Arnaldo Rabelo

30 outubro 2008

Ramarim lança ação promocional no Orkut

As redes sociais, principalmente o Orkut, são hoje um importante canal de popularidade e conectividade entre pessoas do mundo todo, principalmente brasileiros, que somam aproximadamente 13 milhões de usuários de um total de 27 milhões de outros países. A fim de aproveitar a força desse meio, o Gad’brivia lança um aplicativo para promover uma ação promocional para a Ramarim, batizada de “A Ramarim vai invadir o seu Orkut”.

O hotsite da promoção dá todas as dicas sobre a mecânica, cuja principal finalidade é divulgar a coleção primavera-verão 2008 da grife. “Esse recurso é uma novidade do programa e de outras redes sociais, que possibilita a criação de aplicativos com diferentes funcionalidades, aproveitando os contatos e informações existentes nestes meios”, explica Márcio Coelho, diretor-executivo do Gad’brivia, em comunicado enviado ao Portal da Propaganda.

“A proposta é aumentar o relacionamento com nossas consumidoras por meio deste importante canal”, acrescenta Renata Bueno, gerente de marketing da Ramarim. Segundo Coelho, haverá divulgação em todas as comunidades da Ramarim.

Fonte: Portal da Propaganda - 29/10/08

29 outubro 2008

O poder do subconsciente na compra

Publicitário americano lança livro sobre neuromarketing que garante que as mensagens em maços de cigarro tem efeito contrário sobre a mente dos fumantes

O publicitário norte-americano Martin Lindstrom lançou o controverso livro ´Buyology: Truth and Lies About What We Buy´, que traz à tona os três anos de um estudo de US$ 7 milhões sobre neuromarketing, conduzido por ele próprio. Com um time de pesquisadores de Oxford, ele utilizou tecnologias como ressonância magnética e eletro-encefalograma em 2 mil pessoas de cinco países num esforço para melhor entender o comportamento dos consumidores.

O diferencial do estudo foi poder analisar a eficácia de mensagens de alerta de saúde em produtos, efeitos do product placement (merchandising em programas) e de mensagens subliminares, entre outras coisas.

Uma descoberta é que os consumidores são dirigidos não somente por motivações conscientes, mas subconscientes também. "A maioria das decisões que tomamos todos os dias ocorrem basicamente numa parte do cérebro onde não estamos sequer cientes delas", afirma. "Eu realmente quis encontrar o que faz uma marca ter apelo para nós. Você não pode perguntar isso para a mente consciente ou depender de uma resposta verbal".

Mas você pode depender do cérebro, diz ele, lembrando o porquê de o chamado neuromarketing, que é o estudo de como o cérebro responde ao marketing, ter vindo para ficar.

Lindstrom afirmou que uma das descobertas mais surpreendentes envolveu os maços de cigarro com mensagens fortes. Quando os pesquisadores perguntavam se o aviso funcionava, a maioria disse que sim. Essa era a resposta do consciente. Mas o subconsciente trouxe respostas diferentes. Isso porque quando os pesquisadores repetiram a mesma pergunta e exibiam flashes de imagens de embalagens com fotos fortes, tudo captado pela ressonância magnética, a imagem do exame ativava "manchas de desejo" no cérebro, indicando que os avisos fazem os fumantes quererem fumar mais, e não menos, como se supõe.

Em outros estudos, pesquisadores também apontaram que os anúncios anti-fumo tem efeito contrário.

A "Comprologia" também diz que o logotipo de uma marca não é tão importante como muitos julgam ser. O senso de som e cheiro dos consumidores pesquisados era muito mais poderoso que o senso de visão.

Outra conclusão é que o product placement nem sempre funciona. Por exemplo, quando os pesquisadores de Lindstrom analisaram essa estratégia em American Idol descobriram que a Coca-Cola foi mais efetiva na hora de cativar os consumidores do que a Ford, mesmo sabendo-se que ambas pagaram valores próximos a US$ 26 milhões em suas campanhas. A razão: a marca Coca-Cola e suas cores foram vistas continuamente, enquanto a Ford, que patrocinou videos no programa, era menos visível e integrada à ação.

Lindstrom compreende que as pessoas podem ter medo de usar o neuromarketing, mas segue convencido de que isso pode ser usado, desde que de maneira ética. A Advertising Research Foundation não vai comentar o assunto até ter acesso ao livro.

Fonte: Meio&Mensagem - 22/10/2008 (a partir do Ad Age)

28 outubro 2008

Classes C e D esperam Papai Noel mais magro

Pesquisa do Ibope mostra que efeitos psicológicos da crise já chegaram ao bolso dos brasileiros

Os efeitos da crise financeira internacional chegaram às residências brasileiras das classes C e D, que têm renda mensal até R$ 1,2 mil. Como conseqüência dos acontecimentos das últimas semanas, os consumidores destas faixas de renda já esperam um Papai Noel mais magro que o anteriormente previsto. Apesar disso, não perdem o otimismo quando olham para o futuro da economia brasileira.

As constatações são de pesquisa do Ibope que ouviu 400 pessoas (66% da classe C e 34% da classe D) em cinco capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador) e no Distrito Federal, entre os dias 7 e 9 de outubro - no auge do pânico internacional. O Ibope admite uma margem de erro de cinco pontos porcentuais para mais ou para menos.

O estudo foi encomendado pela agência 141 SoHo Square que já o distribuiu para seus clientes, entre os quais a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), as lojas Marabraz e a Avon.

A população foi questionada sobre a situação financeira do mundo. Para 69% dos entrevistados, a crise irá afetar o seu dia-a-dia, enquanto 20% prevêem riscos somente para as empresas e não para sua vida financeira pessoal.

Os maiores medos dos brasileiros das classes C e D são a volta da inflação (35%), o aumento nos preços dos alimentos (30%) e os riscos de perderem os empregos (20%) e de não conseguirem pagar as prestações que devem (13%).

Diante das incertezas, as famílias estão preparadas para um Natal não tão farto como gostariam. Quase metade dos entrevistados (45%) disse esperar um Papai Noel mais magro, enquanto 31% acreditam que será igual e 21% prevêem melhora em relação ao ano passado.

