Arnaldo Rabelo

29 abril 2009

Rabelo & Associados é indicada para receber o troféu Top of Business

A consultoria de marketing Rabelo & Associados foi indicada para receber o troféu Top of Business 2009, edição nacional, que reconhece empresas e profissionais por sua competência profissional. Ficamos muito felizes com o reconhecimento.


Seguem abaixo trechos do comunicado sobre o prêmio.

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De: Montreal Eventos Internacional - Porto Alegre - RS - Brasil
Alessandra Anne

Rabelo e Associados - Marketing Infantil
A/C Arnaldo Alves Rabelo


28/04/2009


Prezados Senhores:
A revista Top of Business tem a grata satisfação de convidar a Rabelo e Associados - Marketing Infantil para receber o Troféu Top of Business Nacional em sua 11ª edição.

O Troféu Top Of Business Nacional, tem como objetivo central e trazer a público as iniciativas das empresas e profissionais incentivando o talento, a produtividade e, principalmente a capacidade de empreender.

(...)

. FORMA DE SELEÇÃO
Esta é uma homenagem da Revista Top of Business às empresas Brasileiras que contribuem para o crescimento e desenvolvimento do país. Esse reconhecimento, merecido e até esperado pelas empresas e pelos profissionais, deve-se à constante luta para permanecer no mercado tão competitivo, seja no segmento comercial, industrial, de prestação de serviços, profissionais liberais, inclusive, jornalístico.

(...)

Montreal Eventos Internacional
Alessandra Anne
www.montrealeventos.com.br

28 abril 2009

Consumidor de alta renda está confuso diante da crise

No Brasil, enquanto a classe C aperta o cinto e procura comprar produtos mais baratos, os consumidores de maior renda, das classes A e B, estão confusos diante da maior crise econômica global dos últimos 80 anos. Há uma tentativa de se repensar posições e limites, de definir o que é essencial e o que é supérfluo. Mas velhos hábitos e ideias, como se sabe, são difíceis de serem abandonados.

A ganância — como princípio — é rechaçada, mas há também uma certa tolerância com a falta de ética na acumulação de riqueza. Consumir preferencialmente o que é tido como “sustentável” - desejo que já havia sido detectado até antes da crise, mas nem sempre concretizado, volta a aparecer como meta. A boa notícia é que o brasileiro de maior renda afirma que, de fato, vem pondo em prática ações que ajudam a proteger o meio ambiente: reciclam lixo e economizam energia e água, por exemplo.

O apreço por artigos da moda também não foi abandonado, embora haja uma tendência de se consumir uma moda mais clássica, atemporal.

Esse caldeirão comportamental trazido pela crise deverá ter um impacto importante nos hábitos de consumo e nas atitudes das empresas daqui pra frente.

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Foi para tentar desvendar esse impacto que o Instituto Observatório de Sinais (ODES), de São Paulo, realizou a pesquisa “Consumo emTempos de Crise”, que entrevistou 614 pessoas, das classes A e B, durante os meses de fevereiro e março deste ano. Entre os principais resultados, a pesquisa apontou que, de modo geral, há uma desafeição pelo consumo no ar. “Capitalismo sim,

O consumo moderado pode ser, ganância, não”, afirma o sociólogo Dario Caldas, diretor do ODES, que é especializado em pesquisa de tendências de consumo e de comportamento. A enquete tinha por objetivo levantar possíveis mudanças no jeito de consumir, apurar o “humor” do brasileiro em relação à crise. Os entrevistados, divididos entre mulheres (54%) e homens (46%) com idades variando de 18 a 64 anos, tem formação superior, são economicamente ativos e moradores dos estados das regiões Sul e Sudeste.

Segundo Caldas, a crise está afetando a consciência de consumo. “O recado de 72% dos pesquisados é que o momento é propício para repensar o estilo de vida consumista como um todo”, afirma o sociólogo. O estudo também demonstrou que o brasileiro parece não ter internalizado o pessimismo, como fizeram os norteamericanos e os europeus. A razão talvez seja porque uma boa parcela das pessoas, principalmente as acima dos 35 anos, sempre conviveu com momentos de crise econômica no Brasil. “Eles, portanto, são ’descolados’ (procuram adaptar-se rapidamente) em crises”, diz Caldas. Desta forma, os entrevistados estão encontrando maneiras de apertar o cinto para minimizar os efeitos do momento. A pesquisa mostra que 70% das pessoas fizeram alguma mudança na maneira de consumir, sendo que 30% destas estão optando por um consumo mais consciente, conservador. “Cada um está definindo o que é essencial e o que é supérfluo”, diz Caldas.

