Arnaldo Rabelo

21 agosto 2009

A vez dos mais baratos

Produtos de preços intermediários estão desbancando líderes de mercado em vendas, informa o Valor Econômico. Marcas como sorvetes Jundiá, o amaciante Ypê e o inseticida Fort, que custam em média 30% menos, ganham especialmente a preferência do consumidor das classes C, D e E. O molho de tomate Fugini desbancou o tradicional líder Pomarola, da Unilever. Os dados são de uma pesquisa feita pela Nielsen e mostram como o aumento da renda das classes mais pobres está mudando alguns cenários do varejo.

Matéria completa aqui.

Fonte: Valor online - 21/08/09

18 agosto 2009

Ponto-de-venda dá impulso para as marcas

"A concorrência cada vez mais acirrada e a enxurrada de ações para disputar a atenção dos clientes obrigam as marcas a buscar, também junto às agências de publicidade, ações diferenciadas e campanhas completas".

Começa assim uma interessante reportagem sobre a importância do pdv para as marcas, do DCI de ontem (17/08). O jornal fala do sucesso da estratégia de trade marketing da Danone para a sua marca Activia. Além de conquistar a liderança, com 14% de participação de mercado entre produtos lácteos frescos, a marca foi uma das campeãs na preferência dos varejistas em 2008.

Outra marca que se destacou foi a Vanish, que é a terceira colocada em seu segmento (alvejantes).

Algumas das ferramentas citadas para alavancar as marcas de varejo são, além de ações em ponto-de-venda, publicidade para o varejista e o relacionamento destes com os fornecedores das marcas.

Veja a matéria completa aqui.

17 agosto 2009

LG Electronics poderá perder marca no Brasil

Empresa brasileira de informática, com sede em Goiás, tem o mesmo nome e fez o registro antes da coreana

A gigante coreana LG Electronics pode ser proibida pela Justiça de usar, no Brasil, a marca LG para produtos do segmento de informática, inclusive monitores e celulares.

Nos próximos dias, sairá a sentença do juiz Guilherme Bollorini Pereira, da 35ª Vara Federal do Rio de Janeiro, sobre a disputa de marcas entre a LG Eletronics e uma empresa brasileira – a LG Informática, localizada no estado de Goiás.

Com cerca de 300 funcionários e reconhecida como uma das maiores empresas brasileiras em seu segmento, a LG Informática tem sede em Goiânia, atuando em todo país e no exterior. Foi fundada em 1985 e obteve o registro de sua marca no Brasil em 1995.

No mesmo ano, o consórcio das empresas coreanas Lucky e Goldstar resolveu adotar justamente a sigla LG como sua marca mundial.

Para isso, depositou o registro de tal marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) mesmo ciente da existência anterior da LG Informática brasileira.

Com o início das atividades da LG Electronics no Brasil e sua maciça campanha publicitária a partir do ano de 2002, a empresa brasileira passou a enfrentar muitos problemas causados pela confusão entre as marcas iguais.

Confusão parou nos Procons e delegacias por todo o país

A brasileira, inclusive, está respondendo a inúmeros processos nos Procons por todo o Brasil, na Justiça e até em delegacias de vários estados, em nome da empresa coreana.

Depois de ter repelidas suas tentativas de solução amistosa, a empresa brasileira foi obrigada a ingressar na Justiça Federal do RJ para buscar a nulidade dos atos do INPI que concederam o registro da marca homônima para a empresa asiática.

Ao mesmo tempo, ingressou na Justiça Comum para obrigar a alteração da razão social da LG Eletronics.

Nos processos que acumulam milhares de páginas e tramitam desde maio de 2006, o próprio INPI reconheceu que: as marcas se confundem, a empresa brasileira detinha a anterioridade no uso e no registro da marca e ambas as empresas atuam no segmento da informática.

– E ainda foi provado que as empresas coreanas sabiam da existência prévia do uso da marca pela empresa brasileira – diz o advogado da LG Informática, Fabio Carraro.

Fonte: Diário Catarinense - 16/08/09

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O que prevalece é o direito de quem registrou antes. Pode haver recurso no caso de marcas notórias. Mas, neste caso, o juiz concluiu que não houve má fé e a empresa brasileira não poderia ser impedida de usar sua marca. Isso mostra a importância do registro internacional de marcas. O Brasil ainda precisa ser signatário de vários acordos internacionais que podem facilitar esse processo.

Isso mostra também o risco que se corre ao ter uma sigla como nome da marca (é difícil de memorizar e fácil de achar outra igual em outro país).

16 agosto 2009

Brasil já vive momento de recuperação pós crise internacional

A crise financeira internacional tirou o Brasil da trajetória de crescimento e desenvolvimento que havia sido traçada desde 2006. Mas, embora o país ainda não tenha superado a crise de forma completa, já está vivendo um momento de certa recuperação, na avaliação do diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsú.

