Segundo estudo da eMarketer, quase 130 milhões de pessoas serão impactadas por este tipo de ação neste ano, e o número crescerá para 183 milhões em 2013
O crescimento da publicidade em vídeos na internet depende da audiência e da capacidade de atrair novos espectadores. Hoje 67% dos usuários de internet nos Estados Unidos têm contato com algum tipo de publicidade em vídeos na internet, seja em banners, em meio a textos, ou streaming. "Estimamos que por volta de 2012, quatro em cada cinco internautas consumirão publicidade em vídeos na internet. Isso significa que ela estará massificada", diz o analista do eMarketer, David Hallerman.
A empresa, que fez a pesquisa, projeta que até o final do ano 129,5 milhões de pessoas naquele país assistirão a vídeos online com publicidade neste ano, e que o número deve crescer para 183,3 milhões em 2013. "Um fator-chave para o crescimento é o advento de conteúdos de vídeos com qualidade profissional e confiáveis, o que atrairá mais audiência, dando às marcas o alcance de massa que elas buscam", afirma Hallerman.
Hoje, a maior parte do conteúdo está em videos curtos, com menos de 15 segundos. "Mas o crescimento de vídeos mais longos, como episódios de séries, programas para web, transmissão de eventos esportivos e filmes, vão ampliar as possibilidades", aposta. Esse vídeos mais longos não deverão substituir a televisão, mas podem ampliar a audiência e mostrar coisas que o tubo não pode cobrir inteiramente. Exemplos citados pelo eMarketer são os Jogos Olímpicos e as convenções políticas dos Estados Unidos.
Fonte: Meio & Mensagem - 25/09/08
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A Folha de S. Paulo do dia 24/09 deu uma dica de sites que têm se destacado por facilitar a distribuição de conteúdos em vídeo (além do YouTube):
www.kyte.com
12seconds.tv
www.sonicswap.com
tv.blinkx.com
www.dailymotion.com
www.blip.tv
www.maniatv.com
crackle.com
Arnaldo Rabelo
26 setembro 2008
20 setembro 2008
Duloren comemora 40 anos com novos produtos e logotipo renovado
Pela primeira vez em mais de 15 anos, a Duloren, uma das maiores grifes de moda íntima em distribuição do País, totalizando 22 mil pontos-de-venda, passou por um processo de reformulação de seu logotipo. A responsabilidade da mudança, que teve como foco não descaracterizar o ícone da marca – a letra "D" destacada, em vermelho – ficou nas mãos da Tátil Design.
“Percebemos que não podíamos mexer na letra 'D', pois era um símbolo muito próximo das nossas consumidoras. Assim, tivemos o cuidado de não promover nenhuma mudança substancial, para não agredir a cliente e, também, para que ela continuasse se identificando com a marca", explica Denise Areal, diretora de marketing e estilo da Duloren.
Segundo a executiva, as alterações foram realizadas após um estudo minucioso, baseado em uma análise detalhada da antiga logomarca, comparando-a com a das principais grifes de lingerie mundiais. “Foi realmente um trabalho fantástico, marcado por vários encontros, muitas reuniões, conversas e pesquisas. É uma conquista para nós”, celebra.
Outro problema observado pela empresa, e que procurou ser sanado com a criação da nova identidade, foi a dificuldade em encontrar a marca nos pontos-de-venda. “Quando a Duloren se encontrava ao lado de outras marcas, sua identificação era mais demorada, pois se misturava às concorrentes e perdia sua leitura”, ressalta o diretor-presidente da empresa, Roni Argalji. “A equipe da Tátil Design soube exatamente como atender aos nossos pedidos. Foi um trabalho demorado, cansativo e que, mesmo após um ano, ainda necessita de ajustes. Apesar de não perdermos o 'D', nosso guarda-chuva, é nítido que o novo logo é muito mais atual e, com certeza, agradará ainda mais às mulheres”, completa.
A alteração vem acompanhada de duas novidades no porfolio da grife: o lançamento de sua primeira linha masculina e de uma coleção de lingeries voltada ao público AA. “Demoramos cinco anos para lançar a Duloren Homem no mercado. A idéia surgiu a partir de ouvir reclamações sobre a falta de um produto deste tipo no País. A maioria dos homens nos disse que só comprava roupas íntimas no exterior e, sabendo da carência desse nicho de mercado, não podíamos perder a oportunidade de conquistá-lo”, enfatiza Areal.
De acordo com a profissional, por ser uma peça de grife, elaborada com tecidos importados, o preço do produto é naturalmente mais elevado que o de produtos similares encontrados no Brasil. “Queremos atingir os homens de classe, que tem poder aquisitivo para consumirem este tipo de produto”, salienta. A Exilia, coleção feminina altamente sofisticada, também segue essa tendência. “Atualmente, as mulheres que buscam lingeries de alta qualidade, diferenciadas, acabam sendo obrigadas a recorrer a grifes internacionais. A Exilia não fica atrás de nenhuma dessas marcas, contando ainda com uma vantagem: sua modelagem, criada pensando no corpo da brasileira, muito diferente do da européia, por exemplo.”
O desenvolvimento dos novos produtos e logotipo fazem parte do projeto de modernizar a marca, que completa 40 anos em 2008. "Estamos muito felizes com o resultado da nova logomarca e com os nossos lançamentos. 2008 certamente é um ano vencedor para a Duloren”, comemora Argalji.
As novidades já podem ser encontradas no www.duloren.com.br.
Fonte: Portal da Propaganda - 18/09/08
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Sobre o lançamento de produtos para homens, resta saber se os consumidores comprarão de uma marca tão associada ao universo feminino. Me parece um erro estratégico de extensão de marca, onde o sentido original da marca se perde.
“Percebemos que não podíamos mexer na letra 'D', pois era um símbolo muito próximo das nossas consumidoras. Assim, tivemos o cuidado de não promover nenhuma mudança substancial, para não agredir a cliente e, também, para que ela continuasse se identificando com a marca", explica Denise Areal, diretora de marketing e estilo da Duloren.Segundo a executiva, as alterações foram realizadas após um estudo minucioso, baseado em uma análise detalhada da antiga logomarca, comparando-a com a das principais grifes de lingerie mundiais. “Foi realmente um trabalho fantástico, marcado por vários encontros, muitas reuniões, conversas e pesquisas. É uma conquista para nós”, celebra.
Outro problema observado pela empresa, e que procurou ser sanado com a criação da nova identidade, foi a dificuldade em encontrar a marca nos pontos-de-venda. “Quando a Duloren se encontrava ao lado de outras marcas, sua identificação era mais demorada, pois se misturava às concorrentes e perdia sua leitura”, ressalta o diretor-presidente da empresa, Roni Argalji. “A equipe da Tátil Design soube exatamente como atender aos nossos pedidos. Foi um trabalho demorado, cansativo e que, mesmo após um ano, ainda necessita de ajustes. Apesar de não perdermos o 'D', nosso guarda-chuva, é nítido que o novo logo é muito mais atual e, com certeza, agradará ainda mais às mulheres”, completa.
