Novo jogo para celular prepara o terreno para o próximo filme.
A Disney Interactive e a Lucasfilm, em colaboração com o estúdio de jogos Kabam, lançaram o novo game mobile "Star Wars: Uprising".
O jogo se passa no período entre os filmes de Star Wars O Retorno de Jedi e o próximo Star Wars Episódio VII, após a morte do Imperador Galáctico.
Os jogadores visitam o setor Anoat, onde eles podem se unir com contrabandistas, lutadores da liberdade, caçadores de recompensa e gangsters a levantar-se contra o Império, enquanto ele tenta manter o controle da galáxia. Os usuários também podem criar personagens únicos, ir em missões, desenvolver habilidades, construir a sua engrenagem e recrutar membros da tripulação para as batalhas do setor.
"Star Wars: Uprising introduz os jogadores a toda uma nova história de Star Wars em uma experiência profundamente imersiva RPG", diz Aaron Loeb, vice-presidente sênior de estúdio, Kabam. "A comunidade de fãs vai ficar animada com as batalhas do setor que irão moldar o futuro do game. É um design surpreendente, que tem um monte de surpresas. "
"Star Wars: Uprising" já está disponível gratuitamente em dispositivos iOS e Android.
Arnaldo Rabelo
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11 setembro 2015
27 janeiro 2013
Brasil, China e Cingapura lideram consumo de mídias digitais
Consumidores de China, Brasil e Cingapura são os usuários mais vorazes de mídias digitais do mundo, graças principalmente à rápida adoção de smartphones e tablets. É o que revela um estudo sobre o consumidor digital, encomendada pela KPMG International, que apura o impacto dos conteúdos digitais e tradicionais sobre os consumidores de nove países.
"Os consumidores da China, Brasil e Cingapura, em todas as faixas etárias, estão acessando e usando as mídias em um ritmo impressionante", diz Gary Matuszak, líder global da prática de tecnologia, mídia e telecomunicações (TMT) da KPMG. "Eles são rápidos em adquirir dispositivos móveis e incrivelmente receptivos a todas as formas de informação, notícias e entretenimento de TV, internet, jornais, revistas e rádio".
Para Manoel Fernandes, sócio-líder de TMT da KPMG no Brasil, a pesquisa mostra o entusiasmo do brasileiro com as novas tecnologias, o que representa ótimas oportunidades aos players dos vários segmentos envolvidos no mercado. Na área de conteúdos, os brasileiros são os mais ativos nas redes sociais entre os nove países pesquisados, com 77% de respondentes tendo visitado essas comunidades nos 30 dias anteriores à pesquisa.
Ver matéria completa aqui.
Fonte: Metaanalise - 23/01/2013
21 dezembro 2012
Mobile: nova audiência e mudança de comportamento
Inclusão digital, nova audiência, mais e melhores aparelhos, mudanças no comportamento do usuário. O mercado mobile se prepara para um movimentado 2013, ano que promete ser um divisor de águas – pela primeira vez, o volume de acesso à internet móvel será maior do que à fixa no Brasil.
Essa é a projeção de Leo Xavier, CEO do Grupo .Mobi. “Vai ser a grande novidade para o próximo ano. O mercado sempre teve desculpas: é caro, é para poucos. Agora, terão de arrumar uma outra”, brinca.
Em outubro, havia cerca de 35 milhões de smartphones no país, o equivalente a 14% de penetração. Depois do Natal, esse número deve pular para 42 milhões. Já os tablets eram cerca de 3 milhões em novembro. “Para mim, essa quantia dobra no Natal”, ele estima.
Uma mudança de comportamento também desponta: a preferência pelos devices móveis mesmo dentro de casa. “As marcas precisam levar isso em conta. O pessoal usa o celular o dia inteiro. Isso é vida real.” Para ele, há um desconhecimento das marcas em relação ao universo móvel, mas não preconceito. “Também demorou para a internet acontecer como mídia, assim como os jornais gratuitos e a TV a cabo.”
Guilherme Santa Rosa, sócio e COO da Mowa, vê aumento nos investimentos, mas ainda pequeno. Ele aponta que a grande revolução virá do uso, e seu foco em 2013 será trazer empresas menores e consumidores com menor poder aquisitivo para essa mídia. “Com a inclusão digital, a audiência está migrando. Ter presença móvel vai deixar de ser desejável e passar a ser essencial. Estamos apostando na base da pirâmide.”
Para aumentar a inclusão, o Ministério das Comunicações está tentando reduzir o preço dos smartphones, por meio da isenção de tributos. Segundo Santa Rosa, a maior oferta de aparelhos de qualidade que não sejam top é uma tendência. “Uma nova massa de consumidores está entrando no mercado. Com o aumento da demanda, virá a resposta das empresas”, afirma.