Com relação à diminuição nos gastos pessoais que dizem já estar fazendo, constam cortes em itens da cesta básica (26%), lazer (24%), pagamento de prestações (20%), vestuário (19%) e alimentos especiais para festas (12%). Entretanto, 21% dos ouvidos ainda não mexeram nos orçamentos familiares.

A preocupação com os efeitos da crise, confessada por 75% dos entrevistados, não abala a confiança futura na economia brasileira. Para 39%, o ano de 2009 será melhor que o atual, 26% acreditam que será igual e 15% sustentam que será muito melhor. Na ala dos pessimistas, 12% acreditam que o ano que vem será pior e 3%, que será muito pior.

"O otimismo do brasileiro se mantém porque a população é acostumada a situações de crise e aos desafios que o País sempre ofereceu", sustenta Hélio Gastaldi, diretor de planejamento do Ibope Inteligência. Para ele, tanto o governo federal como a comunicação comercial têm que estar atentos à percepção das classes C e D sobre o momento atual para que suas mensagens tenham o efeito esperado.

"As pessoas querem uma mensagem otimista, mas não vazia. Elas estão convivendo com a crise, por este motivo, as mensagens não podem ser de pouco caso com este momento. Devem dar à crise a atenção devida, mas, principalmente, aparelhar e orientar o cidadão para enfrentá-la", sugere Gastaldi.

Fonte: Meio&Mensagem - 27/10/08

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Esta notícia atualiza um post anterior sobre o assunto.

27 outubro 2008

Zorba é a cueca mais vendida no Brasil, confirma pesquisa do IBOPE

Uma recente pesquisa do IBOPE revelou que a Zorba, empresa do Grupo Hanesbrands Inc., detém 30% da participação de mercado no Brasil, se consideradas apenas as marcas mais utilizadas pelos consumidores. A análise mostra, ainda, que a concorrente mais próxima tem apenas metade do percentual alcançado pela Zorba. A participação de mercado da maioria das outras marcas é menor do que 5%.

De acordo com a pesquisa do IBOPE Inteligência – empresa do IBOPE focada no mercado de pesquisa e de informação nas áreas de consumo, marca e opinião pública – o modelo Slip ainda é o mais popular entre os brasileiros. No entanto, a pesquisa constata que as cuecas boxers estão ganhando mercado. Segundo a análise da Hanesbrands, o crescimento das vendas dos modelos tipo boxer é uma tendência internacional.

Pioneira no lançamento de produtos diferenciados, como as cuecas de fibra de bambu e algodão orgânico, linhas infantis e cuecas sem costura, a Zorba se consolida como a marca de underwear preferida dos consumidores brasileiros, graças à adoção de uma estratégia de democratização.

O IBOPE adotou a metodologia pantry-check para garantir a precisão dos resultados. Este tipo de pesquisa utiliza – além da declaração – a verificação nos domicílios pesquisados das cuecas compradas pelos entrevistados, a fim de comprovar a veracidade e precisão de suas respostas.

Fonte: Revista Fator -25/10/08

Pepsi redesenha seu logotipo

Especialista estima o custo das novas aplicações do logotipo em centenas de milhões de dólares


Quanto tempo é necessário para refazer um ícone? Tente cinco meses.

Esse é o tempo que a Pepsi levou para reformular o seu famoso logotipo, depois que os altos executivos Indra Nooyi e Massimo d'Amore buscaram dar um "salto qualitativo", transformando a categoria de refrigerantes e definindo a Pepsi como líder cultural, disse Frank Cooper, vice-presidente do portfolio de marcas da Pepsi.

"Nós sentimos que, enquanto mudamos do marketing de massa tradicional e distribuição em massa para a cultura de hoje, há a oportunidade de trazer de volta a humanidade [humanismo], tanto em termos de design, quanto na forma de se envolver os consumidores", disse ele. "Tornar o logotipo mais dinâmico e mais vivo é um enorme passo na direção certa."

E um passo caro. A Pepsi não revela o que está investindo na renovação, mas especialistas estimam em mais de US$ 1 milhão o custo de 5 meses de trabalho de uma empresa americana entre as top na área de design. Mas isso é só o começo. O custo real, disse um perito, está em retirar o antigo logotipo que aparece em todos os lugares e colocar o novo material. Para a Coca-Cola ou para a Pepsi, quando se somam todos os caminhões, máquinas de vendas, letreiros de estádios, materiais de ponto-de-venda e outros ao redor do mundo, poderia facilmente somar várias centenas de milhões de dólares, disse o especialista.

O novo logotipo é uma faixa branca no meio do círculo da Pepsi que lembra vagamente uma série de sorrisos: um para a marca Pepsi, outro para a Diet Pepsi e ainda outro para a Pepsi Max. O novo logotipo está na sua 11ª versão nos 110 anos de história da Pepsi. Cinco logos foram lançados nos últimos 21 anos, com a última atualização feita em 2002.

Menos sutil
O Grupo Arnell, da Omnicom, foi chamado para trabalhar no redesenho das embalagens e materiais promocionais. A agência já tinha experiência de trabalho com a Pepsi, tendo feito mais de 35 designs de embalagens da empresa.

Os consumidores não verão uma nova campanha ainda por algum tempo. Cooper disse que o lançamento só está previsto para 2009. Mas "quando entramos em ação, goste ou não, você sabe que a Pepsi está no mercado", disse ele.

Até agora, especialistas em branding divergem. "É uma mudança do conjunto de apresentação da marca de uma expressão clássica de singularidade e qualidade em algo que é muito mais bem-humorado, quase irreverente", disse Tony Spaeth, um consultor de identidade. "Me preocupa que seja menos duradouro, menos permanente e clássico. Parece mais uma idéia para uma campanha do que uma expressão duradoura da marca."

"Parece ser uma solução muito boa. Parece a mesma Pepsi que conhecemos e amamos, mas é mais aventureira, mais jovem, com um pouco mais de personalidade", disse Chris Campbell, diretor executivo de criação da Interbrand. "Na teoria, o que estão fazendo realmente soa como uma solução inteligente para interligar as marcas de uma família."