Essa tendência por banir o que não é essencial também foi detectada pelo site de pesquisa de comportamento de consumo WGSN, com sede em Londres, na Inglaterra. O site vem pesquisando o comportamento de consumidores do mundo todo — e está atribuindo uma atitude mais conservadora por parte dos indivíduos como um dos efeitos da crise. “O momento é de migração da opulência para a austeridade”, confirma Andréa Bisker, diretora da subsidiária brasileira do WGSN. “Diante de um menor orçamento, as pessoas estão fazendo ajustes e, entre eles, está o consumo de artigos atemporais e dos chamados clássicos”, afirma Andréa.

Na pesquisa do Observatório de Sinais, as questões ecológicas surgiram como uma das preocupações essenciais. Entre os participantes, 95% relataram alguma mudança em seus hábitos pelo bem do planeta. Destes, 71% estão economizando mais água, 66% estão reciclando o lixo e 42% têm gasto menos energia elétrica. “Cerca de 30% dos indivíduos citaram as sacolas plásticas como as vilãs da poluição ambiental”, diz Caldas. Para Andréa, do WGSN, essa preocupação é mais forte ainda entre os consumidores do Hemisfério Norte. “Eles estão de olho nas marcas que apostam na reciclagem e na reutilização de matéria-prima.”

Quando se trata de repensar o capitalismo, a pesquisa do ODES apresenta um racha nas respostas. A afirmação “não sendo contra a lei, todo esforço vale para ganhar dinheiro”, teve a concordância (total ou parcial) de 84% dos entrevistados. Diante da frase “o acúmulo contínuo de bens ao longo da vida não prejudica ninguém”, 49% das pessoas ouvidas pela pesquisa disseram estar de acordo com a afirmação (total ou parcialmente). Apesar disso, 88% dos participantes identificam a ganância como causadora da crise. De acordo com Caldas, essas respostas contraditórias apontam para um caminho ainda não definido totalmente, mas que parece levar a uma rejeição ao consumismo extremo e a uma dúvida sobre o que é certo ou errado nos âmbitos pessoal e coletivo. De qualquer maneira, segundo o sociólogo, é como se o consumismo tivesse ficado fora de moda.

Falando em moda, a pesquisa “Consumo em Tempos de Crise” também apontou uma acentuação da infidelidade do consumidor. Entre os indivíduos interpelados, 80% declaram-se prontos a mudar de loja ou de grife se encontrarem na concorrência um produto similar, mas com preço inferior. No âmbito internacional, as grifes de artigos de luxo estão sentindo o baque. “Os consumidores aspiracionais, ou seja, aqueles que não possuem fortunas e que compravam ocasionalmente, sumiram das lojas”, diz Andréa Bisker. Por outro lado, marcas premium que estão lançando produtos com design, porém mais acessíveis, estão em alta. “O consumidor quer ter mais, pagando menos”, diz Andréa. Para a pesquisadora, é o momento das marcas pensarem no “slow fashion”, em substituição ao “fast fashion”. Por essa lógica, as roupas “vintage” ou com aspecto duradouro tendem a ganhar mais clientes.

A questão da sustentabilidade — que já permeava o consumo há algum tempo — parece tender a se intensificar, por conta da crise. A afirmação “vou consumir cada vez mais produtos sustentáveis”, apresentada na pesquisa do ODES teve 93% de concordância. Porém, entre estes, há 34% que também querem produtos que sigam as tendências de moda. “Esses consumidores querem conciliar coisas inconciliáveis, como a sustentabilidade com a renovação permanente do consumo”, afirma Caldas. De qualquer forma, segundo Caldas, produtos que sejam apenas inovadores ou “de design” estão perdendo o seu apelo, se não apresentarem um valor de uso efetivo dentro do novo contexto sociocultural. “Definitivamente, a década de 2010 confirma-se como a de transição entre duas lógicas, em direção a uma sociedade e cultura pós-consumista”.

Fonte: Valor Econômico - 27/04/09

Consumidor mundial corta gastos com crise

A crise econômica está alterando os hábitos de consumo mundiais, de acordo com uma pesquisa realizada em 25 países. Pelo menos uma parte da população desses territórios vem cortando gastos, principalmente em vestuário, calçados e acessórios. Os brasileiros, porém, são mais otimistas e confiantes que a média, tanto em relação ao cenário econômico do país, quanto à própria renda.

Nos 25 países pesquisados, uma média de 52% da população já reduziu gastos com vestuário, calçados e acessórios - os itens que entraram primeiro na lista de cortes. O Brasil ficou abaixo da média: um total de 45% da população diminuiu as despesas com esses produtos. Na média geral, 48% cortaram gastos com móveis e eletrodomésticos, e também com entretenimento (restaurantes, cinemas e outros). O Brasil, novamente, ficou abaixo desses percentuais, com 45% e 38%, respectivamente.

