Arnaldo Rabelo

27 fevereiro 2011

Mercado de mobile marketing se amplia

Esta notícia, a partir de release da Tesa Telecom, mostra que o mercado de mobile marketing está se ampliando rapidamente. É um mercado que precisa ser acompanhado de perto.

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Expansão da base de celulares, comportamento do consumidor e PME´s afetam demanda de mobile marketing

O mercado de mobile marketing encontra-se em franca expansão. Essa é a conclusão do levantamento da Tesa Telecom, operadora de telefonia IP, que registrou alta de 70% na demanda em 2010. Na análise de Luciano Menezes, diretor comercial e de marketing da Tesa, o crescimento é reflexo de três fatores: o aumento da base de celulares no Brasil, que de acordo com dados recentes da Anatel, fechou 2010 com mais de 200 milhões de aparelhos; o comportamento do consumidor que aderiu à nova ferramenta de marketing; e ao aumento da procura do serviço por pequenas e médias - PME´s.

O executivo cita a pesquisa da Mobile Marketing Association (MMA). Segundo o estudo, 74% dos brasileiros têm grande interesse em receber publicidade pelo celular; e 72% se interessam em participar do grupo que recebe campanhas. "Agora pense nesta porcentagem tão alta num país, onde a cada 10 habitantes, oito têm celular", complementa. Quanto às pequenas e médias, a percepção de benefícios como custos baixos, agilidade e resultados imediatos têm sido os impulsionadores para as pequenas e médias empresas.

21 fevereiro 2011

Obrigado por nos processar

A Taco Bell transforma um possível desastre em relações públicas em vitória

Duas empresas de advocacia juntaram forças em um processo contra a cadeia de fast-food americana Taco Bell alegando que o que serviam em seus hamburgers não era carne pura. A ação argumentava que 65% da carne da Taco Bell eram na verdade compostos de aglutinantes, conservantes e outros aditivos. O caso ganhou um grande espaço na mídia.

A resposta da Taco Bell foi inesperada. O presidente da Taco Bell colocou um vídeo no YouTube e no site da empresa, assim como anúncios de página inteira nos principais jornais dizendo "Obrigado por nos processar".

A mensagem dos vídeos e anúncios é de que a ação está equivocada e que eles utilizam carne com 12% de condimentos e ingredientes como sal, pimenta, cebola em pó, tomate em pó, etc. Alegaram ainda que se fosse apenas carne não seria tão bom.

O contra-ataque ganhou mais espaço que a ação. É claro que a Taco Bell estava muito segura de suas alegações.

Foi um bom exemplo de como transformar uma crise em vitória.

14 fevereiro 2011

Dez mudanças em cinco anos

O Estadão publicou uma matéria interessante, que aponta 10 tendências tecnológicas importantes para os próximos 5 anos. Elas podem representar novas oportunidades de negócios, produtos e serviços. Veja quais são:

1. Tablet-mania;
2. Supercelular a 30 Megabits em 2015;
3. Smartphone como carteira eletrônica;
4. Conexões USB dez vezes mais rápidas;
5. TV 3D: com ou sem óculos;
6. Fusão TV-computador-internet;
7. A guerra dos chips;
8. Super telas nítidas à luz do sol;
9. Localizar pessoas pelo celular;
10. Baixar tudo por streaming (clique e veja, clique e ouça, sem copiar).

Veja a matéria completa aqui.

13 fevereiro 2011

Classes C, D e E somam mais de 52% de audiência na internet

Pela primeira vez as classes C, D e E passaram a responder pela maior parte da população que acessa a internet no Brasil, com 52,8% dos acessos, contra 47,2% das classes A e B, somadas. Segundo a previsão do Interactive Advertising Bureau (IAB), órgão que representa o segmento digital brasileiro, esse mercado deve crescer ainda mais em 2011, com a massificação dos celulares de 3G, que devem passar de 14,6 milhões de aparelhos para 35 milhões até o final do ano, acirrando a briga entre as operadoras por usuários de banda larga móvel.

Para o presidente do IAB, Fábio Coelho, o número de acessos no País deve crescer motivado pelo pela tendência de queda dos preços dos pacotes de banda larga e por programas de governo que subsidiarão parte do valor mensal, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Coelho explica que apesar de a maior parte dos celulares no País ser de pré-pagos e de ainda não haver um sinal de mudança nesse horizonte, aos poucos os usuários pré-pagos começam a ter acesso a dados.