Fonte: AdAge - 27/10/08

Bauducco antecipa vendas de Natal

Para os apreciadores dos Panettones Bauducco, o Natal chegou mais cedo. A tão aguardada “1ª. Fornada” foi lançada ainda este mês, com a intenção de matar a saudade dos amantes de um dos mais tradicionais símbolos natalinos.

Como nos anos anteriores, o objetivo da Bauducco com o evento é, obviamente, aumentar o volume de vendas, estimulando, também com apoio de peças publicitárias na mídia, a compra antecipada de sua linha de produtos desenvolvida para o fim de ano.

A perspectiva de crescimento de vendas da empresa é registrar 15% de aumento em 2008 na comparação com o mesmo período (outubro a dezembro) de 2007.

Massas molhadinhas e saborosas, sob receitas tradicionais em embalagens de 500 g, 750 g e 1 kg, serão os focos da presença da marca nos pontos-de-venda neste Natal. “A estratégia de antecipação de consumo não é novidade para a Bauducco. A consistência da estratégia nos últimos anos tem garantido resultados melhores a cada Natal”, afirma Rodrigo Mainieri, gerente de marketing de Bauducco, em comunicado enviado ao Portal da Propaganda.

A campanha publicitária, desenvolvida pela AlmapBBDO exclusivamente para a "1ª Fornada", contará com anúncios em mídia impressa (jornal e revista), um spot de rádio e uma cinta que acompanhará o exemplar dos assinantes do jornal Folha de S. Paulo.

“Depois do Sr. Bauducco, seja o primeiro a provar”, induzem as mensagens na mídia, com veiculação iniciadas no dia 19 de outubro. A partir de novembro, o esforço de comunicação ganha mais amplitude com um filme de 30”, anúncios de página dupla e peças especiais para promover o Chocottone entre jovens e crianças em canais de TV por assinatura.

Fonte: Portal da Propaganda - 16/10/08

Brasileiros mantém intenção de compra para o Natal

Nem mesmo diante dos rumores de recessão que assombra o mundo nos últimos dias, os brasileiros devem reduzir as suas famosas compras de final de ano. Pelo menos é o que indica uma pesquisa realizada pelo Provar (Programa de Administração de Varejo), da FIA (Fundação Instituto de Administração), em parceria com a Felisoni Consultores Associados.

Segundo os números, o índice de pessoas que não pretendem adquirir itens dos segmentos pesquisados reduziu para 26,2% ante 38,2% do trimestre anterior. A queda também aparece na comparação com o último trimestre de 2007, que apontou 38,8% de rejeição.

Se ficou mais difícil comprar automóveis e imóveis, devido às exigências dos bancos para liberação do crédito, o presente de Natal pode ser bem mais modesto. No topo da lista das intenções de compra estão os itens de “Informática” com 13,2%, seguidos dos segmentos de “Cine e Foto”, com 12,8%, e Eletroeletrônicos, com 11%.

Com relação às compras feita pela internet, houve um aumento nas intenções de consumo com relação ao 3º trimestre, deste ano, passando de 11,6% para 21%. Eletroeletrônicos e produtos de informática lideram a lista com 39,6% e 36,6% respectivamente. Na seqüência vêm livros, CDs, DVDs e revistas que com relação ao levantamento anterior, sofreu queda de 6 pontos percentuais.

Fonte: agência Graffo - 27/10/08

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Já publiquei um post que atualiza este.

O perfil do consumidor da nova classe média

Cecília Russo, da Troiano Consultoria de Marca, e Marcelo Coutinho, do IBOPE Inteligência, apresentaram no Maximídia uma pesquisa realizada pelas duas empresas sobre as características de consumo das classes populares.

Segundo Marcelo, atingir as camadas de baixa renda não é um desafio fácil, mas é muito importante aprender como abordar e trabalhar para esse público. "Cerca de 120 milhões de pessoas vivem com renda entre 1 e 3 salários mínimos, e todos têm projetos e sonhos, e as marcas ajudam a realizar esses desejos", disse ele.

Segundo o levantamento, que verificou a confiança desse consumidor como fator determinante do sucesso das marcas, são poucas as companhias que conseguem atingir essa qualidade. Apesar disso, de acordo com Marcelo, existem boas notícias para o mercado. "Embora 70% dos 3003 entrevistados tenham assumido ter dívidas no momento, eles querem e acreditam em um futuro melhor e mais positivo", disse. Para ele, o movimento de ascensão das classes sociais é um processo contínuo, que independe de crises. Nesse sentido, "as marcas têm de pensar em modelos de negócio que incluam esses consumidores."

Entre os debatedores do painel estavam Hugo Janeba (Vivo), Marcel Sacco (Schincariol), Marcelo Velloso (Losango) e Mauro Multedo (McDonald's). Para eles, é muito importante conhecer a visão dos consumidores populares sobre as marcas. "O consumo popular é fundamental, e o nosso desafio é continuar sendo relevante para esse público que muda de posição social. Além disso, a comunicação deve ser feita pensando no crescimento da marca, mantendo os antigos consumidores e também ganhando novos mercados", concluiu Marcel Sacco, da Schincariol.

Para Mauro Multedo, do McDonald's, o criador de mídia no Brasil é preconceituoso. "O resultado dessa pesquisa está sendo visto como algo inédito, mas a verdade é que esse público, das classes sociais mais baixas, nunca deveria ter sido excluído dos investimentos em comunicação das empresas", afirmou.

Fonte: Último Segundo - 08/10/08

Brastemp investe em eventos para reposicionar a marca

A Brastemp desenvolve ações de fidelização e de relacionamento com seus clientes através do Bgourmet e o Brastemp Host Club, eventos voltados para a estratégia de reposicionamento da marca no nordeste. Em Recife, a empresa desenvolveu a primeira edição do Brastemp Host Club no mês passado, que selecionou 16 participantes para promover, cada um, uma festa onde serão chefs de cozinha após uma aula de culinária com o chef André Falcão.

Serão realizadas duas festas a cada final de semana e o vencedor será o anfitrião que promover o maior entrosamento, animação, hospitalidade e a melhor comida, ganhando como prêmio um refrigerador Brastemp You, que poderá ser personalizado pelo ganhador.

