produtos disponíveis ou data limite para a promoção, e ainda, de forma mais específica, como o internauta tem a garantia de fruição da oferta. Por exemplo: o número mínimo de internautas que compre uma refeição em restaurante, para que o grupo desfrute de preços promocionais.

Outra conquista é a exigência de que haja serviços de atendimento ao consumidor em meio eletrônico, que possibilitem a resolução de demandas referentes a informações, dúvidas, reclamações, suspensões ou cancelamentos de contratos.

Além disso, é positiva a medida sobre o direito de arrependimento, ou seja, de desistir da compra sem perdas financeiras, como está previsto no Código de Defesa do Consumidor.

Fonte: Manchete Popular - 10/04/2013

06 fevereiro 2013

A Audiência de Vídeos Online no Brasil Alcança 43 Milhões de Espectadores Únicos em Dezembro de 2012


O Facebook é o destino de vídeo de crescimento mais rápido no top 10 do último ano

Um estudo da comScore revelou que o  YouTube  é o maior destino de vídeos no Brasil e que o Facebook é o de crescimento mais rápido nos Top 10. O estudo também mostrou que o Brasil é o sétimo maior mercado de vídeo online no mundo, com uma audiência de espectadores de 43 milhões em dezembro de 2012.

“Os vídeos online são parte importante do cenário virtual no Brasil, alcançando um grande número de pessoas em um contexto de envolvimento que é atraente para negociantes e anunciantes”, afirma Alejandro Fosk, vice-presidente sênior da comScore na América Latina.

O Brasil entre os 10 Maiores Mercados de Vídeo do Mundo
A análise revelou que os Brasileiros estão entre os 10 maiores mercados do mundo, em termos de espectadores únicos, alcançando 43 milhões de espectadores em dezembro de 2012. O ranking reflete o consumo de vídeo on-line em todos os mercados analisados pela comScore, e mostra a China como líder do grupo, com mais de 1,2 bilhão de espectadores únicos em dezembro. O estudo também revelou que os russos tiveram o maior índice de penetração do consumo de vídeos, com 90,6 por cento de sua população online assistindo a vídeos online durante o mês. O Brasil, que ficou em 7º lugar geral, ainda possui espaço para aumento da penetração do vídeo online, com 82% - pouco abaixo da média mundial, de aproximadamente 84%.

Fonte: comScore - 06/02/2013

07 dezembro 2012

Entenda a estratégia das 5 marcas com mais fãs no Facebook


Se você está com dificuldades em fazer sua página no Facebook decolar, pode ser útil observar o que fazem as páginas campeãs em número de fãs.

Uma boa maneira de aprender uma técnica é observar o que fazem os mestres, os grandes vencedores, procurando extrair lições de suas melhores práticas. Nesse sentido, se queremos entender como colocar em prática uma eficiente política de marketing no Facebook, podemos consultar no site da Fan Page List a lista das empresas com maior número de curtidas do Facebook e verificar o que elas andam fazendo.

Estudo de Caso 1 - Facebook
Com 82.089.294 curtidas até o momento em que escrevemos este artigo, a página oficial do Facebook dedica-se a criar e manter o “culto” à marca, incentivando os usuários a permanecer ativos na rede estimulando uma visão mítica da própria empresa e do serviço que ela oferece.
A página oficial do Facebook é atualizada apenas a cada 2 ou 3 dias. A linguagem é sempre a mais simples e acessível, especialmente quando o objetivo é esclarecer novos recursos do sistema. De uma certa forma, esta página funciona como uma espécie de “FAQ” sobre o Facebook, contendo informações básicas sobre todos os aspectos interessantes sobre o uso do serviço.

Lições do caso Facebook:

  • Sua página no Facebook pode servir para criar e reforçar uma aura mítica em torno de sua marca, refletindo os valores, a visão e a missão de sua empresa.
  • Caso a sua marca já tenha grande visibilidade, não é necessário um grande número de atualizações para manter satisfeitos os seus fãs.
  • O público das fan pages é necessariamente genérico. Mantenha as mensagens simples.
  • Use sua página no Facebook para esclarecer didaticamente os aspectos mais complexos ou desafiadores do seu produto ou serviço.


