Com mais de 40 anos, marca ganha produtos com nova fórmula, conceito e identidade visual
Aos 42 anos, Seda se reposiciona para manter-se uma marca democrática, sem deixar de lado a demanda crescente dos consumidores por produtos de qualidade superior. Para isso, o projeto da marca da Unilever, iniciado em julho de 2009, foca duas plataformas: os salões de beleza e a moda. Com uma estratégia que une ações de ponto-de-venda, promoção em eventos como o São Paulo Fashion Week e relacionamento com profissionais de beleza, a marca promove sua linha de shampoos cocriada por cabeleireiros de todo o mundo.
O processo de reposicionamento contemplou todo o universo de Seda e contou, até agora, com um investimento de R$ 125 milhões, de olho em um mercado que faturou mais de R$ 5,4 bilhões em 2008, segundo os últimos dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosmética (Abihpec). Os pontos de contato da marca com o consumidor foram reformulados, desde a composição e o perfume dos produtos, até a embalagem, que ganhou um formato mais adequado à pegada da mão brasileira. A estratégia também contemplou toda a comunicação para deixar clara a mudança.
Fonte: Mundo do Marketing - 29/03/2010
Veja a matéria completa aqui.
Arnaldo Rabelo
31 março 2010
Ricardo Eletro anuncia fusão para superar Magazine Luiza
As redes varejistas de eletroeletrônicos Ricardo Eletro e Insinuante anunciaram a fusão dos grupos nesta segunda-feira. As empresas garantem que o negócio torna o faturamento do grupo, estimado em cerca de R$ 5 bilhões anuais, maior que o registrado pelo Magazine Luiza, ficando atrás somente das Casas Bahia, que recentemente se envolveu em um processo de fusão com o grupo Pão de Açúcar.
A holding que surge da fusão foi batizada de "Máquina de Vendas". O negócio revela uma tendência do mercado brasileiro, que aposta na união de grupos regionais para competição em escala nacional. Ricardo Nunes e Luiz Carlos Batista, respectivos presidentes da Ricardo Eletro e da Insinuante, garantem que a estratégia é agressiva.
O objetivo é praticamente dobrar o tamanho do grupo em quatro anos. Das atuais 528 lojas a expectativa é atingir mil unidades de venda. Se as estimativas forem confirmadas, o número de funcionários deve passar de 15 mil para 30 mil.
A estratégia de marketing está bem definida. No Nordeste será mantida a bandeira Insinuante e nas demais regiões irá predominar a marca Ricardo Eletro. Os empresários esperam entrar com força em São Paulo, principal mercado consumidor do país, mas os planos não foram revelados. “É uma estratégia diferente das adotadas pelos concorrentes”, garantiu Ricardo Nunes.
Fonte: Uai - 29/03/2010
Mais detalhes aqui.
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Varejo deve encarar mais movimentos de fusão
A rede Magazine Luiza deve reagir às últimas fusões ocorridas no seu segmento: segundo fontes de mercado, procura um parceiro, como, por exemplo, a centenária Pernambucanas, ou até mesmo a Lojas Colombo. As empresas negam, mas tudo indica que a disputa no varejo de eletroeletrônicos será ainda mais acirrada com a nova onda de fusões que se desenha no mercado.
Fonte: DCI - 30/03/2010
Mais detalhes aqui.
A holding que surge da fusão foi batizada de "Máquina de Vendas". O negócio revela uma tendência do mercado brasileiro, que aposta na união de grupos regionais para competição em escala nacional. Ricardo Nunes e Luiz Carlos Batista, respectivos presidentes da Ricardo Eletro e da Insinuante, garantem que a estratégia é agressiva.
O objetivo é praticamente dobrar o tamanho do grupo em quatro anos. Das atuais 528 lojas a expectativa é atingir mil unidades de venda. Se as estimativas forem confirmadas, o número de funcionários deve passar de 15 mil para 30 mil.
A estratégia de marketing está bem definida. No Nordeste será mantida a bandeira Insinuante e nas demais regiões irá predominar a marca Ricardo Eletro. Os empresários esperam entrar com força em São Paulo, principal mercado consumidor do país, mas os planos não foram revelados. “É uma estratégia diferente das adotadas pelos concorrentes”, garantiu Ricardo Nunes.
