A Alpargatas, que fabrica as sandálias Havaianas, ofereceu R$ 49,5 milhões pela marca concorrente Dupé, produzida pela Companhia Brasileira de Sandálias (CBS). A partir de 1997, a marca pernambucana multiplicou o seu negócio em dez vezes e passou a incomodar a líder. "Há cerca de cinco anos, a Alpargatas vinha tentando comprar a Dupé", conta Rogério Lessa, sócio da Demarest e Almeida Advogados, escritório que intermediou as negociações. O curioso é que a Dupé iniciou seu negócio sendo um fabricante terceirizado de Havaianas para a Alpargatas.
A operação foi concretizada em um momento em que a controladora da marca Dupé, o grupo Tavares de Melo, está se desfazendo de vários ativos e redirecionando o foco do negócio. No início do ano, o Tavares Melo vendeu cinco usinas de açúcar e álcool por R$ 1 bilhão, segundo estimativas do mercado.
"O setor de calçados não era muito o nosso perfil, era praticamente um desafio, por isso optamos por vender", disse Romildo Tavares de Melo, diretor-presidente da CBS. Com a saída das áreas de calçados e sucro-alcooleiro, o Grupo Tavares ficou com empresas de embalagens e combustível.
Com um caixa disponível de R$ 300 milhões para investimentos em aquisições e capital de giro, Márcio Utsch, diretor-presidente da Alpargatas, confirma que vinha analisando a Dupé há algum tempo. "Vamos dar um importante passo na nossa estratégia de crescimento", afirma o executivo. Em várias cidades do Nordeste, a Dupé detinha quase 30% do market share de chinelos e sandálias. No Brasil, a participação da Dupé no segmento de chinelos é de 6% e em sandálias, 2%. A Havaianas possui entre 10% e 12% do market share de sandálias e 42% do segmento de chinelos. Do faturamento de R$ 1,5 bilhão em 2006, cerca de 45% vem das vendas das Havaianas.
O negócio só deve ser finalizado em 31 de outubro, quando termina o período de due diligence. Além disso, a conclusão do processo também depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). "Já fizemos nossas análises e não haverá problemas de concentração de mercado. O segmento é pulverizado. As três maiores marcas de sandálias e chinelos - Havaianas, Ipanema (Grendene) e Dupé - têm 18% do mercado" , diz Utsch.
Outro grande negócio que a Alpargatas está prestes a fechar é a compra de 31,4% da Alpargatas Argentina, que detém as marcas Topper (calçados), Alpargatas Têxtil, Pampero, Rueda, Media Naranja, Palette e Horizons (têxtil).
Fonte: Valor Econômico - 24/09
Arnaldo Rabelo
28 setembro 2007
Cia Hering divulga sua estratégia de negócios e perspectivas
A Cia Hering, uma das maiores empresas de varejo e design de vestuário do Brasil, divulgou ontem seu plano estratégico para os próximos 4 anos, através de apresentação pública (APIMEC) e teleconferência internacional.
O plano prevê crescimentos médios anuais de venda de 25% para a marca Hering e de 6% para as marcas PUC e dzarm. Esse resultado será obtido com:
- forte expansão do número de lojas Hering Store (151 no final de 2006 para 325 lojas em 2010),
- ampliação do número de pontos de vendas multimarcas,
- reposicionamento de preços e;
- aumento de crédito via o lançamento do cartão co-branded Hering previsto para novembro deste ano.
A estratégia de crescimento da Companhia está fundamentada nas suas vantagens competitivas que são:
- modelo de negócio diferenciado que combina eficazmente os três processos da cadeia de valor do setor de vestuário - supply chain, gestão de marca e varejo;
- marcas fortes - reconhecimento da marca Hering ultrapassa os 90% em todos as classes sociais,
- canais de distribuição capilares - presença em 20 estados brasileiros e 7 países e;
- experiência de compra diferenciada - fidelização 70% maior.
A apresentação completa se encontra no site de relações com investidores da Companhia www.ciahering.com.br/ri, na CVM e na BOVESPA.
