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11 outubro 2007

Brasil Telecom anuncia transmissão de tevê por meio da internet

A Brasil Telecom (BrT) lançou em Brasília seu serviço de televisão transmitido pela Internet (IPTV). Inicialmente, o Videon, como foi chamado, será oferecido apenas no Distrito Federal. Mas a concessionária promete que o serviço estará disponível "em breve" nas principais capitais e cidades da região onde a empresa atua.

"A entrada da Brasil Telecom nesse mercado acompanha uma tendência mundial", disse Francisco Santiago, vice-presidente de Operações da BrT. "Cada vez mais, as operadoras oferecem novas variedades de aplicações IP [protocolo de internet, na sigla em inglês]."

Baseado em estudos realizados pela concessionária, Santiago diz que, até 2008, a distribuição de conteúdo por meio da rede IP deverá estar na casa dos 12 milhões de usuários em todo o mundo.

A televisão pela Internet da BrT é a primeira em escala comercial a ser lançada no País. A Telefônica prepara uma operação parecida - no momento, está em fase de testes nos Jardins, em São Paulo.

Na fase de lançamento, a empresa colocará à disposição do assinante, por R$ 29,90 mensais, mais de 500 horas de programação, entre filmes, documentários, shows, programas infantis e culturais.

Como o serviço tem funcionalidades semelhantes às de um DVD, os programas podem ser vistos a qualquer hora.

Além das 500 horas de programação, o assinante terá acesso a outros conteúdos. Poderá "alugar" itens que não estão na grade e ver o material quantas vezes queiram, em um prazo de até 72 horas.

O aluguel oscilará conforme a atratividade do conteúdo. A BrT garante que os preços serão compatíveis com os das locadoras. "Por enquanto, essas são as opções que temos para oferecer conteúdo ao cliente", disse Santiago. "Mas isso não significa que não estejamos prontos para ampliar o serviço e oferecer os canais de TV por assinatura tradicionais, o chamado broadcast, que depende basicamente da mudança na legislação."

Pelas regras de hoje, as concessionárias podem oferecer vídeo sob demanda, mas não uma programação empacotada em canais.

As operadoras têm insistido em mudanças na lei para abrir caminho à convergência dos serviços de telecomunicações e, com isso, ampliar o leque de produtos e serviços.

Agência Estado - 27/09/07

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