A alteração vem acompanhada de duas novidades no porfolio da grife: o lançamento de sua primeira linha masculina e de uma coleção de lingeries voltada ao público AA. “Demoramos cinco anos para lançar a Duloren Homem no mercado. A idéia surgiu a partir de ouvir reclamações sobre a falta de um produto deste tipo no País. A maioria dos homens nos disse que só comprava roupas íntimas no exterior e, sabendo da carência desse nicho de mercado, não podíamos perder a oportunidade de conquistá-lo”, enfatiza Areal.
De acordo com a profissional, por ser uma peça de grife, elaborada com tecidos importados, o preço do produto é naturalmente mais elevado que o de produtos similares encontrados no Brasil. “Queremos atingir os homens de classe, que tem poder aquisitivo para consumirem este tipo de produto”, salienta. A Exilia, coleção feminina altamente sofisticada, também segue essa tendência. “Atualmente, as mulheres que buscam lingeries de alta qualidade, diferenciadas, acabam sendo obrigadas a recorrer a grifes internacionais. A Exilia não fica atrás de nenhuma dessas marcas, contando ainda com uma vantagem: sua modelagem, criada pensando no corpo da brasileira, muito diferente do da européia, por exemplo.”
O desenvolvimento dos novos produtos e logotipo fazem parte do projeto de modernizar a marca, que completa 40 anos em 2008. "Estamos muito felizes com o resultado da nova logomarca e com os nossos lançamentos. 2008 certamente é um ano vencedor para a Duloren”, comemora Argalji.
As novidades já podem ser encontradas no www.duloren.com.br.
Fonte: Portal da Propaganda - 18/09/08
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Sobre o lançamento de produtos para homens, resta saber se os consumidores comprarão de uma marca tão associada ao universo feminino. Me parece um erro estratégico de extensão de marca, onde o sentido original da marca se perde.
Mais de 25% das casas no Brasil têm PC, mas acesso ainda é restrito
Com facilidades para compra, o computador já está presente em mais de um quarto do total de residências no Brasil. Em 2007, cerca de 15 milhões de domicílios tinham pelo menos um microcomputador, a maioria deles com acesso à internet, de acordo com a Pnad 2007 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira, dia 18/09.
O número representa 27% do total de domicílios no país (que é de 56,3 milhões), mais que os 22,4% de 2006. Isso quer dizer que, no ano passado, 2,9 milhões de casas passaram a ter computadores [e não tinham em 2006]. Foi o maior crescimento desde que a Pnad passou a investigar domicílios que tinham computadores, em 2001.
A internet também passou a ser mais presente nas residências do país. Nas casas com computadores, 76% tinham internet, contra 66% em 2001 [Isso equivale a 20,2% do total de domicílios com acesso à internet em 2007]. Naquele ano [2001], 6 milhões de residências tinham computador, 4 milhões delas com acesso à internet.
Desigualdade
Apesar da alta, puxada pelo aumento do poder de compra sobretudo das classes mais baixas, o uso do computador em residências ainda é concentrado nas classes mais altas. Mais da metade das casas com o aparato --8,7 milhões-- eram da região Sudeste em 2007. A constatação, para o IBGE, reflete a desigualdade no acesso a informações através da internet no Brasil.
Enquanto no Sul e no Sudeste, 27,4% e 24% das casas, respectivamente, estavam conectadas à internet, no Norte e no Nordeste estes índices eram de 8,2% e 8,8%, respectivamente, em 2007.
Com a alta recorde de 2007, o IBGE considera que o número de casas com computadores alcançou um crescimento exponencial, aumentando acima da média dos índices socioeconômicos do país. As explicações para isso estão no incremento da renda dos brasileiros, que seguiu tendência crescente em 2007, e no aumento do acesso à telefonia, também observado na pesquisa.
A presença de aparatos tecnológicos ligados ao computador chamou a atenção dos pesquisadores neste ano. Na próxima Pnad, que começará a visitar residências em todo o país ainda este ano, os técnicos farão um levantamento específico para "novas mídias", que virá em um suplemento próprio na Pnad 2008.
O indicador, de acordo com os pesquisadores, vai avaliar apenas itens ligados à TIC (Tecnologia da Informação e Comunicações), como internet e todos os tipos de acesso, além do uso de celulares e outras tecnologias de informação em casa.
Fonte: Folha Online - 18/09/08
O número representa 27% do total de domicílios no país (que é de 56,3 milhões), mais que os 22,4% de 2006. Isso quer dizer que, no ano passado, 2,9 milhões de casas passaram a ter computadores [e não tinham em 2006]. Foi o maior crescimento desde que a Pnad passou a investigar domicílios que tinham computadores, em 2001.
A internet também passou a ser mais presente nas residências do país. Nas casas com computadores, 76% tinham internet, contra 66% em 2001 [Isso equivale a 20,2% do total de domicílios com acesso à internet em 2007]. Naquele ano [2001], 6 milhões de residências tinham computador, 4 milhões delas com acesso à internet.
Desigualdade
Apesar da alta, puxada pelo aumento do poder de compra sobretudo das classes mais baixas, o uso do computador em residências ainda é concentrado nas classes mais altas. Mais da metade das casas com o aparato --8,7 milhões-- eram da região Sudeste em 2007. A constatação, para o IBGE, reflete a desigualdade no acesso a informações através da internet no Brasil.
Enquanto no Sul e no Sudeste, 27,4% e 24% das casas, respectivamente, estavam conectadas à internet, no Norte e no Nordeste estes índices eram de 8,2% e 8,8%, respectivamente, em 2007.
Com a alta recorde de 2007, o IBGE considera que o número de casas com computadores alcançou um crescimento exponencial, aumentando acima da média dos índices socioeconômicos do país. As explicações para isso estão no incremento da renda dos brasileiros, que seguiu tendência crescente em 2007, e no aumento do acesso à telefonia, também observado na pesquisa.
A presença de aparatos tecnológicos ligados ao computador chamou a atenção dos pesquisadores neste ano. Na próxima Pnad, que começará a visitar residências em todo o país ainda este ano, os técnicos farão um levantamento específico para "novas mídias", que virá em um suplemento próprio na Pnad 2008.
O indicador, de acordo com os pesquisadores, vai avaliar apenas itens ligados à TIC (Tecnologia da Informação e Comunicações), como internet e todos os tipos de acesso, além do uso de celulares e outras tecnologias de informação em casa.
Fonte: Folha Online - 18/09/08
Coca-cola lidera ranking das cem marcas mais valiosas do mundo
As empresas de internet Google, Apple, Amazon.com, a grife de roupas Zara e a fabricante games Nintendo foram as marcas que mais ganharam posições na pesquisa Best Global Brands 2008, que traz o ranking das 100 marcas mais valiosas do mundo. Na outra ponta, afetados pela crise financeira nos EUA, os bancos Merrill Lynch, Citigroup e Morgan Stanley estão entre as empresas que mais despencaram.