Outra tendência é o mercado de aplicativos seguir crescendo, com os apps “bobinhos” perdendo espaço para prestação de serviços, solução de problemas e economia de tempo e dinheiro.
Fonte: Proxxima (Débora Yuri)
27 fevereiro 2011
Mercado de mobile marketing se amplia
Esta notícia, a partir de release da Tesa Telecom, mostra que o mercado de mobile marketing está se ampliando rapidamente. É um mercado que precisa ser acompanhado de perto.
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Expansão da base de celulares, comportamento do consumidor e PME´s afetam demanda de mobile marketing
O mercado de mobile marketing encontra-se em franca expansão. Essa é a conclusão do levantamento da Tesa Telecom, operadora de telefonia IP, que registrou alta de 70% na demanda em 2010. Na análise de Luciano Menezes, diretor comercial e de marketing da Tesa, o crescimento é reflexo de três fatores: o aumento da base de celulares no Brasil, que de acordo com dados recentes da Anatel, fechou 2010 com mais de 200 milhões de aparelhos; o comportamento do consumidor que aderiu à nova ferramenta de marketing; e ao aumento da procura do serviço por pequenas e médias - PME´s.
O executivo cita a pesquisa da Mobile Marketing Association (MMA). Segundo o estudo, 74% dos brasileiros têm grande interesse em receber publicidade pelo celular; e 72% se interessam em participar do grupo que recebe campanhas. "Agora pense nesta porcentagem tão alta num país, onde a cada 10 habitantes, oito têm celular", complementa. Quanto às pequenas e médias, a percepção de benefícios como custos baixos, agilidade e resultados imediatos têm sido os impulsionadores para as pequenas e médias empresas.
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Expansão da base de celulares, comportamento do consumidor e PME´s afetam demanda de mobile marketing
O mercado de mobile marketing encontra-se em franca expansão. Essa é a conclusão do levantamento da Tesa Telecom, operadora de telefonia IP, que registrou alta de 70% na demanda em 2010. Na análise de Luciano Menezes, diretor comercial e de marketing da Tesa, o crescimento é reflexo de três fatores: o aumento da base de celulares no Brasil, que de acordo com dados recentes da Anatel, fechou 2010 com mais de 200 milhões de aparelhos; o comportamento do consumidor que aderiu à nova ferramenta de marketing; e ao aumento da procura do serviço por pequenas e médias - PME´s.
O executivo cita a pesquisa da Mobile Marketing Association (MMA). Segundo o estudo, 74% dos brasileiros têm grande interesse em receber publicidade pelo celular; e 72% se interessam em participar do grupo que recebe campanhas. "Agora pense nesta porcentagem tão alta num país, onde a cada 10 habitantes, oito têm celular", complementa. Quanto às pequenas e médias, a percepção de benefícios como custos baixos, agilidade e resultados imediatos têm sido os impulsionadores para as pequenas e médias empresas.
06 dezembro 2009
Marcas usam "realidade aumentada"
Um recurso recente do celular iPhone, da Apple, é a chamada "realidade aumentada" (augmented reality). O software inclui informações em tempo real sobre a imagem filmada pelo celular.
Um exemplo de como as marcas podem utilizar esse recurso é mostrado no vídeo abaixo (em inglês), demonstrando um aplicativo da Stella Artois.
Neste caso, é um guia de bares que servem esta marca de cerveja, com outras informações úteis. A conveniência e a utilidade são os pontos-chave deste aplicativo.
Um exemplo de como as marcas podem utilizar esse recurso é mostrado no vídeo abaixo (em inglês), demonstrando um aplicativo da Stella Artois.
Neste caso, é um guia de bares que servem esta marca de cerveja, com outras informações úteis. A conveniência e a utilidade são os pontos-chave deste aplicativo.
17 outubro 2009
Celulares são cada vez mais usados para acessar redes sociais
A convergência entre celulares e redes sociais está evoluindo rapidamente. Os telefones celulares são ferramentas naturalmente sociais, pois são usados para conversar, enviar mensagens de texto, e-mails e fotos. O acesso a redes sociais via celular foi um passo natural.
Mas um relatório da Forrester Research vai além e diz que os celulares serão o centro de todas as atividades sociais relacionadas a computadores, em vez de simplesmente serem um complemento.
