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12 julho 2009

Venda direta cresce no Brasil

A venda direta (o conhecido porta-a-porta) é um sistema que tem se destacado no Brasil, principalmente em tempos de crise. Segundo a Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABVED), as empresas do setor movimentaram R$ 4,4 bilhões apenas no primeiro trimestre deste ano, representando um crescimento de 28% em relação ao mesmo período de 2008.

Uma das explicações para esse desempenho é que a venda direta trabalha com produtos de preços baixos. Outro motivo é o crédito, pois a venda direta é um canal de vendas que conta com a confiança do revendedor (o comprador normalmente já o conhece). Além disso, a vanda direta funciona como fonte de renda alternativa.

Para o consumidor, além da comodidade de não precisar se deslocar para comprar o que deseja, conta com a possibilidade de experimentar o produto antes da compra. É uma experiência de varejo personalizada.

Por outro lado, o que não deu certo no Brasil foi a venda por catálogo (entregues via correio). Um dos motivos é que o brasileiro gosta de negociar descontos, impossível nesse sistema. Além disso, há uma série de custos envolvidos (produção, impressão, postagem, atendimento por telemarketing) que se contrapõem às baixas margens de lucro obtida com a maioria dos produtos, de preço baixo.

Entre as principais empresas que trabalham por venda direta, incluem-se:
  • Amway - cosméticos, nutrição e utensílios domésticos
  • Avon - cosméticos e perfumes
  • DeMillus - lingerie
  • Grupo Hermes - cama, mesa e banho, utilidades domésticas, roupas masculinas, femininas e infantis, calçados, jóias, brinquedos e cosméticos
  • Herbalife - suplementos alimentares
  • Hinode - cosméticos e perfumes
  • Mary Kay - cosméticos
  • Natura - cosméticos e perfumes
  • Tupperware - utensílios plásticos para cozinha
  • Wow! - pacotes de viagens
  • Yakult Cosmetics - cosméticos à base de lactobacilos
Fonte: Folha de S. Paulo (caderno Vitrine) - 11/07/09

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