Fonte: Uai - 29/03/2010
Mais detalhes aqui.
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Varejo deve encarar mais movimentos de fusão
A rede Magazine Luiza deve reagir às últimas fusões ocorridas no seu segmento: segundo fontes de mercado, procura um parceiro, como, por exemplo, a centenária Pernambucanas, ou até mesmo a Lojas Colombo. As empresas negam, mas tudo indica que a disputa no varejo de eletroeletrônicos será ainda mais acirrada com a nova onda de fusões que se desenha no mercado.
Fonte: DCI - 30/03/2010
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30 março 2010
O mapa do mercado de luxo no Brasil
Com a chegada de marcas como Aston Martin, Bentley, Burberry e Hermès, a venda de produtos de luxo deve crescer acima de 50% em 2010. Se os números se confirmarem, o ano pode ser o melhor da história do setor no país
Este ano, a cada 35 dias, um brasileiro deve comprar uma Ferrari. Não é, necessariamente, o mesmo consumidor que visitará as lojas DVF de Diane Von Furstenberg, Burberry, CH Carolina Herrera e Aston Martin, que serão inauguradas ainda no primeiro semestre, ou as novas butiques da Louis Vuitton e da Cartier. O cliente do mercado de luxo vai usar muito seu cartão de crédito. Com um gasto médio de quase R$ 3,5 mil por compra, o consumidor brasileiro do mercado de luxo deve impulsionar em até 50% as vendas de dezenas de marcas – consolidando 2010 como o melhor ano para o luxo no país.
No ano passado, mesmo sob o efeito da crise financeira mundial, o universo do luxo faturou em torno de US$ 6,45 bilhões no Brasil, 8% a mais do que os US$ 5,99 bilhões registrados em 2008, segundo o último estudo da empresa de pesquisas GfK Brasil em parceria com MCF Consultoria, especializada na área. Em 2009, o Brasil assistiu à chegada das grifes Hermès, Missoni, Christian Louboutin, Bentley, Lamborghini e Bugatti, que investiram juntas US$ 830 milhões. Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), no mesmo ano, as vendas de veículos importados passaram de 370.937 para 485.428 carros, um avanço de 30,9%.
Em 2009, mesmo com a crise financeira mundial, o mercado de luxo faturou US$ 6,45 bilhões no Brasil, 8% a mais do que em 2008
Fonte: Época Negócios - 26/03/2010
Veja a matéria completa aqui.
Este ano, a cada 35 dias, um brasileiro deve comprar uma Ferrari. Não é, necessariamente, o mesmo consumidor que visitará as lojas DVF de Diane Von Furstenberg, Burberry, CH Carolina Herrera e Aston Martin, que serão inauguradas ainda no primeiro semestre, ou as novas butiques da Louis Vuitton e da Cartier. O cliente do mercado de luxo vai usar muito seu cartão de crédito. Com um gasto médio de quase R$ 3,5 mil por compra, o consumidor brasileiro do mercado de luxo deve impulsionar em até 50% as vendas de dezenas de marcas – consolidando 2010 como o melhor ano para o luxo no país.
No ano passado, mesmo sob o efeito da crise financeira mundial, o universo do luxo faturou em torno de US$ 6,45 bilhões no Brasil, 8% a mais do que os US$ 5,99 bilhões registrados em 2008, segundo o último estudo da empresa de pesquisas GfK Brasil em parceria com MCF Consultoria, especializada na área. Em 2009, o Brasil assistiu à chegada das grifes Hermès, Missoni, Christian Louboutin, Bentley, Lamborghini e Bugatti, que investiram juntas US$ 830 milhões. Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), no mesmo ano, as vendas de veículos importados passaram de 370.937 para 485.428 carros, um avanço de 30,9%.