Sobre a Cia. Hering - Com uma história de mais de 127 anos, a Cia. Hering é uma das maiores empresas de varejo e design de vestuário do Brasil. A Companhia atua no varejo sob três marcas: ¨Hering¨, ¨PUC¨ e ¨dzarm¨. A estrutura de varejo da Companhia é formada por dois canais de venda complementares: as lojas próprias e franqueadas, e o Varejo Multimarcas. Hoje (setembro de 2007) a empresa conta com 160 Lojas Hering Store, e 41 Lojas PUC, dos quais 90% estão localizadas em shopping centers de 20 estados brasileiros, enquanto que a rede de Varejo Multimarcas conta com 10.358 pontos de vendas, aumentando a capilaridade da distribuição em todo o território nacional. No exterior, a Cia. Hering conta ainda com 22 lojas franqueadas em diversos países da América Latina e do Oriente Médio.
Fonte: PRNewswire - 21/09
O plano prevê crescimentos médios anuais de venda de 25% para a marca Hering e de 6% para as marcas PUC e dzarm. Esse resultado será obtido com:
- forte expansão do número de lojas Hering Store (151 no final de 2006 para 325 lojas em 2010),
- ampliação do número de pontos de vendas multimarcas,
- reposicionamento de preços e;
- aumento de crédito via o lançamento do cartão co-branded Hering previsto para novembro deste ano.
A estratégia de crescimento da Companhia está fundamentada nas suas vantagens competitivas que são:
- modelo de negócio diferenciado que combina eficazmente os três processos da cadeia de valor do setor de vestuário - supply chain, gestão de marca e varejo;
- marcas fortes - reconhecimento da marca Hering ultrapassa os 90% em todos as classes sociais,
- canais de distribuição capilares - presença em 20 estados brasileiros e 7 países e;
- experiência de compra diferenciada - fidelização 70% maior.
A apresentação completa se encontra no site de relações com investidores da Companhia www.ciahering.com.br/ri, na CVM e na BOVESPA.
Sobre a Cia. Hering - Com uma história de mais de 127 anos, a Cia. Hering é uma das maiores empresas de varejo e design de vestuário do Brasil. A Companhia atua no varejo sob três marcas: ¨Hering¨, ¨PUC¨ e ¨dzarm¨. A estrutura de varejo da Companhia é formada por dois canais de venda complementares: as lojas próprias e franqueadas, e o Varejo Multimarcas. Hoje (setembro de 2007) a empresa conta com 160 Lojas Hering Store, e 41 Lojas PUC, dos quais 90% estão localizadas em shopping centers de 20 estados brasileiros, enquanto que a rede de Varejo Multimarcas conta com 10.358 pontos de vendas, aumentando a capilaridade da distribuição em todo o território nacional. No exterior, a Cia. Hering conta ainda com 22 lojas franqueadas em diversos países da América Latina e do Oriente Médio.
Fonte: PRNewswire - 21/09
Empresa portuguesa lança marca de calçado de luxo
A Zarco, empresa de calçado portuguesa detentora da marca MackJames (MJ), lança em novembro uma nova marca masculina de luxo dirigida ao mercado internacional, a Carlos Santos, nome do atual proprietário da empresa de S. João da Madeira.
Segundo Carlos Santos, contrariando a tendência do setor, desta vez a empresa decidiu arriscar sem medo num nome 100 por cento nacional para lançar um produto que chegará ao mercado a um preço médio em torno dos 500/600 euros.
O empresário falava aos jornalistas que «o sapato Carlos Santos não será um simples sapato, será uma jóia, um grande desafio», explicou o responsável, referindo que todos os modelos desta marca de alto luxo - que será lançada em Paris em novembro e chegará aos mercados em fevereiro - serão exclusivos e registrados.
O segmento de luxo masculino é já há 25 anos uma aposta da Zarco, com a MJ - marca inspirada num modelo de fabricação inglesa que aposta na qualidade dos materiais e na concepção quase manual do sapato - que é vendido ao público a um preço médio de 250/300 euros.
A MJ, de acordo com Armando Santos, filho de Carlos Santos e administrador da Zarco, tem sido um enorme sucesso na França (responsável por 65 por cento das vendas da marca), mas também nos EUA, Japão e Alemanha.
Além disso, a MJ, apostando conquistar os mercados de luxo internacionais, abriu em junho a sua primeira loja própria em Bruxelas, na Bélgica, preparando-se já para uma nova abertura naquele país, em data ainda a ser anunciada.