Estudo de Caso 2 - Coca-Cola
Somando 55.848.948 fãs até este momento, a página oficial da Coca-Cola no Facebookfoi criação de dois fãs da marca, que decidiram criar uma página alimentada prioritariamente por conteúdo gerado pelos usuários. O número de fãs subiu rapidamente a mais de 1 milhão. A empresa acabou assumindo a página e contratando seus dois idealizadores como “consultores”.
O foco da página é no conteúdo gerado pelos usuários e nas ações filantrópicas patrocinadas pela empresa, mantendo a identidade corporativa em dia com as aspirações dos fãs.

Lições do caso Coca-Cola:

  • Seus fãs são o seu melhor ativo nas redes sociais. Faça com que eles se sintam valorizados.
  • Desenvolver e contratar usuários como evangelistas da marca nas redes sociais é uma excelente maneira de capitalizar e recompensar a criatividade dos seus clientes.
  • Em vez de simplesmente vender, vender e vender, você pode conquistar ainda mais fãs contando a eles as coisas boas que sua empresa faz.


Estudo de Caso 3 – MTV
Com 39.633.635 de fãs, a página oficial da MTV no Facebook se caracteriza por ser bem mais do que um simples braço da marca na rede social, tendo se convertido em um canal de referência para os multifacetados interesses da cultura jovem em nível mundial. Nessa página, o público de adolescentes e adultos jovens encontram informações sobre celebridades, links para programas da emissora e outras fontes de informações externas, fotos curiosas, jogos, enfim, é um verdadeiro portal de entrada para os temas de cultura pop com maior interesse pelo público visado.

Lições do Caso MTV

  • A sua página no Facebook pode ser algo mais do que uma simples caixa de ressonância para conteúdo criado em outro lugar, para se tornar uma publicação com personalidade e conteúdo próprios.
  • Identifique precisamente o seu público, pesquise intensamente os seus interesses e, em seguida, crie conteúdo voltado exclusivamente para esses interesses.
  • Sua página no Facebook pode ser bem sucedida mesmo cobrindo uma gama muito variada de assuntos, desde que reflitam os interesses de seus públicos.


Estudo de Caso 4 – Disney
A estratégia da Disney no Facebook é de uma simplicidade tão grande que é possível explicá-la integralmente com uma única palavra: herança. Quando uma empresa tem décadas de produção cultural que habitaram o imaginário infantil de bilhões de pessoas em sucessivas gerações, essa própria bagagem de produção é que deve receber o destaque. Assim, esta página, que conta neste momento com 39.340.806 fãs, é repleta de citações, fotografias e curiosidades sobre sua gigantesca filmografia, com um eventuais destaques para produtos e promoções.

Lições do Caso Disney

  • Quando a sua empresa tiver histórias para contar, conte-as.
  • Se a sua empresa ainda não faz parte da história dos seus clientes, use as mídias sociais para essa finalidade.
  • O apelo ao imaginário infantil tem forte efeito emocional, mesmo em adultos.
  • Nem sempre o caminho para vender mais é vender, vender e vender. Muitas vezes, é preciso emocionar antes de vender.


Estudo de Caso 5 – Red Bull
Velocidade, esportes radicais, adrenalina, sensações à flor da pele: a página do energético Red Bull no Facebook reflete integralmente sua estratégia de marketing, oferecendo a seus 34.451.053 fãs um fluxo constante de imagens e vídeos de alto impacto, sempre com fortíssimo efeito viral.

Lições do Caso Red Bull

  • Integre o conteúdo de sua página oficial no Facebook à sua estratégia de marketing.
  • Invista em fotos e vídeos para gerar engajamento.
  • Quando a sua marca está envolvida em patrocínios de atividades esportivas ou culturais, a sua página oficial no Facebook pode ser o melhor lugar para expandir o alcance desse patrocínio ao dedicar-se a prover conteúdo para aficionados.


