A Alpargatas não quer mais que as Havaianas sejam sinônimo só de chinelo. A estratégia agora é expandir a linha de produtos com a marca, incluindo bolsas, toalhas e, principalmente, tênis.
Lançado no último inverno na Europa e disponível até então somente em algumas das lojas no Brasil, a linha de calçados fechados, batizada de "Soul Collection", é a grande aposta das Havaianas para o ano.
O produto é um híbrido. O calçado mantém na sola e na palmilha a mesma borracha dos chinelos. O desenho da tira da sandália também está presente no acabamento. Por enquanto, são quatro modelos em várias cores. Além dos modelos de cano baixo e alto, há uma sapatilha com cobertura de lona.
“Não é um tênis, é um produto diferente. A gente preserva a alma da marca, é como se fosse uma sandália”, explica Utsch. Segundo o executivo, o produto ficará numa faixa intermediária de preço, com preço médio entre R$ 70 e R$ 80.
A empresa diz que uma estratégia de distribuição já está sendo colocada em prática para multiplicar os pontos de venda do novo produto e pretende aumentar os investimentos em publicidade. A Alpargatas não revela, porém, o volume de vendas em 2010 nem a previsão para 2011. "A concorrência está louca pra saber", desconversa Utsch.
A empresa revela apenas que o plano é fazer com que a linha de novos produtos Havaianas cheguem a 15% do volume de negócios da marca até 2014.
Atualmente, as Havaianas representam 54% das receitas da Alpargatas, que obteve uma receita bruta de R$ 1,9 bilhão até o 3º trimestre de 2010. Os números de 2010 ainda não foram divulgados. A meta da companhia é alcançar em 2014 uma receia bruta de R$ 5,5 bilhões.
Em 2010, segundo a Alpargatas, dos 350 milhões de pares de sandálias vendidos no país, 220 milhões foram pares de Havaianas. Considerando que o total de calçados vendidos no Brasil no ano passado somou 744 milhões de pares, segundo os dados da Abicalçados, as Havaianas respondem por cerca de 30% do total de calçados comprados no Brasil.
Fonte: Correio (Bahia), a partir de informações do G1 - 30/01/2011
Arnaldo Rabelo
31 janeiro 2011
26 janeiro 2011
Classe C lidera consumo de produtos de higiene e cuidados pessoais
Principais fontes de gastos são cabelo e corpo
A Classe C é a líder em consumo de produtos relacionados a higiene e cuidados pessoais no Brasil. Entre as fontes de gastos, as principais estão o cabelo e o corpo. De cada R$ 100,00 investidos neste setor, a média de gasto em cada um dos itens é de R$ 18,50 e R$ 17,30, respectivamente.
Em 2010, a participação da Classe C neste mercado alcançou 45,6%, equivalente a R$ 19,8 bilhões, com um crescimento de oito vezes desde 2002. Este aumento é expressivo quando comparado à classe A e B que, juntas, consumiram três vezes mais em relação ao mesmo ano, o que representa o montante de R$ 15,9 bilhões.
Fonte: Exame - 26/01/2011
A Classe C é a líder em consumo de produtos relacionados a higiene e cuidados pessoais no Brasil. Entre as fontes de gastos, as principais estão o cabelo e o corpo. De cada R$ 100,00 investidos neste setor, a média de gasto em cada um dos itens é de R$ 18,50 e R$ 17,30, respectivamente.
Em 2010, a participação da Classe C neste mercado alcançou 45,6%, equivalente a R$ 19,8 bilhões, com um crescimento de oito vezes desde 2002. Este aumento é expressivo quando comparado à classe A e B que, juntas, consumiram três vezes mais em relação ao mesmo ano, o que representa o montante de R$ 15,9 bilhões.
Fonte: Exame - 26/01/2011
Consumidores estão mais informados que vendedores
Dados indicam que os varejistas que não investem em tecnologia poderão ter prejuízos nos negócios
Os consumidores estão mais informados do que os vendedores das lojas. Pelo menos é o que diz a última edição da pesquisa mundial sobre compras de fim de ano, realizada anualmente pela Motorola Solutions. O estudo indicou que 55% dos varejistas pesquisados acreditam que, no período de festas de 2010, os clientes tiveram acesso a mais e melhores informações que as equipes dos pontos de venda.
