“Democratizar o luxo.” A frase repetida, quase como mantra, pelos executivos da Avon Brasil resume a estratégia da empresa para enfrentar a crise financeira que ameaça todos os segmentos.
Reunidos semana passada em São Paulo com mais de quarenta jornalistas, o presidente da Avon Brasil, Luis Felipe Miranda; o vice-presidente de marketing, Alberto Moreau, e a gerente de perfumaria Helena Gracia nem precisaram se esforçar para mostrar um discurso afinado e otimista.
Eles já conheciam os números do balanço divulgado pela matriz em Nova York A Avon divulgou que em 2008 teve um crescimento de 8% de sua receita bruta, atingindo a marca recorde de US$ 10,7 bilhões.
Antecipando o lançamento de batons com ouro 24 quilates na fórmula e mais uma fragrância feminina assinada pelo estilista Christian Lacroix, os executivos deixaram claro o sucesso do reposicionamento da marca - processo iniciado em 2007 com lançamento de maquiagens e perfumes de luxo - para atingir o público A/B.
A estratégia, que visava ampliar o mercado consumidor, ganhou impulso ainda maior com a crise financeira. Nesse bimestre a Avon já apareceu com cinco publicidades diferentes: lançou dois batons novos, um rímel, um antirrugas e a campanha de recrutamento de novas revendedoras.
Até o ano passado a tática da empresa era não lançar mais de uma novidade por mês. “Não podemos citar números, mas posso garantir que esse foi o maior investimento concentrado da Avon num único período”, conta Miranda.
Nas contas dele, o número de revendedoras vai aumentar. “A Avon é uma alternativa de renda para as mulheres e essa é nossa força nessa época de incerteza econômica”, explica Miranda, lembrando o “exército” de 1 milhão e 200 mil revendedoras autônomas que já trabalham com a marca.
“E não esqueça que ter um produto de luxo a um preço acessível é uma opção rara. E a gente conseguiu. Por isso acho que podemos encarar essa crise com otimismo.”
Lucro líquido de US$ 875 milhões
Em Nova York, a Avon Products já acusa os efeitos da crise econômica. O balanço do quarto trimestre de 2008 mostrou retração de 3% nas vendas e o impacto das taxas de câmbio levou a receita a cair 11% em relação ao último trimestre do ano anterior.
No desempenho dos doze meses os resultados são positivos: 1% a mais de vendas e 4% a mais de revendedoras. Ainda em 2008, a empresa teve lucro líquido de US$ 875 milhões, contra US$ 531 milhões de 2007.
Na América Latina, onde as receitas do quarto trimestre ficaram 5% abaixo do mesmo período do ano anterior, a culpa foi do câmbio. Aqui, o efeito desfavorável da variação cambial foi maior que o crescimento de 11% da receita em moeda nacional. Em unidades a Avon cresceu em vendas, 3% a mais que em 2007, e revendedoras, 2% a mais que em 2007.
Ouro e licor nas fórmulas novas
No Brasil, de cada três batons vendidos dois são da Avon, mas até hoje eles penam com a fama de popular. Por isso, a empresa vem apostando na sofisticação para chegar a consumidoras de maior poder aquisitivo. Pra elas, chega em abril a nova coleção de batons com ouro 24 quilates na fórmula.
Cada unidade do Ultra color rich batom ouro custará R$ 21. Mês que vem, visando antecipar o presente das mães, a empresa lança o perfume Christian Lacroix Absynthe. Um oriental verde, inspirado na bebida alucinógena, que virá em frascos de 50ml por R$ 80. A versão masculina deve chegar em junho.
Fonte: Paraná Online - 09/02/09
Avon tem o cuidado de preservar seu nome, então deveria dar enfase aos funcionarios e revendedoras pois são a base da avon o que são os mais penalizados pois a revendedora bate de porta a porta e não é valorizadas, e os funcionarios não são nada reconhecidos pelos seus esforços deveriam parar de presiona-los mais e aumentar as comições para as revendas a avon está ficando uma negação deveriam ver quem está contratando para sua empresa para lidar com seus funcionarios pois, está derrubando a imagem da avon, os novos chefes estão de olho em fazer curriculo e não está nem ai para as metas da avon. abrem o olho, os funcionarios estão insastifeitos com as novas caras da avon.
ResponderExcluirSerá que o Depto. de publicidade da Avon, sabe que quem ainda manipula a propaganda dos seus anúncios é a BURTI?
ResponderExcluirA mesma que não quis dar acessorias, qdo o Depto da Avon pediu equipamanetos para seus Back-ups...
Pois bem, a BURTI manipula tudo isso através da agência One for One, fornecimentos seus serviços( ganhando por isso ), e maquiando o mercado dizendo que não tem envolvimento...
Envolopam seus trabalhos com outras embalagens, ou seja, em provas digitais por eles tirados e mandados para a agencia, eles trocam seus nome no envelopamento e pronto.
Fiquem de olho, tem tramóia forte ai...
Para o Depto da Publiciade da Avon...
ResponderExcluirA Burti ainda manipula seus trabalhos...
Atarvés da agência One for One...
Todos os anúnicos da Avon feitos nesta agencia, passa pelas mãos da BURTI.
Manipulação das imagens e provas digitais...
Procurem... e saberam mais coisas..
abraços !