Conclusão
O sucesso no Facebook requer atividade constante na página. Essa atividade precisa ter coerência estratégica, integrando-se às demais atividades de comunicação da marca. Além disso, é preciso contar com profissionais qualificados para produzir comunicação visual e editorial de alta qualidade, garantindo assim o máximo benefício para sua marca.

Fonte: Administradores
Originalmente publicado em "Entenda a estratégia das 5 marcas com mais fãs no Facebook". Autora: Géssica Hellmann.

14 novembro 2012

Jonny Size lança aplicativo do Dia da Consciência Negra


O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado no dia 20 de novembro no Brasil. Nessa data nos dedicamos à reflexão sobre a luta contra o preconceito e em prol do respeito, valorização e inserção do afro-descendente na sociedade brasileira.

As cores e os estilos do mundo contemporâneo pop e novo não toleram o desrespeito e por isso a marca Jonny Size, por meio da sua agência de marketing Céu Branding, promove nas redes sociais um encontro de diferentes tribos e convida a todos, independente de etnia, cor ou credo, a uma experiência interativa: “Mostre que seu Black é Power!” Um aplicativo de fotos instalado no Facebook que permite ao internauta experimentar uma cabeleira Black Power e divulgar sua foto entre os amigos. Uma forma irreverente de compartilhar que temos na veia um pouco da África e na alma muito de amor e respeito.

A Jonny Size é a marca brasileira de moda que carrega a raiz e identidade da cultura do continente africano. Seus ícones sociais e símbolos culturais são traduzidos em produtos de personalidade forte e expressiva que pregam respeito, sabedoria e sustentabilidade em cada estampa. A musicalidade e a luta por questões socioambientais da Jonny Size tem como embaixador oficial o cantor e compositor Marcelo Falcão, da banda O Rappa, que além de influenciar toda filosofia da marca, representa seus ideais e lifestyle.


11 novembro 2012

Setor de consumo não adapta marketing a mudanças, diz estudo


Pesquisa mundial da consultoria americana Ernst & Young, com 285 executivos de empresas de produtos de consumo, apontou a "complacência estratégica" como o maior risco para o setor, diante da reviravolta causada pelas novas alternativas de comunicação e marketing.

"O mundo está mudando tão rapidamente, há tanta complexidade, que as estratégias que funcionavam no passado não são mais suficientes para o sucesso hoje -e certamente não serão amanhã", diz Andrew Cosgrove, analista global de produtos de consumo da E&Y.

Mas "articular essa nova estratégia tem sido um desafio", acrescenta Patricia Novosel, vice-líder de produtos de consumo e responsável pelo estudo.

Só 30% das empresas ouvidas disseram acreditar que têm uma estratégia simples e articulada diante da "disrupção". Na maioria dos casos, "elas veem o problema, começam numa direção, mas mudam, fazem algo diferente e parecem nunca levantar voo", diz Novosel.

BRASIL e EMERGENTES

O estudo, além da pesquisa com questionário, realizou entrevistas mais "aprofundadas" com alguns dos executivos, entre eles Enrique Calvo, da Procter & Gamble para o Brasil, Gabriela Garcia, da Hypermarcas, e José Roberto Lettiere, da Alpargatas.

A atenção com Brasil e outros, segundo Cosgrove, se deve à sua crescente importância para o setor.

"A realidade é que, para as grandes empresas, o avanço tem vindo dos mercados de crescimento, como chamamos, ou emergentes", diz, em contraponto a "mercados maduros" como a França.

Alfredo Della Savia, sócio da Ernst & Young no Brasil, afirma que o país apresenta dificuldades específicas às empresas. Cita o Nordeste, onde o crescimento da economia é maior, mas a infraestrutura é "pobre". Também o desemprego baixo, que eleva a disputa por "talento".

Não faltam desafios. Calvo, da Procter & Gamble, declara no estudo que "é difícil prever para onde vai" o setor de produtos de consumo.