O estudo foi realizado pelo Ibope Inteligência e pela rede global de pesquisas WIN com 20.325 pessoas, entre fevereiro e março. Os países participantes foram Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Islândia, Itália, Japão, Kuwait, Líbano, México, Qatar, Reino Unido, Rússia e Suíça.

O México surge como um exemplo de forte alteração nas rotinas de consumo. Segundo a pesquisa, 74% dos mexicanos entrevistados cortaram gastos com mantimentos, 57% diminuíram a conta do celular e das reformas na casa, 31% reduziram a da TV por assinatura e 26%, a conta da internet residencial. Gastos com tecnologia (internet, TV por assinatura, celular) foram mais preservados em países ricos. No Brasil, a percentagem da população que cortou despesas com celular (37%) superou a média geral (32%), mas o Ibope atribui esse resultado à disseminação do celular no país e a ações promocionais das operadoras.

O levantamento também pesquisou o nível de confiança desses consumidores. Na média total, 49% acreditam que a situação econômica de seu país vai piorar nos próximos três meses, sendo que os mais pessimistas são os mais desenvolvidos, especialmente nações da Europa, Japão e Canadá. Nesses, mais da metade da população espera piora econômica. O Brasil, porém, se mantém otimista, com apenas 14% prevendo piora para a economia doméstica. Uma fatia de 46% acredita que a situação ficará inalterada e 35% apostam em melhora.

O pessimismo geral se atenua quando a pergunta é sobre a própria renda. No geral, 45% dos consultados espera estabilidade, 25% acreditam em aumento e 24% aguardam diminuição, "o que pode ser considerado otimista em tempos de crise financeira" , segundo nota do Ibope. Novamente, os brasileiros estão entre os mais confiantes: 61% acham que a própria renda vai crescer, superando os 33% da Índia e os 30% da China, por exemplo.

Fonte: Valor Online - 27/04/09

Comércio cria "Big Brother" para decifrar hábitos do consumidor

Basta dar um número no caixa, na hora de pagar. Com ele, o varejista sabe se o consumidor é vegetariano ou fã de churrasco, se tem preocupações saudáveis e a quantas baladas vai num mês. Também sabe sua idade, estado civil, a frequência e em qual bairro faz compras e quanto gasta em média.

Além disso, muitas vezes, os lojistas monitoram esse consumidor em pesquisas e filmagens na gôndola. O objetivo é tentar entender o que o leva a tomar determinada decisão de compra e a influenciá-lo na escolha, por meio da comunicação. Essas filmagens demonstraram que o consumidor gasta entre 4 segundos e 6,5 segundos para decidir o que comprar.

"Nós monitoramos esses segundos", afirma Rui Piranda, vice-presidente da agência Giovanni+Draft FCB, responsável pela implantação do Cartão Mais, do Pão de Açúcar, o maior programa de relacionamento desse mercado.

Por trás desse quase "Big Brother" do varejo está, é claro, a busca por vendas maiores. Nas filmagens de consumidores, por exemplo, o Pão de Açúcar descobriu que gôndolas na diagonal, em vez das tradicionais paralelas, aumentam o campo de visão do consumidor. Com isso, ele se lembra de mais produtos que faltam em casa.

Já o trabalho de inteligência competitiva, como é chamado o uso das informações fornecidas pelos consumidores a cada compra, fez com que cada cliente Mais aumentasse seus gastos médios em 3%. Há casos em que o valor das compras foram multiplicados por dez.

Além disso, os donos do cartão Mais já gastam entre 2,4 e 2,6 vezes mais do que os clientes tradicionais. As informações são tão detalhadas que o Pão de Açúcar segmentou-os em 11 perfis. Entre eles, estão os saudáveis, os festas, os gourmet e os modernos.

"Fazemos ações coerentes com o perfil de cada um deles, para influenciar o comportamento desse consumidor", afirma Cristina Serra, diretora de marketing do grupo.

Após anos se perguntando para que servia o Cartão Mais, os clientes do Pão de Açúcar viram o programa entrar em nova fase. Depois de dois anos de teste, a rede estendeu o formato a todo o Estado de São Paulo no início do ano. Até julho, pretende levá-lo a todo o país.

Em troca de suas informações, o consumidor ganha pontos conversíveis em vales-compras, descontos e promoções feitas sob medida para seu perfil. Cada real gasto significa um ponto. Somados, 3.000 pontos viram vales de R$ 20; 6.000 pontos, de R$ 50; e 9.000 pontos se tornam R$ 100. O passivo é contabilizado pela rede.

Por enquanto, entretanto, o consumidor tem de resgatar os pontos por telefone ou pelo site. "No futuro, os vales-compras aparecerão no caixa, na hora em que o consumidor se identificar", diz Serra.

Riscos

Apesar de o relacionamento com o consumidor oferecer possibilidade de vendas maiores, sua gestão não é simples e os investimentos são altos. Segundo especialistas, o próprio Pão de Açúcar correu riscos.

