Arnaldo Rabelo
08 junho 2013
Publicidade na web irá crescer mais de 18% por ano no Brasil
De acordo com o estudo "Entertainment and Media Outlook" (Perspectivas para entretenimento e mídia), o Brasil é um dos oito países do mundo que terá o maior crescimento nos investimentos em publicidade e gastos do consumidor no setor nos próximos anos.
A PwC projeta um crescimento médio anual de 18,6% na publicidade na internet até 2017 (18,6%), a maior taxa entre os segmentos do setor. As outras áreas com maior projeção de aumento dos investimentos são acesso à internet, com estimativa de crescimento médio anual de 14,7%, seguido por video games (14,4%) e TV por assinatura (13,3%).
A taxa de crescimento médio anual projetada para o mercado de entretenimento e mídia nos próximos cinco anos é de 10,8%, ante a uma média mundial de 5,7%.
Veja a matéria completa aqui.
Fonte: G1 - 07/06/2013
06 fevereiro 2013
A Audiência de Vídeos Online no Brasil Alcança 43 Milhões de Espectadores Únicos em Dezembro de 2012
27 janeiro 2013
Brasil, China e Cingapura lideram consumo de mídias digitais
21 dezembro 2012
Mobile: nova audiência e mudança de comportamento
Inclusão digital, nova audiência, mais e melhores aparelhos, mudanças no comportamento do usuário. O mercado mobile se prepara para um movimentado 2013, ano que promete ser um divisor de águas – pela primeira vez, o volume de acesso à internet móvel será maior do que à fixa no Brasil.
Essa é a projeção de Leo Xavier, CEO do Grupo .Mobi. “Vai ser a grande novidade para o próximo ano. O mercado sempre teve desculpas: é caro, é para poucos. Agora, terão de arrumar uma outra”, brinca.
Em outubro, havia cerca de 35 milhões de smartphones no país, o equivalente a 14% de penetração. Depois do Natal, esse número deve pular para 42 milhões. Já os tablets eram cerca de 3 milhões em novembro. “Para mim, essa quantia dobra no Natal”, ele estima.
Uma mudança de comportamento também desponta: a preferência pelos devices móveis mesmo dentro de casa. “As marcas precisam levar isso em conta. O pessoal usa o celular o dia inteiro. Isso é vida real.” Para ele, há um desconhecimento das marcas em relação ao universo móvel, mas não preconceito. “Também demorou para a internet acontecer como mídia, assim como os jornais gratuitos e a TV a cabo.”
Guilherme Santa Rosa, sócio e COO da Mowa, vê aumento nos investimentos, mas ainda pequeno. Ele aponta que a grande revolução virá do uso, e seu foco em 2013 será trazer empresas menores e consumidores com menor poder aquisitivo para essa mídia. “Com a inclusão digital, a audiência está migrando. Ter presença móvel vai deixar de ser desejável e passar a ser essencial. Estamos apostando na base da pirâmide.”
Para aumentar a inclusão, o Ministério das Comunicações está tentando reduzir o preço dos smartphones, por meio da isenção de tributos. Segundo Santa Rosa, a maior oferta de aparelhos de qualidade que não sejam top é uma tendência. “Uma nova massa de consumidores está entrando no mercado. Com o aumento da demanda, virá a resposta das empresas”, afirma.
Outra tendência é o mercado de aplicativos seguir crescendo, com os apps “bobinhos” perdendo espaço para prestação de serviços, solução de problemas e economia de tempo e dinheiro.
Fonte: Proxxima (Débora Yuri)
11 novembro 2012
Setor de consumo não adapta marketing a mudanças, diz estudo
Pesquisa mundial da consultoria americana Ernst & Young, com 285 executivos de empresas de produtos de consumo, apontou a "complacência estratégica" como o maior risco para o setor, diante da reviravolta causada pelas novas alternativas de comunicação e marketing.
"O mundo está mudando tão rapidamente, há tanta complexidade, que as estratégias que funcionavam no passado não são mais suficientes para o sucesso hoje -e certamente não serão amanhã", diz Andrew Cosgrove, analista global de produtos de consumo da E&Y.