A Coca-Cola manteve-se na primeira posição, repetindo o desempenho apresentado desde a primeira edição da pesquisa, feita pela consultoria de marcas Interbrand em parceria com a revista americana "Business Week". Destaque ainda para a IBM, que tomou a segunda posição da Microsoft, agora em terceiro lugar. O buscador Google subiu da 20ª para a 10º posição.
"A lista reflete a economia global --e atual crise de crédito nos EUA--, o crescimento nos países emergentes e a ênfase em sustentabilidade", afirma Jez Frampton, diretor-geral da Interbrand. "O complexo crescimento da economia global reforça a importância de proteger uma marca."
O banco de investimentos Merrill Lynch, vendido nesta semana para o Bank of America, está na 34ª posição, e o Citi, na 19ª. Outras instituições financeiras na lista são HSBC (27º), Visa (estréia na lista, na 100ª posição) e American Express (15º).
Entre as novatas destacam-se ainda a marca de roupas H&M (22º), a agência de notícias Thomson Reuters (44), a tecnológica BlackBerry (73º), a grife Giorgio Armani (94º), a Marriott (96º) e a FedEx (99º).
Para entrar na lista "Best Global Brands 2008", cada marca precisa obter pelo menos um terço dos seus lucros fora do seu país de origem, ser reconhecida fora da sua base de clientes e ter dados de marketing e financeiros disponíveis ao público.
Confira a seguir a lista das 10 marcas mais valiosas do mundo.
Fonte: Folha Online - 19/09/08
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Obs.: O ranking feito pela Millward Brown, chamado Brandz, tem outro resultado. Nele, a marca Google fica em primeiro lugar e a Coca-Cola em quarto.
A Coca-Cola manteve-se na primeira posição, repetindo o desempenho apresentado desde a primeira edição da pesquisa, feita pela consultoria de marcas Interbrand em parceria com a revista americana "Business Week". Destaque ainda para a IBM, que tomou a segunda posição da Microsoft, agora em terceiro lugar. O buscador Google subiu da 20ª para a 10º posição.
"A lista reflete a economia global --e atual crise de crédito nos EUA--, o crescimento nos países emergentes e a ênfase em sustentabilidade", afirma Jez Frampton, diretor-geral da Interbrand. "O complexo crescimento da economia global reforça a importância de proteger uma marca."
O banco de investimentos Merrill Lynch, vendido nesta semana para o Bank of America, está na 34ª posição, e o Citi, na 19ª. Outras instituições financeiras na lista são HSBC (27º), Visa (estréia na lista, na 100ª posição) e American Express (15º).
Entre as novatas destacam-se ainda a marca de roupas H&M (22º), a agência de notícias Thomson Reuters (44), a tecnológica BlackBerry (73º), a grife Giorgio Armani (94º), a Marriott (96º) e a FedEx (99º).
Para entrar na lista "Best Global Brands 2008", cada marca precisa obter pelo menos um terço dos seus lucros fora do seu país de origem, ser reconhecida fora da sua base de clientes e ter dados de marketing e financeiros disponíveis ao público.
Confira a seguir a lista das 10 marcas mais valiosas do mundo.
| Posição 2008 | Posição 2007 | Marca | US$ bi |
|---|---|---|---|
| 1 | 1 | Coca-Cola | 66,667 |
| 2 | 3 | IBM | 59,031 |
| 3 | 2 | Microsoft | 59,007 |
| 4 | 4 | GE | 53,086 |
| 5 | 5 | Nokia | 35,942 |
| 6 | 6 | Toyota | 34,050 |
| 7 | 7 | Intel | 31,261 |
| 8 | 8 | McDonald's | 31,049 |
| 9 | 9 | Disney | 29,251 |
| 10 | 20 | 25,590 |
Fonte: Folha Online - 19/09/08
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Obs.: O ranking feito pela Millward Brown, chamado Brandz, tem outro resultado. Nele, a marca Google fica em primeiro lugar e a Coca-Cola em quarto.
18 setembro 2008
Shell patrocina blog de velocidade
Ação faz parte de investimentos para o GP Brasil de 2008; além disso, marca pretende divulgar suas campanhas, produtos e estreitar o relacionamento com seus consumidores
Como parte dos investimentos para o GP Brasil de Fórmula 1, a Shell acaba de lançar o SpeedBlog. A página trata principalmente da equipe Ferrari e da boa campanha de Felipe Massa nesta temporada. Além de patrocinar o blog, a Shell preparou uma série de outras ações para aproveitar o maior acontecimento automobilístico do Brasil.
"A Shell sempre busca investir em iniciativas que apontem as futuras tendências da comunicação; sem dúvida, os blogs são a ferramenta mais moderna no relacionamento entre as marcas e seus públicos", explica Ingrid Buckmann, gerente de marca e comunicação da Shell Brasil.
Os posts serão assinadas pela jornalista Estela Craveiro, que além de criar conteúdo, disponibilizará o site para a Shell divulgar suas campanhas, produtos e estreitar o relacionamento com seus consumidores.
Fonte: Meio & Mensagem - 18/09/2008
Como parte dos investimentos para o GP Brasil de Fórmula 1, a Shell acaba de lançar o SpeedBlog. A página trata principalmente da equipe Ferrari e da boa campanha de Felipe Massa nesta temporada. Além de patrocinar o blog, a Shell preparou uma série de outras ações para aproveitar o maior acontecimento automobilístico do Brasil.
"A Shell sempre busca investir em iniciativas que apontem as futuras tendências da comunicação; sem dúvida, os blogs são a ferramenta mais moderna no relacionamento entre as marcas e seus públicos", explica Ingrid Buckmann, gerente de marca e comunicação da Shell Brasil.
Os posts serão assinadas pela jornalista Estela Craveiro, que além de criar conteúdo, disponibilizará o site para a Shell divulgar suas campanhas, produtos e estreitar o relacionamento com seus consumidores.
Fonte: Meio & Mensagem - 18/09/2008
Novas mídias demandam formatos inéditos
O MipTV acontece em abril e em outubro, o MipCom. Ambos os eventos, organizados pela Reed Midem, têm como foco principal a venda de conteúdo audiovisual para emissoras de televisão. Porém, na edição deste ano, os organizadores estão percebendo que os compradores e vendedores tradicionais estão dando lugar a novos interessados. São agências de publicidade, anunciantes e empresas de tecnologia em busca de conteúdos e formatos sob medida para as novas mídias em oferta no mercado, principalmente celulares, computadores móveis, iPTV (Internet over Protocol Television) e equipamentos portáteis, todos com tela de tamanho menor.
