É impressionante o que a Apple tem conquistado, principalmente levando-se em conta que em 1997 a empresa estava à beira da falência. Com Steve Jobs de volta ao comando, foram feitos investimentos em design de produtos (mas com redução do portfólio), inovação e diversificação (a empresa não se restringiu a computadores, mas entrou de forma agressiva no setor de mp3 players, telefones celulares, etc.).
Agora a empresa vale mais que a Dell e a Microsoft. Isto era inimaginável há 13 anos...
Veja a matéria aqui.
Arnaldo Rabelo
27 maio 2010
26 maio 2010
A segmentação está se tornando social
Os dados são a base de qualquer estratégia de marketing bem sucedida. Décadas de pesquisa produziram dezenas de teorias e práticas sobre qual é a melhor maneira para os anunciantes atingirem o público-alvo. Os profissionais de marketing têm conhecido uma série de técnicas de segmentação, mais focadas no contexto, demografia e perfil psicográfico. Com o crescimento da mídia social, foi descoberta toda uma nova abordagem para conquistar público para as marcas baseando-se nas conexões entre as pessoas e entre pessoas e marcas. Esta nova abordagem é chamada de segmentação social.
Segmentação social é uma grande mudança sobre o antigo modelo de segmentação. O modelo antigo associava uma marca a atributos pessoais - idade, sexo, nível de renda e atitudes culturais - e, em seguida, selecionava a mídia que melhor correspondia aos atributos. O novo modelo, viabilizado tanto pela mídia social quanto pelas tecnologias de cobrança de anúncios online (troca de anúncios e oferta de lances em tempo real para anúncios por palavras-chave em mecanismos de busca), usa dados da rede social para agrupar públicos específicos e atingi-los onde eles estão mais receptivos às mensagens de marketing.
Teorias sobre segmentação baseada em conexões entre os consumidores estão disponíveis há vários anos. Em pesquisa publicada em 2006, a AT&T Research e a Stern School of Business (da New York University) mostraram que a melhor maneira de encontrar novos clientes para um determinado serviço de telecomunicações foi por meio das conexões entre clientes em potencial e clientes existentes. Avaliando uma grande quantidade de dados para definir grupos de pessoas com base no perfil pessoal e padrões de compra, a equipe de pesquisa identificou que a melhor maneira de identificar os futuros clientes foi focar nas pessoas que chamaram os clientes atuais (e foram chamados por eles) mais recentemente e com maior freqüência.
A segmentação social adaptou este conceito e o utilizou em escala nas mídias sociais. Ao analisar dados da rede social derivados de visitas a micro-conteúdos, a tecnologia de segmentação social agrupa públicos específicos compostos por clientes atuais da marca (leais à marca) e as suas conexões mais próximas. Ela faz isso sem qualquer referência a informações pessoais identificáveis, ou qualquer reconhecimento específico do conteúdo do site. De páginas de perfil, passando por sites de compartilhamento de fotos, a blogs pessoais, as visitas a micro-conteúdos definem as conexões que ajudam a prever a afinidade com a marca comum a todos os usuários. O pioneirismo está no modo como essas conexões são avaliadas. Um complexo e crescente conjunto de algoritmos mede a eficácia de diversas classes de micro-conteúdos para otimizar repetidamente os dados da rede social, de forma única para cada marca e cada campanha publicitária.
Segmentação social tem estreita relação com desempenho e escala. Ela pode funcionar para qualquer marca, proporcionando melhor retorno sobre o investimento que outros métodos de segmentação. Os primeiros resultados têm-se revelado particularmente eficazes para profissionais de marketing cujos objetivos são a conquista de clientes para serviços online, como lojas, serviços financeiros e de turismo. Com o tempo, espera-se que os profissionais adotem a segmentação social como o método preferido para a conquista de públicos mais receptivos às mensagens de sua marca.
Baseado em artigo de Tom Phillips na Online Media Daily - 26/05/2010
Segmentação social é uma grande mudança sobre o antigo modelo de segmentação. O modelo antigo associava uma marca a atributos pessoais - idade, sexo, nível de renda e atitudes culturais - e, em seguida, selecionava a mídia que melhor correspondia aos atributos. O novo modelo, viabilizado tanto pela mídia social quanto pelas tecnologias de cobrança de anúncios online (troca de anúncios e oferta de lances em tempo real para anúncios por palavras-chave em mecanismos de busca), usa dados da rede social para agrupar públicos específicos e atingi-los onde eles estão mais receptivos às mensagens de marketing.