Embora reconheça que por enquanto o uso de celulares como mídia social ainda é um mercado de nicho, a Forrester mostra que o Facebook mobile já tem 65 milhões de usuários no mundo, triplicando seu público em 8 meses. Há uma tendência de que sejam feitos acordos entre fabricantes de celulares, operadoras e redes sociais para que aparelhos já sejam lançados com a versão mobile de redes sociais online.
Os publicitários e anunciantes ainda estão experimentando formatos e modelos de publicidade para esse meio, que atinge principalmente o público jovem. Uma das preocupações é não invadir a privacidade dos usuários, para não quebrar a confiança conquistada. As maiores apostas são de associação com as maiores redes sociais online e acompanhar sua entrada no mundo mobile.
Fonte: Mediapost - 19/10/09
Mas um relatório da Forrester Research vai além e diz que os celulares serão o centro de todas as atividades sociais relacionadas a computadores, em vez de simplesmente serem um complemento.
Embora reconheça que por enquanto o uso de celulares como mídia social ainda é um mercado de nicho, a Forrester mostra que o Facebook mobile já tem 65 milhões de usuários no mundo, triplicando seu público em 8 meses. Há uma tendência de que sejam feitos acordos entre fabricantes de celulares, operadoras e redes sociais para que aparelhos já sejam lançados com a versão mobile de redes sociais online.
Os publicitários e anunciantes ainda estão experimentando formatos e modelos de publicidade para esse meio, que atinge principalmente o público jovem. Uma das preocupações é não invadir a privacidade dos usuários, para não quebrar a confiança conquistada. As maiores apostas são de associação com as maiores redes sociais online e acompanhar sua entrada no mundo mobile.
Fonte: Mediapost - 19/10/09
22 fevereiro 2009
Mobilidade em alta
O uso de smartphones cresce rapidamente no Brasil e cria vagas para executivos e especialistas em softwares e conteúdos móveis
Spring Wireless, de São Paulo, é uma das líderes mundiais em softwares móveis A para grandes corporações. Entre seus clientes estão gigantes como InBev, Grupo Santander e Nestlé. A empresa, fundada em 2001, tem 600 funcionários em quatro continentes e registrou faturamento de 95 milhões de dólares em 2008. Ela é um ícone de um mercado que cresce rapidamente e que vai gerar oportunidades de trabalho neste ano: o de produtos e serviços para comunicação móvel. Em dezembro, a Spring inaugurou dois escritórios na Ásia e vai abrir um terceiro por lá em março. Estamos contratando cerca de dez funcionários todo mês, de desenvolvedores de softwares a gerente de contas, com possibilidade de carreira internacional”, diz o presidente, Marcelo Condé. Há vagas para técnicos, engenheiros e administradores. Segundo a empresa de recrutamento Michael Page, com sede em São Paulo, os salários para os gestores nessa área estão acima da média do mercado, variando de 10.000 reais a 16.000 reais. “Esse profissional tem que conhecer e monitorar de perto o comportamento dos usuários da tecnologia , para identificar padrões e oportunidades”, diz Ricardo Basaglia, gerente da divisão de TI. O paulista Alexandre Abujamra, de 34 anos, assumiu o cargo de diretor de contas da Spring há poucos meses. Ele era sócio da Okto, empresa especializada em marketing e serviços interativos para celular, que foi comprada pela Spring em agosto do ano passado. Formado em Direito, Alexandre optou por fazer carreira em tecnologia e desde 2000 trabalha com o desenvolvimento de softwares para telefonia móvel. Foi gerente da multinacional Tiaxa, de serviços para celular, e trabalhou por três anos nos Estados Unidos. Quando a empresa americana encerrou suas operações no Brasil, em 2003, a unidade no país foi assumida por Alexandre e outros três funcionários, que a transformaram mais tarde na Okto. Hoje, sua tarefa é oferecer produtos e serviços para corporações. “Nesse mercado, é necessário entender dos processos do cliente para conseguir vender.”
O CONSUMO CRESCE
O mercado corporativo é o grande filão, mas o consumidor comum também empolga as empresas, pela perspectiva de crescimento do segmento. Há no Brasil 2,8 milhões de aparelhos compatíveis com a tecnologia 3G, que permite baixar dados e navegar na internet em alta velocidade. Esse número dobrou de junho a dezembro do ano passado. “Há uma migração dos consumidores de celulares comuns para smartphones [os aparelhos com funções que mesclam telefone e computador]”, diz Vinicius Caetano, analista de telecomunicações do IDC, consultoria de tecnologia em São Paulo. Os smartphones abrem espaço para fabricantes de software e empresas que criam serviços para o consumidor. “Essas empresas estão investindo para convencer o consumidor de que o telefone é muito mais do que voz”, diz Vinicius. Por isso, muitos fabricantes de software têm procurado profissionais de marketing, vendas e desenvolvimento de produtos. No mês passado, a Research In Motion, fabricante do Blackberry, anunciou a contratação de três executivos de marketing para atuar em pesquisa de mercado, relacionamento com operadoras e com o meio corporativo. A chinesa ZTE, com 400 funcionários no Brasil, planeja este ano ampliar o quadro em 15%. A empresa tirou da concorrente HTC o diretor comercial André Portes Gomes, de 34 anos. “A indústria valoriza quem tem um bom trânsito nas operadoras, entre técnicos e executivos”, diz André Gomes.