O resultado seria consequência da crescente disponibilidade de ferramentas de compra online e aplicativos para telefones móveis que permitem comparar preços e ter acesso a descontos e redes sociais. O levantamento indica ainda que os varejistas que não investem em tecnologia poderão ter seus negócios prejudicados: 28% das pessoas que visitaram alguma loja teriam deixado de gastar US$ 132, em média, por problemas relacionados ao atendimento no ponto de venda, à falta de produto e de atendentes e às longas filas para pagar.
Por outro lado, quatro de cada 10 (43%) compradores atendidos por vendedores equipados com computadores móveis portáteis afirmaram que o dispositivo melhorou sua experiência de compra. A pesquisa também indica que a maioria dos varejistas (87%) acredita que os consumidores podem encontrar facilmente uma melhor opção, por isso a importância do acesso à informação em tempo real.
Além disso, 39% dos clientes que utilizam smartphones deixaram a loja sem fazer nenhuma compra e seus dispositivos móveis foram determinantes nessa decisão: 12% consultaram online os preços em outras lojas e 8% verificaram a disponibilidade dos produtos em outros estabelecimentos. Quase 25% dos pesquisados disseram ainda que concluíriam suas compras em lojas com terminais de pagamento portátil e 9% afirmaram que utilizariam seu próprio telefone móvel para escanear itens e processar o pagamento sem a ajuda de um vendedor.
Fonte: Exame / Mundo do Marketing - 24/01/11
Os consumidores estão mais informados do que os vendedores das lojas. Pelo menos é o que diz a última edição da pesquisa mundial sobre compras de fim de ano, realizada anualmente pela Motorola Solutions. O estudo indicou que 55% dos varejistas pesquisados acreditam que, no período de festas de 2010, os clientes tiveram acesso a mais e melhores informações que as equipes dos pontos de venda.
O resultado seria consequência da crescente disponibilidade de ferramentas de compra online e aplicativos para telefones móveis que permitem comparar preços e ter acesso a descontos e redes sociais. O levantamento indica ainda que os varejistas que não investem em tecnologia poderão ter seus negócios prejudicados: 28% das pessoas que visitaram alguma loja teriam deixado de gastar US$ 132, em média, por problemas relacionados ao atendimento no ponto de venda, à falta de produto e de atendentes e às longas filas para pagar.
Por outro lado, quatro de cada 10 (43%) compradores atendidos por vendedores equipados com computadores móveis portáteis afirmaram que o dispositivo melhorou sua experiência de compra. A pesquisa também indica que a maioria dos varejistas (87%) acredita que os consumidores podem encontrar facilmente uma melhor opção, por isso a importância do acesso à informação em tempo real.
Além disso, 39% dos clientes que utilizam smartphones deixaram a loja sem fazer nenhuma compra e seus dispositivos móveis foram determinantes nessa decisão: 12% consultaram online os preços em outras lojas e 8% verificaram a disponibilidade dos produtos em outros estabelecimentos. Quase 25% dos pesquisados disseram ainda que concluíriam suas compras em lojas com terminais de pagamento portátil e 9% afirmaram que utilizariam seu próprio telefone móvel para escanear itens e processar o pagamento sem a ajuda de um vendedor.
Fonte: Exame / Mundo do Marketing - 24/01/11
Atividade econômica terá aceleração
Indicador aponta trajetória de crescimento ao longo do primeiro semestre
O Indicador Serasa Experian de Perspectiva Econômica cresceu 0,1% em novembro de 2010 frente ao mês imediatamente anterior, atingindo o valor de 100,9. Foi a sexta elevação mensal consecutiva deste indicador. Como, por sua metodologia de construção, o indicador tem a propriedade de antever os movimentos cíclicos da atividade econômica com seis meses de antecedência, esta seqüência de elevações mensais do Indicador Serasa Experian de Perspectiva Econômica em região superior ao nível 100 aponta que o ritmo do crescimento econômico tenderá a exibir uma trajetória de aceleração ao longo do primeiro semestre de 2011.
