Arnaldo Rabelo

09 janeiro 2012

Internet muda hábitos de consumo

Atualmente, quando o negócio é fazer compras, há maior probabilidade de que os consumidores recorram aos seus computadores, smartphones e tablets para procurar presentes, conferir recomendações, comparar preços, acessar cupons on-line, e, finalmente, pagar suas compras, de acordo com os resultados da 5ª pesquisa anual da KPMG International sobre consumidores e convergência. 

O levantamento revela consistências e anomalias nas preferências dos consumidores, de 31 países, ano após ano - em relação a compras on-line, conteúdo, utilização de dispositivos móveis e pagamentos via celular - que sugerem novos rumos para o futuro do comércio digital e àqueles que concorrem nesse universo, de acordo com os autores do relatório da KPMG.

"Por cinco anos consecutivos, nossa pesquisa global de Consumidores e Convergência (Consumers & Convergence 5, do título em inglês) demonstra que o ritmo das mudanças de hábitos de compra, que convergem para a plataforma on-line, segue acelerado", afirma  Sean Collins, sócio da KPMG nos Estados Unidos e líder global da área de comunicação e mídia.  "Os consumidores no mundo todo desejam cada vez mais adotar novas tecnologias e modelos de negócios digitais, resultando em grandes oportunidades e riscos para prestadores de serviços, varejistas, empresas de mídia, bancos e outros players disputando um pedaço da cadeia de valor digital."
Os consumidores demonstraram um aumento no desejo pela adoção de novas tecnologias e modelos de negócios.  Na pesquisa da KPMG de 2008, 50% dos entrevistados afirmaram não se sentirem muito confortáveis com o uso do mobile banking; atualmente, essa posição se reverteu completamente, com 66% dos entrevistados dispostos a transformar seus celulares em "carteira". Outro exemplo é a quintuplicação no número de entrevistados que preferem usar seus celulares e smartphones para ler notícias, navegar na internet e fazer compras.  Também houve uma queda em relação ao uso da televisão, com 51% dos entrevistados agora preferindo assistir TV e filmes on-line em seus computadores, e 24%, em seus smartphones. 

Cerca de 76% dos brasileiros entrevistados durante a pesquisa disseram que não pagam para ter acesso a conteúdos, demonstrando a preferência dos internautas pela gratuidade, contra 24% que dizem pagar por isso, revelou uma pesquisa global realizada pela KPMG. Daqueles que optaram pelo não, 64% nunca estariam dispostos a pagar se um site específico que, usualmente visitam, passasse a cobrar pelo acesso e que iriam procurar pelo mesmo conteúdo em outro similar, aponta o estudo. Outros 30% desembolsariam dinheiro se fosse importante e se o conteúdo não estivesse disponível de graça em qualquer outro lugar; e apenas 7% poderiam considerar pagar para ter acesso ao conteúdo inteiro do site.

"A pesquisa aponta uma tendência que é da cultura do brasileiro de não ter disponibilidade para pagar para ter acesso a contéudo da internet, o que não acontece em outros países. Além disso, eles já admitem receber propaganda em troca de desconto e gratuidade, mas vale lembrar que a maioria abre mão dessas vantagem quando o seu perfil é  rastreado de alguma forma ", explica Manuel Fernandes, sócio da KPMG no Brasil e líder para a área de Tecnologia, Mídia e Telecomunicação.
Fonte: Cliente SA - 05/01/2012

Avon, Nokia e Coca-Cola fortalecem marcas com ações sociais

O Mundo do Marketing publicou uma matéria sobre como ações de responsabilidade social empresarial ajudam a fortalecer marcas.

Este é o início da matéria:

"A responsabilidade social passou de um tema bastante discutido no meio corporativo para ser incorporado em estratégias de grandes companhias. Empresas como Avon, Nokia e Coca-Cola já colocaram a prática em sua estratégia de Marketing para fortalecer suas marcas e agregar valor a produtos e serviços, ao mesmo tempo em que promovem benefícios para as comunidades em que estão inseridas e contribuem para o desenvolvimento da população.

Caminhando nesta direção, as companhias desenvolvem programas de sustentabilidade, investem em institutos de ensino e levam ainda o conceito de negócios sociais para dentro da gestão, buscando inovação na categoria e mais consumidores engajados. A Fundação Nokia de Ensino, o Coletivo Coca-Cola e a campanha Avon contra o câncer de mama são exemplos de ações sociais que fazem parte das estratégias de sustentabilidade a longo prazo para os negócios das empresas.

Seguindo a lógica do bom desempenho e do lucro, a preocupação com os efeitos sociais e ambientais causados pelas indústrias não é mais apenas uma opção, mas uma determinação do mercado. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ibope Ambiental, em setembro de 2011, 70% dos consumidores já buscam informações sobre o engajamento das empresas com o tema."

Veja a matéria completa aqui.

Fonte: Mundo do Marketing - 09/01/2012