A empresa vende aproximadamente 70 mil pares de sapatos MJ ao ano, tendo faturado seis milhões de euros em 2006, dos quais o mercado português é responsável por apenas 7 por cento.
"O mercado nacional não tem dinheiro para comprar estes sapatos", reconheceu o empresário, justificando o fato de Portugal não ser um mercado prioritário de venda da marca masculina de calçado.
Na fábrica de S. João da Madeira trabalham cerca de 60 pessoas que asseguram a confecção da marca própria - muito exigente em termos de produção, já que grande parte da confecção é manual - mas também a produção 'private label' [marca do cliente].
Questionado sobre os objetivos comerciais da nova marca da empresa, Carlos Santos explicou que a quantidade não é importante na estratégia de lançamento da nova marca.
"O importante para nós é o desafio de lançar uma nova marca de luxo na Europa e conquistar prestígio e notoriedade, que darão continuidade à nossa empresa e aos nossos projetos", concluiu.
Fonte: Diário Digital / Lusa (Portugal)
Segundo Carlos Santos, contrariando a tendência do setor, desta vez a empresa decidiu arriscar sem medo num nome 100 por cento nacional para lançar um produto que chegará ao mercado a um preço médio em torno dos 500/600 euros.
O empresário falava aos jornalistas que «o sapato Carlos Santos não será um simples sapato, será uma jóia, um grande desafio», explicou o responsável, referindo que todos os modelos desta marca de alto luxo - que será lançada em Paris em novembro e chegará aos mercados em fevereiro - serão exclusivos e registrados.
O segmento de luxo masculino é já há 25 anos uma aposta da Zarco, com a MJ - marca inspirada num modelo de fabricação inglesa que aposta na qualidade dos materiais e na concepção quase manual do sapato - que é vendido ao público a um preço médio de 250/300 euros.
A MJ, de acordo com Armando Santos, filho de Carlos Santos e administrador da Zarco, tem sido um enorme sucesso na França (responsável por 65 por cento das vendas da marca), mas também nos EUA, Japão e Alemanha.
Além disso, a MJ, apostando conquistar os mercados de luxo internacionais, abriu em junho a sua primeira loja própria em Bruxelas, na Bélgica, preparando-se já para uma nova abertura naquele país, em data ainda a ser anunciada.
A empresa vende aproximadamente 70 mil pares de sapatos MJ ao ano, tendo faturado seis milhões de euros em 2006, dos quais o mercado português é responsável por apenas 7 por cento.
"O mercado nacional não tem dinheiro para comprar estes sapatos", reconheceu o empresário, justificando o fato de Portugal não ser um mercado prioritário de venda da marca masculina de calçado.
Na fábrica de S. João da Madeira trabalham cerca de 60 pessoas que asseguram a confecção da marca própria - muito exigente em termos de produção, já que grande parte da confecção é manual - mas também a produção 'private label' [marca do cliente].
Questionado sobre os objetivos comerciais da nova marca da empresa, Carlos Santos explicou que a quantidade não é importante na estratégia de lançamento da nova marca.
"O importante para nós é o desafio de lançar uma nova marca de luxo na Europa e conquistar prestígio e notoriedade, que darão continuidade à nossa empresa e aos nossos projetos", concluiu.
Fonte: Diário Digital / Lusa (Portugal)
Montadoras patrocinam rali para fidelizar clientes
(Gustavo Viana)
Marcas de carros realizam mais de 170 etapas de competições off-road por ano no Brasil. As montadoras de automóveis investem na realização de ralis, passeios de aventura e na exposição dos carros em competições off-road para conquistar e fidelizar os apreciadores de veículos 4x4. Essa prática de marketing de relacionamento atinge cada vez mais adeptos. São realizadas mais de 170 etapas de ralis por ano no País, e o número de pilotos e navegadores filiados à Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) ultrapassa 2 mil.
No Brasil desde 1991, a Mitsubishi Motors realiza as provas desde 1996. Segundo a diretora de projetos especiais da marca, Corinna Souza Ramos, o rali é a principal ação de relacionamento com o cliente da montadora no País, que aposta na competição para fidelizar os clientes. "Além de divulgar a marca, o evento fideliza o cliente. Conheço participantes com cinco Mitsubishi na garagem ou que estão no oitavo carro, e já vi executivos com o carro todo adesivado (com os patrocinadores) andando nas ruas de São Paulo", diz Corinna.
