O Ministério Público Federal entrou com ação civil pública pedindo a proibição da venda dos refriferantes H2OH! (da Pepsi) e Aquarius Fresh (da Coca-Cola). O argumento é que seus nomes fazem referência a água, mas são refrigerantes de baixa caloria, podendo confundir o consumidor.
A ação também alega que o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual) não poderia ter autorizado o registro das marcas, pois induz à falsa indicação de origem, procedência, natureza, qualidade ou utilidade (contrariando a Lei de Propriedade Intelectual). A ação pede a anulação do registro das marcas no INPI.
Veja a notícia na íntegra.
Fonte: O Globo - 23/09/09
Arnaldo Rabelo
30 setembro 2009
27 setembro 2009
Crise dá trégua e já falta mão de obra
Retomada do crescimento agrava falta de trabalhadores qualificados
Interessante matéria do Estadão mostra dados do início da recuperação econômica brasileira.
A escassez de profissionais especializados é um dos principais problemas.
Veja aqui.
Matéria da Folha Online mostra que o nível de confiança do consumidor voltou ao nível pré-crise. A Confederação Nacional da Indústria diz que podemos esperar aumento da demanda para os próximos meses.
Interessante matéria do Estadão mostra dados do início da recuperação econômica brasileira.
A escassez de profissionais especializados é um dos principais problemas.
Veja aqui.
Matéria da Folha Online mostra que o nível de confiança do consumidor voltou ao nível pré-crise. A Confederação Nacional da Indústria diz que podemos esperar aumento da demanda para os próximos meses.
Entrevista com Francisco Gracioso
A revista Amanhã traz uma excelente entrevista com Francisco Gracioso, um papa do marketing e um dos pioneiros da área no Brasil. Vale a pena.
Confira aqui.
Confira aqui.
20 setembro 2009
Entrevistas sobre marketing
Recentemente, dei algumas entrevistas sobre marketing.
Confira uma delas no blog Ave Marketing.
A outra, sobre Licensing, é um podcast que pode ser ouvido no blog BizRevolution (tem um link para o áudio na parte inferior do post).
Confira uma delas no blog Ave Marketing.
A outra, sobre Licensing, é um podcast que pode ser ouvido no blog BizRevolution (tem um link para o áudio na parte inferior do post).
Philco faz expansão de marca
A Philco nasceu em 1892 nos Estados Unidos, começando no setor de lâmpadas. Depois passou a produzir baterias, chamando-se Philadelphia Storage Battery Company, dando origem ao nome Philco. Em 1934, a Philco trouxe o rádio ao Brasil. A partir de 1950, vieram as TVs. A partir de 1978, passou a colaborar com a Hitachi.
Em 1989 o controle acionário da empresa passa ao Grupo Itaú. A Gradiente comprou a empresa em 2005. Em 2007, a Gradiente vendeu a marca Philco a um grupo de investidores por R$ 22 milhões. Este grupo, por sua vez, licenbciou a marca para a Britânia por um período de 10 anos.
A marca Philco, que sempre foi sinônimo de eletroeletrônicos, começa a entrar no setor de eletrodomésticos nas mãos da Britânia. Aparelhos de micro-ondas, cafeteiras e até computadores já fazem parte do portfólio da marca. Além disso, a marca, que era voltada às classes A e B, tem hoje produtos para as classes C e D.
Com tantas mudanças, é de se questionar se esse reposicionamento dará certo. Se o conceito da marca perder sentido para o consumidor, o risco de fracasso é grande. A Britânia terá que ser hábil para consolidar o novo posicionamento, construindo uma ligação emocional com o seu público. Dependerá não só de sua publicidade, mas principalmente das ações da empresa, de seus produtos e da coerência desse conjunto com a proposta da marca.
Em 1989 o controle acionário da empresa passa ao Grupo Itaú. A Gradiente comprou a empresa em 2005. Em 2007, a Gradiente vendeu a marca Philco a um grupo de investidores por R$ 22 milhões. Este grupo, por sua vez, licenbciou a marca para a Britânia por um período de 10 anos.