"Quando a empresa coleta dados e aborda as pessoas na gôndola, ela cria expectativas", afirma Renato Borgheresi, coordenador da pós-graduação em inteligência de mercado da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).

Outra ameaça, é claro, é o consumidor se sentir invadido pelo monitoramento constante. Em 2002, o Ministério Público entrou na Justiça contra a rede, impedindo-a de usar as informações coletadas. Na nova fase, o Pão de Açúcar pergunta se o consumidor quer receber ofertas. Dos 2 milhões de cartões em vigor, 93% aceitam que suas informações sejam usadas, desde que tenham um benefício tangível.

Fonte: Folha de S. Paulo - 26/04/09

Vendas de artigos de luxo vão recuar 10% em 2009, mostra estudo

O mercado de bens de luxo também dá sinais de que será afetado pela crise financeira. As vendas globais de produtos de luxo devem encolher em torno de 10% neste ano, para 153 bilhões de euros (cerca de US$ 200 bilhões), segundo pesquisa da consultoria Bain & Company.

Só no primeiro semestre deste ano, as quedas devem ficar em torno de 15% e 20%, de acordo com o "Worldwide Luxury Goods Market" ("Panorama Global do Mercado de Artigos de Luxo", em inglês). A partir do segundo semestre, o mercado deve se estabilizar, aponta o estudo.

Entre as principais categorias de artigos de luxo, o vestuário sofrerá o maior impacto, com uma redução de 15% nas vendas, enquanto o comércio de joias e relógios cairá 12%. Cosméticos e perfumes de luxo podem manter o nível de vendas de 2008, registrando um faturamento somado de 40,8 bilhões de euros.

"O declínio deste ano está afetando tanto as empresas de bens de luxo de primeira linha quanto as que oferecem produtos de menor preço", afirma a autora do estudo Claudia D'Arpizio. "Os consumidores de artigos de luxo estão gastando menos, viajando menos e se sentem menos confiantes."

Os mercados de luxo de Américas, Europa e Japão --que respondem por 80% do comércio no setor-- terão quedas de 10% a 15%. Mercados menores são mais promissores, com projeção de crescimento de 7% na China e 2% no Oriente Médio.

O estudo aponta tendências diferentes entre os níveis de consumidores do mercado de luxo. O público de recém-ingressados no mercado de luxo --chamados de consumidores de "luxo acessível"-- optam por artigos mais baratos das linhas de produtos, enquanto os mais ricos valorizam a qualidade dos produtos e sua durabilidade ao invés do preço.

Contudo, diz a pesquisa, "em todos os segmentos de luxo, consumidores agora esperam obter descontos maiores ao fim da estação ou procuram descontos nas lojas de departamentos e outlets".

O Worldwide Luxury Goods Market, publicado desde 2000, analisa todos os anos o mercado e o desempenho financeiro de 200 das mais importantes empresas e marcas de luxo do mundo.

Fonte: Folha de S. Paulo - 27/04/09

24 abril 2009

O Marketing na Crise

A revista Harvard Business review publicou um artigo muito interessante sobre como os consumidores agem durante a crise e o que as empresas podem fazer para enfrentar esse período.

A partir de um estudo de sucessos e fracassos em recessões anteriores, os autores concluíram que o público pode ser dividido em 4 segmentos, segundo sua atitude psicológica:
  • pé-no-freio: corta todo tipo de gasto;
  • abalado-mas-paciente: economiza em tudo, mas com menos agressividade;
  • situação tranquila: mantém o consumo próximo dos níveis pré-recessão, mas é mais seletivo e ostenta menos;
  • vive-o-presente: continua agindo como sempre, mas adia compras de grande valor.
Já os produtos, podem ser classificados em 4 categorias:
  • artigos essenciais: necessários à subsistência e ao bem-estar;
  • agrados: consumo justificável;
  • artigos adiáveis: a compra pode ser postergada;
  • dispensáveis: desnecessários ou injustificáveis.
Cruzando os segmentos de público com as categorias de produtos, o artigo indica:

Como o comportamento do público muda na crise:
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E as táticas que podem ser adotadas pelas empresas em cada caso:
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A artigo também orienta sobre como redirecionar os investimentos e como cortar custos durante a recessão, sem prejudicar o desempenho futuro do negócio.

17 abril 2009

Rumos da publicidade no Twitter

Empresas e publicitários voltam os olhos para o Twitter e começam a pensar essa nova rede social como estratégia de marketing. Funcionando como microblog, a ferramenta conquistou mais de seis milhões de usuários em três anos

O que você está fazendo?". Foi assim, com uma simples pergunta, que o Twitter irrompeu na Internet, em março de 2006. O comecinho foi tímido: rendeu respostas de três usuários - os próprios fundadores. Hoje, mais de seis milhões de pessoas ao redor do mundo “twittam” e atendem a essa e outras tantas perguntas, o tempo todo. Os “twitteiros” postam sobre o que estão lendo, vendo, escrevendo, sonhando, para onde vão, de onde vieram. Mas ultimamente também têm indicado produtos e divulgado promoções, em suas respectivas páginas no Twitter.

