Arnaldo Rabelo

11 janeiro 2010

Peugeot lança filme comemorativo de 200 anos

A Peugeot lançou um filme comemorativo de seus 200 anos. Feito em computação gráfica 3D, a peça mostra produtos históricos da marca, evoluindo ao longo do tempo.

Pode-se ver também o novo logotipo e slogan da marca (motion and emotion).

Sites corporativos não são o canal online mais importante para as empresas

Já faz algum tempo, temos acompanhado a evolução das ferramentas online e para onde o público consumidor está indo na internet. Uma coisa é certa: não estão indo para os sites corporativos.

E o curioso é que a maioria das empresas parece ignorar o fato, pois investem apenas nessa ferramenta já antiga. O Ibope Nielsen Online divulgou uma pesquisa que mostra que os sites corporativos tiveram uma queda média de audiência de 7,6% em set/09 em relação ao mês anterior. E um estudo da Associação Comercial de São Paulo mostrou que um terço das empresas não têm nem isso. Em regiões com menos acesso à internet, esse número deve ser ainda maior.

Muitas empresas ainda usam a internet apenas como um meio de divulgação de informações. No entanto, as pessoas estão usando a web para estabelecer diálogos, o que é bem diferente.

Outras empresas já perceberam a importância da internet na estratégia de marketing. A Gol, por exemplo, está investindo metade de sua verba de marketing, que é de R$ 60 milhões, em ações online.

Fonte: IG

Filiais brasileiras de multinacionais faturam mais que matriz

Várias empresas multinacionais atuantes no Brasil viram suas filiais locais faturarem mais que a matriz em 2009. Com a crise internacional (onde o Brasil foi menos afetado que países desenvolvidos), investimentos internacionais e expansão da classe C, o país ganhou importância nas vendas de multinacionais estrangeiras. Alguns casos de filiais brasileiras que faturaram mais que a matriz são Avon e Mercedes-Benz (caminhões).

Há também casos em que a filial do Brasil se aproximou bastante da matriz: Nestlé, Coca-Cola e LG. O Brasil já é um dos maiores mercados mundiais em muitos setores, com uma taxa de crescimento respeitável.

O Brasil também tem multinacionais próprias (ou em processo de expansão internacional), como a Odebrecht, WEG, Embraco, Sadia, Gerdau, Votorantim Cimentos, Ambev, Petrobras, Natura, Vale e Embraer.

Chama a atenção também o fato de quatro empresas brasileiras já constarem entre as 100 maiores do mundo: a Petrobras (à frente do Google, 9a. maior do mundo), Vale (33a.), Itaú-Unibanco (59a.) e Bradesco (97a.). O ranking é da Ernst&Young. Outras cinco empresas brasileiras aparecem entre as 300 maiores do mundo: Ambev (111a.), Banco Santander (123a.), Banco do Brasil (151a.), OGX (225a.) e Itaúsa (230a.).

Isso mostra que a economia brasileira está evoluindo e amadurecendo, com fusões, incorporações e investimentos em setores competitivos. O país ainda precisa superar desafios estratégicos importantes, como melhorar a distribuição de renda e aumentar a qualidade da educação, segurança pública e saúde.