A marca Philco, que sempre foi sinônimo de eletroeletrônicos, começa a entrar no setor de eletrodomésticos nas mãos da Britânia. Aparelhos de micro-ondas, cafeteiras e até computadores já fazem parte do portfólio da marca. Além disso, a marca, que era voltada às classes A e B, tem hoje produtos para as classes C e D.
Com tantas mudanças, é de se questionar se esse reposicionamento dará certo. Se o conceito da marca perder sentido para o consumidor, o risco de fracasso é grande. A Britânia terá que ser hábil para consolidar o novo posicionamento, construindo uma ligação emocional com o seu público. Dependerá não só de sua publicidade, mas principalmente das ações da empresa, de seus produtos e da coerência desse conjunto com a proposta da marca.
Brasil passa por fase de fusões e aquisições
Recentemente, vimos o JBS-Friboi se juntar ao Grupo Bertin, formando a líder mundial em carne bovina. A Marfrig comprou a Seara. A Vale comprou a mineradora Rio Tinto. Pouco antes, a Sadia e Perdigão formaram a gigante Brasil Foods. A Cemig assumiu o controle da Light. A VCP, do Grupo Votorantim, comprou a Aracruz, formando a Fibria. O Grupo Pão de Açúcar comprou o Ponto Frio.
Com a recuperação da economia brasileira, com cenário estável, inflação controlada e bom mercado interno, os grandes grupos aproveitam o valor favorável de algumas empresas para ganharem escala e se tornarem competitivos mundialmente. Nos próximos 6 meses, ainda deveremos assistir a outras fusões e aquisições no Brasil. A tendência é que boa parte dos mercados mais maduros se concentrem em 3 ou 4 empresas em cada setor. Não é exatamente um oligopólio, mas uma aproximação a essa situação competitiva.
As empresas menores terão que ter estratégias alternativas, especializando-se em nichos pouco explorados pelas gigantes ou aproveitando as vantagens da empresa pequena, como velocidade e flexibilidade.
Com a recuperação da economia brasileira, com cenário estável, inflação controlada e bom mercado interno, os grandes grupos aproveitam o valor favorável de algumas empresas para ganharem escala e se tornarem competitivos mundialmente. Nos próximos 6 meses, ainda deveremos assistir a outras fusões e aquisições no Brasil. A tendência é que boa parte dos mercados mais maduros se concentrem em 3 ou 4 empresas em cada setor. Não é exatamente um oligopólio, mas uma aproximação a essa situação competitiva.
As empresas menores terão que ter estratégias alternativas, especializando-se em nichos pouco explorados pelas gigantes ou aproveitando as vantagens da empresa pequena, como velocidade e flexibilidade.
09 setembro 2009
Bertin investe na marca Vigor para alimentos prontos
Empresa vê oportunidade com a fusão Sadia-Perdigão e lançará alimentos como massas, pizzas e hambúrgueres com a marca Vigor
A Bertin, uma das maiores produtoras e exportadoras de produtos de origem animal da América Latina, anunciou nesta quarta-feira (09/09) a sua nova estratégia de negócios: crescer no segmento de alimentos prontos no Brasil. A marca escolhida pela companhia para essa empreitada é a Vigor, que há 90 anos atua no segmento de leites e derivados.
(...)
A estratégia de negócios voltada para a marca Vigor deve-se ao crescimento de 19,6% da receita líquida dos produtos lácteos no segundo trimestre de 2009 quando comparada ao mesmo período do ano passado.
(...)
Outro fator que impulsionou a aprovação do novo investimento foi a realização de pesquisas com os consumidores. O resultado final indicou que a marca Vigor teria potencial de ser expandida para outras categorias além dos produtos à base de leite.
Fonte: Exame - 09/09/09 - Veja a matéria completa aqui.
---
O setor de alimentos está em uma onda de fusões e aquisições. Mais novidades devem vir por aí. Algumas oportunidades aparecem mesmo para empresas concorrentes nessas situações.
A Bertin, uma das maiores produtoras e exportadoras de produtos de origem animal da América Latina, anunciou nesta quarta-feira (09/09) a sua nova estratégia de negócios: crescer no segmento de alimentos prontos no Brasil. A marca escolhida pela companhia para essa empreitada é a Vigor, que há 90 anos atua no segmento de leites e derivados.
