Conceituados médicos pediram uma investigação sobre uma suposta propaganda "subliminar" que a escuderia Ferrari de F-1 estaria fazendo para uma marca de cigarros em seus uniformes, publicou nesta quinta-feira o diário britânico "Times".
A acusação é de que o código de barras usado no macacão dos pilotos e nos carros é desenhada para lembrar um pacote de cigarros da marca Marlboro --o que é contra a legislação europeia, que não permite propaganda de tabaco em eventos esportivos.
O jornal diz ainda que, nesta quarta-feira, um porta-voz da Comissão Europeia de Saúde Pública pediu medidas dos governos de Espanha e Reino Unido, que recebem os dois próximos GPs da temporada.
A acusação ganhou mais força quando John Britton, membro do Royal College of Physicians (associação de médicos britânica), e diretor da divisão de consultoria sobre tabaco da instituição, afirmou que o design "lembra a parte inferior de um pacote de cigarros Marlboro".
"Fiquei muito surpreso quando vi, pois está passando dos limites", falou.
Fonte: Folha de S. Paulo - 29/04/2010
Arnaldo Rabelo
29 abril 2010
25 abril 2010
A cabeça de Steve Jobs
O livro "A cabeça de Steve Jobs" é bem interessante.
Já no primeiro capítulo podemos ver a importância de várias questões estratégicas de marketing e gestão: a coragem para mudar, ter foco, priorização, eliminar produtos que não sejam lucrativos, liderança para a execução, diferenciação, agregar valor (não entrando na guerra de preços), design, criatividade, força da marca, fidelidade dos clientes, valorização das pessoas talentosas, delegação de responsabilidades e busca do lucro (não do volume).
Mais tarde, em outra fase, veio a diversificação (entrou em outros setores, com mp3 players, celulares, leitores de livros eletrônicos, etc.).
Esses princípios são aplicáveis a qualquer setor.
16 abril 2010
Renda da 3ª idade atinge R$ 7,5 bilhões por mês
Com dinheiro no bolso, tempo livre e autonomia para gastá-lo, o potencial de consumo dos brasileiros que já passaram dos 60 anos começa a chamar atenção. Pesquisa recém-concluída sobre o mercado da terceira idade, do Instituto Somatório, revela que essa faixa etária tem renda mensal de R$ 7,5 bilhões, que corresponde a 15% dos rendimentos dos domicílios do País. Quase a totalidade dessa população (93%) tem renda própria.
"A pesquisa quebrou vários estereótipos negativos em relação à população da terceira idade", afirma Marcello Guerra, diretor do instituto de pesquisas e responsável pelo estudo. Ele faz referência à imagem do idoso dependente financeiramente e sem poder de decisão. A pesquisa entrevistou cerca de 1.500 pessoas com mais de 60 anos, de todas as classes sociais, em dez centros urbanos do País, em outubro do ano passado.
Um dos dados que chamam a atenção é o papel que a população com mais de 60 anos de idade desempenha na renda familiar. De acordo com o estudo, esse grupo responde, em média, por nada menos do que 71% da renda familiar total. Essa participação aumenta de forma significativa quanto menor o poder aquisitivo da classe econômica.
Na classe A, por exemplo, eles contribuem para 55% da renda familiar; na classe B, essa participação sobe para 59%; na classe C, para 72%; na classe D, chega a 88%. A classificação social usada pela pesquisa é o Critério Brasil da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (ABEP), que considera não só a renda, mas a posse de bens, as condições de moradia e a escolaridade.
Veja a matéria completa aqui.
Fonte: O Estado de S. Paulo - 12/04/2010
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O público idoso será um mercado cada vez mais importante no Brasil. Quase não há produtos e serviços desenvolvidos especialmente para ele. Esta é uma grande oportunidade. Porém, é fundamental pesquisar o produto junto a este público antes de seu lançamento e não desenvolvê-lo com idéias pré-concebidas.