Já o BGourmet, que ocorreu em Salvador, teve ações voltadas para 20 internautas usuários de blogs, que tiveram aulas de culinária já que o foco do evento é apresentar novidades em arquitetura, gastronomia e tecnologia. Ambos os eventos foram assinados pela agência LiveAd.

Fonte: Mundo do Marketing - 8/10/2008

24 outubro 2008

Novas ferramentas alteram paradigma do marketing e publicidade

A conclusão é de uma análise efetuada pela Tempo OMD, agência de mídia do grupo Omnicom Media, revelada ontem (21/10), e que dá como certo que os investimentos das empresas de marketing e comunicação tem de passar a basear-se em ferramentas métricas [ou de medição] para chegarem ao consumidor e entrarem no domínio do marketing digital.

A questões como «qual a porcentagem do faturamento que deve ser aplicada em marketing», ou se «a publicidade tem maior eficácia na marca ou no produto», a análise da agência de mídia aponta para um mesmo caminho: a importância das métricas. A avaliação, compartilhada com a Brand Science (unidade do grupo especializada em pesquisas), diz que as ferramentas métricas são os novos instrumentos de comunicação para que as marcas consigam a atenção dos «novos consumidores».

Veja-se o caso das métricas usadas em televisão que, segundo a Tempo OMD, revelam algumas conclusões. Por exemplo, no setor das telecomunicações, atratividade e afinidade são conceitos que maximizam a associação entre GRPs [gross rating points] e lembrança publicitária. Por outro lado, e ainda na televisão, a afinidade é a métrica que mais potencializa a relação entre impactos e a lembrança. Conclui esta pesquisa que a «ponderação dos impactos por métricas de afinidade e atratividade dos programas onde se insere a publicidade, aumenta o grau de associação entre lembrança e investimento em televisão».

Já no caso da internet, esta análise conclui que «o tempo médio por página utilizado como uma medida de engagement [engajamento, envolvimento] influencia a taxa de cliques na campanha. Mais que cobertura, é importante mapear os sites também em termos de engagement».

Esta análise salienta ainda o fato da alteração do paradigma da comunicação implicar a transição de estratégias de engagement, uma vez que também os consumidores mudaram. Estão mais informados e exigentes e querem ser recompensados pelo tempo e atenção dispensados. E neste ponto, falar de engagement envolve abordar novas métricas que possibilitem que os anunciantes e as agências de mídia concebam estratégias de comunicação eficazes para chegar ao consumidor.

Fonte: Briefing (Portugal) - 22/10/08 - adaptado ao português do Brasil

21 outubro 2008

As 5 esferas da mídia social

O Stratius Group publicou um artigo interessante chamado "As 5 Esferas da Mídia Social". Nele, explicam que as redes sociais online estão crescendo como nunca, assim como o número de termos e categorias usadas para descrever sites, comunidades e ferramentas utilizadas.

Assim, definiram cinco categorias de classificação das diferentes áreas da mídia social para facilitar a discussão e a definição de foco de atuação para cada negócio.


Rede de relacionamentos: A mídia social normalmente é associada com uma ampla rede de relacionamentos. A rede social MySpace, por exemplo, ficou famosa pela sua popularidade entre o público jovem. A esfera da 'rede de relacionamentos' inclui sites que facilitam que as pessoas se encontrem e se conectem de várias maneiras. A maioria dos sites desta esfera têm pontos em comum com outras esferas também, pois procuram oferecer diferentes ferramentas de mídia social aos seus usuários.

Exemplos: Facebook, MySpace, LinkedIn, Plaxo, Meetup

Publicação: A publicação, compartilhamento e promoção de várias mídias é o foco da esfera de 'publicação'. Isso inclui blogs, sites de publicação e compartilhamento de vídeos e fotos, assim como conhecimento gerado pelo usuário em geral.

Exemplos: YouTube, Flickr, Last.fm, Wikipedia, Slideshare, Squidoo

Nicho: Redes com foco em pequenos segmentos ou nichos podem fazer parte ou ter sobreposições com outras esferas. As redes de 'nicho' podem criar um conteúdo extremamente local e valioso para os usuários de determinadas comunidades. Mas o aspecto geográfico é apenas um tipo de nicho. Sites para interesses muito específicos, como de programas de TV ou de esportes, também fazem parte desta esfera.

Exemplos: Ning, My Church, Passport Stamp, Kirtsy

Interligação: Compartilhar links (ou interligações) para artigos e outros conteúdos é a prioridade para os sites da esfera da 'interligação'. São mais conhecidos como sites de bookmark social, mas esse termo perdeu um pouco seu sentido quando esses sites passaram a ter como função principal compartilhar links, não arquivar páginas preferidas. Muitos utilizam um sistema de votação para avaliar a popularidade dos links e promovê-los.

Exemplos: Mixx, Reddit, Stumble, HubDub, Newsvine

Interação: Jogos online para múltiplos participantes e mundos virtuais fazem parte da esfera de 'interação'. O foco destas redes é a interação com outras pessoas. A parte interativa pode ser um mundo virtual 3D, grandes ambientes para jogos ou comunidades onde os usuários trabalham juntos para resolver problemas e criar produtos e serviços.

Exemplos: Second Life, NameThis, Webkinz, Mosio, Threadless


Fonte: Stratius Group

Mídia social e comportamento de compra

O uso da mídia social pelos consumidores está mudando a forma como decidem as compras. Para se manterem relevantes, os varejistas precisam achar uma forma de incorporar a mídia social, como redes sociais online (Orkut, Facebook, Peabirus) e blogs nas suas estratégias de marketing.

A geração de compradores online que nasceu a partir de 1980 utiliza muito mais os recursos da internet e os aparelhos portáteis (como celulares) do que as gerações anteriores, de acordo com uma pesquisa deste ano da PriceGrabber. 85% das pessoas pesquisadas dessa geração (conhecida nos Estados Unidos como Geração Y) participam de redes sociais online e 57% estão envolvidas com blogs.

Para atingir este segmento, os varejistas online estão utilizando essas ferramentas. Uma pesquisa de agosto deste ano feita pela Internet Retailer mostra que 39% dos varejistas online utilizam redes sociais, 32% têm uma página no Facebook, 27% no MySpace e 26% no YouTube.