O impulso do iPhone
O aparelho cria oportunidades para desenvolvedores
A chegada do iPhone, da Apple, em setembro de 2008, gerou oportunidades no mundo móvel. A Apple incentivou os desenvolvedores a criar softwares para o iPhone e as concorrentes Nokia e Blackberry seguiram o exemplo. Grandes companhias, como bancos, começam a adaptar seus sites para os aparelhos. “Isso gerou oportunidades para profissionais autônomos e pequenas empresas de softwares”, diz Nick Jonas, analista do Gartner Group, consultoria de tecnologia. Um exemplo é a Grafikonstruct, de design digital em São Paulo, cuja demanda por conteúdo móvel cresceu 30% em 2008. “Procuramos gente que conheça as linguagens de programação mais atuais”, diz Rodrigo Teco, diretor da empresa.
Fonte: Revista Você S/A. - Edição 128 - 2009.
Spring Wireless, de São Paulo, é uma das líderes mundiais em softwares móveis A para grandes corporações. Entre seus clientes estão gigantes como InBev, Grupo Santander e Nestlé. A empresa, fundada em 2001, tem 600 funcionários em quatro continentes e registrou faturamento de 95 milhões de dólares em 2008. Ela é um ícone de um mercado que cresce rapidamente e que vai gerar oportunidades de trabalho neste ano: o de produtos e serviços para comunicação móvel. Em dezembro, a Spring inaugurou dois escritórios na Ásia e vai abrir um terceiro por lá em março. Estamos contratando cerca de dez funcionários todo mês, de desenvolvedores de softwares a gerente de contas, com possibilidade de carreira internacional”, diz o presidente, Marcelo Condé. Há vagas para técnicos, engenheiros e administradores. Segundo a empresa de recrutamento Michael Page, com sede em São Paulo, os salários para os gestores nessa área estão acima da média do mercado, variando de 10.000 reais a 16.000 reais. “Esse profissional tem que conhecer e monitorar de perto o comportamento dos usuários da tecnologia , para identificar padrões e oportunidades”, diz Ricardo Basaglia, gerente da divisão de TI. O paulista Alexandre Abujamra, de 34 anos, assumiu o cargo de diretor de contas da Spring há poucos meses. Ele era sócio da Okto, empresa especializada em marketing e serviços interativos para celular, que foi comprada pela Spring em agosto do ano passado. Formado em Direito, Alexandre optou por fazer carreira em tecnologia e desde 2000 trabalha com o desenvolvimento de softwares para telefonia móvel. Foi gerente da multinacional Tiaxa, de serviços para celular, e trabalhou por três anos nos Estados Unidos. Quando a empresa americana encerrou suas operações no Brasil, em 2003, a unidade no país foi assumida por Alexandre e outros três funcionários, que a transformaram mais tarde na Okto. Hoje, sua tarefa é oferecer produtos e serviços para corporações. “Nesse mercado, é necessário entender dos processos do cliente para conseguir vender.”
O CONSUMO CRESCE
O mercado corporativo é o grande filão, mas o consumidor comum também empolga as empresas, pela perspectiva de crescimento do segmento. Há no Brasil 2,8 milhões de aparelhos compatíveis com a tecnologia 3G, que permite baixar dados e navegar na internet em alta velocidade. Esse número dobrou de junho a dezembro do ano passado. “Há uma migração dos consumidores de celulares comuns para smartphones [os aparelhos com funções que mesclam telefone e computador]”, diz Vinicius Caetano, analista de telecomunicações do IDC, consultoria de tecnologia em São Paulo. Os smartphones abrem espaço para fabricantes de software e empresas que criam serviços para o consumidor. “Essas empresas estão investindo para convencer o consumidor de que o telefone é muito mais do que voz”, diz Vinicius. Por isso, muitos fabricantes de software têm procurado profissionais de marketing, vendas e desenvolvimento de produtos. No mês passado, a Research In Motion, fabricante do Blackberry, anunciou a contratação de três executivos de marketing para atuar em pesquisa de mercado, relacionamento com operadoras e com o meio corporativo. A chinesa ZTE, com 400 funcionários no Brasil, planeja este ano ampliar o quadro em 15%. A empresa tirou da concorrente HTC o diretor comercial André Portes Gomes, de 34 anos. “A indústria valoriza quem tem um bom trânsito nas operadoras, entre técnicos e executivos”, diz André Gomes.