As provas da montadora, que distribuirá de prêmio R$ 500 mil em dinheiro neste ano, reúnem até 260 equipes por etapa, número superior aos 161 do último Rally dos Sertões e 185 do Paris Dakar. A empresa promove 27 etapas por ano, que contam com 30 patrocinadores, entre eles Castrol, Bic Banco, Amarula Cream, Nívea, Dupont, Mapfre Seguros, Gol, Daslu Homem, Reebok e Pirelli.
Por conta dessa procura em participar das provas, a Mitsubishi iniciou no ano passado a produção de veículos voltados exclusivamente para disputas de ralis: Pajero TR4R, L200 RS e L200 R). "O evento começou a crescer e a marca passou a vender mais carros. Muitas pessoas compram o carro para participar das provas". A Mitsubishi vendeu 18 mil carros de janeiro a agosto deste ano, 16% a mais que em igual período do ano passado.
A Nissan do Brasil promove desde 2005 o passeio de aventura Ecotrip Nissan, para veículos 4X4. "A idéia foi lançar um evento de relacionamento com os clientes para proporcionar uma conexão emocional com eles", diz o gerente de comunicação para o Mercosul da Nissan, Fernando Menezes, que ressalta que essa é a ação de marketing mais antiga e consistente da marca no País. O objetivo, diz ele, é fidelizar os clientes que já possuem carros da marca. A empresa espera sentir o retorno da Ecotrip com o lançamento de uma edição de luxo da pick-up Nissan Frontier, prevista para este ano.
Com percurso idealizado pela Xplorar, a Ecotrip é um passeio em comboio, que parte de uma concessionária da marca até o ponto de destino. O executivo diz que muitos participantes do passeio nunca tinham usado o cambio 4x4 e outros nem sabiam usá-lo. "Eles descobrem que compraram um carro muito melhor do que imaginavam", diz. Com patrocínio da Financeira Renault e da Goodyear, a montadora vai realizar sete etapas neste ano.
A Toyota realiza desde 2003 o rali de regularidade "Toyota Hillux Expedition", para os proprietários de veículos Toyota 4x4 (Bandeirante, Hilux, SW4, Land Cruiser Prado e Rav4). A montadora informa que os dois objetivos para ter criado o Hilux Expedition é estar perto dos clientes e proporcionar a eles uma experiência diferente, colocando à prova os recursos dos veículos 4x4. A participação na competição cresce a cada ano cerca de 10% em cada etapa, o que leva a montadora, às vezes, limitar o número de inscrições. Neste ano serão cinco etapas.
Outras montadoras, como a General Motors, fornecem seus carros para competições off-road. "São os testes de durabilidade mais agressivos que existem para demonstrar a performance e robustez da linha", diz o diretor de marketing da GM do Brasil, Samuel Russell. A empresa compete com a pick-up S10 no Rally dos Sertões e no Cross Country, e a partir deste ano começou a correr com o Celta 1.4 no Brasileiro de Rali de Velocidade.
Russell observa que o retorno do investimento nas competições supera em 150% o dinheiro gasto. A montadora prevê a venda de 20 mil modelos S10 neste ano, volume 6% maior ao registrado em 2006.
Fonte: Gazeta Mercantil - 20/09/07
Marcas de carros realizam mais de 170 etapas de competições off-road por ano no Brasil. As montadoras de automóveis investem na realização de ralis, passeios de aventura e na exposição dos carros em competições off-road para conquistar e fidelizar os apreciadores de veículos 4x4. Essa prática de marketing de relacionamento atinge cada vez mais adeptos. São realizadas mais de 170 etapas de ralis por ano no País, e o número de pilotos e navegadores filiados à Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) ultrapassa 2 mil.
No Brasil desde 1991, a Mitsubishi Motors realiza as provas desde 1996. Segundo a diretora de projetos especiais da marca, Corinna Souza Ramos, o rali é a principal ação de relacionamento com o cliente da montadora no País, que aposta na competição para fidelizar os clientes. "Além de divulgar a marca, o evento fideliza o cliente. Conheço participantes com cinco Mitsubishi na garagem ou que estão no oitavo carro, e já vi executivos com o carro todo adesivado (com os patrocinadores) andando nas ruas de São Paulo", diz Corinna.