Uma forma como os clientes usam a mídia social é compartilhando suas experiências com as empresas e marcas. Um estudo deste ano feito pela Society for New Communications Research para a Nuance Communications mostra que 3/4 dos pesquisados escolhem as lojas e os produtos baseados na experiência de outros clientes, que as compartilharam online. As formas de informação mais valorizadas pelos clientes são sistemas de busca, sistemas online de classificação (avaliação/comparação), fóruns de discussão e blogs. Fontes confiáveis incluem a família e amigos.

Fonte: eMarketer - 02/10/08

11 outubro 2008

Gol tira a marca Varig dos vôos brasileiros

Empresa também adotará, a partir do próximo dia 16, o programa de milhagem Smiles; aeronaves com a marca Varig serão usadas apenas para vôos na América Latina

A Gol Linhas Aéreas começa a colocar em prática o processo de reestruturação de sua operação desde que adquiriu a marca Varig, em julho de 2007, pelo valor de 1,2 bilhão. As informações sobre as estratégias da companhia foram noticiadas hoje, nos principais jornais do País.

Após a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ter autorizado a fusão das duas empresas, a Gol anunciou sua opção por não utilizar a marca Varig em nenhum de seus vôos domésticos. O processo de substituição das cores, logos e remodelagem da pintura das aeronaves será feito aos poucos, aproveitando os períodos em que os aviões são mandados para manutenção e revisão. Atualmente, 35 aeronaves - do total dos 104 boeings da Gol - ainda exibem os tons da bandeira Varig.

Pela unificação dos serviços das companhias, a Gol também incorpora os sistemas promocionais da Varig. A partir do próximo dia 16, os passageiros da Gol poderão acumular as milhas do programa Smiles, da Varig, que já conta um total de 5,9 milhões de participantes. O nome Smiles, que será mantido pela Gol, será um dos poucos símbolos de presença da Varig mantidos no novo sistema operacional da companhia.

Apesar da retirada da marca dos vôos internos, a Varig continuará presente nas aeronaves que fazem as rotas de quatro capitais da América Latina: Bogotá, Santiago, Caracas e Buenos Aires. A Gol também irá adequar sua malha aérea a fim de evitar sobreposições entre vôos das duas companhias. O processo de readequação ainda engloba a padronização dos uniformes dos funcionários e dos cardápios de bordo.

Fonte: Meio & Mensagem - 10/10/08

09 outubro 2008

São Paulo cria cadastro antitelemarketing

Uma lei sancionada pelo governador José Serra nesta terça-feira (07/10) promete acabar com o tormento do paulista que já não agüenta mais as ligações de vendedores de telemarketing. A Lei 13.226 cria o Cadastro para Bloqueio do Recebimento de Ligações de Telemarketing e vale para usuários de de telefonia fixa e celular com DDD do estado de São Paulo.

Para o consumidor fazer parte do cadastro, será necessário que o titular da linha faça a solicitação ao Procon. O governo ainda não regulamentou o modo como a solicitação será feita, mas uma das idéias é que o Procon ofereça um formulário na internet.

De acordo com a lei, o consumidor passa a ter as ligações de telemarketing “bloqueadas” a partir do 30º dia de ingresso no cadastro. Se ele desistir, pode sair da lista. Os fornecedores e as empresas de telemarketing deverão se cadastrar para poder consultar a lista de telefones inscritos.

Quem mesmo na lista receber uma ligação deve fazer reclamação no Procon em até 30 dias. A empresa será punida de acordo com o Código de Defesa do Consumidor _o valor da multa ainda não foi definido. A lei não se aplica às entidades filantrópicas que utilizem telemarketing para pedir recursos.

Fonte: PEGN, a partir do G1 - 08/10/08

Estratégia segundo Porter

Há poucos meses, a revista HSM trouxe uma reportagem que falava da visão atual de Michael Porter sobre estratégia e os principais erros cometidos pelas empresas. O título da matéria era "A ordem é não mudar: a visão de Porter", referindo-se à necessidade de persistir no caminho escolhido pela empresa a longo prazo.

A parte inicial da matéria segue abaixo.

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A ordem é não mudar: a visão de Porter

Michael Porter, o grande especialista em estratégia da Harvard Business School, considerado por muitos "o pai da estratégia", fez uma palestra para o público da Wharton School sobre os princípios básicos de sua teoria.

"Muitos erros de estratégia empresarial ocorrem por culpa da própria organização." "Manter o foco exclusivamente no valor para o acionista é o 'triângulo das Bermudas' das estratégias." Esses foram dois dos ensinamentos de uma palestra feita recentemente na Wharton School por Michael Porter, diretor do Institute for Strategy and Competitiveness, da Harvard Business School, e um dos mais conceituados especialistas em estratégia de todo o mundo. Ao menos a primeira afirmação representa uma reviravolta no pensamento de Porter. Quando começou a estudar estratégias, ele achava que a maioria dos erros estratégicos tinha origem externa, em tendências de consumo ou mudanças tecnológicas. "Mas, depois de 25 ou 30 anos de prática, percebi que muitos erros estratégicos, se não quase todos, vêm de dentro. É a própria empresa que os comete."

Concorrência destrutiva

Em geral, a origem das estratégias ruins está na forma de encarar a concorrência, observou Porter ao crítico público da Wharton. Muitas empresas têm por objetivo ser as melhores em seu setor de atividade e as melhores em todos os aspectos do negócio: do marketing à cadeia de fornecimento, passando pelo desenvolvimento de produtos. O problema dessa maneira de pensar é que não existe uma organização "melhor" em dado setor. "Qual é o melhor carro?", perguntou ele. "Depende de quem o utiliza. Depende do uso a que se destina. Depende do orçamento."

Os gestores que acreditam existir uma empresa melhor que as outras ou um conjunto de processos superior ficam predispostos a uma concorrência destrutiva. "O pior erro é competir nos mesmos quesitos", disse Porter. "Isso só provoca uma escalada da situação, o que, por sua vez, leva a preços mais baixos ou a custos mais altos, a menos que o concorrente seja inepto."As empresas devem tentar ser únicas, acrescentou. Os executivos precisam se perguntar: "Como oferecer um valor exclusivo, que atenda a uma série de necessidades essenciais de um grupo de clientes importante?".