Teorias sobre segmentação baseada em conexões entre os consumidores estão disponíveis há vários anos. Em pesquisa publicada em 2006, a AT&T Research e a Stern School of Business (da New York University) mostraram que a melhor maneira de encontrar novos clientes para um determinado serviço de telecomunicações foi por meio das conexões entre clientes em potencial e clientes existentes. Avaliando uma grande quantidade de dados para definir grupos de pessoas com base no perfil pessoal e padrões de compra, a equipe de pesquisa identificou que a melhor maneira de identificar os futuros clientes foi focar nas pessoas que chamaram os clientes atuais (e foram chamados por eles) mais recentemente e com maior freqüência.
A segmentação social adaptou este conceito e o utilizou em escala nas mídias sociais. Ao analisar dados da rede social derivados de visitas a micro-conteúdos, a tecnologia de segmentação social agrupa públicos específicos compostos por clientes atuais da marca (leais à marca) e as suas conexões mais próximas. Ela faz isso sem qualquer referência a informações pessoais identificáveis, ou qualquer reconhecimento específico do conteúdo do site. De páginas de perfil, passando por sites de compartilhamento de fotos, a blogs pessoais, as visitas a micro-conteúdos definem as conexões que ajudam a prever a afinidade com a marca comum a todos os usuários. O pioneirismo está no modo como essas conexões são avaliadas. Um complexo e crescente conjunto de algoritmos mede a eficácia de diversas classes de micro-conteúdos para otimizar repetidamente os dados da rede social, de forma única para cada marca e cada campanha publicitária.
Segmentação social tem estreita relação com desempenho e escala. Ela pode funcionar para qualquer marca, proporcionando melhor retorno sobre o investimento que outros métodos de segmentação. Os primeiros resultados têm-se revelado particularmente eficazes para profissionais de marketing cujos objetivos são a conquista de clientes para serviços online, como lojas, serviços financeiros e de turismo. Com o tempo, espera-se que os profissionais adotem a segmentação social como o método preferido para a conquista de públicos mais receptivos às mensagens de sua marca.
Baseado em artigo de Tom Phillips na Online Media Daily - 26/05/2010
25 maio 2010
Perspectivas da economia brasileira
Economistas apontam cenário positivo para o Brasil nos próximos anos
A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) promoveu no dia 24/05, em sua sede no Centro de São Paulo, mais um seminário "Perspectivas da Economia". O presidente da ACSP e Facesp, Alencar Burti, abriu o evento, comentando sobre os prognósticos que os especialistas estavam prestes a dar, sobre a crise européia. "Em tempos de crise, ou vamos muito mal, ou conseguimos nos blindar", comentou.
Para o economista, sócio da Tendências Consultoria e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, mais uma vez serão os países emergentes que sustentarão o cenário de crise, mantendo o ritmo forte de crescimento. Dentro dessa conjuntura, Loyola comentou a situação do Brasil: "O País está mais resistente a crises: contamos com um sistema financeiro mais sólido, menos exposto às ondas de turbulência da economia mundial". Segundo o economista, essa solidez é sustentada pelo seguinte tripé: "O câmbio flutuante absorve os choques externos, enquanto o Banco Central autônomo mantém as metas de inflação e, por fim, o regime fiscal robusto ajuda a gerar superávit primário", aponta.
Quanto às perspectivas para 2010, o especialista aposta nos seguintes números: PIB crescendo a 6,5%, massa salarial a 5,6%, produção industrial a 11%, vendas no varejo a 9,7%, crédito a pessoa física a 11% e a pessoa jurídica a 8%. "A inflação ficará acima da meta de 4,5%, porém ainda dentro da banda de tolerância", comenta. "Hoje o Brasil tem capacidade de crescer mais do que na década passada e estamos indiscutivelmente mais preparados para enfrentar turbulências externas. Contudo, ainda estamos muito atrasados em termos de reformas, além de contarmos com um sistema tributário ineficiente e uma reinserção do Estado nas questões empresariais", finalizou.