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A estratégia de negócios voltada para a marca Vigor deve-se ao crescimento de 19,6% da receita líquida dos produtos lácteos no segundo trimestre de 2009 quando comparada ao mesmo período do ano passado.
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Outro fator que impulsionou a aprovação do novo investimento foi a realização de pesquisas com os consumidores. O resultado final indicou que a marca Vigor teria potencial de ser expandida para outras categorias além dos produtos à base de leite.
Fonte: Exame - 09/09/09 - Veja a matéria completa aqui.
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O setor de alimentos está em uma onda de fusões e aquisições. Mais novidades devem vir por aí. Algumas oportunidades aparecem mesmo para empresas concorrentes nessas situações.
08 setembro 2009
Livro Licensing será lançado no Shopping Villa-Lobos

Os autores estarão presentes. Favor confirmar presença com a Fabíola Ferracini pelo e-mail fabiola@cabon.com.br ou pelo telefone (11) 3022-4633.
06 setembro 2009
Outlets virtuais são bom negócio para marcas e consumidores
Modelo aparece como alternativa para fornecedores que desejam queimar estoque e consumidores ansiosos por ofertas
Os clubes de compras privados on-line têm se mostrado uma boa alternativa para as marcas e seus consumidores. Se por um lado sempre sobra estoque das coleções mesmo após o período de liquidação, por outro não faltam clientes que queiram produtos em oferta.
Bastante conhecido principalmente pelos internautas europeus, o sistema começa a ser difundido no Brasil e conquistar novos adeptos. Sites como o Superexclusivo e o Brandsclub viram os outlets virtuais como uma oportunidade de negócio lucrativo. Nos endereços, os clientes encontram produtos de grandes marcas com preços com descontos que podem chegar a 90%.
Para manter a sensação de exclusividade e preservar o posicionamento das marcas, só é possível entrar para estes clubes por meio de convites enviados por outros associados ou inscrevendo-se na fila de espera dos sites. Quando o Superexclusivo foi criado, sua base continha apenas 300 pessoas cadastradas. Hoje, são 70 mil, que chegaram através dos convites recebidos ou de esperas de até 40 dias após se inscreverem no site.
Convite para manter exclusividade
“O convite é uma exigência do próprio fornecedor, que não quer correr o risco de ver sua marca prejudicada por descontos tão agressivos. Mas temos também uma grande preocupação para que o Superexclusivo não pareça algo elitista, por isso existe a página ‘Quero me cadastrar’. O único cuidado que temos ao liberar esses novos cadastros é ter a certeza de que o fornecedor terá capacidade para disponibilizar um estoque que atenda estes novos clientes”, explica Juliana Messenberg, sócia e co-fundadora do Superexclusivo.
A ideia do Superexclusivo surgiu com Gabriele Bellini. O italiano percebeu que no Brasil ainda não havia este formato de varejo e convidou Juliana para o projeto. Após três meses de desenvolvimento, o clube de compras foi ao ar no dia 21 de novembro de 2007. Mais recente, o Brandsclub também segue o padrão europeu. Inaugurado em março deste ano, o site não informa o número de associados, mas garante que o resultado superou as expectativas.
“Não posso divulgar números, mas acreditamos que em março do ano que vem (quando completará um ano), o site tenha um milhão de associados”, diz Paulo Humberg, CEO e co-fundador do Brandsclub, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Ver matéria completa aqui.
Fonte: Mundo do Marketing - 03/09/09
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Novos formatos de varejo têm surgido: sem loja ou com loja. Este é mais um exemplo de que é possível replicar online algumas boas idéias do varejo tradicional, com lojas físicas.
Os clubes de compras privados on-line têm se mostrado uma boa alternativa para as marcas e seus consumidores. Se por um lado sempre sobra estoque das coleções mesmo após o período de liquidação, por outro não faltam clientes que queiram produtos em oferta.
Bastante conhecido principalmente pelos internautas europeus, o sistema começa a ser difundido no Brasil e conquistar novos adeptos. Sites como o Superexclusivo e o Brandsclub viram os outlets virtuais como uma oportunidade de negócio lucrativo. Nos endereços, os clientes encontram produtos de grandes marcas com preços com descontos que podem chegar a 90%.