"A pesquisa quebrou vários estereótipos negativos em relação à população da terceira idade", afirma Marcello Guerra, diretor do instituto de pesquisas e responsável pelo estudo. Ele faz referência à imagem do idoso dependente financeiramente e sem poder de decisão. A pesquisa entrevistou cerca de 1.500 pessoas com mais de 60 anos, de todas as classes sociais, em dez centros urbanos do País, em outubro do ano passado.
Um dos dados que chamam a atenção é o papel que a população com mais de 60 anos de idade desempenha na renda familiar. De acordo com o estudo, esse grupo responde, em média, por nada menos do que 71% da renda familiar total. Essa participação aumenta de forma significativa quanto menor o poder aquisitivo da classe econômica.
Na classe A, por exemplo, eles contribuem para 55% da renda familiar; na classe B, essa participação sobe para 59%; na classe C, para 72%; na classe D, chega a 88%. A classificação social usada pela pesquisa é o Critério Brasil da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (ABEP), que considera não só a renda, mas a posse de bens, as condições de moradia e a escolaridade.
Veja a matéria completa aqui.
Fonte: O Estado de S. Paulo - 12/04/2010
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O público idoso será um mercado cada vez mais importante no Brasil. Quase não há produtos e serviços desenvolvidos especialmente para ele. Esta é uma grande oportunidade. Porém, é fundamental pesquisar o produto junto a este público antes de seu lançamento e não desenvolvê-lo com idéias pré-concebidas.
Economia cresce e já aponta para PIB recorde
Esta notícia do Valor Econômico chamou a minha atenção pelo contraste com o que tenho observado de perto em vários setores, que ainda sofrem com a baixa demanda e economia lenta.
O problema é que o reaquecimento da economia não se dá por igual. Alguns setores, como o de automóveis e linha branca (que tiveram isenção temporária de IPI), assim como o da construção civil e commodities, estão tendo maior impulso. Bens de consumo voltados ao público de baixa renda também estão em um momento melhor.
Outros setores ainda amargam dificuldades. Porém, tudo indica que terão melhores resultados no segundo semestre. Problemas de competitividade, como baixa diferenciação, baixo investimento em pesquisa&desenvolvimento e marketing, também são comuns, interferindo negativamente no resultado de muitas empresas.
A notícia segue abaixo.
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A economia brasileira manteve no primeiro trimestre do ano o ritmo acelerado com que encerrou 2009. O crescimento expressivo da produção industrial e do varejo em fevereiro, segundo analistas, indica que o Produto Interno Bruto (PIB) no período avançou 2%, equivalente a uma taxa anualizada de 8,4%. Dessa forma, as previsões sobre o comportamento do PIB no ano estão sendo constantemente elevadas e agora já chegam a ultrapassar os 7%. Se a previsão se confirmar, será o maior crescimento desde os 7,49% de 1986, na vigência do Plano Cruzado.
Os dados de vendas no comércio varejista em fevereiro superaram de longe a expectativa do mercado, que trabalhava com uma expansão inferior a 1% sobre janeiro, mas viu uma alta de 1,6%. O próprio número de janeiro foi revisado para cima, de 2,7% para 3%. O economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, diz que "todos os dados vieram acima das projeções", o crescimento foi disseminado e sua aceleração é "inequívoca".
No caso do varejo ampliado, que inclui veículos, peças e materiais de construção, o crescimento atingiu 2,1% em relação a janeiro. Tudo indica que, em março, as vendas de automóveis tiveram mais um desempenho expressivo, com o fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Segundo os números da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave), o licenciamento de automóveis e comerciais leves cresceu 18,6% sobre fevereiro, na série com ajuste sazonal calculada pela LCA Consultores.
O economista Fernando de Paula Rocha, da JGP Gestão de Recursos, calcula que se o país não crescer mais nada até o fim do ano, apenas com o registrado no primeiro trimestre e o que herdou de 2009, o PIB crescerá 4,8%. "Isso, é claro, não vai acontecer", diz. "Se o crescimento recuar de 2% para 1% entre o primeiro e o segundo trimestre e oscilar nessa faixa até dezembro, o PIB avançará 6,4%. Uma alta superior a 6% é muito fácil de ser alcançada".