Para o economista todos os dados referentes à taxa de desemprego, número de trabalhadores contratados no mercado formal, produção da indústria indicam que "estamos numa fase de superação da crise e vamos retomar a nossa trajetória de crescimento e desenvolvimento já a partir do segundo semestre". Sicsú disse que a partir de 2010, o Brasil estará numa rota "bastante aceitável" de crescimento e desenvolvimento.

"Precisamos de arrecadação de impostos e contribuições por parte do governo. Mas, desenvolvimento é o crescimento com inclusão social e com sustentabilidade ambiental", disse Sicsú ao participar do debate que o Conselho Regional de Economia do Estado do Rio de Janeiro (Corecon/RJ) promove hoje (13) em sua sede, nesta capital, para comemorar o Dia do Economista.

Na avaliação do economista do Ipea, o Brasil está avançando nessa direção ao ampliar a cobertura e o valor do Bolsa Família, do salário mínimo e da cobertura e valor dos programas da Previdência Social.

Por isso, afirmou que 2009 será um ano de recuperação e, em 2010, o Brasil retomará a rota projetada a partir de 2006. Ponderou, porém, que é preciso acelerar essa volta à trajetória de crescimento e desenvolvimento. Medidas recentes adotadas pelo governo federal vão nessa direção.

Entre elas, citou o programa de construção de moradias populares "Minha casa, minha vida", a redução de impostos em operações de crédito e em segmentos industriais, e a ampliação de crédito por meio da diminuição da taxa de juros dos bancos públicos.

João Sicsú disse que a crise é sempre negativa, mas ela mostrou como a economia brasileira está mais fortalecida, uma vez que atingiu outros países de forma dura e aguda, enquanto, no Brasil, a "trombada" foi muito mais leve.

Fonte: 45graus - 13/08/09

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Vários analistas têm visão semelhante. Tudo indica que a recuperação, apesar de lenta, está começando. Deveremos ter um segundo semestre bem melhor que o primeiro. As empresas precisam avaliar quais investimentos vale a pena fazer, estimando o retorno de cada um. Quem ficar parado vai perder mercado.

06 agosto 2009

Showroom de idéias mostra soluções criativas

Na feira Brazil Promotion, o Showroom de Idéias mostra soluções inovadoras e criativas em marketing promocional. Veja abaixo alguns dos produtos expostos.

display de produtos cosméticos


corda de pular, com marcador de voltas e calorias perdidas


pen drives em formatos variados


semente e vaso personalizados com logotipo


chocolates com mensagem personalizada


saboneteiras personalizadas com logotipo, feitas com material reciclado


bolsa ecológica

05 agosto 2009

Setor promocional é bem representado na Brazil Promotion

Diferentes tipos de fornecedores da área promocional estão representados na feira Brazil Promotion. Clique nas imagens para ampliá-las.

displays luminosos em acrílico


bolsas, sacolas e mochilas


cartonados


cenografia


infláveis


displays e expositores em plástico e metal

Outros tipos de produtos, como canetas, eletrônicos, produtos artesanais, chocolates, bolas, assim como prestadores de serviços, como os de logística, gráficos e os voltados a eventos também estão presentes.

Entrada da Brazil Promotion surpreende

A feira Brazil Promotion saiu do lugar comum logo na entrada. Ambientou toda a área receptiva com o tema de cruzeiro de navio. Clique nas imagens para vê-las ampliadas.








Os diferentes setores da área promocional estão bem representados: brindes e produtos promocionais, soluções para eventos corporativos, novas tecnologias e serviços.

A partir de hoje (05/08) começa o Seminário Promo Tendências, que inclui palestrantes conhecidos como Paulo Giovanni (fundador da agência Giovanni + Draft FCB; hoje à frente da Mix Brand Experience) e Gilberto Strunck (da Dia Comunicação).

04 agosto 2009

Acompanhe o Brazil Promotion pelo blog e pelo Twitter

O Brazil Promotion começa hoje. O evento é a maior feira de marketing promocional do país e ocorre de 4 a 6 de agosto em São Paulo.

Eu estarei lá e publicarei informações no meu Twitter: www.twitter.com/arnaldorabelo . No Twitter, procure também pelo termo Brazil Promotion e pela palavra-chave #brazilpromotion.

Além disso, publicarei informações no blog Estratégia de Marketing.

Acompanhe!

01 agosto 2009

Estudo mostra consumo consciente em sete países

Estudo sobre responsabilidade ambiental mostra comportamento dos consumidores em sete países

Um estudo conduzido em sete países – Estados Unidos, Reino Unido, China, Brasil, Índia, Alemanha e França – mostra como os consumidores percebem e se comportam em relação às iniciativas verdes das empresas de diversos segmentos. Conduzido pela Penn, Schoen & Berland Associates (PSB), com participação das agências da WPP Landor Associates e Cohn & Wolfe - esta última representada no Brasil pela Gaspar & Associados -, e de uma empresa de consultoria independente, a Esty Environmental Partners, a pesquisa traz informações relevantes para o mercado.