Para manter a sensação de exclusividade e preservar o posicionamento das marcas, só é possível entrar para estes clubes por meio de convites enviados por outros associados ou inscrevendo-se na fila de espera dos sites. Quando o Superexclusivo foi criado, sua base continha apenas 300 pessoas cadastradas. Hoje, são 70 mil, que chegaram através dos convites recebidos ou de esperas de até 40 dias após se inscreverem no site.
Convite para manter exclusividade
“O convite é uma exigência do próprio fornecedor, que não quer correr o risco de ver sua marca prejudicada por descontos tão agressivos. Mas temos também uma grande preocupação para que o Superexclusivo não pareça algo elitista, por isso existe a página ‘Quero me cadastrar’. O único cuidado que temos ao liberar esses novos cadastros é ter a certeza de que o fornecedor terá capacidade para disponibilizar um estoque que atenda estes novos clientes”, explica Juliana Messenberg, sócia e co-fundadora do Superexclusivo.
A ideia do Superexclusivo surgiu com Gabriele Bellini. O italiano percebeu que no Brasil ainda não havia este formato de varejo e convidou Juliana para o projeto. Após três meses de desenvolvimento, o clube de compras foi ao ar no dia 21 de novembro de 2007. Mais recente, o Brandsclub também segue o padrão europeu. Inaugurado em março deste ano, o site não informa o número de associados, mas garante que o resultado superou as expectativas.
“Não posso divulgar números, mas acreditamos que em março do ano que vem (quando completará um ano), o site tenha um milhão de associados”, diz Paulo Humberg, CEO e co-fundador do Brandsclub, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Ver matéria completa aqui.
Fonte: Mundo do Marketing - 03/09/09
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Novos formatos de varejo têm surgido: sem loja ou com loja. Este é mais um exemplo de que é possível replicar online algumas boas idéias do varejo tradicional, com lojas físicas.
Investimento em publicidade dentro de jogos deve chegar a US$ 1 bilhão em 2011
Produtos inseridos dentro do conceito do jogo são tendência no setor.
Integração com redes sociais também é aposta de especialistas da área.
O investimento em publicidade inserida dentro de games deve chegar a US$ 1 bilhão em 2011, segundo previsão da indústria do setor. A previsão foi dada na manhã desta quarta-feira (2), durante o segundo dia da terceira edição da ProXXIma, evento de comunicação e marketing digital internacional realizado em São Paulo.
Para especialistas da área, o valor investido nesse setor tem maior retorno quando o produto que é anunciado passa a ser inserido no jogo, e se torna item que pode ajudar o jogador a melhorar sua experiência. Em 2008, todo o segmento de games movimentou US$ 42 bilhões em todo o mundo.
“A indústria de games é a maior indústria de entretenimento eletrônica no mundo. Você tem que saber que público dentro deles você quer falar. Não é mais nicho”, disse Mitikazu Lisboa, da desenvolvedora Hive.
“Game é viral e a propaganda nele tem o apoio de quem está consumindo. O consumidor não acredita em marca, mas nos amigos dele”, acredita o executivo.
Por isso, ele aposta na integração com as redes sociais como o futuro dos games. “A tendência é o jogo e a rede social serem uma coisa só, até chegarmos a um ponto no qual não será possível saber qual é qual”, analisa.
Para Lisboa, há duas grandes vantagens na publicidade feita dentro dos jogos em relação às outras mídias: o maior tempo de exposição e a integração com o conteúdo onde o produto é anunciado. “Nos games, o comercial faz parte do produto, faz parte do jogo. É integrado, não atrapalha a comunicação. E pode ter um impacto real na via virtual do jogador, que é a vida real dele no momento em que ele joga”.
Para isso, não basta que a marca apareça apenas como um banner. A estratégia também funciona, mas de maneira muito menos efetiva do que colocar o produto como um item inserido no conceito do jogo, que possa ajudar o gamer a avançar fases e ter uma experiência melhor.
Veja a matéria completa aqui.