O aumento do consumo motiva os analistas a projetar elevações de preços, já em alta no primeiro trimestre devido a fatores sazonais, e a aguardar uma elevação mais agressiva dos juros na próxima reunião do Copom.
Fonte: Valor Econômico - 15/04/2010
O problema é que o reaquecimento da economia não se dá por igual. Alguns setores, como o de automóveis e linha branca (que tiveram isenção temporária de IPI), assim como o da construção civil e commodities, estão tendo maior impulso. Bens de consumo voltados ao público de baixa renda também estão em um momento melhor.
Outros setores ainda amargam dificuldades. Porém, tudo indica que terão melhores resultados no segundo semestre. Problemas de competitividade, como baixa diferenciação, baixo investimento em pesquisa&desenvolvimento e marketing, também são comuns, interferindo negativamente no resultado de muitas empresas.
A notícia segue abaixo.
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A economia brasileira manteve no primeiro trimestre do ano o ritmo acelerado com que encerrou 2009. O crescimento expressivo da produção industrial e do varejo em fevereiro, segundo analistas, indica que o Produto Interno Bruto (PIB) no período avançou 2%, equivalente a uma taxa anualizada de 8,4%. Dessa forma, as previsões sobre o comportamento do PIB no ano estão sendo constantemente elevadas e agora já chegam a ultrapassar os 7%. Se a previsão se confirmar, será o maior crescimento desde os 7,49% de 1986, na vigência do Plano Cruzado.
Os dados de vendas no comércio varejista em fevereiro superaram de longe a expectativa do mercado, que trabalhava com uma expansão inferior a 1% sobre janeiro, mas viu uma alta de 1,6%. O próprio número de janeiro foi revisado para cima, de 2,7% para 3%. O economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, diz que "todos os dados vieram acima das projeções", o crescimento foi disseminado e sua aceleração é "inequívoca".
No caso do varejo ampliado, que inclui veículos, peças e materiais de construção, o crescimento atingiu 2,1% em relação a janeiro. Tudo indica que, em março, as vendas de automóveis tiveram mais um desempenho expressivo, com o fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Segundo os números da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave), o licenciamento de automóveis e comerciais leves cresceu 18,6% sobre fevereiro, na série com ajuste sazonal calculada pela LCA Consultores.
O economista Fernando de Paula Rocha, da JGP Gestão de Recursos, calcula que se o país não crescer mais nada até o fim do ano, apenas com o registrado no primeiro trimestre e o que herdou de 2009, o PIB crescerá 4,8%. "Isso, é claro, não vai acontecer", diz. "Se o crescimento recuar de 2% para 1% entre o primeiro e o segundo trimestre e oscilar nessa faixa até dezembro, o PIB avançará 6,4%. Uma alta superior a 6% é muito fácil de ser alcançada".
O aumento do consumo motiva os analistas a projetar elevações de preços, já em alta no primeiro trimestre devido a fatores sazonais, e a aguardar uma elevação mais agressiva dos juros na próxima reunião do Copom.
Fonte: Valor Econômico - 15/04/2010
Mundo deveria ter um novo G-7, com os países do BRIC, diz Jim O'Neill
Criador do termo BRIC defende que o grupo seja formado por Brasil, Rússia, Índia, China, Estados Unidos, Japão e União Europeia
O chefe de pesquisa em economia global do Goldman Sachs, Jim O’Neill, o homem que criou o acrônimo BRIC – que se refere ao grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China – afirmou dia 15/04 que um dos principais desafios do Brasil é ter uma política monetária bem avançada para controlar a inflação, sem descuidar do crescimento do consumo interno.
