A TV por assinatura via satélite ultrapassou a TV a cabo no Brasil. A primeira já é responsável por 49,2% das assinaturas, enquanto a segunda representa 48,1%.
A TV por assinatura atinge hoje 10,7 milhões de domicílios ou 35,2 milhões de pessoas (18% da população). O crescimento tem sido grande: 32,7% no último ano. O meio ainda é muito mais usado pela população da região Sudeste (26,3% das pessoas são assinantes). Os moradores do Nordeste ainda são os que menos usam (7,1% das pessoas assinam). No entanto, é a região com maior crescimento (57,2% no último ano).
Arnaldo Rabelo
12 junho 2011
Uso de internet móvel cresce além do previsto
O uso de internet móvel (via celulares) cresceu bem acima do previsto pelo Google. Um dos sinais disso é que mais de 200 milhões de vídeos do YouTube são vistos em smartphones a cada dia. Em algumas ocasiões, a busca em aparelhos móveis sobre determinado assunto supera a de computadores desktop. 78% dos usuários de smartphones usam seus aparelhos nas compras. Com isso, a publicidade online se adaptará a esse meio.
Publicidade visual cresce online
Na internet, a publicidade baseada em texto, como os links patrocinados (relacionados a buscas), era a forma dominante. Agora, a chamada "display advertisement", que chamarei de "publicidade visual", é o que mais tem crescido e logo passará a dominar. Nesta categoria entram os banners, vídeos e outros formatos gráficos.
Segundo um executivo do Google, esse tipo de publicidade online passará de investimentos mundiais de US$ 25 bilhões em 2010 para mais de US$ 200 bilhões em poucos anos.
Em paralelo a isso, há também a tendência de haver menos exposições por usuário e uma maior influência do usuário sobre a publicidade (através de recomendações e customizações, por exemplo).
A eMarketer faz as seguintes previsões para o mercado americano: os gastos em marketing relacionado a buscas passarão de US$ 12 bilhões em 2010 para US$ 21,5 bilhões em 2015. Por outro lado, a publicidade visual (display ads) passará de US$ 9,9 bilhões em 2010 para US$ 21,9 bilhões em 2015.
Segundo um executivo do Google, esse tipo de publicidade online passará de investimentos mundiais de US$ 25 bilhões em 2010 para mais de US$ 200 bilhões em poucos anos.
Em paralelo a isso, há também a tendência de haver menos exposições por usuário e uma maior influência do usuário sobre a publicidade (através de recomendações e customizações, por exemplo).
A eMarketer faz as seguintes previsões para o mercado americano: os gastos em marketing relacionado a buscas passarão de US$ 12 bilhões em 2010 para US$ 21,5 bilhões em 2015. Por outro lado, a publicidade visual (display ads) passará de US$ 9,9 bilhões em 2010 para US$ 21,9 bilhões em 2015.
As marcas adoram conteúdo
Graças à facilidade de publicação online, o marketing tem se aproximado cada vez mais da área de geração e publicação de conteúdo. Muitas agências de publicidade contam agora com estrategistas de conteúdo para planejar a distribuição e o marketing de conteúdo em suas plataformas digitais.
Isso acontece porque as mídias sociais não são adequadas para publicidade tradicional, mas para o desenvolvimento de relacionamentos baseados no fornecimento de informações.
Isso acontece porque as mídias sociais não são adequadas para publicidade tradicional, mas para o desenvolvimento de relacionamentos baseados no fornecimento de informações.
06 junho 2011
Brasil é o melhor emergente do mundo para o varejo
A 10ª edição do estudo Global Retail Development Index (GRDI), da consultoria A.T. Kearney, apontou que em 2011 o Brasil é o melhor país do mundo para o varejo entre os emergentes. O levantamento classifica os 30 principais países emergentes que os varejistas globais devem entrar. Para compor o ranking, há 25 variáveis dentro de quarto categorias: risco econômico e político; atratividade do mercado; saturação do mercado; e pressão do tempo (diferença entre o crescimento do produto interno bruto e crescimento do varejo moderno).
De acordo com Michael Moriarty, sócio da A.T. Kearney e colíder do estudo,o Brasil é um atraente mercado para expansão, dado o crescimento anual previsto de 5% pelos próximos cinco anos para o seu PIB; de sua grande população com concentração urbana e de suas crescentes vendas no varejo.
“Uma empresa que não tem experiência no mercado brasileiro deve buscar uma parceria local”, disse o alemão Markus Stricker, vice-presidente da A.T. Kearney no Brasil. “Acredito que o Brasil continuará entre os primeiros nos próximos anos por conta dos investimentos em infraestrutura e grandes eventos como a Copa e as Olimpíadas.” Segundo ele, a busca por países emergentes é uma alternativa essencial para o crescimento de grandes grupos, já que os mercados da América do Norte e da Europa estão saturados.
Segundo a A.T. Kearney, os seis melhores países emergentes para o varejo são:
1. Brasil
2. Uruguai
3. Chile
4. Índia
5. Kuwait
6. China
Veja a matéria completa aqui.