O impulso do iPhone
O aparelho cria oportunidades para desenvolvedores
A chegada do iPhone, da Apple, em setembro de 2008, gerou oportunidades no mundo móvel. A Apple incentivou os desenvolvedores a criar softwares para o iPhone e as concorrentes Nokia e Blackberry seguiram o exemplo. Grandes companhias, como bancos, começam a adaptar seus sites para os aparelhos. “Isso gerou oportunidades para profissionais autônomos e pequenas empresas de softwares”, diz Nick Jonas, analista do Gartner Group, consultoria de tecnologia. Um exemplo é a Grafikonstruct, de design digital em São Paulo, cuja demanda por conteúdo móvel cresceu 30% em 2008. “Procuramos gente que conheça as linguagens de programação mais atuais”, diz Rodrigo Teco, diretor da empresa.
Fonte: Revista Você S/A. - Edição 128 - 2009.
13 fevereiro 2009
Mobile Marketing: audiência da internet no celular vai ultrapassar TV paga
Do total de linhas móveis ativas no país, 7,3%, ou 11 milhões, já acessam regularmente a internet via celular.
Durante o Primeiro Encontro IAB Brasil sobre Mobile Marketing, realizado hoje, 13/2, em São Paulo, o diretor executivo do Interative Advertising Bureau - IAB Brasil, Ari Meneghini, mostrou que o volume de acesso à internet via celular vai ultrapassar em breve a audiência da TV por assinatura no país, tornando-se uma mídia cada vez mais atrativa para anunciantes no país.
A conta foi feita com base em uma pesquisa da Nielsen, que mostra que, dos 150 milhões de linhas móveis ativas hoje no país, 7,3%, ou, aproximadamente, 11 milhões acessam a internet por mês. “A TV por assinatura tem hoje 5,5 milhões de domicílios, que resultam em uma audiência de 16 milhões, considerando três pessoas por domicílio”, ponderou Ari. “No ritmo de crescimento que o acesso de dados e ainda com a chegada da 3G e de aparelhos cada vez mais avançados, existe a chance real de superar a TV por assinatura, em breve, principalmente se considerarmos que o número de linhas móveis cresce uma vez e meia a mais que a TV por assinatura no país”, diz o diretor IAB.
Com apenas 3,4% do bolo de investimentos publicitários no País – o IAB prevê que 2008 tenha fechado com R$ 750 milhões -, a mídia mobile hoje tem duas modalidades de consumo, que são os anúncios em portais mobile, similar ao que se vê na internet e as chamadas experiências interativa, como sms, quizz,m-cupom e jogos. Segundo o IAB, essa segunda modalidade é a que apresenta a maior complexidade, uma vez que envolve um ecossistema de fornecedores muito mais amplo.
Para ampliar a sua penetração, a mídia online tem grandes desafios pela frente. “Definir uma agenda de trabalho e lançar uma discussão mais estruturada para a mídia mobile é fundamental para que essa audiência passe a ser considerada no planejamento de mídia das agências”, afirma Meneghini.
Entre os pontos fundamentais dessa agenda estão a formação do mercado, com ações de educação e informação sobre o tema, além da definição de padrões tecnológicos e métricas de mensuração de resultados. Para Terence Reis, diretor executivo da MMA (Mobile Marketing Association), embora os países estejam em momentos diferentes de mercado, as questões sobre a publicidade mobile ainda são muito parecidas. Ele acrescenta alguns pontos que julga fundamentais, como por exemplo, a necessidade de ganhar escala. “Precisamos sair da fase de testes e aumentar tanto o tamanho como o número de projetos, além de definir um modelo mais claro de negócios”, salienta.
Mas nenhuma ação será suficiente se um ponto não for levado em consideração: a familiaridade do usuário. “Não adianta criar campanhas, influenciar o mercado, se o usuário não tem familiaridade com o uso. Estimular essa familiaridade e criar maneiras de medi-la é, na minha opinião, o nosso maior desafio”, completa Reis.