Fonte: G1 - 02/09/09
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Essa estratégia se alinha com a de edutainment (educação com diversão) ou de conteúdo de marca (a marca patrocina conteúdos de entretenimento criados por ela e alinhados com os seus conceitos). Ao invés de interromper a diversão, levando publicidade ao público, leva-se a prória diversão.
Integração com redes sociais também é aposta de especialistas da área.
O investimento em publicidade inserida dentro de games deve chegar a US$ 1 bilhão em 2011, segundo previsão da indústria do setor. A previsão foi dada na manhã desta quarta-feira (2), durante o segundo dia da terceira edição da ProXXIma, evento de comunicação e marketing digital internacional realizado em São Paulo.
Para especialistas da área, o valor investido nesse setor tem maior retorno quando o produto que é anunciado passa a ser inserido no jogo, e se torna item que pode ajudar o jogador a melhorar sua experiência. Em 2008, todo o segmento de games movimentou US$ 42 bilhões em todo o mundo.
“A indústria de games é a maior indústria de entretenimento eletrônica no mundo. Você tem que saber que público dentro deles você quer falar. Não é mais nicho”, disse Mitikazu Lisboa, da desenvolvedora Hive.
“Game é viral e a propaganda nele tem o apoio de quem está consumindo. O consumidor não acredita em marca, mas nos amigos dele”, acredita o executivo.
Por isso, ele aposta na integração com as redes sociais como o futuro dos games. “A tendência é o jogo e a rede social serem uma coisa só, até chegarmos a um ponto no qual não será possível saber qual é qual”, analisa.
Para Lisboa, há duas grandes vantagens na publicidade feita dentro dos jogos em relação às outras mídias: o maior tempo de exposição e a integração com o conteúdo onde o produto é anunciado. “Nos games, o comercial faz parte do produto, faz parte do jogo. É integrado, não atrapalha a comunicação. E pode ter um impacto real na via virtual do jogador, que é a vida real dele no momento em que ele joga”.
Para isso, não basta que a marca apareça apenas como um banner. A estratégia também funciona, mas de maneira muito menos efetiva do que colocar o produto como um item inserido no conceito do jogo, que possa ajudar o gamer a avançar fases e ter uma experiência melhor.
Veja a matéria completa aqui.
Fonte: G1 - 02/09/09
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Essa estratégia se alinha com a de edutainment (educação com diversão) ou de conteúdo de marca (a marca patrocina conteúdos de entretenimento criados por ela e alinhados com os seus conceitos). Ao invés de interromper a diversão, levando publicidade ao público, leva-se a prória diversão.
Investir em marketing é fundamental para o agronegócio
Uma matéria do Canal Rural, publicada no ClicRBS, destaca a importância de investir em marketing no agronegócio, mesmo que o produto seja uma commodity (produto pouco diferenciado). Mesmo para esse tipo de produto, uma estratégia de marketing eficiente agrega valor ao produto.
Stalimir Vieira disse que o produtor está tão focado em produzir mais e com qualidade que acaba negligenciando o aspecto da marca. A identificação de necessidades do produtor ajuda a identificar nichos de mercado, que permitem a segmentação [do mercado] e diferenciação do produto, o que agrega valor.
Veja a matéria completa aqui.
Fonte: www.clicrbs.com.br/canalrural - 01/09/09
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Há excelentes exemplos de empresas que agregaram valor a commodities, como a água Perrier ou a cafeteria Starbucks. Não é só o que se faz no produto que pode agregar valor. Muitas vezes, é o que se faz em torno dele (apresentação, ambientação, serviços, associação a prestígio, etc.).
Stalimir Vieira disse que o produtor está tão focado em produzir mais e com qualidade que acaba negligenciando o aspecto da marca. A identificação de necessidades do produtor ajuda a identificar nichos de mercado, que permitem a segmentação [do mercado] e diferenciação do produto, o que agrega valor.
Veja a matéria completa aqui.
Fonte: www.clicrbs.com.br/canalrural - 01/09/09
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Há excelentes exemplos de empresas que agregaram valor a commodities, como a água Perrier ou a cafeteria Starbucks. Não é só o que se faz no produto que pode agregar valor. Muitas vezes, é o que se faz em torno dele (apresentação, ambientação, serviços, associação a prestígio, etc.).
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