Novo boom da Web, o Twitter é uma espécie de microblog que conecta pessoas justamente pelo interesse que elas têm no que o outro “twitta”: só recebo “tweets” (atualizações ou posts) de quem escolho “seguir”, de acordo com afinidade ou qualquer outro critério pessoal. Detalhe: esses tweets não têm mais que 140 caracteres. Com o crescimento de 2.000.000% no número de twitteiros desde que foi criado, twittar é o verbo. E os publicitários estão querendo aprender a conjugá-lo, usando o Twitter como ferramenta de marketing de seus clientes.

Estratégias
Os caminhos da publicidade no Twitter ainda estão sendo experimentados. Algumas empresas têm se tornado “twitteiras”, postando na rede informações sobre novos produtos, promoções e ofertas. Para o publicitário Jaime Neto, no entanto, essa não é a melhor escolha. “O Twitter pode ser uma boa ferramenta de marketing desde que a empresa produza conteúdo para atrair seguidores que recebam seus ‘tweets’. Ninguém se interessa em receber só promoções e ofertas”, afirma.

A Camiseteria, conhecida pela venda de camisas com estampas desenvolvidas por artistas de design, “twitta” ofertas de fretes gratuitos e promoções, mas também posta em sua página endereços de sites interessantes para quem gosta de design e confecções. “A política da Camiseteria sempre foi a de ouvir o cliente, criar vínculos. Como já tínhamos um blog, migrar também para o Twitter foi natural”, afirma Fábio Seixas, um dos co-fundadores da loja.

Fábio diz ainda que usa essa rede social para ouvir críticas e sugestões dos clientes e respondê-los diretamente. O estudante de publicidade e twitteiro, Júlio Pio, acha genial a fórmula: “Twittar confere uma ‘cara’ para a empresa. Uma voz twittar: ‘ei, essa impressora também escaneia?’ ou ‘tem ovo de páscoa crocante?’ pode ser bem mais pessoal e ágil do que enviar um email tirando dúvidas sobre um produto. Se você gostar do produto pode re-twittar a resposta para os amigos”.

Nesse viés, outra boa estratégia é usar o Twitter como canal de monitoramento do que se fala sobre uma empresa. “O NetVírtua (serviço de acesso à Internet), por exemplo, usa o Twitter muito mais para rastrear o que estão falando da empresa. Quando é detectado algo, rapidamente alguém da equipe entra em contato, através do próprio Twitter, para falar a respeito”, exemplifica o publicitário Jaime Neto. Isso é feito através da ferramenta de busca “Search” do Twitter.

Polêmica
A estratégia de marketing mais comentada e que tem suscitado debates entre os usuários do Twitter foi desenvolvida pela agência iThink para a operadora Telefônica. A empresa contratou o twitteiro mais seguido do Brasil - o jornalista e apresentador, Marcelo Tas - para lançar um novo produto de banda larga e TV, através de “twittadas” - 20 ao mês - com mensagens relacionadas ao produto. O fato foi manchete do jornal norte-americano Wall Street Journal.


E mais

- Os usuários do Twitter escolhem de quem vão receber “tweets”, opção geralmente feita por interesse no conteúdo gerado.

- O tamanho de 140 caracteres permite “twittadas” inclusive pelo celular, via SMS, o que possibilita maior dinamismo.

- Grandes veículos de comunicação optaram por entrar nessa rede, criar a própria conta e “twittar” notícias. A norte-americana CNN é um exemplo, com mais de 62 mil seguidores.

- Já programas de televisão, como o Roda Viva da TV Cultura, antecipa aos seus seguidores entrevistas que acabaram de ser realizadas, mas que só serão veiculadas tempos depois na televisão.


Curiosidades

- O presidente norte-americano, Barack Obama, é o twitteiro mais “seguido” do mundo, com mais de 800 mil seguidores.

- No Brasil, o primeiro do ranking é o jornalista e apresentador Marcelo Tas, com pouco mais de 30 mil seguidores.

- A polícia de cidades norte-americanas como Milwaukee, Boston, Dalton, Baltimore e Richmond utilizam o Twitter para dar dicas de como evitar assaltos, fornece informações de trânsito e operações realizadas nas cidades.