Desta forma, as medidas de restrição ao crédito determinadas pelo Banco Central em dezembro último, o ciclo de elevação da taxa Selic e os esforços do governo federal em conter o avanço dos gastos públicos deverão produzir efeitos mais significativos, em termos de desaquecimento da economia, somente a partir do final do primeiro semestre deste ano, avaliam os economistas da Serasa Experian.
Fonte: Cliente S.A. - 24/01/2011
O Indicador Serasa Experian de Perspectiva Econômica cresceu 0,1% em novembro de 2010 frente ao mês imediatamente anterior, atingindo o valor de 100,9. Foi a sexta elevação mensal consecutiva deste indicador. Como, por sua metodologia de construção, o indicador tem a propriedade de antever os movimentos cíclicos da atividade econômica com seis meses de antecedência, esta seqüência de elevações mensais do Indicador Serasa Experian de Perspectiva Econômica em região superior ao nível 100 aponta que o ritmo do crescimento econômico tenderá a exibir uma trajetória de aceleração ao longo do primeiro semestre de 2011.
Desta forma, as medidas de restrição ao crédito determinadas pelo Banco Central em dezembro último, o ciclo de elevação da taxa Selic e os esforços do governo federal em conter o avanço dos gastos públicos deverão produzir efeitos mais significativos, em termos de desaquecimento da economia, somente a partir do final do primeiro semestre deste ano, avaliam os economistas da Serasa Experian.
Fonte: Cliente S.A. - 24/01/2011
12 janeiro 2011
Seis Pontos a Serem Melhorados Pelas Empresas em 2011
Aqui estão seis pontos que as empresas deveriam corrigir em 2011:
1. As empresas estão muito ocupadas "sendo empresas" para realmente se preocupar com as necessidades de seus clientes. A maioria das estruturas organizacionais são exatamente isso: apenas estruturas. Poucas empresas são sensíveis o suficiente para colocar as necessidades e desejos dos seus clientes à frente das necessidades e desejos dos seus executivos.
2. A maioria das empresas ainda estão estruturadas em torno de "silos de produtos" ao invés de segmentos de clientes. Seus sistemas de relatórios financeiros são, tradicionalmente, construídos para medir o "retorno sobre produtos." As empresas que utilizam estes sistemas de relatórios encontram muita dificuldade para convertê-los em uma medição de "retorno sobre clientes". Além disso, quase nenhuma das empresas é capaz de medir o valor do ciclo de vida dos clientes.
3. Muitos executivos ainda estão confusos sobre as redes sociais - ou, pelo menos, sobre como capitalizá-las. Quanto mais fragmentadas nossas mídias e canais se tornam, mais confusos nossos executivos ficam na hora de decidir qual a melhor maneira de se comunicar com os clientes.
4. Muitos clientes estão desiludidos com a maioria das empresas com que lidam. Os clientes hoje querem e exigem total transparência. Os dias em que você podia enganar a maioria das pessoas na maior parte do tempo se foram. Hoje, é só pesquisar no Google, ou perguntar no Facebook para saber se você está escondendo fatos por debaixo dos panos. Os clientes hoje querem falar com pessoas reais e locais, e não com máquinas!
5. O "Bellow the line" [termo usado para ferramentas de relacionamento, diferente de publicidade, que eram secundárias] agora é o verdadeiro e novo "Above the line" [ferramentas principais]. A maioria dos CEO's [presidentes de empresas] estão exigindo maior responsabilidade sobre o dinheiro investido em marketing, enquanto a maioria dos clientes bloqueiam qualquer mensagem que não seja diretamente relevante para eles. Consequentemente, o banco de dados de clientes agora é um grande trunfo da empresa.
6. E, por último, nenhuma empresa irá corrigir nenhuma das situações acima até que seus respectivos CEOs assumam o papel de "Chief Customer Officers" [´diretor de clientes´]. Você não pode delegar o foco no cliente. A menos que o CEO esteja no comando do CRM (ou o que preferimos chamar de CEM; Customer Experience Management [gestão da experiência do cliente]), os demais executivos irão encontrar dificuldades para fazer com que a empresa seja verdadeiramente centrada no cliente.