Além dos formatos com possibilidades de convergência e interatividade com suas audiências, o MipCom 2008, agendado para o Palais des Festivals de Cannes, de 11 a 16 de outubro, vai atrair anunciantes interessados no patrocínio de conteúdos audiovisuais exclusivos, forma que está sendo muito bem vista para ações institucionais de marcas, produtos e serviços.
Essas novas opções garantem um crescimento de 10% para o evento que movimenta US$ 10 bilhões, atrai 15 mil delegados e tem mais de 400 stands de emissoras de televisão, produtoras e players independentes de todo o mundo.
O merchandising convencional não atrai mais como antes os anunciantes, sobretudo pela rejeição em alguns núcleos de consumo. O objeto de desejo é a exibição de forma natural como se fosse parte integrante do roteiro. Um exemplo é a ação da General Motors no programa "O Aprendiz", com Donald Trump. Os participantes do reality show foram estimulados a criar um folheto promocional para a montadora. Com esse apelo, a GM cresceu o volume de vendas. A MTV, em parceria com a Hewlett Packard, desenvolveu nos Estados Unidos a ação "Meet or delete" na qual uma mulher busca parceiro ideal. Sucesso de convergência e interatividade. No Brasil, o bombom Sonho de Valsa foi integrado ao roteiro do programa "Casos e acasos".
"O comercial de 30 segundos ainda é muito desejado, mas há um visível aumento de interesse por outros formatos para veiculação de publicidade. As novas mídias, como celulares e computadores móveis, por exemplo, têm aspectos diferenciados relacionados à interatividade e convergência e, portanto, precisam de conteúdos apropriados às suas plataformas. Não posso precisar o crescimento, mas este ano o MipCom vai ter volume muito grande de interesse por audiovisual para esses meios gerados pela era digital", explicou Paul Zilk, presidente da Reed Midem, que esteve na semana passada no Brasil para visitas às redes Globo e Record, tradicionais clientes do evento, e participar da reunião do Emmy Awards.
"A Globo faz mais de 200 reuniões para a venda de suas novelas para o mercado mundial. Seu stand ocupa 300 metros dos 20 mil disponíveis. O Brasil chama a atenção pela sua criatividade, especialmente pela boa aplicação de merchandising social. Os agentes internacionais querem saber como a emissora trabalha esses projetos", acrescentou Zilk.
Os reality shows e a chamada programação verde também vão ter destaque no MipCom. Foi nesse evento que a holandesa Endemol comercializou pela primeira vez o programa "Big Brother". "A consciência ambiental está revelando o interesse por programas com apelo "green". E existem canais de mídia como o Discovery, por exemplo, que pautam sua programação com esse tipo de conteúdo", argumentou Zilk.
Na avaliação do presidente da Reed Midem, a produção audiovisual para televisão vive momento de grande ebulição. Os mercados emergentes como os países formados pelo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) não abrem mão de assistir à TV. "Não é por outro motivo que o MipCom vem anotando crescimento todos os anos. A busca no momento é por novidades, mas o audiovisual permanece como produto de grande curiosidade", explicou o principal executivo do MipCom.
Independente
A ABPI (Associação Brasileira de Produtores Independentes) vai marcar presença no MipCom 2008 com stand próprio e participação de 15 produtoras.
Fonte: Propmark - 17/09/2008
Além dos formatos com possibilidades de convergência e interatividade com suas audiências, o MipCom 2008, agendado para o Palais des Festivals de Cannes, de 11 a 16 de outubro, vai atrair anunciantes interessados no patrocínio de conteúdos audiovisuais exclusivos, forma que está sendo muito bem vista para ações institucionais de marcas, produtos e serviços.
Essas novas opções garantem um crescimento de 10% para o evento que movimenta US$ 10 bilhões, atrai 15 mil delegados e tem mais de 400 stands de emissoras de televisão, produtoras e players independentes de todo o mundo.
O merchandising convencional não atrai mais como antes os anunciantes, sobretudo pela rejeição em alguns núcleos de consumo. O objeto de desejo é a exibição de forma natural como se fosse parte integrante do roteiro. Um exemplo é a ação da General Motors no programa "O Aprendiz", com Donald Trump. Os participantes do reality show foram estimulados a criar um folheto promocional para a montadora. Com esse apelo, a GM cresceu o volume de vendas. A MTV, em parceria com a Hewlett Packard, desenvolveu nos Estados Unidos a ação "Meet or delete" na qual uma mulher busca parceiro ideal. Sucesso de convergência e interatividade. No Brasil, o bombom Sonho de Valsa foi integrado ao roteiro do programa "Casos e acasos".
"O comercial de 30 segundos ainda é muito desejado, mas há um visível aumento de interesse por outros formatos para veiculação de publicidade. As novas mídias, como celulares e computadores móveis, por exemplo, têm aspectos diferenciados relacionados à interatividade e convergência e, portanto, precisam de conteúdos apropriados às suas plataformas. Não posso precisar o crescimento, mas este ano o MipCom vai ter volume muito grande de interesse por audiovisual para esses meios gerados pela era digital", explicou Paul Zilk, presidente da Reed Midem, que esteve na semana passada no Brasil para visitas às redes Globo e Record, tradicionais clientes do evento, e participar da reunião do Emmy Awards.
"A Globo faz mais de 200 reuniões para a venda de suas novelas para o mercado mundial. Seu stand ocupa 300 metros dos 20 mil disponíveis. O Brasil chama a atenção pela sua criatividade, especialmente pela boa aplicação de merchandising social. Os agentes internacionais querem saber como a emissora trabalha esses projetos", acrescentou Zilk.
Os reality shows e a chamada programação verde também vão ter destaque no MipCom. Foi nesse evento que a holandesa Endemol comercializou pela primeira vez o programa "Big Brother". "A consciência ambiental está revelando o interesse por programas com apelo "green". E existem canais de mídia como o Discovery, por exemplo, que pautam sua programação com esse tipo de conteúdo", argumentou Zilk.
Na avaliação do presidente da Reed Midem, a produção audiovisual para televisão vive momento de grande ebulição. Os mercados emergentes como os países formados pelo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) não abrem mão de assistir à TV. "Não é por outro motivo que o MipCom vem anotando crescimento todos os anos. A busca no momento é por novidades, mas o audiovisual permanece como produto de grande curiosidade", explicou o principal executivo do MipCom.
Independente
A ABPI (Associação Brasileira de Produtores Independentes) vai marcar presença no MipCom 2008 com stand próprio e participação de 15 produtoras.
Fonte: Propmark - 17/09/2008
Crise desvaloriza marcas em US$ 67 bilhões
Segundo ranking da Brand Finance, as 100 maiores marcas do mundo perderam valor e apenas alguns setores se salvaram
Se comparados os valores que as 100 maiores marcas do mundo somadas tinham no mês de janeiro passado com o que elas têm hoje, houve uma perda de US$ 67 bilhões, segundo apontou estudo da consultoria Brand Finance. Além disso, essas companhias somadas perderam mais de US$ 1,6 trilhão em valor de mercado.
