Marca de calçados estende para nova categoria com o licenciado Safilo
A Alpargatas fez uma parceria com a Safilo para criar uma nova linha de óculos com a marca Havaianas, em um acordo que se estende até 2021.
A nova coleção de óculos Havaianas será projetada, desenvolvida, fabricada e distribuída pela Safilo, com lançamento mundial no segundo semestre de 2016.
"Com a linha de óculos, nós levamos a alegria da marca Havaianas para todo o look. Para nós, é uma categoria estratégica, com potencial de longo prazo", diz Carla Schmitzberger, diretora global da Havaianas. "Estamos muito satisfeitos em contar com a Safilo como a nossa parceira estratégica em eyewear, o que oferece a possibilidade de liderança na categoria, em design de produto, em know-how, foco em qualidade, inovação e distribuição de alta qualidade."
"Nós temos uma oportunidade animadora. A personalidade brasileira, vibrante e única da Havaianas, com a sua simplicidade criativa icônica, nos inspirou a criar óculos inovadores e cool, com grande apelo para o mundo", diz Luisa Delgado, diretora executiva do Grupo Safilo. "Com a Havaianas, nós agregamos um valor significativo ao nosso portfólio e fortalecemos a nossa atuação corporativa para o rápido crescimento no grande mercado de consumidores de artigos cool."
Fonte: Global License!
Arnaldo Rabelo
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12 setembro 2015
31 janeiro 2011
Linha de tênis Havaianas é aposta para expansão da marca em 2011
A Alpargatas não quer mais que as Havaianas sejam sinônimo só de chinelo. A estratégia agora é expandir a linha de produtos com a marca, incluindo bolsas, toalhas e, principalmente, tênis.
Lançado no último inverno na Europa e disponível até então somente em algumas das lojas no Brasil, a linha de calçados fechados, batizada de "Soul Collection", é a grande aposta das Havaianas para o ano.
O produto é um híbrido. O calçado mantém na sola e na palmilha a mesma borracha dos chinelos. O desenho da tira da sandália também está presente no acabamento. Por enquanto, são quatro modelos em várias cores. Além dos modelos de cano baixo e alto, há uma sapatilha com cobertura de lona.
“Não é um tênis, é um produto diferente. A gente preserva a alma da marca, é como se fosse uma sandália”, explica Utsch. Segundo o executivo, o produto ficará numa faixa intermediária de preço, com preço médio entre R$ 70 e R$ 80.
A empresa diz que uma estratégia de distribuição já está sendo colocada em prática para multiplicar os pontos de venda do novo produto e pretende aumentar os investimentos em publicidade. A Alpargatas não revela, porém, o volume de vendas em 2010 nem a previsão para 2011. "A concorrência está louca pra saber", desconversa Utsch.
A empresa revela apenas que o plano é fazer com que a linha de novos produtos Havaianas cheguem a 15% do volume de negócios da marca até 2014.
Atualmente, as Havaianas representam 54% das receitas da Alpargatas, que obteve uma receita bruta de R$ 1,9 bilhão até o 3º trimestre de 2010. Os números de 2010 ainda não foram divulgados. A meta da companhia é alcançar em 2014 uma receia bruta de R$ 5,5 bilhões.
Em 2010, segundo a Alpargatas, dos 350 milhões de pares de sandálias vendidos no país, 220 milhões foram pares de Havaianas. Considerando que o total de calçados vendidos no Brasil no ano passado somou 744 milhões de pares, segundo os dados da Abicalçados, as Havaianas respondem por cerca de 30% do total de calçados comprados no Brasil.
Fonte: Correio (Bahia), a partir de informações do G1 - 30/01/2011
Lançado no último inverno na Europa e disponível até então somente em algumas das lojas no Brasil, a linha de calçados fechados, batizada de "Soul Collection", é a grande aposta das Havaianas para o ano.
O produto é um híbrido. O calçado mantém na sola e na palmilha a mesma borracha dos chinelos. O desenho da tira da sandália também está presente no acabamento. Por enquanto, são quatro modelos em várias cores. Além dos modelos de cano baixo e alto, há uma sapatilha com cobertura de lona.