Na sequência, o economista da ACSP e professor da USP, Ulisses Gamboa, apresentou mais perspectivas do cenário econômico nacional, destacando a retomada do emprego nas áreas de comércio e serviço. Para 2010, Gamboa aposta na geração de empregos formais em todos os setores - inclusive na indústria, que amargou grandes perdas durante a crise econômica. De acordo com o economista, os fatores de expansão para o Brasil são: crescimento do consumo das famílias, recuperação do investimento produtivo e crescimento do gasto público. "Por outro lado, nossos fatores de risco são: crescimento, embora limitado, da inflação; menor solvência fiscal, desvalorização das contas externas e do câmbio", finalizou.
O economista-chefe e superintendente institucional da ACSP, Marcel Solimeo, apresentou os impactos da economia no cenário nacional de crédito e inadimplência. Dentre os fatores que impulsionarão a expansão no crédito para 2010, o especialista aposta na combinação juros menores e prazos mais longos, o que diminui o valor das prestações. "Além disso, contamos com a disseminação dos créditos com garantia, especialmente, para veículos e consignado", aposta o executivo. Apesar do cenário de crescimento, Solimeo alerta sobre a ilusão de lidar com números recordes. Sobre a explosão do crédito no Brasil, Solimeo comenta o fato do País estar vivenciando um aumento de demanda mais de acordo com o crescimento da renda.
Fonte: Cliente S.A. - 25/05/2010
A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) promoveu no dia 24/05, em sua sede no Centro de São Paulo, mais um seminário "Perspectivas da Economia". O presidente da ACSP e Facesp, Alencar Burti, abriu o evento, comentando sobre os prognósticos que os especialistas estavam prestes a dar, sobre a crise européia. "Em tempos de crise, ou vamos muito mal, ou conseguimos nos blindar", comentou.
Para o economista, sócio da Tendências Consultoria e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, mais uma vez serão os países emergentes que sustentarão o cenário de crise, mantendo o ritmo forte de crescimento. Dentro dessa conjuntura, Loyola comentou a situação do Brasil: "O País está mais resistente a crises: contamos com um sistema financeiro mais sólido, menos exposto às ondas de turbulência da economia mundial". Segundo o economista, essa solidez é sustentada pelo seguinte tripé: "O câmbio flutuante absorve os choques externos, enquanto o Banco Central autônomo mantém as metas de inflação e, por fim, o regime fiscal robusto ajuda a gerar superávit primário", aponta.
Quanto às perspectivas para 2010, o especialista aposta nos seguintes números: PIB crescendo a 6,5%, massa salarial a 5,6%, produção industrial a 11%, vendas no varejo a 9,7%, crédito a pessoa física a 11% e a pessoa jurídica a 8%. "A inflação ficará acima da meta de 4,5%, porém ainda dentro da banda de tolerância", comenta. "Hoje o Brasil tem capacidade de crescer mais do que na década passada e estamos indiscutivelmente mais preparados para enfrentar turbulências externas. Contudo, ainda estamos muito atrasados em termos de reformas, além de contarmos com um sistema tributário ineficiente e uma reinserção do Estado nas questões empresariais", finalizou.
Na sequência, o economista da ACSP e professor da USP, Ulisses Gamboa, apresentou mais perspectivas do cenário econômico nacional, destacando a retomada do emprego nas áreas de comércio e serviço. Para 2010, Gamboa aposta na geração de empregos formais em todos os setores - inclusive na indústria, que amargou grandes perdas durante a crise econômica. De acordo com o economista, os fatores de expansão para o Brasil são: crescimento do consumo das famílias, recuperação do investimento produtivo e crescimento do gasto público. "Por outro lado, nossos fatores de risco são: crescimento, embora limitado, da inflação; menor solvência fiscal, desvalorização das contas externas e do câmbio", finalizou.
O economista-chefe e superintendente institucional da ACSP, Marcel Solimeo, apresentou os impactos da economia no cenário nacional de crédito e inadimplência. Dentre os fatores que impulsionarão a expansão no crédito para 2010, o especialista aposta na combinação juros menores e prazos mais longos, o que diminui o valor das prestações. "Além disso, contamos com a disseminação dos créditos com garantia, especialmente, para veículos e consignado", aposta o executivo. Apesar do cenário de crescimento, Solimeo alerta sobre a ilusão de lidar com números recordes. Sobre a explosão do crédito no Brasil, Solimeo comenta o fato do País estar vivenciando um aumento de demanda mais de acordo com o crescimento da renda.