Fonte: MetaAnálise - 12/02/09
Durante o Primeiro Encontro IAB Brasil sobre Mobile Marketing, realizado hoje, 13/2, em São Paulo, o diretor executivo do Interative Advertising Bureau - IAB Brasil, Ari Meneghini, mostrou que o volume de acesso à internet via celular vai ultrapassar em breve a audiência da TV por assinatura no país, tornando-se uma mídia cada vez mais atrativa para anunciantes no país.
A conta foi feita com base em uma pesquisa da Nielsen, que mostra que, dos 150 milhões de linhas móveis ativas hoje no país, 7,3%, ou, aproximadamente, 11 milhões acessam a internet por mês. “A TV por assinatura tem hoje 5,5 milhões de domicílios, que resultam em uma audiência de 16 milhões, considerando três pessoas por domicílio”, ponderou Ari. “No ritmo de crescimento que o acesso de dados e ainda com a chegada da 3G e de aparelhos cada vez mais avançados, existe a chance real de superar a TV por assinatura, em breve, principalmente se considerarmos que o número de linhas móveis cresce uma vez e meia a mais que a TV por assinatura no país”, diz o diretor IAB.
Com apenas 3,4% do bolo de investimentos publicitários no País – o IAB prevê que 2008 tenha fechado com R$ 750 milhões -, a mídia mobile hoje tem duas modalidades de consumo, que são os anúncios em portais mobile, similar ao que se vê na internet e as chamadas experiências interativa, como sms, quizz,m-cupom e jogos. Segundo o IAB, essa segunda modalidade é a que apresenta a maior complexidade, uma vez que envolve um ecossistema de fornecedores muito mais amplo.
Para ampliar a sua penetração, a mídia online tem grandes desafios pela frente. “Definir uma agenda de trabalho e lançar uma discussão mais estruturada para a mídia mobile é fundamental para que essa audiência passe a ser considerada no planejamento de mídia das agências”, afirma Meneghini.
Entre os pontos fundamentais dessa agenda estão a formação do mercado, com ações de educação e informação sobre o tema, além da definição de padrões tecnológicos e métricas de mensuração de resultados. Para Terence Reis, diretor executivo da MMA (Mobile Marketing Association), embora os países estejam em momentos diferentes de mercado, as questões sobre a publicidade mobile ainda são muito parecidas. Ele acrescenta alguns pontos que julga fundamentais, como por exemplo, a necessidade de ganhar escala. “Precisamos sair da fase de testes e aumentar tanto o tamanho como o número de projetos, além de definir um modelo mais claro de negócios”, salienta.
Mas nenhuma ação será suficiente se um ponto não for levado em consideração: a familiaridade do usuário. “Não adianta criar campanhas, influenciar o mercado, se o usuário não tem familiaridade com o uso. Estimular essa familiaridade e criar maneiras de medi-la é, na minha opinião, o nosso maior desafio”, completa Reis.
Fonte: MetaAnálise - 12/02/09
01 novembro 2008
Mobile Marketing deve movimentar US$ 150 mi em 2008
Segundo IDC Brasil, o valor corresponde às mensagens de texto enviadas pelos anunciantes
Estudo realizado pelo IDC Brasil mostrou que as mensagens enviadas pelos anunciantes para os celulares de consumidores movimentaram US$ 120 milhões no ano passado, o que fez com que mobile marketing respondesse por 10% de toda a receita das operadoras gerada pelos serviços de valor agregado. De acordo com a consultoria, esse valor deve ultrapassar os US$ 150 milhões até o final de 2008. O número total de mensagens e promoções está em torno de um bilhão por ano quando somadas todas as operadoras.
Em comparação aos Estados Unidos - onde o mercado já está mais maduro - outro levantamento mostrou que, apenas com mensagens de publicidade, o segmento movimentou cerca de US$ 105 milhões. "À medida que os telefones de terceira geração entrarem com força no mercado brasileiro, a tendência é que o País alcance rapidamente esse estágio. Atualmente, esses aparelhos respondem somente por 1,2% da base de celulares", diz Vinicius Caetano, analista de telecom da IDC. "A propaganda baseada em localização também deve se mostrar importante para o mobile. Porém, com o aumento no número de celulares com GPS, é o momento de se discutir profundamente a questão da privacidade para que a plataforma não seja inviabilizada", completa Caetano.
Para o analista, a maior dificuldade para o crescimento dessa mídia ainda é a falta de preparo das operadoras para fornecerem informações detalhadas aos provedores de conteúdo. "O mercado precisa ser segmentado e as operadoras precisam fazer estudos de suas bases para ofertar maior eficiência aos anunciantes", destaca.