As provas da montadora, que distribuirá de prêmio R$ 500 mil em dinheiro neste ano, reúnem até 260 equipes por etapa, número superior aos 161 do último Rally dos Sertões e 185 do Paris Dakar. A empresa promove 27 etapas por ano, que contam com 30 patrocinadores, entre eles Castrol, Bic Banco, Amarula Cream, Nívea, Dupont, Mapfre Seguros, Gol, Daslu Homem, Reebok e Pirelli.
Por conta dessa procura em participar das provas, a Mitsubishi iniciou no ano passado a produção de veículos voltados exclusivamente para disputas de ralis: Pajero TR4R, L200 RS e L200 R). "O evento começou a crescer e a marca passou a vender mais carros. Muitas pessoas compram o carro para participar das provas". A Mitsubishi vendeu 18 mil carros de janeiro a agosto deste ano, 16% a mais que em igual período do ano passado.
A Nissan do Brasil promove desde 2005 o passeio de aventura Ecotrip Nissan, para veículos 4X4. "A idéia foi lançar um evento de relacionamento com os clientes para proporcionar uma conexão emocional com eles", diz o gerente de comunicação para o Mercosul da Nissan, Fernando Menezes, que ressalta que essa é a ação de marketing mais antiga e consistente da marca no País. O objetivo, diz ele, é fidelizar os clientes que já possuem carros da marca. A empresa espera sentir o retorno da Ecotrip com o lançamento de uma edição de luxo da pick-up Nissan Frontier, prevista para este ano.
Com percurso idealizado pela Xplorar, a Ecotrip é um passeio em comboio, que parte de uma concessionária da marca até o ponto de destino. O executivo diz que muitos participantes do passeio nunca tinham usado o cambio 4x4 e outros nem sabiam usá-lo. "Eles descobrem que compraram um carro muito melhor do que imaginavam", diz. Com patrocínio da Financeira Renault e da Goodyear, a montadora vai realizar sete etapas neste ano.
A Toyota realiza desde 2003 o rali de regularidade "Toyota Hillux Expedition", para os proprietários de veículos Toyota 4x4 (Bandeirante, Hilux, SW4, Land Cruiser Prado e Rav4). A montadora informa que os dois objetivos para ter criado o Hilux Expedition é estar perto dos clientes e proporcionar a eles uma experiência diferente, colocando à prova os recursos dos veículos 4x4. A participação na competição cresce a cada ano cerca de 10% em cada etapa, o que leva a montadora, às vezes, limitar o número de inscrições. Neste ano serão cinco etapas.
Outras montadoras, como a General Motors, fornecem seus carros para competições off-road. "São os testes de durabilidade mais agressivos que existem para demonstrar a performance e robustez da linha", diz o diretor de marketing da GM do Brasil, Samuel Russell. A empresa compete com a pick-up S10 no Rally dos Sertões e no Cross Country, e a partir deste ano começou a correr com o Celta 1.4 no Brasileiro de Rali de Velocidade.
Russell observa que o retorno do investimento nas competições supera em 150% o dinheiro gasto. A montadora prevê a venda de 20 mil modelos S10 neste ano, volume 6% maior ao registrado em 2006.
Fonte: Gazeta Mercantil - 20/09/07
26 setembro 2007
Schincariol investe no setor de sucos
Empresa reformula linha Skinka e lança produtos da marca Fruthos com o aporte de R$ 18 milhões em desenvolvimento e mídia
(Fernando Murad)
Seguindo sua nova visão estratégica de ampliar a participação de bebidas não alcoólicas em seu negócio, o Grupo Schincariol anunciou duas novidades no segmento de sucos: a ampliação e reformulação da linha Skinka e o lançamento da Fruthos.
A empresa investiu R$ 10 milhões em desenvolvimento de produtos e consumirá outros R$ 8 milhões em mídia até janeiro do próximo ano. "Nosso objetivo é estar entre os três primeiros do mercado de sucos prontos até o final de 2008", aponta Marcel Sacco, diretor de marketing do grupo.