Fonte: Cliente S.A. - 25/05/2010
17 maio 2010
Laboratório de Vendas
Em uma parceria com a Bertolucci Consulting, a Rabelo & Associados está oferecendo o serviço Laboratório de Vendas. É uma consultoria focada em obter resultados de vendas em curto prazo para seus clientes. Partimos de uma análise de informações internas e externas à empresa. O sistema de administração de vendas também é revisado. São analisadas as causas relacionadas direta ou indiretamente ao não atingimento das metas de vendas. Em função desta análise, ações são planejadas, executadas e monitoradas.
Veja a apresentação (clique na imagem ou link abaixo):
Veja a apresentação (clique na imagem ou link abaixo):
04 maio 2010
Capitais e classe B vão liderar consumo
As grandes cidades e as famílias da classe B, aquelas que sentiram no ano passado o tranco da crise em suas aplicações financeiras, serão as vedetes do consumo em 2010. Sustentados pelo crescimento do crédito, da renda e do emprego, os brasileiros, no total, devem gastar neste ano R$ 2,2 trilhões com produtos e serviços básicos, além das despesas com viagens e com a compra de eletrodomésticos, veículos, roupas e móveis.
Os números fazem parte do estudo Índice de Potencial de Consumo (IPC) Target. Esta será a maior cifra desembolsada desde que o indicador começou a ser calculado, em 1995. O estudo é feito anualmente pela IPC Marketing Editora, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com os de outras fontes. Para a edição deste ano, levou-se em conta que o Produto Interno Bruto (PIB) do País crescerá 6,1% este ano.
De acordo com o estudo, as 27 capitais devem responder por 34,5% do consumo neste ano. A participação delas em 2009 foi de 32%, a menor em cinco anos. Já as famílias das classes B1 e B2 detinham no ano passado 43,9% do consumo das capitais e, neste ano, a participação subiu para 48,1%. No mesmo período, a classe C retrocedeu: respondia por 23,4% do consumo das capitais em 2009 e hoje participa com 20,1%. Parte do recuo se deve à ascensão das famílias da classe C para a classe B.
(...) A massa de rendimentos das classes A e B deve aumentar 4,9% este ano, com elevação de 1,3 ponto percentual sobre 2009. Na classe C, os rendimentos terão crescimento de 1,1 ponto percentual.
Fonte: O Estado de S. Paulo - 3 de maio de 2010
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Esta informação deve ser interpretada com muito cuidado. A classe C continua sendo um motor importante da economia, principalmente pela velocidade com que aumentou seu poder de consumo. Agora essa velocidade diminuiu e a classe B, que não havia tido ganhos expressivos em seu poder aquisitivo (que é bem maior que o da classe C), está tendo aumento na média de seu poder aquisitivo. O estudo aponta a diferença entre as capitais, onde a recuperação econômica ocorre mais rápido, e o interior.
Os números fazem parte do estudo Índice de Potencial de Consumo (IPC) Target. Esta será a maior cifra desembolsada desde que o indicador começou a ser calculado, em 1995. O estudo é feito anualmente pela IPC Marketing Editora, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com os de outras fontes. Para a edição deste ano, levou-se em conta que o Produto Interno Bruto (PIB) do País crescerá 6,1% este ano.
De acordo com o estudo, as 27 capitais devem responder por 34,5% do consumo neste ano. A participação delas em 2009 foi de 32%, a menor em cinco anos. Já as famílias das classes B1 e B2 detinham no ano passado 43,9% do consumo das capitais e, neste ano, a participação subiu para 48,1%. No mesmo período, a classe C retrocedeu: respondia por 23,4% do consumo das capitais em 2009 e hoje participa com 20,1%. Parte do recuo se deve à ascensão das famílias da classe C para a classe B.
(...) A massa de rendimentos das classes A e B deve aumentar 4,9% este ano, com elevação de 1,3 ponto percentual sobre 2009. Na classe C, os rendimentos terão crescimento de 1,1 ponto percentual.
Fonte: O Estado de S. Paulo - 3 de maio de 2010
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Esta informação deve ser interpretada com muito cuidado. A classe C continua sendo um motor importante da economia, principalmente pela velocidade com que aumentou seu poder de consumo. Agora essa velocidade diminuiu e a classe B, que não havia tido ganhos expressivos em seu poder aquisitivo (que é bem maior que o da classe C), está tendo aumento na média de seu poder aquisitivo. O estudo aponta a diferença entre as capitais, onde a recuperação econômica ocorre mais rápido, e o interior.
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