Mas "articular essa nova estratégia tem sido um desafio", acrescenta Patricia Novosel, vice-líder de produtos de consumo e responsável pelo estudo.
Só 30% das empresas ouvidas disseram acreditar que têm uma estratégia simples e articulada diante da "disrupção". Na maioria dos casos, "elas veem o problema, começam numa direção, mas mudam, fazem algo diferente e parecem nunca levantar voo", diz Novosel.
BRASIL e EMERGENTES
O estudo, além da pesquisa com questionário, realizou entrevistas mais "aprofundadas" com alguns dos executivos, entre eles Enrique Calvo, da Procter & Gamble para o Brasil, Gabriela Garcia, da Hypermarcas, e José Roberto Lettiere, da Alpargatas.
A atenção com Brasil e outros, segundo Cosgrove, se deve à sua crescente importância para o setor.
"A realidade é que, para as grandes empresas, o avanço tem vindo dos mercados de crescimento, como chamamos, ou emergentes", diz, em contraponto a "mercados maduros" como a França.
Alfredo Della Savia, sócio da Ernst & Young no Brasil, afirma que o país apresenta dificuldades específicas às empresas. Cita o Nordeste, onde o crescimento da economia é maior, mas a infraestrutura é "pobre". Também o desemprego baixo, que eleva a disputa por "talento".
Não faltam desafios. Calvo, da Procter & Gamble, declara no estudo que "é difícil prever para onde vai" o setor de produtos de consumo.
"A chave é vencer por todos os canais. Nossa visão é espalhar a força e equilibrar o crescimento em todos. Não esquecer ângulo nenhum."
Fiona Araújo, da E&Y no Brasil, acrescenta que as empresas dizem não podem ignorar redes sociais como Facebook, Twitter e LinkedIn, porque as marcas serão manipuladas nas mesmas, de um jeito ou de outro.
Outra "questão-chave", envolvendo mídia social, é que o retorno dos consumidores, na "conversa em duas mãos", já começa a ser usado nos departamentos de pesquisa e desenvolvimento, para alterar e melhorar os produtos.
Fonte: Folha de S. Paulo - 01/11/2012
28 novembro 2011
Publicidade on-line movimenta R$ 3 bilhões por ano no Brasil
O volume ainda é pequeno quando comparado ao de países maduros no uso da rede - como os EUA e o Reino Unido, nos quais a participação vai de 15% a 25%.
A expectativa das empresas, no entanto, é que o volume aumente com a adesão de mais brasileiros à internet e também com a intensificação das redes sociais no comércio eletrônico.
"O mercado de anúncios na internet tem mais potencial do que o de TV e é apenas questão de tempo para que amadureça, principalmente com a massa de usuários que chegará depois do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga)", disse ontem Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, durante evento da revista "The Economist", em São Paulo.
Hoje, 35% das residências do país têm computadores. Do total de lares, somente 27% têm conexão à rede segundo o CGI (Comitê Gestor da Internet), que regula o setor no Brasil.
Com a disseminação do PNBL, que promete internet de até 1 Megabit por segundo (Mbps) por preços entre R$ 29 e R$ 35, a expectativa é que o alcance chegue a 80%.
Dos 77,8 milhões de usuários de internet no Brasil, 67% usam as redes sociais. Espera-se que chegue praticamente a 100% até 2014. A próxima onda nas redes sociais será o consumo. Com 27 milhões de e-consumidores, a expectativa é que o comércio eletrônico chegue a R$ 20 bilhões em 2011.
Fonte: Folha de S. Paulo - 05/11/2011
26 novembro 2011
Como o Storytelling Transmídia está Mudando a TV
Até agora, as empresas de mídia focaram em obter audiências para assistir seus programas “ao vivo” através de um aparelho de TV, onde está o grande volume de dólares da publicidade.
Mas o storytelling transmídia - que é definido como contar uma história que se estende através de múltiplas plataformas de mídia (para a televisão, está indo além do programa que vai ao ar) - tem a capacidade de acabar com isso. “Transmídia” é um daquelas palavras quentes dos buxixos de hoje, tendo conferências, artigos e relatórios de tendências dedicados a ela. Mas não é um conceito novo. Star Wars, Matrix e outros filmes expandiram-se para além do seu núcleo de suas franquias há décadas - para jogos, livros e realidades alternativas.