“Não é um tênis, é um produto diferente. A gente preserva a alma da marca, é como se fosse uma sandália”, explica Utsch. Segundo o executivo, o produto ficará numa faixa intermediária de preço, com preço médio entre R$ 70 e R$ 80.
A empresa diz que uma estratégia de distribuição já está sendo colocada em prática para multiplicar os pontos de venda do novo produto e pretende aumentar os investimentos em publicidade. A Alpargatas não revela, porém, o volume de vendas em 2010 nem a previsão para 2011. "A concorrência está louca pra saber", desconversa Utsch.
A empresa revela apenas que o plano é fazer com que a linha de novos produtos Havaianas cheguem a 15% do volume de negócios da marca até 2014.
Atualmente, as Havaianas representam 54% das receitas da Alpargatas, que obteve uma receita bruta de R$ 1,9 bilhão até o 3º trimestre de 2010. Os números de 2010 ainda não foram divulgados. A meta da companhia é alcançar em 2014 uma receia bruta de R$ 5,5 bilhões.
Em 2010, segundo a Alpargatas, dos 350 milhões de pares de sandálias vendidos no país, 220 milhões foram pares de Havaianas. Considerando que o total de calçados vendidos no Brasil no ano passado somou 744 milhões de pares, segundo os dados da Abicalçados, as Havaianas respondem por cerca de 30% do total de calçados comprados no Brasil.
Fonte: Correio (Bahia), a partir de informações do G1 - 30/01/2011
28 março 2009
Topper muda logotipo
Como parte da estratégia para internacionalizar a marca, a Topper muda seu visual e amplia seu portfólio para atuar no mercado de artigos esportivos
Marca que se tornou sinônimo de futebol no Brasil, a Topper está passando pela maior transformação de sua história - e também pela mais visível. Seu logotipo, a tradicional letra "T" estilizada, em preto e vermelho, em uso desde a década de 70, será substituído por um novo símbolo. A partir da primeira semana de março, todos os produtos da marca passarão a ser identificados por uma linha curva. Explica Ana Couto, da Ana Couto Branding & Design, responsável pela repaginação: "O novo símbolo pode ser associado a toda modalidade de esporte. Ele remete tanto uma rede quanto a uma fita de linha de chegada."

A mudança no logotipo da marca é o resultado de de duas mudanças cruciais que estão ocorrendo na estratégia da empresa. A primeira delas refere-se ao seu posicionamento no mercado. A Topper deixa de ser uma marca segmentada para os praticantes de futebol para se tornar poli esportiva e unissex, aumentando a oferta de produtos relacionados ao esporte - e consequentemente, ampliando o número de consumidores. "O segmento de corrida é o que mais cresce no mundo. Não temos como ficar alheios às tendências de um mercado onde temos condições de atuar com força", diz Fernando Beer, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, fabricante da Topper.
A segunda mudança diz respeito à ampliação da Alpargatas. Em outubro do ano passado, a empresa comprou a unidade da Argentina, onde a marca Topper já detém 30% do mercado de material poliesportivo. A ideia é conseguir esse market share também no Brasil. A união tornou a empresa uma gigante no mercado de calçados esportivos, produzindo anualmente 250 milhões de pares de calçados e sandálias, com faturamento de 1 bilhão de dólares. Atuando em 80 países e com 150 mil pontos de vendas, a nova Alpargatas quer ter uma unidade em seus produtos e ações relacionadas à marca Topper. "Queremos que o cliente entre em qualquer loja do mundo e reconheça nossa marca", diz Beer.
Na Argentina, a atuação da marca era feita de maneira completamente separada, com logotipo e estratégias diferenciadas. Não será mais assim. Com a unidade nos negócios será possível padronizar ações de marketing e propaganda, permitindo a redução de custos. "Tudo isto nos possibilitará um salto qualitativo para assegurar um de nossos principais valores: o de criar marcas desejadas internacionalmente, algo que já temos experiência em fazer", diz o diretor-presidente da Alpargatas, Márcio Utsch, referindo-se às Havaianas, outra marca da empresa, comercializada em 80 países nos cinco continentes.