"A chave é vencer por todos os canais. Nossa visão é espalhar a força e equilibrar o crescimento em todos. Não esquecer ângulo nenhum."

Fiona Araújo, da E&Y no Brasil, acrescenta que as empresas dizem não podem ignorar redes sociais como Facebook, Twitter e LinkedIn, porque as marcas serão manipuladas nas mesmas, de um jeito ou de outro.

Outra "questão-chave", envolvendo mídia social, é que o retorno dos consumidores, na "conversa em duas mãos", já começa a ser usado nos departamentos de pesquisa e desenvolvimento, para alterar e melhorar os produtos.

Fonte: Folha de S. Paulo - 01/11/2012

15 agosto 2012

87% das maiores empresas globais utilizam mídias sociais


Estudo divulgado em julho aponta que 87% das 100 maiores empresas globais utilizam usam pelo menos uma plataforma de mídia social para se comunicar, o que representa um aumento de 10% em relação ao levantamento feito em 2010.

O levantamento foi realizado com base nas informações das empresas presentes no ranking global Fortune 100 e avaliou o grau de utilização das plataformas de mídias sociais mais populares: o Twitter, o Facebook, o YouTube e o Google Plus e Pinterest.

Veja algumas das informações levantadas aqui.

Fonte: G1 - julho/2012

Pinterest: é importante sua marca estar nele

Com mais de 10 milhões de usuários no mundo, a rede social Pinterest é uma das que mais crescem hoje, segundo empresas que fazem medições na Internet, como a comScore e a Experian Hitwise. O espaço vem atraindo a atenção de marcas como Tecnisa, Imaginarium e Netshoes pelo potencial que representa de gerar um alto tráfego de informação, visibilidade e relacionamento com o consumidor e, claro, vendas.

Veja mais aqui.

Fonte: Mundo do Marketing - 08/08/2012

Marketing interativo influenciará 80% das compras até 2015


As campanhas de marketing interativo influenciarão 80% das compras até 2015. O resultado é parte de um mapeamento realizado pela ExactTarget, em parceria com o Gartner. O estudo “Gestão da Campanha Multicanal: um guia para profissionais de marketing” prevê o contínuo crescimento da comunicação online, promovendo novas oportunidades para engajar consumidores.

Entre os desenvolvimentos em plena expansão estão as constantes interações dos consumidores por e-mails, mídias sociais, mobile e web em geral. De acordo o estudo, os profissionais de Marketing deverão estabelecer uma comunicação com o público que deseja conquistar e mudar as estratégias tradicionais de gestão.

Para implementação das estratégias de Marketing interativo, o guia pontuou dicas e recomendações que melhoram a abordagem com o consumidor e o aproveitamento de potencial de engajamento desses canais.

Confira abaixo:

Aperfeiçoar a experiência do consumidor – um marketing eficaz requer um envolvimento dos clientes com as marcas baseado em suas preferências, de modo que seja entregue uma comunicação personalizada e relevante

Evoluir com o cliente – os hábitos dos consumidores e usuários desses canais estão em constante transformação, por isso é importante que as marcas consigam estabelecer uma comunicação eficaz conectando-se com eles em todos os canais interativos.

Parceria entre as diferentes estratégias – considere a gestão de campanhas de Marketing como uma forma de coordenar as interações online e offline, juntas.

Fonte: Exame / Mundo do Marketing - 09/08/2012

19 março 2012

Dossiê sobre consumo brasileiro chama atenção do mercado internacional

Site britânico Marketing Week ressalta que o Brasil não pode mais ser ignorado pelas empresas. Aposta das marcas é investir no digital e na cultura local

O Brasil recentemente passou o Reino Unido e se tornou a sexta maior economia do mundo, atraindo os olhares britânicos. Este foi o gancho que o site Marketing Week usou para publicar um dossiê sobre o consumo brasileiro, dizendo que não se pode mais ignorar este mercado, mas já faz tempo que o país atrai os olhares estrangeiros. A maior aposta das marcas internacionais para começar seus negócios por aqui é investir no relacionamento pela internet e adicionar um sabor local às ações de marketing e até aos produtos.