Outro erro que os gestores cometem, segundo o especialista, é confiar em uma definição defeituosa de estratégia. "'Estratégia' é uma palavra usada de tantas maneiras diferentes, com tantas acepções, que pode não significar nada." Muitos executivos de grandes companhias confundem estratégia com aspiração. Uma organização que declare que sua estratégia é tornar-se líder em tecnologia ou consolidar o setor não está descrevendo uma estratégia, e sim um objetivo. "A estratégia se relaciona com o que faz a empresa ser única", frisou Porter. Os gestores também costumam acreditar que ações como fusão ou terceirização são estratégia. "Isso não é estratégia", advertiu ele. Não fala da posição que a empresa ocupará com exclusividade.

Para Porter, é importante que a organização defina sua estratégia, pois isso determinará previamente as escolhas que moldarão suas decisões e ações. Declarações de visão e de missão não devem ser consideradas estratégia, tampouco. As empresas gastam meses negociando palavra por palavra e os resultados podem ter valor no que se refere a sua visão ou missão, mas não substituem a estratégia.

Nos últimos dez anos, as empresas ficaram mais confusas quanto a seus objetivos corporativos. De acordo com Porter, o único objetivo que faz sentido é obter considerável retorno sobre o capital investido, uma vez que é o único objetivo alinhado a valores econômicos.

Fonte: HSM Management - edição 65

Consumidor brasileiro se mostra fiel às marcas

Pesquisa do Ibope Mídia também revela que mulheres são as que mais consomem

O brasileiro é um consumidor fiel às marcas, segundo a pesquisa Consumidor do Século XXI, realizada pelo Ibope Mídia. Dos entrevistados, 72% afirmaram que não trocam as marcas que confiam por outras. A personalidade forte é outra característica do brasileiro: apenas 15% é [declara ser] influenciado pela presença de celebridades em campanhas publicitárias. “A experiência individual do consumo e qualidade são fundamentais. Ele conhece e exige seus direitos. O que realmente diferencia este consumidor é a sua atitude”, afirma Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia e uma das responsáveis pelo estudo.

O consumidor é impactado pelo circulo de influências composto por: mídia, ponto-de-venda e relacionamento. Dentre as principais fontes de informação na decisão de compra, as mais citadas pelos consumidores brasileiros são: experiência anterior e opinião da família.

As ações posicionadas no PDV também aparecem como um fator importante e muitas vezes decisivo na hora da compra, principalmente no que se refere a roupas (38%), alimentos (36%) e celulares (35%). Mas o ‘boca-a-boca’ ainda é o meio mais procurado pelos consumidores no momento de adquirir um produto: 34% dizem que conversam bastante com muitas pessoas diferentes sobre produtos de interesse antes de efetuarem a compra e 34% concordaram que é bastante provável que consigam convencer outras pessoas a respeito de determinados produtos com suas opiniões.

O hábito de ir às compras cresceu 12% nos últimos quatro anos no País. Em 2002, os brasileiros que iam às compras com freqüência mínima de 30 dias somavam 60% da população. Atualmente, este montante chega a 67%, ou seja, 35 milhões de brasileiros saem às compras periodicamente. E os maiores compradores são mulheres (71%) entre 25 e 34 anos da classe AB (77%). A importância das classes C e DE é de 65% e 55%, respectivamente. E Belo Horizonte (MG) é a cidade onde as pessoas mais fazem compras (71%) e Fortaleza aparece como a cidade brasileira com a menor incidência de compras no período dos últimos 30 dias (63%).

Comportamento “verde” e consciente

Há uma tendência favorável aos assuntos relacionados ao meio ambiente e o Brasil destaca-se quando comparado com os demais países da América Latina. Quando perguntados sobre a importância da reciclagem, 89% dos consumidores brasileiros responderam que consideram reciclar um dever de todos e 71% afirmaram estarem dispostos a pagarem mais por um produto que seja saudável para o meio ambiente – 63% ainda disseram estarem dispostos a mudarem seu estilo de vida para beneficiarem o meio ambiente. Ainda assim, na contramão deste traço marcante do consumidor brasileiro do século XXI, 36% dos indivíduos disseram achar que atualmente a preocupação com o meio ambiente é excessiva.

Fontes: Propmark e Portal da Propaganda - 08/10/2008

07 outubro 2008

Wii inova em uso do YouTube

A Nintendo colocou no site YouTube um vídeo promovendo seu videogame Wii. Até aí, nenhuma novidade. Mas a forma como o vídeo interfere na interface do YouTube é surpreendente. Confira acessando o endereço http://www.youtube.com/experiencewii

Estão mudando as prioridades nos investimentos em marketing

Um estudo divulgado no mês passado pela Epsilon mostra que 63% dos executivos de marketing americanos estão aumentando os investimentos em marketing digital em 2008 e 59% disseram que estão diminuindo os investimentos em marketing tradicional. Quando o estudo se refere apenas à publicidade (tradicional), as diferenças são ainda maiores: 65% estão diminuindo os investimentos.

Um outro estudo, feito pela Duke University entre empresas B2C (business to consumer, isto é, empresas de bens de consumo), tem resultados semelhantes. Feito em julho deste ano, os executivos de marketing previram um aumento de 23,0% nos investimentos com marketing pela internet nos próximos 12 meses, contra um aumento de apenas 0,4% na publicidade tradicional.

Fonte: eMarketer - 07/10/08

Otimização de sites alavanca vendas

Um dos grandes desafios das pequenas e médias empresas é colocar seus sites em evidência nos mecanismos de busca. Figurar entre os primeiros links que sites como o Google mostram em uma busca pode ser a diferença para aumentar as vendas. Segundo levantamento da consultoria WBI Brasil, feito neste ano com 4.431 pessoas, 64% dos internautas clicam somente nos três primeiros resultados ao pesquisar produtos e serviços, informa a Folha Online.

'Só os que fazem uso correto de títulos e descrições ganham visibilidade nas páginas do Google ou do Yahoo!', aponta Paulo Floriano, consultor da TerraForum, especializada em portais corporativos.

Por falta de conhecimento técnico, o representante da loja de artigos esportivos Gorilaz Paintball, Douglas Wilhelm, 22, não nomeou, no endereço virtual da empresa, os produtos vendidos pela companhia. 'Isso impediu que os internautas nos localizassem por palavras-chave', avalia.