Na era digital de hoje, há novos fatores em jogo que dão à transmídia o poderoso potencial de mudar o jogo de como o conteúdo para TV é criado.
Pense nisso:
A TV social (tecnologia que suporta comunicação e interação social no contexto de ver televisão ou relacionado ao conteúdo da TV; pode, por exemplo, integrar comunicação de voz, chat de texto, reconhecimento de presença e de contexto, recomendações, avaliações ou vídeo-conferência com o conteúdo da TV, diretamente na tela ou através de dispositivos auxiliares) tornou a televisão uma experiência mais rica e bidirecional, com a participação dos fãs. Uma pesquisa da Nielsen mostra como a TV social amplifica a conversação e impacta as classificações dos programas. A tecnologia criou ferramentas que permitem ao usuário interagir e jogar com o conteúdo como nunca antes (com base na localização, produtos virtuais, realidade aumentada, QR-code, etc). A familiaridade dos fãs com essa tecnologia e o desejo de experimentar o conteúdo da TV em dispositivos que não sejam TV explodiu.
A capacidade de criar veículos de storytelling de forma eficiente, a preços acessíveis e participativa, que vão além de “bônus extras” e se espalham por meio de diferentes canais de circulação, está mudando as regras e criando uma proposta de valor muito grande para ser ignorada. Como um dos avôs do storytelling transmídia, o professor da USC Henry Jenkins, gosta de dizer, “Se não se espalha, está morto”.
Além da segunda tela
Tirar vantagem dessa nova realidade é imperativo nas mídias sociais, tanto da perspectiva de engajamento quanto de valor. Vemos o storytelling transmídia como o próximo passo obrigatório na evolução da TV, tendo sido usado recentemente na primeira campanha do programa Top Chef.
Nesse programa, conforme os concorrentes são eliminados, eles descobrem que sua jornada ainda não acabou. Em vez de ir para casa, eles têm a chance de competir em uma série digital similar que acontece a cada semana depois do episódio ir ao ar. Esses programas online dão aos competidores a chance de ganhar o seu lugar de volta ao programa final na TV. A série digital impacta diretamente o resultado do programa que vai ao ar na TV.
Para experimentar a dinâmica completa da competição, os fãs são atraídos para assistir tanto a TV quanto as plataformas digitais. O objetivo é criar apelo para os fãs do programa Top Chef com o conteúdo mais aprofundado e significativo que eles querem, assim como criar conteúdo online que atraia fãs casuais para o grupo.
A meta é criar um fluxo de conteúdo de plataforma para plataforma e trazer fãs ao longo do caminho – tanto o superfã como o fã casual. Isso é algo que não foi possível até à adoção em grande escala dos smartphones, tablets, redes sociais e ferramentas de criação de games como Bunchball e GetGlue.
Unindo elementos com o objetivo comum de gerar engajamento em torno desse centro transmídia, estamos provando que todas as métricas – rankings, tráfego e buxixo social – irão evoluir. Não estamos apenas tentando aumentar o valor da proposta em termos de engajamento, mas também em termos de retorno do investimento para os patrocinadores de longo prazo.
Se conseguirmos provar que o engajamento e o valor aumentam exponencialmente com a integração perfeita do storytelling em todas as plataformas de mídia, todos ganham - fãs, criadores de conteúdo e anunciantes. Os departamentos digitais deixarão de ter esse nome e serão “geradores de conteúdo multiplataforma”, que estão convertendo conteúdo de storytelling para onde quer que melhor se encaixe e de onde a melhor proposta de valor derive.
Mais inovação à frente
A TV está à beira de uma revolução transmídia e há muitas experiências interessantes em curso.
O canal Syfy está lançando um programa chamado Defiance (Desafio), onde uma história é contada na TV e em um game: cidades diferentes, com personagens e acontecimentos em comum.
Tim Kring, um dos pioneiros modernos da transmídia com seu trabalho em Heroes e Conspiracy for Good, está produzindo Touch (Toque) para 2012. Ele espera que a Fox embarque em suas tendências transmídia.