De acordo com uma pesquisa da Forrester Research, o Brasil tem atualmente 91 milhões de pessoas online, o que equivale ao terceiro país com mais usuários na internet. Este é um fato que potencialmente agrada a qualquer marca, já que abre a oportunidade de realizar Marketing digital, sem a necessidade de um grande orçamento por trás. A popularização do smartphone nos últimos anos, que só deve aumentar, também dá a chance para os profissionais se anteciparem em relação a ações mobile. O site sugere que as marcas prestem atenção nesta tendência e que invistam mais em estratégias digitais do que na abertura de muitas lojas.

Veja a matéria completa aqui.

Fonte: Mundo do Marketing - 06/03/2012

09 janeiro 2012

Internet muda hábitos de consumo

Atualmente, quando o negócio é fazer compras, há maior probabilidade de que os consumidores recorram aos seus computadores, smartphones e tablets para procurar presentes, conferir recomendações, comparar preços, acessar cupons on-line, e, finalmente, pagar suas compras, de acordo com os resultados da 5ª pesquisa anual da KPMG International sobre consumidores e convergência. 

O levantamento revela consistências e anomalias nas preferências dos consumidores, de 31 países, ano após ano - em relação a compras on-line, conteúdo, utilização de dispositivos móveis e pagamentos via celular - que sugerem novos rumos para o futuro do comércio digital e àqueles que concorrem nesse universo, de acordo com os autores do relatório da KPMG.

"Por cinco anos consecutivos, nossa pesquisa global de Consumidores e Convergência (Consumers & Convergence 5, do título em inglês) demonstra que o ritmo das mudanças de hábitos de compra, que convergem para a plataforma on-line, segue acelerado", afirma  Sean Collins, sócio da KPMG nos Estados Unidos e líder global da área de comunicação e mídia.  "Os consumidores no mundo todo desejam cada vez mais adotar novas tecnologias e modelos de negócios digitais, resultando em grandes oportunidades e riscos para prestadores de serviços, varejistas, empresas de mídia, bancos e outros players disputando um pedaço da cadeia de valor digital."
Os consumidores demonstraram um aumento no desejo pela adoção de novas tecnologias e modelos de negócios.  Na pesquisa da KPMG de 2008, 50% dos entrevistados afirmaram não se sentirem muito confortáveis com o uso do mobile banking; atualmente, essa posição se reverteu completamente, com 66% dos entrevistados dispostos a transformar seus celulares em "carteira". Outro exemplo é a quintuplicação no número de entrevistados que preferem usar seus celulares e smartphones para ler notícias, navegar na internet e fazer compras.  Também houve uma queda em relação ao uso da televisão, com 51% dos entrevistados agora preferindo assistir TV e filmes on-line em seus computadores, e 24%, em seus smartphones. 

Cerca de 76% dos brasileiros entrevistados durante a pesquisa disseram que não pagam para ter acesso a conteúdos, demonstrando a preferência dos internautas pela gratuidade, contra 24% que dizem pagar por isso, revelou uma pesquisa global realizada pela KPMG. Daqueles que optaram pelo não, 64% nunca estariam dispostos a pagar se um site específico que, usualmente visitam, passasse a cobrar pelo acesso e que iriam procurar pelo mesmo conteúdo em outro similar, aponta o estudo. Outros 30% desembolsariam dinheiro se fosse importante e se o conteúdo não estivesse disponível de graça em qualquer outro lugar; e apenas 7% poderiam considerar pagar para ter acesso ao conteúdo inteiro do site.