Fonte: Meio&Mensagem - 31/10/08
Estudo realizado pelo IDC Brasil mostrou que as mensagens enviadas pelos anunciantes para os celulares de consumidores movimentaram US$ 120 milhões no ano passado, o que fez com que mobile marketing respondesse por 10% de toda a receita das operadoras gerada pelos serviços de valor agregado. De acordo com a consultoria, esse valor deve ultrapassar os US$ 150 milhões até o final de 2008. O número total de mensagens e promoções está em torno de um bilhão por ano quando somadas todas as operadoras.
Em comparação aos Estados Unidos - onde o mercado já está mais maduro - outro levantamento mostrou que, apenas com mensagens de publicidade, o segmento movimentou cerca de US$ 105 milhões. "À medida que os telefones de terceira geração entrarem com força no mercado brasileiro, a tendência é que o País alcance rapidamente esse estágio. Atualmente, esses aparelhos respondem somente por 1,2% da base de celulares", diz Vinicius Caetano, analista de telecom da IDC. "A propaganda baseada em localização também deve se mostrar importante para o mobile. Porém, com o aumento no número de celulares com GPS, é o momento de se discutir profundamente a questão da privacidade para que a plataforma não seja inviabilizada", completa Caetano.
Para o analista, a maior dificuldade para o crescimento dessa mídia ainda é a falta de preparo das operadoras para fornecerem informações detalhadas aos provedores de conteúdo. "O mercado precisa ser segmentado e as operadoras precisam fazer estudos de suas bases para ofertar maior eficiência aos anunciantes", destaca.
Fonte: Meio&Mensagem - 31/10/08
21 julho 2008
BIC francesa entra no mercado de celulares
A BIC lançou um celular. Numa parceria com a Orange, a marca lançou na França o BIC Phone, um celular que se concentra apenas nas suas funções básicas: enviar e receber chamadas e SMS (mensagens curtas de texto).
Mantendo a estratégia de simplicidade e baixos preços da marca, o celular da BIC será vendido em tabacarias, papelarias, estações de trem e aeroportos franceses, a partir de setembro, a 49 euros.
Fonte: Briefing (Portugal)- 18/07/08
Mantendo a estratégia de simplicidade e baixos preços da marca, o celular da BIC será vendido em tabacarias, papelarias, estações de trem e aeroportos franceses, a partir de setembro, a 49 euros.
Fonte: Briefing (Portugal)- 18/07/08
29 novembro 2007
TV brasileira chega à pequena tela do celular
Se controle remoto falasse, poderia muito bem reclamar de uma conspiração contra ele. Primeiro foi o YouTube - e o conceito de compartilhar vídeos na internet - que deixou a televisão um pouco de lado, com programação definida por internautas e audiência sob demanda (cada um assiste ao programa na hora que quiser). Pois agora a coisa piorou: a TV chegou de vez ao celular.
Tem gente no Brasil produzindo programas especificamente para a telinha. Os vídeos ainda são caros e têm curta duração, mas o empenho e a qualidade de produção mostram que, se o controle remoto bobear, pode pedir aposentadoria. Afinal, os aparelhos de TV passarão da sala de estar para o bolso dos telespectadores.
O exemplo mais recente de programa para TV portátil no País é também o mais robusto. A novela Diário de Sofia, que estreou na semana passada distribuída apenas pela rede celular, experimenta linguagens e tem roteiro baseado na interação com o público. Uma adolescente de 16 anos vive seus dramas de colégio e namoro em três episódios semanais. No fim de cada um, usuários de celular escolhem entre dois finais propostos, nos moldes de Você Decide, programa que a TV Globo exibiu entre 1992 e 2000.
Diário de Sofia é, na verdade, um "mobisode", união dos termos "mobile" (celular, em português) e "episode" (capítulo), neologismo criado nos Estados Unidos na divulgação da série 24 Minutos para celulares, inspirada no sucesso televisivo 24 Horas. Funciona assim: usuários se conectam à rede wap da operadora (TIM, Vivo, Claro e Oi) e então acessam o portal de vídeos. Às segundas, quartas e sextas-feiras, novos episódios da novela entram no ar, divididos em quatro vídeos com total de 2 a 3 minutos de duração. O download de cada parte, dependendo do plano e da operadora, custa de R$ 2 a R$ 4, mais o valor pago pelo tráfego de dados. Após baixado, o telespectador pode guardar o vídeo na memória do aparelho e assistir quando quiser.