No ano passado, a audiência na internet brasileira foi de 73,7 milhões de pessoas. A expectativa do IAB é que este número cresça 10% em 2011, atingindo mais de 81 milhões de pessoas.

Apesar de a internet representar apenas 4,49% do bolo publicitário (a TV aberta ainda domina com uma fatia de 63,11%), o crescimento do número de internautas deve acelerar os investimentos no segmento. O investimento em publicidade on-line deve crescer 25% este ano, chegando a R$ 1,55 bilhão. No ano passado a cifra chegou a R$ 1, 23 bilhão. Segundo o IAB, no exterior as empresas investem até 20% de seus orçamentos publicitários na mídia digital. No Brasil este montante não chega a 10%.

"As empresas estão percebendo que para se aproximar dos jovens e comunicar-se com as próximas gerações elas terão de estar na internet. Mas ainda há empresas que não percebem este meio como espaço publicitário permanente, altamente segmentado e que pode atingir diretamente o público-alvo", diz.

Fonte: DCI - 02/02/2011

11 fevereiro 2011

A demanda seguirá firme

A equipe econômica tem consciência de que a principal variável que tem puxado a inflação para cima não está no fato de que os brasileiros andam consumindo mais. O consumo interno aquecido, por sinal, é a variável-chave que sustenta os sucessivos recordes na geração de empregos formais.

O nó inflacionário tem origem no choque nos preços das commodities, como são conhecidos os produtos cujo preço é fixado nas maiores bolsas do mundo, a começar pela Bolsa de Mercadorias de Chicago. Anda forte a procura por soja, milho, açúcar e até mesmo o café, tendência sustentada pelo afluxo de novos consumidores no Brasil, mas principalmente na Índia, China e outros asiáticos. A atual bonança dos agricultores brasileiros, por sinal, deixa entrever que o País também se beneficia desse momento.

O economista João Sicsú, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), chegou a expressar em público a perspectiva de fato dominante em Brasília. "Não me parece que temos pressões inflacionárias decorrentes da demanda excessiva. O que acontece é que alguns preços internacionais estão subindo. Isso é bom porque significa mais renda para o setor agrícola e mais dólares para a balança comercial brasileira, mas também representa um pouco mais de inflação", afirmou o economista, professor licenciado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O próprio ministro Mantega, em mais de uma ocasião, garantiu que o ritmo da economia já estava, desde o terceiro trimestre do ano passado, em um nível próximo dos desejáveis 5% ou 6% ao ano, limite também chamado de PIB potencial, estimado em 5% anuais, andamento que permitiria à economia crescer sem gerar pressões nos preços via demanda.

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Fonte: Meio&Mensagem - 10/02/2011
Veja a matéria completa aqui.

Pequenas empresas de SP têm maior crescimento desde 1998

As micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo fecharam 2010 com uma receita de R$ 305,8 bilhões, com aumento real --já descontada a inflação-- de 9,6% ante 2009, registrando o melhor resultado da série histórica iniciada em 1998.

A pesquisa do Sebrae-SP divulgada nesta quinta-feira também mostra que essa parcela das empresas faturou R$ 30,7 bilhões em dezembro, com alta de 19,2% ante o mesmo mês do ano anterior, chegando ao 15º mês consecutivo de aumento de receita real. Esse é o melhor resultado, nesse confronto, na série histórica do estudo.

O consultor do Sebrae-SP, Pedro João Gonçalves, atribui a expansão principalmente a dois fatores: evolução do consumo interno, impulsionado pela expansão do emprego e da renda, e a fraca base de comparação de 2009, quando a economia brasileira sofreu o impacto da crise financeira internacional.

"A expectativa é que 2011 seja também um ano positivo. A expansão do emprego e da renda e, consequentemente, do consumo, continuará criando oportunidades para micro e pequenas empresas", afirma o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano.

Na análise por regiões do Estado, o destaque ficou com o interior, com faturamento 11,4% superior a 2009. Considerando apenas dezembro, o crescimento foi de 16,2% ante o mesmo mês do ano anterior.

Fonte: Folha de S. Paulo - 10/02/2011