"A pesquisa aponta uma tendência que é da cultura do brasileiro de não ter disponibilidade para pagar para ter acesso a contéudo da internet, o que não acontece em outros países. Além disso, eles já admitem receber propaganda em troca de desconto e gratuidade, mas vale lembrar que a maioria abre mão dessas vantagem quando o seu perfil é  rastreado de alguma forma ", explica Manuel Fernandes, sócio da KPMG no Brasil e líder para a área de Tecnologia, Mídia e Telecomunicação.
Fonte: Cliente SA - 05/01/2012

28 novembro 2011

Guerra de clones impulsiona web no País

O Brasil tem cerca de 80 milhões de usuários de internet. Neste ano, o comércio eletrônico deve movimentar R$ 18,7 bilhões, um crescimento de 26% sobre 2010, segundo a consultoria e-bit. E o ambiente é dominado por cópias, criadas por empreendedores brasileiros que importam modelos de negócios internacionais. Os detratores chamam o Brasil de um mercado de “copycats” (imitadores).

Veja a matéria completa aqui.

Fonte: O Estado de S. Paulo - 27/11/2011

Publicidade on-line movimenta R$ 3 bilhões por ano no Brasil

O Brasil movimenta atualmente R$ 3 bilhões em anúncios na internet -- cerca de 10% do total do bolo publicitário no país.

O volume ainda é pequeno quando comparado ao de países maduros no uso da rede - como os EUA e o Reino Unido, nos quais a participação vai de 15% a 25%.

A expectativa das empresas, no entanto, é que o volume aumente com a adesão de mais brasileiros à internet e também com a intensificação das redes sociais no comércio eletrônico.

"O mercado de anúncios na internet tem mais potencial do que o de TV e é apenas questão de tempo para que amadureça, principalmente com a massa de usuários que chegará depois do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga)", disse ontem Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, durante evento da revista "The Economist", em São Paulo.

Hoje, 35% das residências do país têm computadores. Do total de lares, somente 27% têm conexão à rede segundo o CGI (Comitê Gestor da Internet), que regula o setor no Brasil.

Com a disseminação do PNBL, que promete internet de até 1 Megabit por segundo (Mbps) por preços entre R$ 29 e R$ 35, a expectativa é que o alcance chegue a 80%.

Dos 77,8 milhões de usuários de internet no Brasil, 67% usam as redes sociais. Espera-se que chegue praticamente a 100% até 2014. A próxima onda nas redes sociais será o consumo. Com 27 milhões de e-consumidores, a expectativa é que o comércio eletrônico chegue a R$ 20 bilhões em 2011.

Fonte: Folha de S. Paulo - 05/11/2011

26 novembro 2011

Como o Storytelling Transmídia está Mudando a TV

Por Lisa Hsia, vice-presidente executiva da Bravo Digital Media.

Até agora, as empresas de mídia focaram em obter audiências para assistir seus programas “ao vivo” através de um aparelho de TV, onde está o grande volume de dólares da publicidade.

Mas o storytelling transmídia - que é definido como contar uma história que se estende através de múltiplas plataformas de mídia (para a televisão, está indo além do programa que vai ao ar) - tem a capacidade de acabar com isso. “Transmídia” é um daquelas palavras quentes dos buxixos de hoje, tendo conferências, artigos e relatórios de tendências dedicados a ela. Mas não é um conceito novo. Star Wars, Matrix e outros filmes expandiram-se para além do seu núcleo de suas franquias há décadas - para jogos, livros e realidades alternativas.

Na era digital de hoje, há novos fatores em jogo que dão à transmídia o poderoso potencial de mudar o jogo de como o conteúdo para TV é criado.
Pense nisso:

A TV social (tecnologia que suporta comunicação e interação social no contexto de ver televisão ou relacionado ao conteúdo da TV; pode, por exemplo, integrar comunicação de voz, chat de texto, reconhecimento de presença e de contexto, recomendações, avaliações ou vídeo-conferência com o conteúdo da TV, diretamente na tela ou através de dispositivos auxiliares) tornou a televisão uma experiência mais rica e bidirecional, com a participação dos fãs. Uma pesquisa da Nielsen mostra como a TV social amplifica a conversação e impacta as classificações dos programas. A tecnologia criou ferramentas que permitem ao usuário interagir e jogar com o conteúdo como nunca antes (com base na localização, produtos virtuais, realidade aumentada, QR-code, etc). A familiaridade dos fãs com essa tecnologia e o desejo de experimentar o conteúdo da TV em dispositivos que não sejam TV explodiu.