Fonte: Exame - 06/06/2011
De acordo com Michael Moriarty, sócio da A.T. Kearney e colíder do estudo,o Brasil é um atraente mercado para expansão, dado o crescimento anual previsto de 5% pelos próximos cinco anos para o seu PIB; de sua grande população com concentração urbana e de suas crescentes vendas no varejo.
“Uma empresa que não tem experiência no mercado brasileiro deve buscar uma parceria local”, disse o alemão Markus Stricker, vice-presidente da A.T. Kearney no Brasil. “Acredito que o Brasil continuará entre os primeiros nos próximos anos por conta dos investimentos em infraestrutura e grandes eventos como a Copa e as Olimpíadas.” Segundo ele, a busca por países emergentes é uma alternativa essencial para o crescimento de grandes grupos, já que os mercados da América do Norte e da Europa estão saturados.
Segundo a A.T. Kearney, os seis melhores países emergentes para o varejo são:
1. Brasil
2. Uruguai
3. Chile
4. Índia
5. Kuwait
6. China
Veja a matéria completa aqui.
Fonte: Exame - 06/06/2011
05 junho 2011
Polêmica de Banda Cine e Latino era golpe de marketing
Após polêmica de plágio, banda Cine e Latino lançam clipe juntos
Após uma troca de acusações devido a um suposto plágio da música "É Tudo Nosso", a banda Cine e o cantor Latino lançaram, juntos, um videoclipe da canção. Na verdade, tudo não passou de uma estratégia de marketing da marca Chiclets (produto Chiclets Evolution), que contou com a ajuda dos músicos para divulgar seu novo produto.
A ação tem como objetivo chamar a atenção da mídia para a música, feita sob encomenda para a campanha.
A briga entre a banda e o cantor fez com que a hashtag #LatinoPlagiouCine alcançasse o topo do ranking dos itens mais comentados do Twitter.
Fonte: Terra - 27/05/2011
Após uma troca de acusações devido a um suposto plágio da música "É Tudo Nosso", a banda Cine e o cantor Latino lançaram, juntos, um videoclipe da canção. Na verdade, tudo não passou de uma estratégia de marketing da marca Chiclets (produto Chiclets Evolution), que contou com a ajuda dos músicos para divulgar seu novo produto.
A ação tem como objetivo chamar a atenção da mídia para a música, feita sob encomenda para a campanha.
A briga entre a banda e o cantor fez com que a hashtag #LatinoPlagiouCine alcançasse o topo do ranking dos itens mais comentados do Twitter.
Fonte: Terra - 27/05/2011
Economia: sinal amarelo à frente
Embora a economia tenha crescido 1,3% no primeiro trimestre, há sinais de desaceleração
O consumo das famílias, que responde por 60% do PIB, dá sinais de desaceleração. Os motivos para isso são a inflação mais alta e a contenção do crédito. A indústria também recua, em função das mesmas condições (crédito e inflação). Segundo a MB Associados, o PIB deve crescer 3,9% este ano.
Veja os sinais de desaceleração da economia:
Na indústria: A indústria, que representa quase 30% do PIB, teve uma queda de 2,1% em sua produção em abril.
Entre empresários: Confiança dos empresários, medida pela FGV, recuou 1,2% em maio, o que pode afetar investimentos.
Entre consumidores: Os consumidores estão menos confiantes, o que significa que eles poderão segurar os gastos. O índice caiu 2,1% em maio, segundo a FGV.
Na indústria de embalagens: As vendas de papel ondulado caíram 5,91% em abril, sinalizando que a indústria que compra o papel - usado em embalagens - produz menos.
Na produção de automóveis: A produção de automóveis tem desacelerado. Em dezembro ela crescia 28,5%, contra o mesmo mês de 2010. Em abril, apenas 1,9%. É um setor importante porque demanda vidro, borracha, aço e outros componentes.
As empresas devem considerar este novo cenário em seus planejamentos.
Fonte: Folha de S. Paulo - 04/06/2011
O consumo das famílias, que responde por 60% do PIB, dá sinais de desaceleração. Os motivos para isso são a inflação mais alta e a contenção do crédito. A indústria também recua, em função das mesmas condições (crédito e inflação). Segundo a MB Associados, o PIB deve crescer 3,9% este ano.
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| Variação do PIB no trimestre, em relação ao trimestre anterior, em % |
Veja os sinais de desaceleração da economia:
Na indústria: A indústria, que representa quase 30% do PIB, teve uma queda de 2,1% em sua produção em abril.
Entre empresários: Confiança dos empresários, medida pela FGV, recuou 1,2% em maio, o que pode afetar investimentos.
Entre consumidores: Os consumidores estão menos confiantes, o que significa que eles poderão segurar os gastos. O índice caiu 2,1% em maio, segundo a FGV.
Na indústria de embalagens: As vendas de papel ondulado caíram 5,91% em abril, sinalizando que a indústria que compra o papel - usado em embalagens - produz menos.
Na produção de automóveis: A produção de automóveis tem desacelerado. Em dezembro ela crescia 28,5%, contra o mesmo mês de 2010. Em abril, apenas 1,9%. É um setor importante porque demanda vidro, borracha, aço e outros componentes.
As empresas devem considerar este novo cenário em seus planejamentos.
Fonte: Folha de S. Paulo - 04/06/2011
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