De acordo com o executivo, a marca Skinka detém 6% de participação no mercado e a meta é que ao final de um ano Skinka e Fruthos representem 12% do total do mercado, que em 2006 movimentou cerca de R$ 1 bilhão de acordo com dados da ACNielsen.
A linha Skinka sofreu reformulação, com maior concentração de fruta, e ganhou dois novos sabores, além de frutas cítricas e vermelhas: frutas roxas (uva, jabuticaba e framboesa) e frutas verdes (maçã e kiwi). Os produtos agora também têm a apresentação em embalagem de 200 ml, especiais para crianças. Elas terão personagens do desenho "A Mansão Foster para Amigos Imaginários", do canal pago Cartoon Network.
Já Fruthos ingressa no mercado em embalagens de um litro e 200 ml nos sabores uva, manga, pêssego, goiaba, maracujá e laranja, além das versões light de uva, pêssego, maracujá e manga. As duas linhas terão campanhas de divulgação assinadas pela Lew,Lara. O plano de mídia contempla filme para TV aberta e fechada, anúncios para revistas, peças para web e material para ponto-de-venda.
Fonte: Meio&Mensagem - 25/09
(Fernando Murad)
Seguindo sua nova visão estratégica de ampliar a participação de bebidas não alcoólicas em seu negócio, o Grupo Schincariol anunciou duas novidades no segmento de sucos: a ampliação e reformulação da linha Skinka e o lançamento da Fruthos.
A empresa investiu R$ 10 milhões em desenvolvimento de produtos e consumirá outros R$ 8 milhões em mídia até janeiro do próximo ano. "Nosso objetivo é estar entre os três primeiros do mercado de sucos prontos até o final de 2008", aponta Marcel Sacco, diretor de marketing do grupo.
De acordo com o executivo, a marca Skinka detém 6% de participação no mercado e a meta é que ao final de um ano Skinka e Fruthos representem 12% do total do mercado, que em 2006 movimentou cerca de R$ 1 bilhão de acordo com dados da ACNielsen.
A linha Skinka sofreu reformulação, com maior concentração de fruta, e ganhou dois novos sabores, além de frutas cítricas e vermelhas: frutas roxas (uva, jabuticaba e framboesa) e frutas verdes (maçã e kiwi). Os produtos agora também têm a apresentação em embalagem de 200 ml, especiais para crianças. Elas terão personagens do desenho "A Mansão Foster para Amigos Imaginários", do canal pago Cartoon Network.
Já Fruthos ingressa no mercado em embalagens de um litro e 200 ml nos sabores uva, manga, pêssego, goiaba, maracujá e laranja, além das versões light de uva, pêssego, maracujá e manga. As duas linhas terão campanhas de divulgação assinadas pela Lew,Lara. O plano de mídia contempla filme para TV aberta e fechada, anúncios para revistas, peças para web e material para ponto-de-venda.
Fonte: Meio&Mensagem - 25/09
25 setembro 2007
Garoto propaganda do Citroën C4 é preso por dirigir embriagado
O uso de artistas reconhecidos e personalidades em publicidade é uma técnica já consagrada, pois o público dá credibilidade ao seu ídolo, que endossa o produto. É o "testemunhal".
Desta vez, a Citroën contratou o ator americano Kiefer Sutherland (o Jack Bauer da série 24 horas) para promover o carro C4 Pallas na maior divulgação publicitária da história da montadora. O esforço publicitário para a divulgação do Pallas recebeu um investimento total de R$ 30 milhões. Ao final do comercial, o ator diz "It's fine", mostrando que ficou satisfeito com o passeio feito em uma tranquila São Paulo a bordo de seu C4.
O problema com testemunhais é o risco do ídolo em questão se envolver em algum escândalo, principalmente se for relacionado a um produto do mesmo segmento. Foi o que aconteceu. Em plena época de veiculação da campanha, o ator Kiefer Sutherland foi preso hoje de manhã (25/09) em Hollywood por dirigir embriagado.
Segundo uma porta-voz, uma patrulha parou o carro do ator após ele realizar uma conversão proibida e pediu a ele que fizesse o teste do bafômetro. Ele foi detido depois de se constatar um nível de álcool maior que o permitido por lei. A porta-voz disse que Sutherland foi levado para o departamento de polícia de Hollywood, onde pagou uma fiança de 25 mil dólares e foi solto. Ainda assim, ele terá que comparecer diante de um tribunal no dia 16 de outubro.