Fonte: Época Negócios - 20/03/09
Marca que se tornou sinônimo de futebol no Brasil, a Topper está passando pela maior transformação de sua história - e também pela mais visível. Seu logotipo, a tradicional letra "T" estilizada, em preto e vermelho, em uso desde a década de 70, será substituído por um novo símbolo. A partir da primeira semana de março, todos os produtos da marca passarão a ser identificados por uma linha curva. Explica Ana Couto, da Ana Couto Branding & Design, responsável pela repaginação: "O novo símbolo pode ser associado a toda modalidade de esporte. Ele remete tanto uma rede quanto a uma fita de linha de chegada."

A mudança no logotipo da marca é o resultado de de duas mudanças cruciais que estão ocorrendo na estratégia da empresa. A primeira delas refere-se ao seu posicionamento no mercado. A Topper deixa de ser uma marca segmentada para os praticantes de futebol para se tornar poli esportiva e unissex, aumentando a oferta de produtos relacionados ao esporte - e consequentemente, ampliando o número de consumidores. "O segmento de corrida é o que mais cresce no mundo. Não temos como ficar alheios às tendências de um mercado onde temos condições de atuar com força", diz Fernando Beer, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, fabricante da Topper.
A segunda mudança diz respeito à ampliação da Alpargatas. Em outubro do ano passado, a empresa comprou a unidade da Argentina, onde a marca Topper já detém 30% do mercado de material poliesportivo. A ideia é conseguir esse market share também no Brasil. A união tornou a empresa uma gigante no mercado de calçados esportivos, produzindo anualmente 250 milhões de pares de calçados e sandálias, com faturamento de 1 bilhão de dólares. Atuando em 80 países e com 150 mil pontos de vendas, a nova Alpargatas quer ter uma unidade em seus produtos e ações relacionadas à marca Topper. "Queremos que o cliente entre em qualquer loja do mundo e reconheça nossa marca", diz Beer.
Na Argentina, a atuação da marca era feita de maneira completamente separada, com logotipo e estratégias diferenciadas. Não será mais assim. Com a unidade nos negócios será possível padronizar ações de marketing e propaganda, permitindo a redução de custos. "Tudo isto nos possibilitará um salto qualitativo para assegurar um de nossos principais valores: o de criar marcas desejadas internacionalmente, algo que já temos experiência em fazer", diz o diretor-presidente da Alpargatas, Márcio Utsch, referindo-se às Havaianas, outra marca da empresa, comercializada em 80 países nos cinco continentes.
Fonte: Época Negócios - 20/03/09
07 julho 2008
Para enfrentar China, brasileiros vendem ‘sapato de marca’ no exterior
Estratégia da maior parte das indústrias é vender menos calçados a preços maiores.
Além de distribuir, indústrias já investem na abertura de lojas próprias no exterior.
As indústrias que participaram da feira internacional de calçados Francal, realizada em São Paulo, estão buscando uma nova forma de ganhar o mercado internacional: trocando quantidade por qualidade.
A invasão dos produtos chineses – que não poupa nem o mercado brasileiro – fez o setor desistir de concorrer no quesito preço.
Para não perder faturamento, as empresas investem em produtos de maior valor agregado e buscam fortalecer suas marcas no mercado internacional.
De janeiro a maio deste ano, o faturamento da indústria de sapatos nacional no mercado externo cresceu 2%, atingindo US$ 784,2 milhões, enquanto a alta do número de pares vendidos foi menor, de 0,8%, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).
Lojas próprias
Oferecer um produto diferenciado é a estratégia das marcas Dumond e Capodarte, do Grupo Paquetá. A marca, que sempre trabalhou em associação com grifes famosas no Brasil - produzindo, por exemplo, para a Hugo Boss - está investindo em lojas próprias no exterior para vender sapatos femininos. A Dumond tem sete lojas no exterior, mas o plano é chegar a 30 unidades nos próximos quatro anos, com forte concentração no Oriente Médio.