Em 2009, mesmo com a crise financeira mundial, o mercado de luxo faturou US$ 6,45 bilhões no Brasil, 8% a mais do que em 2008
Fonte: Época Negócios - 26/03/2010
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Classe D é a bola da vez
Consumidores com R$ 381 bilhões no bolso passam a comprar cada vez mais
Depois de todas as atenções voltadas para a classe C, chega a hora da classe D. Com R$ 381 bilhões para gastar em 2010 e expectativa de que a massa de renda ultrapasse a da classe B ainda este ano, é na D que o mercado encontra novos consumidores. Com o perfil de consumo diferente de todas as outras classes sociais, já que não pode arriscar e precisa fazer o orçamento render, as famílias da base da pirâmide aparecem como um desafio para o mercado, mas podem ser uma grande oportunidade para as empresas que conseguirem entendê-las.
Com uma cesta de produtos ainda reduzida, se comparada ao consumo das outras classes, esses consumidores estão em ascensão. O número de categorias consumidas passou de 21, em 2002, para 34, em 2009, segundo o estudo Tendências da Maioria, realizado pelo Datafolha/Data Popular. Entre os produtos que entraram para a lista de compras recentemente estão suco pronto, massa instantânea, detergente líquido, molho de tomate, creme de cabelo e amaciante de roupa. Esse número tende a crescer e não se limita ao consumo de massa.
Em 2010, estes consumidores pretendem adquirir computador, geladeira, moto, carro e viagens de avião. O segredo para vender para eles está em desvendar as diferenças e características desta classe, que muitas vezes se assemelham às da classe C. Saem na frente as marcas que apoiarem este consumidor no momento em que ele ingressa no mercado de consumo.
“O consumidor de classe D está sendo apresentado agora ao universo das marcas. Aquelas que souberem ensiná-lo que marca não é apenas status, mas que funciona como avalista de qualidade de um produto, tendem a ter a fidelidade desse público”, aponta Renato Meirelles, Sócio-diretor do Data Popular.
Fonte: Mundo do Marketing - 16/03/2010
Veja matéria completa aqui.
Depois de todas as atenções voltadas para a classe C, chega a hora da classe D. Com R$ 381 bilhões para gastar em 2010 e expectativa de que a massa de renda ultrapasse a da classe B ainda este ano, é na D que o mercado encontra novos consumidores. Com o perfil de consumo diferente de todas as outras classes sociais, já que não pode arriscar e precisa fazer o orçamento render, as famílias da base da pirâmide aparecem como um desafio para o mercado, mas podem ser uma grande oportunidade para as empresas que conseguirem entendê-las.
Com uma cesta de produtos ainda reduzida, se comparada ao consumo das outras classes, esses consumidores estão em ascensão. O número de categorias consumidas passou de 21, em 2002, para 34, em 2009, segundo o estudo Tendências da Maioria, realizado pelo Datafolha/Data Popular. Entre os produtos que entraram para a lista de compras recentemente estão suco pronto, massa instantânea, detergente líquido, molho de tomate, creme de cabelo e amaciante de roupa. Esse número tende a crescer e não se limita ao consumo de massa.
Em 2010, estes consumidores pretendem adquirir computador, geladeira, moto, carro e viagens de avião. O segredo para vender para eles está em desvendar as diferenças e características desta classe, que muitas vezes se assemelham às da classe C. Saem na frente as marcas que apoiarem este consumidor no momento em que ele ingressa no mercado de consumo.
“O consumidor de classe D está sendo apresentado agora ao universo das marcas. Aquelas que souberem ensiná-lo que marca não é apenas status, mas que funciona como avalista de qualidade de um produto, tendem a ter a fidelidade desse público”, aponta Renato Meirelles, Sócio-diretor do Data Popular.
Fonte: Mundo do Marketing - 16/03/2010
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09 março 2010
Sack´s faz ação de guerrilha no Dia Internacional da Mulher
A perfumaria Sack´s aproveitou o Dia Internacional da Mulher para fazer uma ação de guerrilha no Rio de Janeiro. Uma peça impressa foi colocada em espelhos retrovisores de carros, simulando um estojo de maquiagem, comunicando desconto concedido para compras online.
É um bom exemplo de ação de marketing criativa, de grande impacto e baixo custo.
É um bom exemplo de ação de marketing criativa, de grande impacto e baixo custo.
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