Fonte: 1to1 - 12/01/2011
1. As empresas estão muito ocupadas "sendo empresas" para realmente se preocupar com as necessidades de seus clientes. A maioria das estruturas organizacionais são exatamente isso: apenas estruturas. Poucas empresas são sensíveis o suficiente para colocar as necessidades e desejos dos seus clientes à frente das necessidades e desejos dos seus executivos.
2. A maioria das empresas ainda estão estruturadas em torno de "silos de produtos" ao invés de segmentos de clientes. Seus sistemas de relatórios financeiros são, tradicionalmente, construídos para medir o "retorno sobre produtos." As empresas que utilizam estes sistemas de relatórios encontram muita dificuldade para convertê-los em uma medição de "retorno sobre clientes". Além disso, quase nenhuma das empresas é capaz de medir o valor do ciclo de vida dos clientes.
3. Muitos executivos ainda estão confusos sobre as redes sociais - ou, pelo menos, sobre como capitalizá-las. Quanto mais fragmentadas nossas mídias e canais se tornam, mais confusos nossos executivos ficam na hora de decidir qual a melhor maneira de se comunicar com os clientes.
4. Muitos clientes estão desiludidos com a maioria das empresas com que lidam. Os clientes hoje querem e exigem total transparência. Os dias em que você podia enganar a maioria das pessoas na maior parte do tempo se foram. Hoje, é só pesquisar no Google, ou perguntar no Facebook para saber se você está escondendo fatos por debaixo dos panos. Os clientes hoje querem falar com pessoas reais e locais, e não com máquinas!
5. O "Bellow the line" [termo usado para ferramentas de relacionamento, diferente de publicidade, que eram secundárias] agora é o verdadeiro e novo "Above the line" [ferramentas principais]. A maioria dos CEO's [presidentes de empresas] estão exigindo maior responsabilidade sobre o dinheiro investido em marketing, enquanto a maioria dos clientes bloqueiam qualquer mensagem que não seja diretamente relevante para eles. Consequentemente, o banco de dados de clientes agora é um grande trunfo da empresa.
6. E, por último, nenhuma empresa irá corrigir nenhuma das situações acima até que seus respectivos CEOs assumam o papel de "Chief Customer Officers" [´diretor de clientes´]. Você não pode delegar o foco no cliente. A menos que o CEO esteja no comando do CRM (ou o que preferimos chamar de CEM; Customer Experience Management [gestão da experiência do cliente]), os demais executivos irão encontrar dificuldades para fazer com que a empresa seja verdadeiramente centrada no cliente.
Fonte: 1to1 - 12/01/2011
Feedback dos clientes não é prioridade para as empresas
Relatório da MarketTools revela que o feedback dos clientes não é tratado como prioridade e assume papel secundário nas empresas
Algumas empresas, como a American Express, CDW e Dell, entendem os benefícios que o feedback dos clientes pode trazer, e como resultado, estabeleceram programas de VOC (Voice of the Customer ou Voz do Cliente) ao longo de toda empresa a partir desta iniciativa.
Segundo um novo relatório da MarketTools, o feedback dos clientes não é uma prioridade para muitas empresas, pois menos da metade delas (42%) solicitam o feedback do cliente de maneira contínua, e mais de 22% o solicitam apenas uma vez por ano, ou não o fazem.
Além disso, 94% das empresas ainda não utilizam as mídias sociais para obter feedback, apesar do crescente nível de engajamento nestes canais.
Alguns pontos relevantes:
- Apesar da importância dada à satisfação do cliente, 14% dos executivos entrevistados disseram que suas empresas não solicitam nenhum feedback dos clientes.
- Mais de metade dos entrevistados (56%) não tinham certeza ou disseram que suas empresas não possuíam uma voz formal dos seus programas de clientes.
- Quase 24% dos executivos disseram que raramente ou nunca utilizam o feedback dos clientes para alterar processos de negócio.
Fonte: 1to1 - 12/01/2011
Algumas empresas, como a American Express, CDW e Dell, entendem os benefícios que o feedback dos clientes pode trazer, e como resultado, estabeleceram programas de VOC (Voice of the Customer ou Voz do Cliente) ao longo de toda empresa a partir desta iniciativa.