Nomes como Starbucks, Nike, Coca-Cola e L´Oreal, particularmente, foram destaques negativos e parecem ter sido mais afetadas pelo maior cuidado dos consumidores com suas finanças, diz o estudo. "Por outro lado, WalMart, AT&T, Exxon e McDonald´s seguem com performances muito fortes, particularmente quando investem em publicidade e marketing", afirma o CEO da Brand Finance David Haigh, que considera vital, neste clima atual da economia, entender as marcas e o que dá valor a elas.
Na primeira colocação ficou o Wal-Mart, que ultrapassou a Coca-Cola e vale agora US$ 42,5 bilhões, segundo os critérios da Brand Finance. As principais companhias de petróleo, que viram seu produto valorizar muito nos últimos meses, à exceção das últimas semanas de queda, tiveram aumento do valor de marca, como a ExxonMobil (19% de alta), BP (18,3%), Chevron (18%) e Shell (13%).
O único outro setor que apresentou alta foi Saúde, demonstrando que os consumidores estão priorizando isso no atual ambiente. A Johnson & Johnson, por exemplo, subiu 16 lugares na tabela e já é a 84ª. Na outra mão, o setor financeiro teve baixa, especialmente o Citi, que decaiu 14%.
Haigh faz menção especial a marcas de países emergentes, como Samsung (Coréia do Sul), Tata (Índia), Bank of China e Lukoil (Rússia), mas sem citar nenhuma brasileira.
Fonte: Meio & Mensagem - 17/09/2008
Se comparados os valores que as 100 maiores marcas do mundo somadas tinham no mês de janeiro passado com o que elas têm hoje, houve uma perda de US$ 67 bilhões, segundo apontou estudo da consultoria Brand Finance. Além disso, essas companhias somadas perderam mais de US$ 1,6 trilhão em valor de mercado.
Nomes como Starbucks, Nike, Coca-Cola e L´Oreal, particularmente, foram destaques negativos e parecem ter sido mais afetadas pelo maior cuidado dos consumidores com suas finanças, diz o estudo. "Por outro lado, WalMart, AT&T, Exxon e McDonald´s seguem com performances muito fortes, particularmente quando investem em publicidade e marketing", afirma o CEO da Brand Finance David Haigh, que considera vital, neste clima atual da economia, entender as marcas e o que dá valor a elas.
Na primeira colocação ficou o Wal-Mart, que ultrapassou a Coca-Cola e vale agora US$ 42,5 bilhões, segundo os critérios da Brand Finance. As principais companhias de petróleo, que viram seu produto valorizar muito nos últimos meses, à exceção das últimas semanas de queda, tiveram aumento do valor de marca, como a ExxonMobil (19% de alta), BP (18,3%), Chevron (18%) e Shell (13%).
O único outro setor que apresentou alta foi Saúde, demonstrando que os consumidores estão priorizando isso no atual ambiente. A Johnson & Johnson, por exemplo, subiu 16 lugares na tabela e já é a 84ª. Na outra mão, o setor financeiro teve baixa, especialmente o Citi, que decaiu 14%.
Haigh faz menção especial a marcas de países emergentes, como Samsung (Coréia do Sul), Tata (Índia), Bank of China e Lukoil (Rússia), mas sem citar nenhuma brasileira.
Fonte: Meio & Mensagem - 17/09/2008
16 setembro 2008
Para nova classe C, bonito é aquilo que se pode comprar
Quem quiser vender algum produto para a nova classe C pode dispensar Gisele Bündchen. A auto-estima dessa faixa da população, apelidada pelos marqueteiros de "base da pirâmide", está em alta. E eles preferem Taís Araújo. Para esses novos consumidores, bonito é aquilo que se pode comprar. Ao menos é o que revela uma pesquisa um tanto inusitada feita por uma nova consultoria de marketing especializada em "base da pirâmide", ou BoP, da sigla em inglês, chamada "A Ponte".
Intitulada "O que eu acho bonito", a pesquisa é quase um ensaio fotográfico feito pela classe C sobre seus próprios padrões de beleza em algumas categorias de consumo - carro, casa, comida, propaganda e moda - e outras categorias genéricas, como pessoas e o entorno (a cidade). Munidos de câmeras digitais, 20 pessoas da classe C saíram pelas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro fotografando aquilo que achavam bonito.
Na maioria jovens de 18 a 35 anos, essas pessoas fazem parte da equipe de pesquisadores da Ponte, que as chama de "antenas" e adota uma metodologia de autopesquisa. Os antenas pesquisam os próprios hábitos de consumo e comportamento, bem como os de seus amigos e familiares. A análise das mais de mil fotos e cem vídeos capturados pelos antenas, além do relato dos próprios sobre a experiência, revela, segundo os publicitários Andre Torretta e Carol Escorel, sócios de A Ponte, que existe uma sobreposição entre o que é bonito e a possibilidade de consumo. "O que é muito caro, muito distante, eles não conseguem admitir como bonito", afirma Carol.
Fonte: O Estado de S. Paulo - 14/09/08
Intitulada "O que eu acho bonito", a pesquisa é quase um ensaio fotográfico feito pela classe C sobre seus próprios padrões de beleza em algumas categorias de consumo - carro, casa, comida, propaganda e moda - e outras categorias genéricas, como pessoas e o entorno (a cidade). Munidos de câmeras digitais, 20 pessoas da classe C saíram pelas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro fotografando aquilo que achavam bonito.
Na maioria jovens de 18 a 35 anos, essas pessoas fazem parte da equipe de pesquisadores da Ponte, que as chama de "antenas" e adota uma metodologia de autopesquisa. Os antenas pesquisam os próprios hábitos de consumo e comportamento, bem como os de seus amigos e familiares. A análise das mais de mil fotos e cem vídeos capturados pelos antenas, além do relato dos próprios sobre a experiência, revela, segundo os publicitários Andre Torretta e Carol Escorel, sócios de A Ponte, que existe uma sobreposição entre o que é bonito e a possibilidade de consumo. "O que é muito caro, muito distante, eles não conseguem admitir como bonito", afirma Carol.
Fonte: O Estado de S. Paulo - 14/09/08
14 setembro 2008
Revista usa tinta eletrônica na capa
Embora os leitores continuem se deslocando para a internet, o editor da revista Esquire está certo de que as impressões não acabarão tão cedo, e pretende provar isso com o lançamento no dia 08/09 de uma edição de aniversário com capa feita por tinta eletrônica.
“Faz anos que tento encontrar uma forma de mostrar que imprimir é algo fundamental”, disse David Granger, editor da Esquire.
A capa, que aumentou o interesse de anunciantes pela edição, foi desenvolvida pela E Ink, mesma empresa que fornece a tecnologia de papel eletrônico para o leitor digital Kindle, da Amazon.