Números - Ranking de acessos ao Twitter

40% - 1º Estados Unidos
39% - 2° Japão
11% - 3° Espanha
10% - 4° Reino Unido
7% - 5° Brasil e Canadá

Fonte: O Povo - 16/04/09

A área de marketing no Brasil

O meu amigo Élcio Fernando, professor de marketing e publicitário, deu a dica de que a Associação Brasileira de Marketing & Negócios (ABMN) e o IBOPE Inteligência concluíram o primeiro estudo sobre a imagem da área de marketing no Brasil. A pesquisa, com abrangência de 350 profissionais de marketing em todo o Brasil, será realizada anualmente a partir de agora.

A pesquisa concluiu, entre outras coisas, que a área de marketing tornou-se mais importante nos últimos 3 anos e que as atividades se dividem em três perfis a partir do contexto tático e estratégico, além de ter participação efetiva nas questões de sustentabilidade das empresas.

Veja abaixo o relatório do estudo.

A Área de Marketing no Brasil

12 abril 2009

O impulso do consumo

A revista Isto É de número 2057 (15/04/09) está com uma matéria de capa sobre como funciona a mente do consumidor na hora de comprar.

Segundo a publicação, a neurociência fez descobertas recentes sobre como a mente lida com o dinheiro:

"Os estudos são unânimes em apontar a influência dos fatores individuais no momento de escolher. A capacidade de suportar frustrações, o tamanho das ambições e os objetivos de curto ou longo prazo variam entre os grupos sociais. É por isso que os elementos psicológicos fazem parte dos estudos de marketing e economia. Alguns consensos, contudo, já existem entre os especialistas da área.

1) Muitas das estruturas cerebrais entram em funcionamento praticamente ao mesmo tempo, mas o cérebro processa primeiro as decisões simples e depois as complicadas, que demandam mais opções.

2) Há um embate entre a razão e a emoção. Mas em ambientes de stress ou incerteza, as estruturas associadas às emoções, tendem a assumir a liderança."

São explicadas algumas armadilhas que a mente nos reserva na hora de comprar:
- a ilusão do cartão de crédito: com o cartão, o medo da perda de dinheiro não é tão palpável, o que nos leva a comprar mais facilmente com ele.
- falso prazer duradouro: quando paramos para pensar qual é o tempo durante o qual o produto nos trará prazer após a compra, reduzimos nossa vontade de comprá-lo.
- compras sem lista: quando compramos sem uma lista de compras, tendemos a comprar mais produtos que nos dão prazer.
- desejo incontrolável: quando não podemos fazer algo que pessoas próximas podem fazer (através do consumo), tendemos a nos endividar para também fazer o mesmo.
- consumidas pela TPM: no período de 10 dias antes da menstruação, as mulheres tendem a comprar mais.
- movidos pela raiva: quando estamos com raiva, temos mais chances de fazer uma compra equivocada.
- o golpe da terceira opção: quando em dúvida entre 2 opções, a apresentação de uma terceira opção mais simples e barata quase sempre resulta em compra (curiosamente, não da opção mais barata).
- pegou, comprou: quando pegamos um produto, podemos nos apegar a ele, aumentando o desejo de compra.

Vale a pena conferir.

11 abril 2009

Para onde vai o consumo

A revista Exame de número 940 está com uma matéria de capa muito interessante, mostrando as estimativas de consumo no varejo para 2009.

As principais previsões são:


As classes sociais não costumam ser definidas pela renda, mas pelo padrão de vida, medido por um questionário padronizado (Critério Brasil). Mas, como referência, incluí a renda média (em reais) de cada classe social em 2009 e também quanto cada classe representa da população brasileira (esta última coluna é a única com dados mais antigos, de 2005).

A classe C na crise

Várias reportagens recentes falam sobre a classe C no momento atual. Uma das mais interessantes, da revista Exame (02/04/09), fala sobre os diferentes comportamentos de consumo. Foram identificados 3 perfis: o consumista, o planejador e o retraído.

O Estadão do dia 05/04/09 mostrou que a classe C voltou a encolher, devolvendo 563 mil pessoas às classes D e E.

Segundo o DCI (30/03/09), as classes C e D hoje representam 67% dos desempregados no Brasil.

E, segundo o Portal Fator (09/04/09), 69% dos cartões estão na base da pirâmide, com as classes C, D e E. No ano passado, eles movimentaram R$ 111,8 bilhões (52% do volume total).

Curiosamente, uma reportagem do jornal O Globo (04/04/09) diz que 76% da classe C não abre mão do seu padrão de consumo. Não é o que diz Miriam Leitão em sua coluna no mesmo O Globo (11/04/09).

Marca Bradesco lidera ranking das mais valiosas

Em ano de crise, instituição financeira é a campeã da lista brasileira da Brand Finance, que aponta as marcas de maior valor no mercado

Passada ao menos a primeira fase da crise financeira global, o Bradesco desponta como a marca mais valiosa do Brasil, repetindo a posição alcançada no ano de 2009. O ranking foi divulgado pela empresa de avaliação de marcas Brand Finance, que anualmente, lista as marcas de maior valor, em diferentes países.