Em busca do dinheiro do petróleo - e do forte consumo de acessórios femininos em países como os Emirados Árabes Unidos e o Catar - a companhia hoje exporta 35% de sua produção. Os sapatos enviados para o mercado internacional são os mesmos vendidos ao consumidor no Brasil por preços entre R$ 180 e R$ 500. Os calçados são fabricados em Sapiranga (RS), cidade próxima ao pólo de sapatos da cidade gaúcha de Novo Hamburgo.
"A estratégia é sempre atender a classe média alta, como acontece no Brasil", ressalta o gerente de exportações das marcas, João Marcos Taieti Gimenes. Segundo ele, o sapato brasileiro já “se vende” pela qualidade e pelo design, especialmente no caso dos modelos da Dumond. "A gente vende um conceito de brasilidade que está ligado aos detalhes e à combinação de cores", ressalta.
Sem ‘genéricos’
Atendendo meninas de até 9 anos de idade, a Pampili, empresa de Birigui (SP), busca agregar tecnologia e design a seus produtos para crescer no mercado externo – até desenvolveu uma palmilha especial para sapatilhas infantis. Hoje, a empresa vende para 50 países – com foco na América Latina e no Oriente Médio – e diz estar crescendo apostando no "conceito de marca", deixando de fornecer sapatos "genéricos" que ganham outro nome no exterior.
"Buscamos novos canais de distribuição e mais valor agregado, com produtos segmentados e venda em lojas tradicionais e também em seletivas. Deixamos, há quatro anos, de ser uma indústria de calçados para investir na nossa marca", explica Sérgio Andreazzi, gestor de negócios da Pampili.
A Calçados Beira Rio, do Rio Grande do Sul, exporta três marcas de calçados femininos - Beira Rio, Vizzano e Moleca - e afirma que "informação de moda, conforto e qualidade" são exigidos pelos clientes do mercado externo. A empresa diz que espera um crescimento de 20% em suas exportações neste ano, principalmente na América Latina.
A exemplo do que ocorre na Pampili, Rodrigo Miceli Piazer, gerente de exportações da Beira Rio – empresa que emprega 5 mil funcionários e tem sete fábricas no país – afirma que o objetivo é "internacionalizar as marcas". Por isso, os sapatos saem do Brasil com a etiqueta das marcas da empresa. Segundo ele, a Beira Rio exporta atualmente 10% dos pares de sapato que produz.
Tradicional
Presente em mais de 60 países, as sandálias Havaianas são o símbolo da estratégia de agregar valor a produtos tipicamente brasileiros. Hoje, as sandálias são exportadas para cerca de 60 países, e o mercado externo representa cerca de 12% das vendas totais.
O produto, segundo a executiva de sandálias da Alpargatas Carla Schmitzberger, é consumido por todas as classes sociais: para a classe D e E, é um substituto do sapato; para as classe A e B, é um produto com credencial de moda.
Por conta de forte presença das Havaianas no mercado interno - a marca vende quase uma sandália por habitante todos os anos (em 2007, foram mais de 150 milhões) - a executiva da Alpargatas conta que o crescimento no mercado externo é maior, ficando entre 30% e 40% ao ano.
Para reforçar seu negócio de sandálias, a Alpargatas adquiriu em novembro do ano passado a marca Dupé, que serve como uma espécie de estratégia da empresa contra as Havaianas “genéricas” que ganham espaço no exterior. Os modelos da Dupé são feitos com o mesmo produto das Havaianas – borracha – com a diferença de que são mais simples e têm um preço final cerca de 25% menor.
Fonte: G1 - 05/07/08
Além de distribuir, indústrias já investem na abertura de lojas próprias no exterior.
As indústrias que participaram da feira internacional de calçados Francal, realizada em São Paulo, estão buscando uma nova forma de ganhar o mercado internacional: trocando quantidade por qualidade.
A invasão dos produtos chineses – que não poupa nem o mercado brasileiro – fez o setor desistir de concorrer no quesito preço.
Para não perder faturamento, as empresas investem em produtos de maior valor agregado e buscam fortalecer suas marcas no mercado internacional.
De janeiro a maio deste ano, o faturamento da indústria de sapatos nacional no mercado externo cresceu 2%, atingindo US$ 784,2 milhões, enquanto a alta do número de pares vendidos foi menor, de 0,8%, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).