Wilhelm só reverteu o problema ao contratar um otimizador, profissional que interfere na arquitetura de sites a fim de melhorar sua posição nas pesquisas on-line. 'Saltamos da quinta para a primeira página do Google e registramos um aumento de 20% nas vendas.'

Há dez anos, Luis Fornasiari, 42, batizou sua empresa de ADL Traduções, para que figurasse no início das listas telefônicas, que são organizadas em ordem alfabética. Ele também se diz satisfeito com os resultados da otimização feita em sua página da internet.

'Após chegarmos ao terceiro lugar na busca de páginas brasileiras do Google [pela palavra-chave 'traduções'], a procura por nossos serviços duplicou', relata o empresário.

Fonte: PEGN - 06/10/08

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Para esse tipo de serviço, recomendo uma empresa parceira, a pmc&associados: www.pmcassociados.com.br

06 outubro 2008

Google considera investir mais em publicidade

É muito citado o fato da marca Google ser uma das mais valiosas do mundo sem ter feito praticamente nenhum investimento em publicidade. A divulgação era feita só no boca-a-boca e através de parcerias. Isso está para mudar.

A empresa tem consultado agências de publicidade importantes, como a Wieden + Kennedy (que atende a Nike) e a Taxi New York. Em agosto, o Google realizou uma ação promocional no Japão que incluía outdoor e anúncios online criados pela Wieden + Kennedy. A campanha se chamava "100 coisas que você pode fazer com o Google" e mostrava produtos como o Google Maps e o Gmail.

Mudanças na forma de atuação e na composição da equipe de marketing também têm sido notadas. Além disso, a marca Google começa a ser vista em produtos. A empresa está lançando o celular G1, que roda seu software. O lançamento conta com campanha online, outdoors e TV.


Painel em Olean (NY) anunciando serviço do Google para celulares.

Outras ações promocionais que tiveram visibilidade recentemente foram do aniversário de 10 anos da empresa e a divulgação do navegador Chrome, que contou com um concurso com 10 milhões de dólares em prêmios.

Grandes concorrentes da empresa, como a Microsoft e a Apple, já utilizam publicidade fortemente. Especialistas em marcas americanos dizem que será importante para a empresa investir em publicidade, pois a maioria das pessoas associa o Google somente a serviço de busca na internet.

Baseado em artigo do Wall Street Journal de 03/10/2008

Claro investe no cliente e se torna a marca de telecom mais valiosa da América Latina

A Claro é a marca mais valiosa entre as empresas de telecomunicações da América Latina, de acordo com o ranking elaborado pela consultoria internacional Interbrand. Em sua primeira edição, o ranking apresenta as 50 marcas mais valiosas da região, utilizando a mesma metodologia desenvolvida pela Interbrand há mais de 20 anos e que já avaliou mais de 4 mil marcas no mundo todo.

A Claro foi criada no Brasil, em 2003, após a fusão de seis operadoras brasileiras sob uma única marca, inspirada na Claro Digital, sua subsidiária do Rio Grande do Sul. A marca foi escolhida por transmitir os atributos desejados pela nova empresa: transparência, inovação e proximidade. Hoje, a Claro, controlada pela mexicana América Móvil, é a maior empresa de telecomunicações móveis da América Latina em valor de marca, segundo a pesquisa da Interbrand. A marca Claro foi adotada pelo grupo em outros 11 países, estando presente no Chile, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Jamaica, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Honduras, Uruguai e Paraguai.

De acordo com a pesquisa, a marca Claro vale R$ 6,360 bilhões. Este valor é baseado em cálculos da Interbrand que levam em consideração a Pontuação da Força da Marca (BS), que indica a capacidade da marca em captar a preferência do consumidor ao longo do tempo (lealdade, recompra e retenção), e os resultados financeiros da empresa. Das 50 marcas listadas no ranking, sete são do setor de telecomunicações, sendo que três delas estão entre as dez mais valiosas, todas do mesmo grupo acionista: Claro (5ª posição), Telmex (6ª) e Telcel (8ª). As outras marcas de telecomunicações presentes no ranking das 50 mais valiosas da América Latina são: Vivo (17ª), Tigo (30ª), Comcel (33ª) e Oi (45ª).

No Brasil, a Claro acaba de assumir a segunda colocação de mercado em número de clientes, de acordo com os dados de agosto apurados pela Anatel. A operadora conquistou 1.011.996 novos clientes naquele mês, alcançando 25,092% de market share. O crescimento da Claro pode ser explicado pela estratégia ousada e coerente adotada pela empresa. Há dois anos, a operadora definiu como foco estratégico a satisfação de seus clientes. Assim, foi a primeira operadora a lançar a rede de terceira geração nacionalmente, investiu na qualidade do atendimento e na ampliação dos canais de relacionamento com seus clientes, e manteve a oferta de tarifas e promoções atrativas.

Fonte: Jornal da Mídia - 03/10/08

Apesar de endividado, consumidor de baixa renda acredita no futuro

Segundo pesquisa, consumidores avaliam sua situação melhor do que a de seus pais e projetam muito mais para os próprios filhos

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência, em parceria com a Troiano Consultoria de Marca, intitulada "O consumo popular e as marcas: construindo confiança para gerar valor", o consumidor de baixa renda, apesar de endividado, está otimista.

O estudo, que abrangeu nove regiões metropolitanas do Brasil e ouviu 3.003 pessoas, de 18 a 59 anos, com renda familiar de um a três salários mínimos, constatou que 70% dos entrevistados estão com dívidas no momento e 58% declararam estar mais endividados do que há dois anos. Entretanto, as pessoas avaliam a sua situação melhor do que a de seus pais e projetam muito mais para seus filhos.

"O brasileiro que caminha rumo à classe média acredita muito no futuro", afirma um dos coordenadores da pesquisa, Marcelo Coutinho.

Marcas X Preços

Segundo Coutinho, além da melhoria de renda e emprego, as marcas também contribuem para o otimismo desta classe de consumidores. "Mais do que para o público AB, essas pessoas vêem as marcas como parceiras de seus projetos de futuro. As marcas são a materialização dos sonhos", diz.