O resultado divulgado pelo ranking é um retrato das organizações no final de 2008, quando a turbulência econômica mexia com os ânimos da indústria nacional e internacional e já começava a mostrar seus primeiros impactos no setor financeiro.

No Brasil, a empresa campeã do ranking (Bradesco) possui um valor de marca de R$ 16,27 bilhões, de acordo com a Brand Finance. O banco ainda recebeu o conceito 'A' na categoria "Força de Marca". Em segundo lugar aparece outra instituição financeira, o Itaú, cuja marca foi avaliada em R$ 11,81 bilhões. O Banco do Brasil aparece na terceira posição, com um valor de marca avaliado em R$ 7,42 bilhões.

Entre os destaque do ranking de 2009, a Vivo aparece com um salto significativo da nona para a sexta posição, com um valor avaliado em R$ 5,93 bilhões. A Fiat também subiu três posições no ranking, vindo da 13ª para a décima posição, com sua marca estimada em R$ 5,1 bilhões de reais.

Em termos gerais, a somatória dos valores das marcas do ranking foi 5,7% superior à avaliação do ano passado. Paradoxalmente, o valor de mercado (na bolsa de valores) das corporações listadas pela Brand Finance caiu 25,3 % (ou R$ 351,6 bilhões) em comparação ao ano de 2008.

A Brand Finance apontou um aumento do valor de marca de empresas do segmento de bancos, de alimentos, lojas de departamentos, supermercados, bebidas, seguros e saúde, eletrônicos, produtos diversos, materiais de construção, calçados e motocicletas.

Confira a primeira metade da lista das marcas mais valiosas do Brasil, pelo relatório da Brand Finance.

1- Bradesco
2- Itaú
3- Banco do Brasil
4- Volkkswagen
5- Ambev
6- Vivo
7- Petrobras
8- General Motors
9- Oi/ Telemar
10- Fiat
11- Nestlé
12- Casas Bahia
13- Unilever
14- Telefônica
15- Carrefour
16- Vale
17- Caixa
18- Pão de Açúcar
19- Wal-Mart
20- Rede Globo

Fonte: Meio & Mensagem - 07/04/09

06 abril 2009

Ibmec SP muda nome para Insper

A partir de maio, o Ibmec São Paulo muda oficialmente de nome. Depois de mais de um ano de estudos e de passar pelo crivo do conselho deliberativo, dos ex-alunos, professores, funcionários e amigos (doadores), a instituição passa a se chamar Insper Instituto de Ensino e Pesquisa. Segundo o diretor-presidente da instituição, Cláudio Haddad, trata-se de um nome abstrato, que reúne partes de duas palavras emblemáticas para a escola: inspirar e pertencer.

antigo nome e logotipo


novo nome e logotipo

A mudança acontece apenas na instituição paulista. O nome Ibmec continua a ser usado no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Brasília, escolas comandadas pela Veris Educacional S.A. Desde 2004, a filial de São Paulo já atua de forma independente, desde que foi doada ao Instituto Veris, entidade sem fins lucrativos. "Os nossos planos são muito diferentes das outras escolas. Vivíamos uma situação de conflitos potenciais que se agravou ao longo do tempo", diz Haddad.

O Ibmec São Paulo surgiu a partir do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), fundado no Rio de Janeiro, em 1970, com o objetivo de produzir pesquisa e gerar conhecimento para o mercado de capitais. A partir de 1985, iniciou atividades educacionais com cursos de pós-graduação lato sensu. Em 1995, passou a oferecer cursos de graduação e pós stricto sensu, no Rio de Janeiro e, em 1999, em São Paulo.

Para criar a nova marca, o Ibmec São Paulo separou do orçamento cerca de R$ 2 milhões. "Ainda não gastamos tudo isso", explica Haddad. A estratégia agora é investir no processo de comunicação para fixar a nova marca e apagar uma já consolidada. "Como atuamos com um público muito definido, temos um único campus, não acho que será tão difícil", acredita. A escola não pretende desenvolver grandes ações de marketing para fazer essa divulgação e sua maior aposta é mesmo no "boca-a-boca".

Para chegar à Insper, a Interbrand, empresa contratada para criar a nova marca, apresentou 34 sugestões. No fim do processo, dois nomes passaram por uma consulta pública entre os diversos stakeholders da instituição. Eles escolheram entre Insper e lidera (em letras minúsculas). A marca vencedora convenceu três quartos dos participantes. "Nome é questão de costume, o que a instituição faz é o que conta", diz Haddad.