O próximo marco em transmídia, ainda inalcançado, é o storytelling social colaborativo, onde os fãs poderão aprofundar a trama de forma significativa e generalizada. As empresas de mídia inteligentes procurarão formas de ir além dos modelos tradicionais e de transformar seus fãs em avançados embaixadores da marca.
Se a transmídia será a nova norma, ainda veremos. Mas pode-se facilmente perceber que, no cenário atual de mídia fragmentada, será obrigatória para a sobrevivência da TV. Talvez o futuro da TV não esteja na televisão tradicional ou nas plataformas digitais, mas na inteligência coletiva - o ciclo de interação entre os dois.
Fonte: The Washington Post – 17/11/2011
Tradução: Arnaldo Rabelo
15 agosto 2011
Quase metade dos usuários brasileiros de TV por assinatura são da classe C
A pesquisa também aponta que, nos próximos 12 meses, 13% dos membros desta camada pretendem comprar o serviço, seguidos pelas classes B (12%), e D (8%).
Fonte: Mundo do Marketing - 12/08/2011
12 junho 2011
TV via satélite ultrapassa cabo no Brasil
A TV por assinatura atinge hoje 10,7 milhões de domicílios ou 35,2 milhões de pessoas (18% da população). O crescimento tem sido grande: 32,7% no último ano. O meio ainda é muito mais usado pela população da região Sudeste (26,3% das pessoas são assinantes). Os moradores do Nordeste ainda são os que menos usam (7,1% das pessoas assinam). No entanto, é a região com maior crescimento (57,2% no último ano).
22 maio 2011
Mídia digital deve receber 15% do bolo publicitário mundial em 2011
Quando se trata de entretenimento on-line, o vídeo é reconhecido como um formato poderoso de comunicação e pode proporcionar uma experiência online melhorada, com a publicidade se tornando a principal fonte de receitas para os prestadores deste tipo de entretenimento. Cerca de 15% das despesas publicitárias em todo o mundo estarão voltados canais de mídia digital em 2011, aponta estudo da BuddeComm.
A crise econômica impactou o crescimento das despesas publicitárias em geral, mas há sinais de recuperação em 2011, com a publicidade online crescendo e a propaganda em TV mantendo sua popularidade.
Segundo o estudo, a ascensão de canais de mídia digital tem colocado pressão sobre os meios de comunicação tradicionais e locais de entretenimento nos últimos anos. Isto, combinado com uma desaceleração econômica, levou a distúrbios no setor de mídia. As empresas de mídia digital são as líderes em crescimento, mas estão previstos desenvolvimentos paralelos, como, por exemplo, pela TV digital, utilizando as redes de radiodifusão tradicionais.
O sucesso das empresas de mídia digital pode ser parcialmente atribuído à disposição em competir em diversos mercados e implementar inovações. Empresas como Google, Microsoft, Amazon, Facebook, Apple, Twitter, e assim por diante, estão continuamente à procura de outras oportunidades de desenvolvimentos em matéria de mobilidade, e-commerce, home media centers, mídia social, video on demand e infraestrutura.
Como o entretenimento online é baseado em um ambiente virtual, é esperado que a tecnologia de computação em nuvem torne-se uma ferramenta útil da infraestrutura para o futuro.
A nova pesquisa descobriu que o vídeo online é uma área em crescimento.
Fonte: Exame - 20/05/2011
27 fevereiro 2011
Mercado de mobile marketing se amplia
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Expansão da base de celulares, comportamento do consumidor e PME´s afetam demanda de mobile marketing
O mercado de mobile marketing encontra-se em franca expansão. Essa é a conclusão do levantamento da Tesa Telecom, operadora de telefonia IP, que registrou alta de 70% na demanda em 2010. Na análise de Luciano Menezes, diretor comercial e de marketing da Tesa, o crescimento é reflexo de três fatores: o aumento da base de celulares no Brasil, que de acordo com dados recentes da Anatel, fechou 2010 com mais de 200 milhões de aparelhos; o comportamento do consumidor que aderiu à nova ferramenta de marketing; e ao aumento da procura do serviço por pequenas e médias - PME´s.