Falando a jornalistas e economistas via videoconferência na sede da Federação do Comércio (Fecomercio), em São Paulo, O’Neill afirmou que o Brasil está concentrado na economia interna. Ele acredita que é preciso continuar nessa linha para manter a inflação baixa e estável, mas que é preciso também apresentar maior comprometimento com o comércio internacional.
Segundo o economista, os Brics representam 16% do PIB global, o equivalente a quase 70% dos Estados Unidos. “Em 2018, juntos, eles serão tão grandes quanto os Estados Unidos. É uma conta simples, porque é nos países dos Brics que há de maneira mais rápida o crescimento da economia e do consumo”, disse.
Na sua opinião, não faz sentido que o G-7 ainda tenha mais peso que os Brics, já que, individualmente, são maiores do que o Canadá, que faz parte do bloco dos mais ricos. “Acredito que deveríamos começar a pensar em um novo G-7 composto pelos quatro países do Bric, mais Estados Unidos, Japão e União Europeia.”
- Ver matéria completa.
Fonte: Época Negócios - 15/04/2010
O chefe de pesquisa em economia global do Goldman Sachs, Jim O’Neill, o homem que criou o acrônimo BRIC – que se refere ao grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China – afirmou dia 15/04 que um dos principais desafios do Brasil é ter uma política monetária bem avançada para controlar a inflação, sem descuidar do crescimento do consumo interno.
Falando a jornalistas e economistas via videoconferência na sede da Federação do Comércio (Fecomercio), em São Paulo, O’Neill afirmou que o Brasil está concentrado na economia interna. Ele acredita que é preciso continuar nessa linha para manter a inflação baixa e estável, mas que é preciso também apresentar maior comprometimento com o comércio internacional.
Segundo o economista, os Brics representam 16% do PIB global, o equivalente a quase 70% dos Estados Unidos. “Em 2018, juntos, eles serão tão grandes quanto os Estados Unidos. É uma conta simples, porque é nos países dos Brics que há de maneira mais rápida o crescimento da economia e do consumo”, disse.
Na sua opinião, não faz sentido que o G-7 ainda tenha mais peso que os Brics, já que, individualmente, são maiores do que o Canadá, que faz parte do bloco dos mais ricos. “Acredito que deveríamos começar a pensar em um novo G-7 composto pelos quatro países do Bric, mais Estados Unidos, Japão e União Europeia.”
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Fonte: Época Negócios - 15/04/2010
09 abril 2010
Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo
Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.
A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.
Fonte: Meio & Mensagem - 08/04/2010
--
Ver matéria completa aqui.
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.
A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.
Fonte: Meio & Mensagem - 08/04/2010
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01 abril 2010
Investimento em mídia social deve dobrar nos próximos anos
Há pouco mais de um ano, a AmBev resolveu experimentar uma nova estratégia para divulgar dois de seus produtos - a cerveja Skol e o Guaraná Antarctica. Para atingir o público de 18 a 35 anos, a companhia passou a criar filmes engraçados no site de compartilhamento de vídeos YouTube. Só no primeiro dia, mais de 400 000 pessoas assistiram à peça publicitária. A experiência foi considerada promissora e, em julho do ano passado, a AmBev decidiu criar uma equipe dedicada exclusivamente a divulgar a marca Skol nas redes sociais da internet. Sob o comando do administrador Sérgio Eleutério, de 29 anos, quinze profissionais monitoram 24 horas por dia as oito comunidades em que a marca está presente: Twitter, Facebook, Orkut, YouTube, Flickr, Blip.fm, Drimio e Last.fm.
Uma pesquisa da Universidade Duke, dos Estados Unidos, revela que atualmente 10% do orçamento em marketing das empresas é direcionado às redes sociais. Em cinco anos, essa fatia dobrará de tamanho. "Em algumas companhias, como a nossa, o investimento nas redes é o segundo em marketing", afirma Eleutério.