A capacidade de criar veículos de storytelling de forma eficiente, a preços acessíveis e participativa, que vão além de “bônus extras” e se espalham por meio de diferentes canais de circulação, está mudando as regras e criando uma proposta de valor muito grande para ser ignorada. Como um dos avôs do storytelling transmídia, o professor da USC Henry Jenkins, gosta de dizer, “Se não se espalha, está morto”.

Além da segunda tela

Tirar vantagem dessa nova realidade é imperativo nas mídias sociais, tanto da perspectiva de engajamento quanto de valor. Vemos o storytelling transmídia como o próximo passo obrigatório na evolução da TV, tendo sido usado recentemente na primeira campanha do programa Top Chef.

Nesse programa, conforme os concorrentes são eliminados, eles descobrem que sua jornada ainda não acabou. Em vez de ir para casa, eles têm a chance de competir em uma série digital similar que acontece a cada semana depois do episódio ir ao ar. Esses programas online dão aos competidores a chance de ganhar o seu lugar de volta ao programa final na TV. A série digital impacta diretamente o resultado do programa que vai ao ar na TV.

Para experimentar a dinâmica completa da competição, os fãs são atraídos para assistir tanto a TV quanto as plataformas digitais. O objetivo é criar apelo para os fãs do programa Top Chef com o conteúdo mais aprofundado e significativo que eles querem, assim como criar conteúdo online que atraia fãs casuais para o grupo.

A meta é criar um fluxo de conteúdo de plataforma para plataforma e trazer fãs ao longo do caminho – tanto o superfã como o fã casual. Isso é algo que não foi possível até à adoção em grande escala dos smartphones, tablets, redes sociais e ferramentas de criação de games como Bunchball e GetGlue.

Unindo elementos com o objetivo comum de gerar engajamento em torno desse centro transmídia, estamos provando que todas as métricas – rankings, tráfego e buxixo social – irão evoluir. Não estamos apenas tentando aumentar o valor da proposta em termos de engajamento, mas também em termos de retorno do investimento para os patrocinadores de longo prazo.

Se conseguirmos provar que o engajamento e o valor aumentam exponencialmente com a integração perfeita do storytelling em todas as plataformas de mídia, todos ganham - fãs, criadores de conteúdo e anunciantes. Os departamentos digitais deixarão de ter esse nome e serão “geradores de conteúdo multiplataforma”, que estão convertendo conteúdo de storytelling para onde quer que melhor se encaixe e de onde a melhor proposta de valor derive.

Mais inovação à frente

A TV está à beira de uma revolução transmídia e há muitas experiências interessantes em curso.

O canal Syfy está lançando um programa chamado Defiance (Desafio), onde uma história é contada na TV e em um game: cidades diferentes, com personagens e acontecimentos em comum.

Tim Kring, um dos pioneiros modernos da transmídia com seu trabalho em Heroes e Conspiracy for Good, está produzindo Touch (Toque) para 2012. Ele espera que a Fox embarque em suas tendências transmídia.

O próximo marco em transmídia, ainda inalcançado, é o storytelling social colaborativo, onde os fãs poderão aprofundar a trama de forma significativa e generalizada. As empresas de mídia inteligentes procurarão formas de ir além dos modelos tradicionais e de transformar seus fãs em avançados embaixadores da marca.

Se a transmídia será a nova norma, ainda veremos. Mas pode-se facilmente perceber que, no cenário atual de mídia fragmentada, será obrigatória para a sobrevivência da TV. Talvez o futuro da TV não esteja na televisão tradicional ou nas plataformas digitais, mas na inteligência coletiva - o ciclo de interação entre os dois.