O executivo cita a pesquisa da Mobile Marketing Association (MMA). Segundo o estudo, 74% dos brasileiros têm grande interesse em receber publicidade pelo celular; e 72% se interessam em participar do grupo que recebe campanhas. "Agora pense nesta porcentagem tão alta num país, onde a cada 10 habitantes, oito têm celular", complementa. Quanto às pequenas e médias, a percepção de benefícios como custos baixos, agilidade e resultados imediatos têm sido os impulsionadores para as pequenas e médias empresas.
02 outubro 2010
O grande erro das redes sociais
Seguem alguns trechos:
As redes podem atingir uma enorme quantidade de pessoas, mas as empresas não são capazes de detectar esses dados porque não se preocupam com eles.
As marcas e as próprias empresas estão perdidas [no ciberespaço]. O modelo mudou do monólogo para diálogo. O discurso de colocar o consumidor no centro de toda a ação agora é uma exigência. O problema nesse aspecto é que as empresas, as faculdades e, principalmente, as agências não prepararam seus modelos de negócio para essa mudança. O consumidor quer interatividade, mas as agências ainda aconselham seus clientes a impor a comunicação onde o consumidor estiver – independente de ele querer isso ou não. Os consumidores querem se relacionar com suas marcas, só que elas não sabem como gerir esse relacionamento.
Um [dos erros] é achar que a mídia de massa gera o tipo de relacionamento que os consumidores querem. Quando o consumidor entra na internet, ele lê nos fóruns a opinião sobre cada marca e descobre aqueles problemas que não aparecem na propaganda – e aí o investimento de milhões vai por água abaixo. Não se pode mais achar que uma mentira contada dezenas de vezes no horário nobre se transforma em verdade. Era assim na época que o consumidor não tinha nenhuma opção. A TV era sua grande fonte de informação e, diante disso, tudo que era falado nela tinha credibilidade. Hoje, o consumidor quer se relacionar com as marcas, quer descobrir o que é bom e o que não serve, quer pesquisar preços, compartilhar informações com seus amigos e exercer sua atividade no mercado.
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Veja a matéria completa aqui.
23 julho 2010
Brasil é um dos países que mais acessam redes sociais
O Brasil é um dos dez países que mais acessam redes sociais, de acordo com pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN).
Os resultados mostram que 87% dos internautas brasileiros acessam redes sociais, com tendência de crescimento, já que 20% da população pretende entrar no mundo das redes sociais num futuro próximo.
Os dados atuais colocam o país em décimo lugar entre os usuários de sites como Orkut, You Tube, MSN, Twitter, Facebook, ou Linked In.
A Índia lidera este ranking dos que mais acessam (100% dos internautas indianos visitam redes sociais), seguida por Sérvia, Coreia do Sul, Rússia, Espanha, China, Turquia, Romênia e Itália.
Os internautas brasileiros acessam redes sociais principalmente por razões pessoais (83%), mas há também parcela significativa, de 33% dos usuários de internet, que acessa estas redes para uso profissional.
Em ambos os casos os índices brasileiros estão acima da média mundial: 75% de acesso por razões pessoais e 25% por razões profissionais. As principais atividades desenvolvidas nas redes sociais são ver mensagens/navegar (98%), conversar (76%) e atualizar o próprio perfil (76%).
Fonte: Folha de S. Paulo - 23/07/2010
01 abril 2010
Investimento em mídia social deve dobrar nos próximos anos
Uma pesquisa da Universidade Duke, dos Estados Unidos, revela que atualmente 10% do orçamento em marketing das empresas é direcionado às redes sociais. Em cinco anos, essa fatia dobrará de tamanho. "Em algumas companhias, como a nossa, o investimento nas redes é o segundo em marketing", afirma Eleutério.