A tecnologia para ambos os produtos usa micro-cápsulas de tinta controladas por uma bateria elétrica [com duração prevista de 90 dias]. Diferentemente do Kindle, a capa da revista não é conectada a uma rede sem fio, por isso não pode ser atualizada.
Fonte: Info Online - 08/09/08
“Faz anos que tento encontrar uma forma de mostrar que imprimir é algo fundamental”, disse David Granger, editor da Esquire.
A capa, que aumentou o interesse de anunciantes pela edição, foi desenvolvida pela E Ink, mesma empresa que fornece a tecnologia de papel eletrônico para o leitor digital Kindle, da Amazon.
A tecnologia para ambos os produtos usa micro-cápsulas de tinta controladas por uma bateria elétrica [com duração prevista de 90 dias]. Diferentemente do Kindle, a capa da revista não é conectada a uma rede sem fio, por isso não pode ser atualizada.
Fonte: Info Online - 08/09/08
12 setembro 2008
"Economist" diz que Brasil já é país de classe média
Na edição que chega às bancas nesta sexta-feira (dia 12), a revista britânica "The Economist" destaca o crescimento da classe média no Brasil, que hoje ultrapassa metade da população. [Na matéria, a classe C é considerada "classe média"]
"O Brasil, antes notório por seus extremos, é agora um país de classe média", diz a reportagem, que cita dados da Fundação Getulio Vargas.
"Esta escalada social é vista, principalmente, nos centros urbanos do país, revertendo duas décadas de estagnação econômica iniciada nos anos 80.".
Citando Marcelo Neri, da FGV, a revista aponta duas principais razões para o crescimento da classe média: a melhora no nível de educação, com os alunos permanecendo nas escolas por mais tempo do que no início dos anos 90, e a migração de empregos do mercado informal para a economia formal.
"O ritmo da criação de empregos formais está se acelerando, com 40% mais empregos criados nos 12 meses até julho do que no mesmo período do ano passado, o que, em si mesmo, é um recorde", afirma a "Economist".
"Junto com a transferência de renda para famílias pobres, isso ajuda a explicar o fenômeno - o que não ocorre com o desenvolvimento econômico e social da Índia ou da China. Com o crescimento da classe média brasileira, a desigualdade diminuiu no país.".
Consumo
A reportagem segue dizendo que a nova classe média é particularmente preocupada com o consumo e que, apesar de não procurar as lojas caras voltadas para um mercado mais rico, ela também não quer comprar em lojas que pareçam "baratas".
A "Economist" ainda cita as novelas e seus belos atores como responsáveis pelo estabelecimento do padrão de gosto em moda e beleza, afirmando que talvez elas expliquem a popularidade da cirurgia plástica no Brasil, mesmo entre a nova classe média, que pode pagar pelas operações a prestação.
A recente disponibilidade de crédito para a população, facilitado pela queda nas taxas de juros, ajudou a aumentar o poder de compra desta nova classe média, diz a reportagem, mas a revista afirma que o rápido crescimento está assustando alguns.
"Mas que impacto esta classe média mais numerosa vai ter sobre a política?", pergunta a Economist lembrando que, no passado, pessoas nesta faixa de renda costumavam votar no PSDB.
"De acordo com Mauro Paulino, do Datafolha, a popularidade pessoal de Lula e seus programas sociais de governo mexeram nessa equação. 'Aqueles que subiram das classes C e D e experimentaram a ajuda do governo neste caminho, devem ficar com o PT', diz ele.".
"Ao mesmo tempo a classe média deu nova forma ao PT à sua própria imagem: a retórica econômica desnorteante do partido emudeceu. Ele também tem que prestar atenção ao grupo de eleitores que chegou à classe média e trouxe com ele as atitudes socialmente conservadoras em relação a aborto e casamento gay", diz a revista.
"Mas permanece irônico que essa grande transformação social, conquistada em parte pela maior abertura comercial com o resto do mundo, pode acabar fortalecendo um partido que, até recentemente, era a favor da autarquia", conclui a "Economist".
Fonte: Folha Online - 12/09/08
"O Brasil, antes notório por seus extremos, é agora um país de classe média", diz a reportagem, que cita dados da Fundação Getulio Vargas.
"Esta escalada social é vista, principalmente, nos centros urbanos do país, revertendo duas décadas de estagnação econômica iniciada nos anos 80.".
Citando Marcelo Neri, da FGV, a revista aponta duas principais razões para o crescimento da classe média: a melhora no nível de educação, com os alunos permanecendo nas escolas por mais tempo do que no início dos anos 90, e a migração de empregos do mercado informal para a economia formal.
"O ritmo da criação de empregos formais está se acelerando, com 40% mais empregos criados nos 12 meses até julho do que no mesmo período do ano passado, o que, em si mesmo, é um recorde", afirma a "Economist".
"Junto com a transferência de renda para famílias pobres, isso ajuda a explicar o fenômeno - o que não ocorre com o desenvolvimento econômico e social da Índia ou da China. Com o crescimento da classe média brasileira, a desigualdade diminuiu no país.".
Consumo
A reportagem segue dizendo que a nova classe média é particularmente preocupada com o consumo e que, apesar de não procurar as lojas caras voltadas para um mercado mais rico, ela também não quer comprar em lojas que pareçam "baratas".
A "Economist" ainda cita as novelas e seus belos atores como responsáveis pelo estabelecimento do padrão de gosto em moda e beleza, afirmando que talvez elas expliquem a popularidade da cirurgia plástica no Brasil, mesmo entre a nova classe média, que pode pagar pelas operações a prestação.
A recente disponibilidade de crédito para a população, facilitado pela queda nas taxas de juros, ajudou a aumentar o poder de compra desta nova classe média, diz a reportagem, mas a revista afirma que o rápido crescimento está assustando alguns.
"Mas que impacto esta classe média mais numerosa vai ter sobre a política?", pergunta a Economist lembrando que, no passado, pessoas nesta faixa de renda costumavam votar no PSDB.
"De acordo com Mauro Paulino, do Datafolha, a popularidade pessoal de Lula e seus programas sociais de governo mexeram nessa equação. 'Aqueles que subiram das classes C e D e experimentaram a ajuda do governo neste caminho, devem ficar com o PT', diz ele.".
"Ao mesmo tempo a classe média deu nova forma ao PT à sua própria imagem: a retórica econômica desnorteante do partido emudeceu. Ele também tem que prestar atenção ao grupo de eleitores que chegou à classe média e trouxe com ele as atitudes socialmente conservadoras em relação a aborto e casamento gay", diz a revista.
"Mas permanece irônico que essa grande transformação social, conquistada em parte pela maior abertura comercial com o resto do mundo, pode acabar fortalecendo um partido que, até recentemente, era a favor da autarquia", conclui a "Economist".