Monitorar o que se diz da empresa na web é um dos pontos cruciais do negócio. "Independentemente da vontade das empresas, as pessoas vão comentar sobre elas na rede. Não é exagero dizer que ficar de fora desse ambiente é uma estratégia arriscada. Tanto que já é bastante expressivo o número de companhias que usam pelo menos alguma ação desse tipo: quase 70% das 100 maiores marcas do mundo. Um estudo feito por duas consultorias americanas especializadas no assunto conclui ainda que há relação entre esse investimento e a lucratividade. Quanto mais "engajada" a empresa na internet, maiores são suas chances de retorno financeiro. Em um ano, as primeiras do ranking tiveram até 20% de acréscimo no faturamento.
É o caso da Starbucks, que encabeça a lista. Depois de ter centenas de lojas fechadas nos Estados Unidos em 2008, o gigante dos cafés identificou uma janela de oportunidade no meio virtual. Criou uma comunidade no Facebook para que as pessoas fizessem sugestões e discutissem abertamente o que achavam da marca. Em poucos meses, a comunidade tornou-se uma das mais populares do site, com 6 milhões de fãs atualmente. Além de aumentar as vendas, a medida ajudou a imagem da empresa.
Ao abrirem espaço para críticas, as empresas transmitem aos consumidores o recado de que, se eles encontram um problema, elas estão dispostas a resolvê-lo. O grupo Pão de Açúcar, por exemplo, anunciou recentemente a criação de um departamento voltado às redes sociais. O investimento, de 10 milhões de reais para 2010, é um dos mais altos da empresa. "Com o crescimento de sites como Orkut, Facebook e Twitter, e a mudança na forma como as pessoas conversam entre si, entendemos que ou o Pão de Açúcar entrava com força no meio digital, ou ficava para trás", diz Hugo Bethlem, vice-presidente do grupo.
Fonte: Veja - 31/03/2010
Veja a matéria completa aqui.
Uma pesquisa da Universidade Duke, dos Estados Unidos, revela que atualmente 10% do orçamento em marketing das empresas é direcionado às redes sociais. Em cinco anos, essa fatia dobrará de tamanho. "Em algumas companhias, como a nossa, o investimento nas redes é o segundo em marketing", afirma Eleutério.
Monitorar o que se diz da empresa na web é um dos pontos cruciais do negócio. "Independentemente da vontade das empresas, as pessoas vão comentar sobre elas na rede. Não é exagero dizer que ficar de fora desse ambiente é uma estratégia arriscada. Tanto que já é bastante expressivo o número de companhias que usam pelo menos alguma ação desse tipo: quase 70% das 100 maiores marcas do mundo. Um estudo feito por duas consultorias americanas especializadas no assunto conclui ainda que há relação entre esse investimento e a lucratividade. Quanto mais "engajada" a empresa na internet, maiores são suas chances de retorno financeiro. Em um ano, as primeiras do ranking tiveram até 20% de acréscimo no faturamento.
É o caso da Starbucks, que encabeça a lista. Depois de ter centenas de lojas fechadas nos Estados Unidos em 2008, o gigante dos cafés identificou uma janela de oportunidade no meio virtual. Criou uma comunidade no Facebook para que as pessoas fizessem sugestões e discutissem abertamente o que achavam da marca. Em poucos meses, a comunidade tornou-se uma das mais populares do site, com 6 milhões de fãs atualmente. Além de aumentar as vendas, a medida ajudou a imagem da empresa.
Ao abrirem espaço para críticas, as empresas transmitem aos consumidores o recado de que, se eles encontram um problema, elas estão dispostas a resolvê-lo. O grupo Pão de Açúcar, por exemplo, anunciou recentemente a criação de um departamento voltado às redes sociais. O investimento, de 10 milhões de reais para 2010, é um dos mais altos da empresa. "Com o crescimento de sites como Orkut, Facebook e Twitter, e a mudança na forma como as pessoas conversam entre si, entendemos que ou o Pão de Açúcar entrava com força no meio digital, ou ficava para trás", diz Hugo Bethlem, vice-presidente do grupo.
Fonte: Veja - 31/03/2010
Veja a matéria completa aqui.
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