Monitorar o que se diz da empresa na web é um dos pontos cruciais do negócio. "Independentemente da vontade das empresas, as pessoas vão comentar sobre elas na rede. Não é exagero dizer que ficar de fora desse ambiente é uma estratégia arriscada. Tanto que já é bastante expressivo o número de companhias que usam pelo menos alguma ação desse tipo: quase 70% das 100 maiores marcas do mundo. Um estudo feito por duas consultorias americanas especializadas no assunto conclui ainda que há relação entre esse investimento e a lucratividade. Quanto mais "engajada" a empresa na internet, maiores são suas chances de retorno financeiro. Em um ano, as primeiras do ranking tiveram até 20% de acréscimo no faturamento.
É o caso da Starbucks, que encabeça a lista. Depois de ter centenas de lojas fechadas nos Estados Unidos em 2008, o gigante dos cafés identificou uma janela de oportunidade no meio virtual. Criou uma comunidade no Facebook para que as pessoas fizessem sugestões e discutissem abertamente o que achavam da marca. Em poucos meses, a comunidade tornou-se uma das mais populares do site, com 6 milhões de fãs atualmente. Além de aumentar as vendas, a medida ajudou a imagem da empresa.
Ao abrirem espaço para críticas, as empresas transmitem aos consumidores o recado de que, se eles encontram um problema, elas estão dispostas a resolvê-lo. O grupo Pão de Açúcar, por exemplo, anunciou recentemente a criação de um departamento voltado às redes sociais. O investimento, de 10 milhões de reais para 2010, é um dos mais altos da empresa. "Com o crescimento de sites como Orkut, Facebook e Twitter, e a mudança na forma como as pessoas conversam entre si, entendemos que ou o Pão de Açúcar entrava com força no meio digital, ou ficava para trás", diz Hugo Bethlem, vice-presidente do grupo.
Fonte: Veja - 31/03/2010
Veja a matéria completa aqui.
13 dezembro 2009
Marketing interativo avança sobre mídia tradicional
Essas mudanças causarão uma diminuição nas verbas de publicidade, fechamento de agências "obsoletas", enfraquecimento de editoras tradicionais e fusões ou aquisições de empresas de mídia online.
Os principais fatores que influenciam hoje o planejamento de marketing interativo são:
- Condições econômicas precárias: o corte de verbas que a crise causou fortaleceu a busca das ferramentas online, mais baratas e mensuráveis;
- Aumento da interatividade nos relacionamentos com o consumidor: os consumidores de hoje querem uma experiência com suas marcas preferidas que vai muito além de um comercial de 30 segundos na TV ou um anúncio impresso.
- Mais empresas usando marketing estrategicamente: gradualmente, o marketing tem conquistado a liderança dentro da administração das empresas, em função de sua conexão próxima com os clientes.
- Mercado de publicações decrescente: a venda de jornais e revistas tem caído rapidamente, na medida em que mudam os hábitos de mídia do público (curiosamente, as verbas de marketing ainda não acompanham esta realidade);
- Provas de que o marketing interativo funciona: o uso estratégico das novas mídias tem permitido a comunicação com públicos específicos, com verbas menores e resultados monitorados.
As ferramentas online consideradas mais efetivas são, na ordem, mídia social, vídeo online, otimização de sites para mecanismos de busca, mobile marketing, merchandising em mídias sociais, e-mail marketing, links patrocinados, classificados online, anúncios em redes de publicidade online e anúncios em editores de conteúdo online.
A agência inglesa ZenithOptimedia confirma a tendência, divulgando que a publicidade online deverá crescer de 12% a 13% nos próximos 3 anos. As mídias digitais geram maior retorno sobre os investimentos. Em 2009, enquanto os investimentos em publicidade tradicional caíram 10%, na mídia online houve um crescimento de 9,5%. Em 2010, a Ásia e a América do Sul (principalmente China e Brasil) deverão apresentar os maiores índices de crescimento nessa área.
Se as agências não se adaptarem rapidamente às novas formas de informação, comunicação e entretenimento que o público utiliza, estarão fadadas à extinção.
Fontes: Forrester Research e Olhar Digital
17 outubro 2009
Celulares são cada vez mais usados para acessar redes sociais
Mas um relatório da Forrester Research vai além e diz que os celulares serão o centro de todas as atividades sociais relacionadas a computadores, em vez de simplesmente serem um complemento.