Fonte: The Washington Post – 17/11/2011
Tradução: Arnaldo Rabelo

12 junho 2011

Uso de internet móvel cresce além do previsto

O uso de internet móvel (via celulares) cresceu bem acima do previsto pelo Google. Um dos sinais disso é que mais de 200 milhões de vídeos do YouTube são vistos em smartphones a cada dia. Em algumas ocasiões, a busca em aparelhos móveis sobre determinado assunto supera a de computadores desktop. 78% dos usuários de smartphones usam seus aparelhos nas compras. Com isso, a publicidade online se adaptará a esse meio.

Publicidade visual cresce online

Na internet, a publicidade baseada em texto, como os links patrocinados (relacionados a buscas), era a forma dominante. Agora, a chamada "display advertisement", que chamarei de "publicidade visual", é o que mais tem crescido e logo passará a dominar. Nesta categoria entram os banners, vídeos e outros formatos gráficos.

Segundo um executivo do Google, esse tipo de publicidade online passará de investimentos mundiais de US$ 25 bilhões em 2010 para mais de US$ 200 bilhões em poucos anos.

Em paralelo a isso, há também a tendência de haver menos exposições por usuário e uma maior influência do usuário sobre a publicidade (através de recomendações e customizações, por exemplo).

A eMarketer faz as seguintes previsões para o mercado americano: os gastos em marketing relacionado a buscas passarão de US$ 12 bilhões em 2010 para US$ 21,5 bilhões em 2015. Por outro lado, a publicidade visual (display ads) passará de US$ 9,9 bilhões em 2010 para US$ 21,9 bilhões em 2015.

As marcas adoram conteúdo

Graças à facilidade de publicação online, o marketing tem se aproximado cada vez mais da área de geração e publicação de conteúdo. Muitas agências de publicidade contam agora com estrategistas de conteúdo para planejar a distribuição e o marketing de conteúdo em suas plataformas digitais.

Isso acontece porque as mídias sociais não são adequadas para publicidade tradicional, mas para o desenvolvimento de relacionamentos baseados no fornecimento de informações.

22 maio 2011

Mídia digital deve receber 15% do bolo publicitário mundial em 2011

A ascensão de canais de mídia digital tem colocado pressão sobre os meios de comunicação tradicionais e locais de entretenimento nos últimos anos, diz estudo

Quando se trata de entretenimento on-line, o vídeo é reconhecido como um formato poderoso de comunicação e pode proporcionar uma experiência online melhorada, com a publicidade se tornando a principal fonte de receitas para os prestadores deste tipo de entretenimento. Cerca de 15% das despesas publicitárias em todo o mundo estarão voltados canais de mídia digital em 2011, aponta estudo da BuddeComm.

A crise econômica impactou o crescimento das despesas publicitárias em geral, mas há sinais de recuperação em 2011, com a publicidade online crescendo e a propaganda em TV mantendo sua popularidade.

Segundo o estudo, a ascensão de canais de mídia digital tem colocado pressão sobre os meios de comunicação tradicionais e locais de entretenimento nos últimos anos. Isto, combinado com uma desaceleração econômica, levou a distúrbios no setor de mídia. As empresas de mídia digital são as líderes em crescimento, mas estão previstos desenvolvimentos paralelos, como, por exemplo, pela TV digital, utilizando as redes de radiodifusão tradicionais.

O sucesso das empresas de mídia digital pode ser parcialmente atribuído à disposição em competir em diversos mercados e implementar inovações. Empresas como Google, Microsoft, Amazon, Facebook, Apple, Twitter, e assim por diante, estão continuamente à procura de outras oportunidades de desenvolvimentos em matéria de mobilidade, e-commerce, home media centers, mídia social, video on demand e infraestrutura.

Como o entretenimento online é baseado em um ambiente virtual, é esperado que a tecnologia de computação em nuvem torne-se uma ferramenta útil da infraestrutura para o futuro.

A nova pesquisa descobriu que o vídeo online é uma área em crescimento.

Fonte: Exame - 20/05/2011