O balanço do Ibmec São Paulo ainda não está fechado, mas deve indicar uma receita bruta em 2008 em torno de R$ 82 milhões, segundo Haddad. Ele diz que o orçamento deste ano foi revisado e sofreu ajustes por conta da crise. "Adiamos o que foi possível", diz. O projeto de erguer uma torre este ano, que funcionaria como um anexo do atual prédio da escola, por exemplo, está suspenso. Apenas para equipar o novo espaço, a instituição teria que desembolsar R$ 16 milhões. "Os investidores também desistiram de financiar a obra", conta.

Desde 2006, o Ibmec São Paulo ocupa um prédio luxuoso no bairro de Vila Olímpia, na capital paulista, fruto de um investimento de R$ 42 milhões. Ele tem 10 mil metros quadrados e abriga 27 salas de aula. Por elas, circulam quase 4 mil alunos dos cursos de graduação, MBAs, mestrados e dos customizados para empresas.

Até o momento, segundo Haddad, a crise financeira está afetando mais os chamados "in company". Em 2008, a instituição realizou cerca de 70 cursos nesses moldes. "Muitos foram adiados", diz. Ele afirma que a procura por parte dos alunos, entretanto, não diminuiu. "Tivemos no fim do ano 2.500 candidatos para 150 vagas na graduação. A busca pela pós também continua alta", afirma.

Outras medidas de contenção de despesas estão sendo tomadas pela escola, mas nada radical, segundo Haddad. "Contratamos seis novos professores em 2008, agora não pretendemos contratar mais nenhum", explica. A escola tem 27 professores atuando em tempo integral, com a responsabilidade de realizar pesquisas. No ano passado, eles escreveram 20 artigos para publicações científicas internacionais. Além deles, existem outros 100 professores, muitos vindos do mercado, atuando em tempo integral ou "part-time", sem o compromisso de se dedicarem à pesquisas. O diretor-presidente da Insper está otimista sobre os próximos meses. "O ano está melhor do que esperávamos. Com a queda nas vendas no fim do ano, achávamos que o impacto na economia seria maior e isso não aconteceu", diz. A diferença agora é que trabalhamos com um orçamento mais conservador".

Fonte: Valor Econômico - 01/04/09

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Particularmente,acho essa mudança bastante arriscada para a instituição.

Mulheres gastam mais no período pré-menstrual

As mulheres tendem a fazer compras extravagantes e por impulso dez dias antes da menstruação, segundo um estudo realizado na Grã-Bretanha. A pesquisa da Universidade de Hertfordshire mostra que neste período do ciclo menstrual, conhecido como fase lútea, as mulheres têm menos controle sobre seus gastos.

Segundo Karen Pine, a principal autora do estudo, esse comportamento pode ser uma maneira de lidar com as emoções negativas geradas pela tensão pré-menstrual (TPM). "Quanto mais perto da menstruação, maior a tendência das mulheres em gastar mais do que podem", disse a cientista.

A equipe de Pine entrevistou 443 mulheres com idades entre 18 e 50 anos sobre seus hábitos de compras. Quase 60% de 153 voluntárias que estavam na última fase do ciclo menstrual admitiram ter feito uma compra por impulso.

Mais da metade delas disse ter gasto mais de 25 libras, enquanto algumas assumiram uma despesa de mais de 250 libras. Muitas também confessaram ter sentido remorso.

Os pesquisadores descobriram também que a maioria dos itens consumidos neste período era para enfeite, como joias, maquiagem e sapatos de salto alto."O comportamento de comprar tende a ser a uma reação às intensas emoções que afloram na fase lútea", explicou Pine. "As mulheres se sentem deprimidas ou estressadas, e tendem a ir às compras para se sentir melhor."

Segundo ela, essas emoções surgem por causa das variações hormonais durante o ciclo menstrual. "As mulheres sofrem picos e flutuações em hormônios que afetam a parte do cérebro ligada às emoções e ao controle inibitório", afirmou Pine.

A cientista vai apresentar o estudo em uma conferência da Sociedade Britânica de Psicologia nesta semana. Estudos anteriores já haviam mostrado que as mulheres tendem a se vestir melhor durante o período fértil.

Fonte: O Estado de S. Paulo (reproduzindo BBC Brasil) - 30/03/09

01 abril 2009

O Abismo da Marca

Um livro sobre branding que eu gosto bastante é o The Brand Gap - O Abismo da Marca. Me identifiquei bastante com sua linha de pensamento. No livro, Marty Neumeier mostra aos envolvidos com a concepção e o desenvolvimento de uma marca como superar a distância que separa a estratégia e a criatividade, melhorando a forma como a empresa se comunica com o mercado.

Uma apresentação feita pelo autor fez bastante sucesso na internet, mas só estava disponível em inglês. Falei com o autor e ele me autorizou a fazer a tradução da apresentação para o português. Agradeço ao Marty Neumeier e coloco agora o resultado à disposição do público.



O Abismo da Marca - The Brand Gap - Get more Business Plans