Segundo um novo relatório da MarketTools, o feedback dos clientes não é uma prioridade para muitas empresas, pois menos da metade delas (42%) solicitam o feedback do cliente de maneira contínua, e mais de 22% o solicitam apenas uma vez por ano, ou não o fazem.
Além disso, 94% das empresas ainda não utilizam as mídias sociais para obter feedback, apesar do crescente nível de engajamento nestes canais.
Alguns pontos relevantes:
- Apesar da importância dada à satisfação do cliente, 14% dos executivos entrevistados disseram que suas empresas não solicitam nenhum feedback dos clientes.
- Mais de metade dos entrevistados (56%) não tinham certeza ou disseram que suas empresas não possuíam uma voz formal dos seus programas de clientes.
- Quase 24% dos executivos disseram que raramente ou nunca utilizam o feedback dos clientes para alterar processos de negócio.
Fonte: 1to1 - 12/01/2011
08 janeiro 2011
Starbucks muda de logo para ganhar novos mercados
A Starbucks terá uma cara diferente a partir de março deste ano. O novo logo da maior rede de cafeterias do mundo abandonará os dizeres Starbucks Coffee e trará para o primeiro plano a clássica imagem da sereia que representa a empresa.
“Mesmo tendo sido sempre uma empresa de café, o que sempre continuaremos a ser, é possível que no futuro tenhamos outros produtos com nosso nome e sem café em seu conteúdo”, afirmou Howard Schultz, CEO da Starbucks, no lançamento do novo logo, que marca também o 40° aniversário da empresa.
A substituição das marcas será feita de forma gradual. Ela se iniciará em itens como copos e guardanapos em março deste ano, antes de ganhar os letreiros das lojas.
A criação do novo visual, como era de se esperar, foi um processo desafiador e demorado. “Desde o começo queríamos honrar o antigo logo. Após centenas de tentativas, encontramos a resposta na simplicidade. Retiramos as palavras, optamos pela cor verde e tiramos a sereia de dentro do arco. Durante 40 anos, ela representou o café, agora ela é a nossa estrela”, afirma Mike P., diretor sênior de criação.
Para quem está curioso sobre a origem da sereia, a história por trás dela não é tão emocionante. Sua imagem foi escolhida por ser uma boa representante das raízes náuticas de Seattle, onde a Starbucks nasceu, e da história transoceânica do café.
Agora, resta saber como o consumidor reagirá a essa mudança. Marcas levam décadas para serem construídas e qualquer alteração pode levar à fúria seus fãs mais leais. A Gap que o diga. Os protestos pela web foram tão intensos que a empresa teve de voltar atrás em sua decisão. Será este o destino da Starbucks?
Fonte: Época Negócios - 06/01/2011
Esta será a quarta mudança no visual da marca desde sua fundação, em 1971. A última delas ocorreu há mais de dez anos, em 1992. Desta vez, a preocupação da companhia não é apenas estética. A Starbucks decidiu retirar a palavra coffee (café) do logo, pois a empresa tomou a decisão de explorar outros mercados, vendendo produtos inclusive fora de suas lojas. Nos Estados Unidos, por exemplo, a rede já comercializa uma linha de sorvetes à base de café que pode ser encontrada também em supermercados e lojas de conveniência.
“Mesmo tendo sido sempre uma empresa de café, o que sempre continuaremos a ser, é possível que no futuro tenhamos outros produtos com nosso nome e sem café em seu conteúdo”, afirmou Howard Schultz, CEO da Starbucks, no lançamento do novo logo, que marca também o 40° aniversário da empresa.
A substituição das marcas será feita de forma gradual. Ela se iniciará em itens como copos e guardanapos em março deste ano, antes de ganhar os letreiros das lojas.
A criação do novo visual, como era de se esperar, foi um processo desafiador e demorado. “Desde o começo queríamos honrar o antigo logo. Após centenas de tentativas, encontramos a resposta na simplicidade. Retiramos as palavras, optamos pela cor verde e tiramos a sereia de dentro do arco. Durante 40 anos, ela representou o café, agora ela é a nossa estrela”, afirma Mike P., diretor sênior de criação.