Lojas próprias
Oferecer um produto diferenciado é a estratégia das marcas Dumond e Capodarte, do Grupo Paquetá. A marca, que sempre trabalhou em associação com grifes famosas no Brasil - produzindo, por exemplo, para a Hugo Boss - está investindo em lojas próprias no exterior para vender sapatos femininos. A Dumond tem sete lojas no exterior, mas o plano é chegar a 30 unidades nos próximos quatro anos, com forte concentração no Oriente Médio.
Em busca do dinheiro do petróleo - e do forte consumo de acessórios femininos em países como os Emirados Árabes Unidos e o Catar - a companhia hoje exporta 35% de sua produção. Os sapatos enviados para o mercado internacional são os mesmos vendidos ao consumidor no Brasil por preços entre R$ 180 e R$ 500. Os calçados são fabricados em Sapiranga (RS), cidade próxima ao pólo de sapatos da cidade gaúcha de Novo Hamburgo.
"A estratégia é sempre atender a classe média alta, como acontece no Brasil", ressalta o gerente de exportações das marcas, João Marcos Taieti Gimenes. Segundo ele, o sapato brasileiro já “se vende” pela qualidade e pelo design, especialmente no caso dos modelos da Dumond. "A gente vende um conceito de brasilidade que está ligado aos detalhes e à combinação de cores", ressalta.
Sem ‘genéricos’
Atendendo meninas de até 9 anos de idade, a Pampili, empresa de Birigui (SP), busca agregar tecnologia e design a seus produtos para crescer no mercado externo – até desenvolveu uma palmilha especial para sapatilhas infantis. Hoje, a empresa vende para 50 países – com foco na América Latina e no Oriente Médio – e diz estar crescendo apostando no "conceito de marca", deixando de fornecer sapatos "genéricos" que ganham outro nome no exterior.
"Buscamos novos canais de distribuição e mais valor agregado, com produtos segmentados e venda em lojas tradicionais e também em seletivas. Deixamos, há quatro anos, de ser uma indústria de calçados para investir na nossa marca", explica Sérgio Andreazzi, gestor de negócios da Pampili.
A Calçados Beira Rio, do Rio Grande do Sul, exporta três marcas de calçados femininos - Beira Rio, Vizzano e Moleca - e afirma que "informação de moda, conforto e qualidade" são exigidos pelos clientes do mercado externo. A empresa diz que espera um crescimento de 20% em suas exportações neste ano, principalmente na América Latina.
A exemplo do que ocorre na Pampili, Rodrigo Miceli Piazer, gerente de exportações da Beira Rio – empresa que emprega 5 mil funcionários e tem sete fábricas no país – afirma que o objetivo é "internacionalizar as marcas". Por isso, os sapatos saem do Brasil com a etiqueta das marcas da empresa. Segundo ele, a Beira Rio exporta atualmente 10% dos pares de sapato que produz.
Tradicional
Presente em mais de 60 países, as sandálias Havaianas são o símbolo da estratégia de agregar valor a produtos tipicamente brasileiros. Hoje, as sandálias são exportadas para cerca de 60 países, e o mercado externo representa cerca de 12% das vendas totais.
O produto, segundo a executiva de sandálias da Alpargatas Carla Schmitzberger, é consumido por todas as classes sociais: para a classe D e E, é um substituto do sapato; para as classe A e B, é um produto com credencial de moda.
Por conta de forte presença das Havaianas no mercado interno - a marca vende quase uma sandália por habitante todos os anos (em 2007, foram mais de 150 milhões) - a executiva da Alpargatas conta que o crescimento no mercado externo é maior, ficando entre 30% e 40% ao ano.
Para reforçar seu negócio de sandálias, a Alpargatas adquiriu em novembro do ano passado a marca Dupé, que serve como uma espécie de estratégia da empresa contra as Havaianas “genéricas” que ganham espaço no exterior. Os modelos da Dupé são feitos com o mesmo produto das Havaianas – borracha – com a diferença de que são mais simples e têm um preço final cerca de 25% menor.
Fonte: G1 - 05/07/08
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