Os resultados apontam que o meio ambiente é a principal preocupação de brasileiros e indianos, enquanto que nos demais países, a economia é o tema de maior relevância no momento. Entre os brasileiros, 48% consideram o desflorestamento a questão mais importante. O Brasil ainda está entre os países que se consideram na direção errada em relação à forma de lidar com meio ambiente. Neste grupo, também estão Reino Unido e França.

É unanimidade entre todas as nações que consumidores percebem produtos verdes como mais caros, mas, ainda assim, pretendem gastar mais com eles no próximo ano. China, Índia e Brasil apresentaram números significativos: 73% dos chineses, 78% de indianos e 73% dos brasileiros dizem que gastarão mais. A média de gasto previsto para 2010 entre as pessoas dispostas a gastar mais varia entre 8%, no Reino Unido, e 37% no Brasil.

“À medida em que os mercados chineses, indianos e brasileiros amadurecem para potências globais, o apetite de seus consumidores por produtos ambientalmente responsáveis também amadurece”, diz Scott Siff, Vice-Presidente da PSB. “O fato de consumidores de todos os países pesquisados dizerem que gastarão mais em produtos verdes no próximo ano apresenta uma excelente oportunidade de negócio para as empresas em tempos de recessão global”, complementa o executivo.

Processos e Produtos - No quesito imagem corporativa, 77% dos respondentes da pesquisa dizem que é importante ou muito importante uma empresa ser “verde”. Os consumidores dos sete países também concordaram que para demonstrar sua consciência ambiental, as empresas devem reduzir a quantidade de substâncias tóxicas ou perigosas em seus produtos e processos. (Para mais de 50% dos brasileiros, é muito importante que a empresa tenha um apelo verde).

Comunicação - A pesquisa ainda explorou o aspecto da comunicação das iniciativas verdes e constatou que a televisão e a internet são as principais fontes de informação sobre o meio ambiente. No Brasil não é diferente: a internet é a maior fonte e os brasileiros são mais influenciados por reportagens do que pela propaganda. “A credibilidade dos veículos de comunicação mostra-se influente na hora de formar opinião entre os brasileiros, principalmente no quesito sustentabilidade, que preocupa cada dia mais a população”, comenta Heloísa Picos, Vice-Presidente da Gaspar & Associados. Os respondentes foram convidados a listar as marcas que mais possuem ações verdes. Abaixo, encontram-se as dez primeiras marcas listadas no Brasil:


Fonte: Portal Fator Brasil - 24/07/09

Boca-a-boca e opiniões postadas na internet são as propagandas mais confiáveis

Sites das marcas possuem registros tão altos quanto as opiniões dos consumidores online e confiança do consumidor também cresce em relação ao patrocínio das marcas


Sugestões de amigos e opiniões de consumidores expressas online são as formas mais confiáveis de propaganda global, de acordo com a última Pesquisa de Consumidor da Nielsen Online, realizada duas vezes ao ano com 25.000 consumidores da internet, em 50 países.


A pesquisa da Nielsen, a maior de sua categoria, mostra que nove entre cada dez consumidores da internet no mundo (90%) confiam nas sugestões de pessoas conhecidas, enquanto sete em cada dez (70%) confiam na opinião de consumidores expressas online. Porém, nesta nova era de controle do consumidor, os publicitários serão motivados pelo fato dos sites das marcas - a forma mais confiável de propaganda conduzida por publicitários - terem a confiança da mesma quantidade de pessoas (70%) que as opiniões de consumidores expressas online.


“A explosão na Mídia Gerada pelo Consumidor (Consumer Generated Media – CGM) nos últimos dois anos indica que a confiança dos consumidores no boca-a-boca durante o processo de tomada de decisão, seja por pessoas conhecidas ou por consumidores online não conhecidos, tem crescido significativamente”, diz Jonathan Carson, presidente da Nielsen Online. Porém, o executivo acrescenta: “Vemos que todas as formas de propaganda conduzidas por publicitários, exceto anúncios em jornais, também têm tido um aumento nos níveis de confiança; é provável que a revolução CGM tenha forçado os publicitários a usar maneiras mais realistas nas mensagens com base nas experiências dos consumidores ao invés dos nobres ideais publicitários.”


A pesquisa apresenta ainda uma relação de diferenças regionais entre os 50 países pesquisados. “Essas diferenças fornecem um claro guia aos publicitários sobre como focar suas estratégias de publicidade em diferentes países”, explica.


Embora os sites das marcas alcancem altos índices de confiança, outras formas de publicidade digital ficaram com índices abaixo do anúncios da mídia tradicional, à exceção dos jornais, nos quais a propaganda apresenta queda nos níveis de confiança.


Carson conclui, “Apesar do maior número de internautas e do tempo despendido online, a indústria ainda necessita atrair renda publicitária de acordo com os atuais níveis de consumo da mídia online. A habilidade para mudar a renda publicitária da forma tradicional de mídia para a internet está em superar a forma com que a propaganda é exposta online, tornando-a um meio mais eficiente para os anunciantes das marcas e uma forma mais confiável de anunciar na mente do consumidor.”


Fonte: Ibope - 15/07/09