Fonte: Folha Online - 12/09/08
08 setembro 2008
Publicidade no céu
A Heineken e a CBS usaram o céu de Manhattan como mídia semana passada. Aviões que escrevem com fumaça foram utilizados pela cerveja para convidar 'Try Heneiken Light' (Experimente a Heneiken Light). Já a emissora de TV avisou 'Us Open on CBS Today', chamando para a transmissão do Aberto de Tênis.

Fonte: Blue Bus - 05/09/08

Fonte: Blue Bus - 05/09/08
06 setembro 2008
Europa pede fim de estereótipos sexistas na publicidade
O Parlamento Europeu aprovou no dia 3 um relatório que pede aos países-membros mais ação contra a publicidade que traz imagens estereotipadas de homens e mulheres
O Parlamento Europeu aprovou no dia 03/09 o relatório da eurodeputada sueca Eva-Britt Svensson que pede aos países-membros mais ação contra a publicidade que traz imagens estereotipadas de homens e mulheres.
Segundo o documento, os estados deveriam instituir oficialmente um "prêmio a ser conferido pelos profissionais da publicidade aos seus pares, bem como um prêmio do público para recompensar a publicidade que melhor rompa com os estereótipos do gênero e dê uma imagem positiva ou valorizadora das mulheres, dos homens ou das relações entre ambos".
O relatório sobre o impacto do marketing e da publicidade na igualdade entre homens e mulheres foi aprovado com 504 votos a favor, 110 contra e 22 abstenções.
No mesmo documento, o Parlamento Europeu apela para que sejam eliminadas dos livros escolares, dos brinquedos, dos games, da internet e da publicidade televisiva e em outros meios de comunicação todas as mensagens que veiculem estereótipos de gênero e que atentem contra a dignidade humana.
Além disso, o relatório constata que a imagem que o marketing e a publicidade transmitem do corpo ideal pode afetar negativamente a auto-estima das mulheres e dos homens, sobretudo dos adolescentes e dos que são sujeitos a perturbações alimentares, como a anorexia e bulimia. O Parlamento Europeu conclama os publicitários a "ponderarem com maior cuidado" sobre a contratação de mulheres extremamente magras para a promoção de produtos.
O PE registra ainda com extrema preocupação a publicidade de serviços sexuais, "que reforça o estereótipo das mulheres como objetos", em publicações, como os jornais locais, que são facilmente visíveis e que estão ao alcance das crianças.
A adoção não é obrigatória, mas esses relatórios servem como referência para os países da na União Européia.
Fonte: Meio & Mensagem - 03/09/2008
O Parlamento Europeu aprovou no dia 03/09 o relatório da eurodeputada sueca Eva-Britt Svensson que pede aos países-membros mais ação contra a publicidade que traz imagens estereotipadas de homens e mulheres.
Segundo o documento, os estados deveriam instituir oficialmente um "prêmio a ser conferido pelos profissionais da publicidade aos seus pares, bem como um prêmio do público para recompensar a publicidade que melhor rompa com os estereótipos do gênero e dê uma imagem positiva ou valorizadora das mulheres, dos homens ou das relações entre ambos".
O relatório sobre o impacto do marketing e da publicidade na igualdade entre homens e mulheres foi aprovado com 504 votos a favor, 110 contra e 22 abstenções.
No mesmo documento, o Parlamento Europeu apela para que sejam eliminadas dos livros escolares, dos brinquedos, dos games, da internet e da publicidade televisiva e em outros meios de comunicação todas as mensagens que veiculem estereótipos de gênero e que atentem contra a dignidade humana.
Além disso, o relatório constata que a imagem que o marketing e a publicidade transmitem do corpo ideal pode afetar negativamente a auto-estima das mulheres e dos homens, sobretudo dos adolescentes e dos que são sujeitos a perturbações alimentares, como a anorexia e bulimia. O Parlamento Europeu conclama os publicitários a "ponderarem com maior cuidado" sobre a contratação de mulheres extremamente magras para a promoção de produtos.
O PE registra ainda com extrema preocupação a publicidade de serviços sexuais, "que reforça o estereótipo das mulheres como objetos", em publicações, como os jornais locais, que são facilmente visíveis e que estão ao alcance das crianças.
A adoção não é obrigatória, mas esses relatórios servem como referência para os países da na União Européia.
Fonte: Meio & Mensagem - 03/09/2008
02 setembro 2008
A era da Personal TV
Segundo previsões da Forrester Research, a propaganda na televisão sofrerá mudanças drásticas nos próximos dez anos, dando origem a uma nova era de comerciais interativos e com veiculação framentada
De acordo com estudo da Forrester Research, a propaganda na televisão está sofrendo com a fragmentação das mídias e a fuga de verbas e deverá ter mudanças dramáticas na próxima década.
As previsões indicam que, sob pressão de anunciantes, as redes tradicionais deverão entrar em acordo com as operadoras de televisão por assinatura e as empresas de telecomunicações para construir um novo sistema para suporte de publicidade na televisão, o que é chamado pela Forrester de Personal TV.
A idéia é direcionar comerciais para os programas lineares e sob demanda, baseado em variáveis como comportamento e localização. Ou seja, é algo parecido com o que ocorre no controle da publicidade na web. E ao mesmo tempo em que haverá a fragmentação da audiência, novos sistemas permitirão que a publicidade alcance grandes massas, de modo focado.
A chamada Personal TV oferecerá experiências típicas de web aos telespectadores, como um menu de programação, com opções e ferramentas de busca. Além disso, os anunciantes poderão enviar anúncios interativos aos telespectadores no horário em que quiserem, permitindo até o contato direto do consumidor com o ponto-de-venda.
A mudança da indústria para este novo ambiente deve demorar uma década, mas por causa do tamanho do impacto disso nas estratégias de mídia e planejamento, a Forrester diz que os líderes do mercado de marketing já devem desde já participar de experimentos.
Essa novidade, na análise da empresa, vai garantir que a TV continue sendo a mídia dominante.
Mais informações sobre o estudo na página do pesquisador David Graves, o responsável pela análise.
Fonte: Meio & Mensagem - 27/08/2008
De acordo com estudo da Forrester Research, a propaganda na televisão está sofrendo com a fragmentação das mídias e a fuga de verbas e deverá ter mudanças dramáticas na próxima década.
As previsões indicam que, sob pressão de anunciantes, as redes tradicionais deverão entrar em acordo com as operadoras de televisão por assinatura e as empresas de telecomunicações para construir um novo sistema para suporte de publicidade na televisão, o que é chamado pela Forrester de Personal TV.
A idéia é direcionar comerciais para os programas lineares e sob demanda, baseado em variáveis como comportamento e localização. Ou seja, é algo parecido com o que ocorre no controle da publicidade na web. E ao mesmo tempo em que haverá a fragmentação da audiência, novos sistemas permitirão que a publicidade alcance grandes massas, de modo focado.