Embora reconheça que por enquanto o uso de celulares como mídia social ainda é um mercado de nicho, a Forrester mostra que o Facebook mobile já tem 65 milhões de usuários no mundo, triplicando seu público em 8 meses. Há uma tendência de que sejam feitos acordos entre fabricantes de celulares, operadoras e redes sociais para que aparelhos já sejam lançados com a versão mobile de redes sociais online.
Os publicitários e anunciantes ainda estão experimentando formatos e modelos de publicidade para esse meio, que atinge principalmente o público jovem. Uma das preocupações é não invadir a privacidade dos usuários, para não quebrar a confiança conquistada. As maiores apostas são de associação com as maiores redes sociais online e acompanhar sua entrada no mundo mobile.
Fonte: Mediapost - 19/10/09
01 agosto 2009
Boca-a-boca e opiniões postadas na internet são as propagandas mais confiáveis
Sites das marcas possuem registros tão altos quanto as opiniões dos consumidores online e confiança do consumidor também cresce em relação ao patrocínio das marcas
Sugestões de amigos e opiniões de consumidores expressas online são as formas mais confiáveis de propaganda global, de acordo com a última Pesquisa de Consumidor da Nielsen Online, realizada duas vezes ao ano com 25.000 consumidores da internet, em 50 países.
A pesquisa da Nielsen, a maior de sua categoria, mostra que nove entre cada dez consumidores da internet no mundo (90%) confiam nas sugestões de pessoas conhecidas, enquanto sete em cada dez (70%) confiam na opinião de consumidores expressas online. Porém, nesta nova era de controle do consumidor, os publicitários serão motivados pelo fato dos sites das marcas - a forma mais confiável de propaganda conduzida por publicitários - terem a confiança da mesma quantidade de pessoas (70%) que as opiniões de consumidores expressas online.
“A explosão na Mídia Gerada pelo Consumidor (Consumer Generated Media – CGM) nos últimos dois anos indica que a confiança dos consumidores no boca-a-boca durante o processo de tomada de decisão, seja por pessoas conhecidas ou por consumidores online não conhecidos, tem crescido significativamente”, diz Jonathan Carson, presidente da Nielsen Online. Porém, o executivo acrescenta: “Vemos que todas as formas de propaganda conduzidas por publicitários, exceto anúncios em jornais, também têm tido um aumento nos níveis de confiança; é provável que a revolução CGM tenha forçado os publicitários a usar maneiras mais realistas nas mensagens com base nas experiências dos consumidores ao invés dos nobres ideais publicitários.”
A pesquisa apresenta ainda uma relação de diferenças regionais entre os 50 países pesquisados. “Essas diferenças fornecem um claro guia aos publicitários sobre como focar suas estratégias de publicidade em diferentes países”, explica.
Embora os sites das marcas alcancem altos índices de confiança, outras formas de publicidade digital ficaram com índices abaixo do anúncios da mídia tradicional, à exceção dos jornais, nos quais a propaganda apresenta queda nos níveis de confiança.
Carson conclui, “Apesar do maior número de internautas e do tempo despendido online, a indústria ainda necessita atrair renda publicitária de acordo com os atuais níveis de consumo da mídia online. A habilidade para mudar a renda publicitária da forma tradicional de mídia para a internet está em superar a forma com que a propaganda é exposta online, tornando-a um meio mais eficiente para os anunciantes das marcas e uma forma mais confiável de anunciar na mente do consumidor.”
Fonte: Ibope - 15/07/09
03 maio 2009
70% dos anunciantes europeus investem mais na publicidade online
As verbas estão migrando da mídia tradicional. 46% dos anunciantes disseram que estão tirando das revistas, 37% da TV e 32% dos jornais. Ainda segundo a pesquisa, 47% dos participantes declararam que a mídia online desempenha papel cada vez mais importante na estratégia de publicidade - acima dos 38% que responderam dessa maneira no ano passado.