Para quem está curioso sobre a origem da sereia, a história por trás dela não é tão emocionante. Sua imagem foi escolhida por ser uma boa representante das raízes náuticas de Seattle, onde a Starbucks nasceu, e da história transoceânica do café.
Agora, resta saber como o consumidor reagirá a essa mudança. Marcas levam décadas para serem construídas e qualquer alteração pode levar à fúria seus fãs mais leais. A Gap que o diga. Os protestos pela web foram tão intensos que a empresa teve de voltar atrás em sua decisão. Será este o destino da Starbucks?
Fonte: Época Negócios - 06/01/2011
05 janeiro 2011
Varejo deve continuar aquecido em 2011
Crescimento da renda foi um dos motivos da alta no setor
O varejo brasileiro cresceu 10,3% em 2010, em relação ao ano anterior. Em dezembro, a alta foi de 2,9% na comparação com novembro, já descontadas as influências sazonais, segundo dados da Serasa Experian divulgados ontem (04/01).
De acordo com o professor do Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas), Maurício Morgado, o crescimento da renda foi um dos motivos que desencadeou a alta no setor varejista.
"O crescimento da renda, a redução dos índices de desemprego e a abundância de crédito trouxeram mais otimismo para o consumidor, que passou a comprar mais", destaca Morgado.
Sobre as expectativas para o desempenho do varejo em 2011, Morgado acredita que haverá mais crescimento.
"O varejo deve continuar crescendo, há muito espaço para isso, sobretudo, devido ao avanço da classe D (renda familiar mensal entre R$ 700 e R$ 1.500), que está começando a ganhar poder aquisitivo e a entrar com mais força no mercado", revela Morgado.
Com relação aos setores que devem crescer em 2011 o professor acredita que "eletrodomésticos, celulares, alimentos, automóveis, medicamentos, produtos de beleza e higiene pessoal são os que mais irão impulsionar o varejo".
Fonte: Cliente S.A. - 05/01/2011
O varejo brasileiro cresceu 10,3% em 2010, em relação ao ano anterior. Em dezembro, a alta foi de 2,9% na comparação com novembro, já descontadas as influências sazonais, segundo dados da Serasa Experian divulgados ontem (04/01).
De acordo com o professor do Centro de Excelência em Varejo da FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas), Maurício Morgado, o crescimento da renda foi um dos motivos que desencadeou a alta no setor varejista.
"O crescimento da renda, a redução dos índices de desemprego e a abundância de crédito trouxeram mais otimismo para o consumidor, que passou a comprar mais", destaca Morgado.
Sobre as expectativas para o desempenho do varejo em 2011, Morgado acredita que haverá mais crescimento.
"O varejo deve continuar crescendo, há muito espaço para isso, sobretudo, devido ao avanço da classe D (renda familiar mensal entre R$ 700 e R$ 1.500), que está começando a ganhar poder aquisitivo e a entrar com mais força no mercado", revela Morgado.
Com relação aos setores que devem crescer em 2011 o professor acredita que "eletrodomésticos, celulares, alimentos, automóveis, medicamentos, produtos de beleza e higiene pessoal são os que mais irão impulsionar o varejo".
Fonte: Cliente S.A. - 05/01/2011
Como foi a internet no Brasil em 2010
O site oJornalista.com publicou um infográfico bem interessante sobre os dados da internet em 2010. Vale a pena conferir. Segue abaixo (clique na imagem para ampliar).
Locadora online brasileira é vendida por 11 milhões
A Ideiasnet anunciou nesta segunda-feira que vendeu a totalidade da NetMovies, empresa de locação de DVDs via Internet, para a gestora de investimentos norte-americana Tiger Global Management, por 11,1 milhões de reais.
Deste total, 7,5 milhões de reais foram equivalentes à participação de 54,77 por cento que a Ideiasnet possuía na NetMovies e o restante foi referente a mútuos devidos pela companhia vendida, conforme documento enviado ao mercado.
Fonte: Reuters
Deste total, 7,5 milhões de reais foram equivalentes à participação de 54,77 por cento que a Ideiasnet possuía na NetMovies e o restante foi referente a mútuos devidos pela companhia vendida, conforme documento enviado ao mercado.
Fonte: Reuters
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