Conforme o estudo, o preço não é tudo que o cliente procura em um produto, nem mesmo àqueles com menor poder aquisitivo. A estratégia de depenar produtos ou baixar a qualidade na busca por preços mais agressivos não funciona.

A pesquisa lembra que o consumidor conhece a relação custo/benefício de produtos e serviços, sendo que qualidade é fundamental. Por outro lado, os pesquisadores admitem que estar na mídia confere credibilidade e simpatia ao produto, além de instigar a curiosidade do consumidor.

Fonte: Infomoney - 03/10/08

Classes populares têm participação "de peso" no uso da internet

As classes populares ganham progressivamente mais acesso à internet. Por isso, as ações de inclusão digital do mercado precisam, agora, além de promover incremento no número de usuários, elaborar meios para se relacionar com esta importante parcela da população. É o que afirma Marcelo Coutinho, diretor de Análise de Mercado da Ibope Inteligência.

Coutinho fez levantamento e análise sobre o aumento da participação das classes C, D e E entre os internautas, com base em dados da Pnad 2007 (Pesquisa Nacional de Domicílios). Segundo ele, o total de domicílios com computador e acesso à internet em 2003 chegava a 5,9 milhões. Em 2007, esse número já atingia a casa dos 11 milhões.

Classes de peso
Outros dados apontam os responsáveis pelo aumento: de acordo com a Pnad, em 2003, do total de domicílios com computador e internet, 2,1 milhões eram de famílias com renda de até 10 salários mínimos. Em 2007, a quantidade dessas famílias saltou para 6,1 milhões.

Enquanto isso, o número de famílias com renda superior a 10 salários mínimos, e que possuíam computador com acesso à internet, passou, no mesmo período, de 3,2 milhões para 3,8 milhões. Daí é possível compreender a importância das classes de menor renda no crescimento da quantidade de usuários da rede mundial.

Preferências
Coutinho comenta, com base em pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, que, além do aumento no consumo dos computadores nas residências, serviços como os de lan houses tiveram papel importante na inclusão digital da baixa renda, principalmente por sua penetração em comunidades carentes e bairros de periferia.

A pesquisa do Comitê também mostra que, em comparação com os usuários de maior renda, o perfil de utilização da internet das classes D e E é menos variado, exceto em duas situações específicas: jogos e comunidades de relacionamento. Das classes C, D e E, 65% dos entrevistados afirmaram que suas principais atividades na internet envolviam o acesso a sites de relacionamento.

Uso peculiar
Segundo Coutinho, considerando a entrada desses consumidores no mercado da internet, a grande questão não é como aproximar seu perfil de uso daquele característico dos internautas mais antigos (e de maior renda). O foco é "como transformar este perfil de uso em negócios atraentes", tanto para as empresas quanto para os consumidores.

"As classes C, D e E não precisam ter exatamente os mesmos usos da internet que as demais. Eles têm um uso muito peculiar, autônomo", e é isto que deve direcionar as ações de incentivo e inclusão digital para elas.

Fonte: Infomoney - 03/10/08

Economistas reduzem previsão de crescimento em 2009, diz pesquisa do BC

Os economistas ouvidos pelo Banco Central reduziram a expectativa para o crescimento da economia em 2009. De acordo com a pesquisa semanal Focus, realizada pelo próprio BC, a expectativa para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas) em 2008 subiu de 5,18% para 5,20%. Para 2009, caiu de 3,55% para 3,50%.

Em relação à inflação, a expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC, ficou estável em 6,14%, depois de cair por nove semanas seguidas. A meta de inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% no intervalo de tolerância (teto da meta).

Para o próximo ano, a taxa prevista recuou pela quarta semana, de 4,90% para 4,85%. A queda da inflação em 2009 para o centro da meta de 4,5% é um dos principais motivos que tem levado o BC a aumentar os juros neste ano.

A estimativa para a inflação para os próximos 12 meses passou de 5,14% para 5,15%.

Juros

Em relação à taxa básica de juros, os economistas ainda prevêem uma alta da Selic dos atuais 13,75% para 14,25% na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do BC) no fim de outubro e para 14,75% em dezembro (o Copom se reúne a cada 45 dias aproximadamente).

Houve mudanças em relação a 2009. Segundo a pesquisa, a previsão para a taxa básica no final do próximo ano caiu de 13,75% para 13,50% ao ano.

Ainda segundo a pesquisa Focus, as previsões para o dólar subiram de R$ 1,70 para R$ 1,80 no final deste ano; e de R$ 1,77 para R$ 1,82 em dezembro de 2009.

Fonte: Folha de S. Paulo - 06/10/08

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Hoje foi um dia de pânico nas bolsas, em que já houve queda de mais de 12% hoje no Brasil e o dólar chegou a R$ 2,15. Tudo indica ser uma instabilidade do momento, que pode não se manter a longo prazo. De qualquer modo, as empresas terão que considerar um cenário menos favorável e definir estratégias e ações adequadas para competir.

02 outubro 2008

Em dois anos, internautas crescem 78% no Brasil

O Brasil atingiu em agosto deste ano o volume de 24,3 milhões internautas residenciais ativos --ou seja, este foi o número de pessoas que acessaram a rede ao menos uma vez por mês. Segundo relatório do Ibope divulgado nesta quarta-feira, o país teve crescimento de 78% em relação a 2006, informa a Folha Online.

Na comparação com o ano passado, o aumento foi de 26,1%. Também houve acréscimo entre julho e agosto, de 2,6%.

Já o número de pessoas que moram em residências em que há computador com acesso à internet --mas não necessariamente usam o equipamento todo mês-- também cresceu e atingiu 36,3 milhões.

Para todos os tipos de acesso (de residências, trabalho, escolas, LAN house, bibliotecas, telecentros), o Ibope detectou a marca de 42 milhões de pessoas na internet no segundo trimestre de 2008.

O tempo médio de navegação do brasileiro em agosto de 2008 foi de 23 horas e 50 minutos, 4,3% menor que o tempo de julho, época de férias escolares. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o internauta brasileiro passou 1,6% mais tempo na frente do PC, navegando na web.

Fonte: PEGN - 01/10/08