Fonte: Blue Bus, a partir do Brand Republic - 23/04/09
21 março 2009
Consumo de mídia está mais disperso
A TV ainda é o principal veículo de comunicação publicitária no Brasil, mas o nível de dispersão do consumidor é alto. Esta é uma das conclusões a que se pode chegar ao analisar a pesquisa O Futuro da Mídia, realizada pela primeira vez no País pela consultoria Deloitte. Foram entrevistadas 1.022 pessoas, entre 14 e 75 anos, divididas segundo a seguinte classificação: Geração Y (de 14 a 25 anos); Geração X (26 a 42); Geração Boomers (43 a 61); e Geração Matures (62 a 75).
"A tendência, inclusive da TV, é ir cada vez mais para a internet", afirma Marco Brandão, sócio da Deloitte na área de tecnologia, mídia e telecom. De acordo com o levantamento, os consumidores gastam, atualmente, 82 horas por semana utilizando diversos tipos de mídia e entretenimento tecnológico, como videogame. Quando perguntados sobre quais os três tipos de inserções publicitárias de maior impacto, 75% dos entrevistados citam as de TV. Esse número é alto inclusive entre a Geração Y (69%), mas cresce nas gerações X e Matures (77%) e especialmente na Boomers (79%).
Considerando-se todos os entrevistados, os anúncios em revistas aparecem em segundo lugar em influência (57%), seguidos daqueles veiculados online (45%) e em jornais (30%). Os celulares aparecem na quinta posição, com 19% das respostas. Entre os jovens de 14 a 25 anos, porém, a publicidade em celular é considerada mais influente (23%) do que nos jornais (15%). Eles são também os que dão mais importância à publicidade online (51%), enquanto quem tem de 62 a 75 anos dá menos valor (30%).
Apesar do poder confirmado da televisão, é importante notar que apenas 37% das pessoas consultadas não fazem mais nada enquanto assistem aos programas, novelas e afins. Os outros 63% desenvolvem diversas atividades enquanto estão em frente à telinha: 44% disseram navegar em sites; 38% lêem, escrevem e mandam e-mails; 33% falam com outras pessoas pelo telefone celular e 30% pelo fixo.
Os números indicam que a internet é um canal publicitário fortíssimo, especialmente entre os mais jovens. "Essa pesquisa também é realizada nos Estados Unidos, no Japão, na Alemanha e na Grã-Bretanha e, somente no Brasil, a geração Y [14 a 25 anos] gasta mais tempo na internet do que na TV", frisa Brandão.
Fonte: Meio & Mensagem - 19/03/09
29 dezembro 2008
Conversas de MSN viram seriados na internet
Segundo a agência de publicidade Y&R, que criou a série em parceria com a Microsoft, os dois primeiros episódios, lançados no último mês de novembro, já tiveram mais de 458 mil visualizações, alcançando a audiência de uma minissérie de TV a cabo. Para Fernando Taralli, responsável pelo núcleo digital da Y&R, esse número já se aproxima dos de alguns programas da TV aberta. "Até o final da série, em março, esperamos atingir de três a cinco milhões de espectadores, o que é um resultado surpreendente e expressivo", diz.
Um exemplo disso, é a websérie americana "IntheMotherhood.com", patrocinada por uma linha de produtos de beleza para mães, que está em sua terceira temporada e tem 15 milhões de espectadores. A produção americana inspirou a ação brasileira e já fez tanto sucesso nos EUA a emissora ABC comprou os direitos para levar o seriado à TV.
A websérie brasileira terá 10 episódios, sendo que cada um é produzido em apenas 20 dias. A produção já recebeu 4.700 diálogos e, além de contar história do usuário, insere produtos de anunciantes “sutilmente” no filme. O site mostra a conversa editada, com a foto do autor, ao lado do vídeo de cerca de cinco minutos com carinhas coloridas típicas do Messenger que surgem no meio das histórias e personagens que aparecem pulando na tela como se fossem uma caixa de diálogo.
No elenco do programa estão Warlei Santana, do programa TV CQC, e Fabio Lucio Benvenuti, escolhido através do YouTube pelas paródias que fazia do piloto Rubens Barrichello. "Há também um trabalho de descobrir novos talentos na internet, é uma nova maneira de os artistas surgirem", diz Taralli."Estamos passando por uma mudança de comportamento, de consumo de mídia e de busca de talentos."
Fonte: Época SP - Notícias - 23/12/08