Mas R$ 10 por um episódio de 2 minutos, quase o preço de um ingresso de cinema em São Paulo, não é caro demais? "Se compararmos com outras mídias, é realmente caro. Mas perto dos demais vídeos distribuídos via wap, como clipes e trailers de filmes, é barato", afirma o diretor-executivo da Aitec Brasil, Luis Ochôa, empresa que produziu a série em 12 dias de filmagens em São Paulo e licenciou a marca Diário de Sofia no País. Antes, a novela já havia sido exibida em Portugal, Estados Unidos, Chile, Canadá, Alemanha e uma série de outros países.
A intenção da novela é seduzir o mesmo número de fãs que conseguiu mundo afora. Para isso, aposta na oferta de conteúdo multiplataforma, com vídeos e um blog na internet (www.diariodesofia.com.br), comunidade no Orkut, interação via celular e uma coluna mensal na revista feminina Atrevida. "O público-alvo, formado por adolescentes, só interage com algo se houver o efeito comunidade", diz Ochoa.
Na prática, mais que a adaptação do formato novela para a tela pequena, há por trás uma mudança de foco no que diz respeito a conteúdo para celulares. É olhar os aparelhos como suporte, como a mídia portátil final, caminho diferente do seguido até agora, no qual os equipamentos são vistos como ferramentas de produção por usuários amadores.
Desse jeito vai ficar difícil para o controle remoto, apesar de ele ter uma carta importante na manga. A TV digital estréia no Brasil no dia 2 de dezembro e tem como um dos trunfos oferecer conteúdo para... celular. Sim, a palavra é convergência.
Fonte: O Estado de S. Paulo - 19/11/07
Tem gente no Brasil produzindo programas especificamente para a telinha. Os vídeos ainda são caros e têm curta duração, mas o empenho e a qualidade de produção mostram que, se o controle remoto bobear, pode pedir aposentadoria. Afinal, os aparelhos de TV passarão da sala de estar para o bolso dos telespectadores.
O exemplo mais recente de programa para TV portátil no País é também o mais robusto. A novela Diário de Sofia, que estreou na semana passada distribuída apenas pela rede celular, experimenta linguagens e tem roteiro baseado na interação com o público. Uma adolescente de 16 anos vive seus dramas de colégio e namoro em três episódios semanais. No fim de cada um, usuários de celular escolhem entre dois finais propostos, nos moldes de Você Decide, programa que a TV Globo exibiu entre 1992 e 2000.
Diário de Sofia é, na verdade, um "mobisode", união dos termos "mobile" (celular, em português) e "episode" (capítulo), neologismo criado nos Estados Unidos na divulgação da série 24 Minutos para celulares, inspirada no sucesso televisivo 24 Horas. Funciona assim: usuários se conectam à rede wap da operadora (TIM, Vivo, Claro e Oi) e então acessam o portal de vídeos. Às segundas, quartas e sextas-feiras, novos episódios da novela entram no ar, divididos em quatro vídeos com total de 2 a 3 minutos de duração. O download de cada parte, dependendo do plano e da operadora, custa de R$ 2 a R$ 4, mais o valor pago pelo tráfego de dados. Após baixado, o telespectador pode guardar o vídeo na memória do aparelho e assistir quando quiser.
Mas R$ 10 por um episódio de 2 minutos, quase o preço de um ingresso de cinema em São Paulo, não é caro demais? "Se compararmos com outras mídias, é realmente caro. Mas perto dos demais vídeos distribuídos via wap, como clipes e trailers de filmes, é barato", afirma o diretor-executivo da Aitec Brasil, Luis Ochôa, empresa que produziu a série em 12 dias de filmagens em São Paulo e licenciou a marca Diário de Sofia no País. Antes, a novela já havia sido exibida em Portugal, Estados Unidos, Chile, Canadá, Alemanha e uma série de outros países.
A intenção da novela é seduzir o mesmo número de fãs que conseguiu mundo afora. Para isso, aposta na oferta de conteúdo multiplataforma, com vídeos e um blog na internet (www.diariodesofia.com.br), comunidade no Orkut, interação via celular e uma coluna mensal na revista feminina Atrevida. "O público-alvo, formado por adolescentes, só interage com algo se houver o efeito comunidade", diz Ochoa.
Na prática, mais que a adaptação do formato novela para a tela pequena, há por trás uma mudança de foco no que diz respeito a conteúdo para celulares. É olhar os aparelhos como suporte, como a mídia portátil final, caminho diferente do seguido até agora, no qual os equipamentos são vistos como ferramentas de produção por usuários amadores.
Desse jeito vai ficar difícil para o controle remoto, apesar de ele ter uma carta importante na manga. A TV digital estréia no Brasil no dia 2 de dezembro e tem como um dos trunfos oferecer conteúdo para... celular. Sim, a palavra é convergência.
Fonte: O Estado de S. Paulo - 19/11/07
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