A chamada Personal TV oferecerá experiências típicas de web aos telespectadores, como um menu de programação, com opções e ferramentas de busca. Além disso, os anunciantes poderão enviar anúncios interativos aos telespectadores no horário em que quiserem, permitindo até o contato direto do consumidor com o ponto-de-venda.
A mudança da indústria para este novo ambiente deve demorar uma década, mas por causa do tamanho do impacto disso nas estratégias de mídia e planejamento, a Forrester diz que os líderes do mercado de marketing já devem desde já participar de experimentos.
Essa novidade, na análise da empresa, vai garantir que a TV continue sendo a mídia dominante.
Mais informações sobre o estudo na página do pesquisador David Graves, o responsável pela análise.
Fonte: Meio & Mensagem - 27/08/2008
Revistas semanais amargam queda na circulação
Somente seis dos 24 títulos auditados pelo IVC conseguiram resultado positivo no primeiro semestre
Diminuiu 1,05% a circulação média das revistas semanais brasileiras auditadas pelo Instituto Verificador de Circulação. O desempenho - que leva em conta o comparativo entre o primeiro semestre deste ano e o mesmo período de 2007 - seria ainda pior caso a Revista da Semana, da Editora Abril, não tivesse se filiado recentemente ao IVC, adicionando à conta sua média de 41.709 exemplares por edição. Sem ela, a média de circulação dos 24 títulos auditados desde o início do ano passado caiu 2,05%. Somente seis deles conseguiram melhorar seus números: IstoÉ (1,86%), Ana Maria (13,33%), Malu (2,61%), Recreio (33,71%), IstoÉ Dinheiro (2,33%) e TV Novelas (72,12%).
As três líderes do ranking vivem momentos distintos na área de circulação. Mesmo com oscilação negativa de 0,58%, Veja mantém folgada dianteira com média de 1.094.565 exemplares por edição - o que corresponde a quase 30% de toda a circulação semanal do mercado brasileiro. A vice-líder Época teve queda de 3,1% (média de 411.524), enquanto a IstoÉ avançou 1,86% (média de 353.163). Ainda no segmento de informação, a CartaCapital caiu 11,46% (considerando a média de 29.873 apurada nos cinco primeiros meses de 2008, já que ainda não estão disponíveis seus dados de junho). As duas edições regionais de Veja apresentaram quedas de 6,18% (São Paulo) e 6,13% (Rio).
O momento também não é favorável para a circulação das semanais populares, que tiveram queda média de 2,89%. O segmento é liderado por Ana Maria, com seus 189.507 exemplares por edição, que representam alta de 13,33%; seguida por Viva Mais, com média de 174.888 (-2,47%); Tititi, com média de 123.246 (-2,59%); Malu, com média de 103.399 (+2,61%); e Minha Novela, com média de 100.694 (-4,64%). Neste mercado, a melhor oscilação foi a da TV Novelas (+72,12%), enquanto as maiores baixas foram as de Chega Mais (-28,35%), Sete Dias com Você (-27,16%) e Sou+Eu (-21,88%).
Entretanto, o pior desempenho entre todos os nichos foi registrado pelas revistas de celebridades. Todos os cinco títulos semanais auditados pelo IVC amargaram diminuição em suas circulações, resultando em uma queda média de 5,49%. A líder Caras encolheu 4,66%, somando média de 285.390 exemplares por edição. Na seqüência aparecem Contigo, com média de 141.590 (-1,95%), Quem, com média de 86.460 (-12,31%), IstoÉ Gente, com média de 59.809 (-7,16%), e Flash, com média de 12.788 (-3,91%). O baque foi sentido pela Editora Escala, que na semana passada resolveu descontinuar a Flash, prometendo uma volta reformulada somente para março do ano que vem.
Fonte: Meio & Mensagem - 01/09/2008
---
Em estudos meus e também de terceiros, a internet passa a ser um veículo cada vez mais importante para vários públicos, incluindo a classe C.
Diminuiu 1,05% a circulação média das revistas semanais brasileiras auditadas pelo Instituto Verificador de Circulação. O desempenho - que leva em conta o comparativo entre o primeiro semestre deste ano e o mesmo período de 2007 - seria ainda pior caso a Revista da Semana, da Editora Abril, não tivesse se filiado recentemente ao IVC, adicionando à conta sua média de 41.709 exemplares por edição. Sem ela, a média de circulação dos 24 títulos auditados desde o início do ano passado caiu 2,05%. Somente seis deles conseguiram melhorar seus números: IstoÉ (1,86%), Ana Maria (13,33%), Malu (2,61%), Recreio (33,71%), IstoÉ Dinheiro (2,33%) e TV Novelas (72,12%).
As três líderes do ranking vivem momentos distintos na área de circulação. Mesmo com oscilação negativa de 0,58%, Veja mantém folgada dianteira com média de 1.094.565 exemplares por edição - o que corresponde a quase 30% de toda a circulação semanal do mercado brasileiro. A vice-líder Época teve queda de 3,1% (média de 411.524), enquanto a IstoÉ avançou 1,86% (média de 353.163). Ainda no segmento de informação, a CartaCapital caiu 11,46% (considerando a média de 29.873 apurada nos cinco primeiros meses de 2008, já que ainda não estão disponíveis seus dados de junho). As duas edições regionais de Veja apresentaram quedas de 6,18% (São Paulo) e 6,13% (Rio).
O momento também não é favorável para a circulação das semanais populares, que tiveram queda média de 2,89%. O segmento é liderado por Ana Maria, com seus 189.507 exemplares por edição, que representam alta de 13,33%; seguida por Viva Mais, com média de 174.888 (-2,47%); Tititi, com média de 123.246 (-2,59%); Malu, com média de 103.399 (+2,61%); e Minha Novela, com média de 100.694 (-4,64%). Neste mercado, a melhor oscilação foi a da TV Novelas (+72,12%), enquanto as maiores baixas foram as de Chega Mais (-28,35%), Sete Dias com Você (-27,16%) e Sou+Eu (-21,88%).
Entretanto, o pior desempenho entre todos os nichos foi registrado pelas revistas de celebridades. Todos os cinco títulos semanais auditados pelo IVC amargaram diminuição em suas circulações, resultando em uma queda média de 5,49%. A líder Caras encolheu 4,66%, somando média de 285.390 exemplares por edição. Na seqüência aparecem Contigo, com média de 141.590 (-1,95%), Quem, com média de 86.460 (-12,31%), IstoÉ Gente, com média de 59.809 (-7,16%), e Flash, com média de 12.788 (-3,91%). O baque foi sentido pela Editora Escala, que na semana passada resolveu descontinuar a Flash, prometendo uma volta reformulada somente para março do ano que vem.
Fonte: Meio & Mensagem - 01/09/2008
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Em estudos meus e também de terceiros, a internet passa a ser um veículo cada vez mais importante para vários públicos, incluindo a classe C.
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