Fontes: Reuters e Portal da Propaganda
Desta vez, a Citroën contratou o ator americano Kiefer Sutherland (o Jack Bauer da série 24 horas) para promover o carro C4 Pallas na maior divulgação publicitária da história da montadora. O esforço publicitário para a divulgação do Pallas recebeu um investimento total de R$ 30 milhões. Ao final do comercial, o ator diz "It's fine", mostrando que ficou satisfeito com o passeio feito em uma tranquila São Paulo a bordo de seu C4.
O problema com testemunhais é o risco do ídolo em questão se envolver em algum escândalo, principalmente se for relacionado a um produto do mesmo segmento. Foi o que aconteceu. Em plena época de veiculação da campanha, o ator Kiefer Sutherland foi preso hoje de manhã (25/09) em Hollywood por dirigir embriagado.
Segundo uma porta-voz, uma patrulha parou o carro do ator após ele realizar uma conversão proibida e pediu a ele que fizesse o teste do bafômetro. Ele foi detido depois de se constatar um nível de álcool maior que o permitido por lei. A porta-voz disse que Sutherland foi levado para o departamento de polícia de Hollywood, onde pagou uma fiança de 25 mil dólares e foi solto. Ainda assim, ele terá que comparecer diante de um tribunal no dia 16 de outubro.
Fontes: Reuters e Portal da Propaganda
05 setembro 2007
Marisol quer marca para adolescentes
Embora esteja em forte processo de reestruturação, tendo fechado duas fábricas recentemente, a Marisol espera repetir o faturamento de 2006, de R$ 500 milhões. Implantou este ano vigorosa expansão de franquias, tanto no País quanto no exterior.
A nova geração de executivos de grandes grupos industriais do setor de vestuário em Santa Catarina adota a tendência internacional de gestão de múltiplas marcas como forma de fidelizar consumidores e fomentar negócios. A Marisol, de Jaraguá do Sul, possui seis marcas, a Lilica Ripilica, Tigor T. Tigre, Marisol, Pakalolo, Rosa Chá e Sais, e estuda nova aquisição, de grife voltada ao público adolescente. "Temos uma certeza: a cliente da Lilica Ripilica vai crescer e nos abandonar. Queremos dar a ela uma opção para que continue comprando nossos produtos", diz o diretor de marketing, Giuliano Donini. Segundo ele, a Marisol busca marcas com perfil de sofisticação e internacionalização.
A AMC Têxtil, de Brusque, dona das marcas Colcci, Sommer, Coca-Cola Clothing e Carmelitas, também tem grande interesse na aquisição de novas marcas, diz o executivo Alexandre Menegotti.
Carlos Ferreirinha, consultor de negócios da MCF Fashion, especializada no segmento luxo, afirma que este movimento é fruto da gestão profissional das empresas. "Demorou para acontecer no Brasil, considerando o amadurecimento da moda nos últimos 10 anos." Para ele, indústrias como Marisol e AMC precisam de marcas para ficarem fortes no varejo e darem saltos expressivos de crescimento. A carioca Richards, que comprou a marca Salinas, segue a tendência.
As duas empresas têm mais em comum do que malharias multimarcas bem-sucedidas: elas continuam sob comando familiar e os investimentos são realizados com recursos próprios, inclusive as aquisições das marcas. Na Marisol, a família Donini está na direção, na AMC Têxtil, a família Menegotti.
A AMC deixou de ser apenas Malharia Menegotti em 2000 com a compra da Colcci, marca jovem de roupas. Em 2004 adquiriu a grife irreverente Sommer e há um ano a Carmelitas, de estilo "artesanal chique". A Colcci, que tem Gisele Bündchen como garota-propaganda, é hoje uma das maiores franquias brasileiras, com mais de 200 lojas no País e no exterior.
Aqui, está presente em 1,2 mil lojas multimarcas. "Estamos em grande expansão no mercado internacional", diz Menegotti, que prevê um acréscimo de 45% no faturamento bruto em 2007. "O principal motivo é a consolidação das marcas e o crescimento da Sommer." O grupo não revela a cifra, mas o mercado estima cerca de R$ 400 milhões.
Para sustentar seu crescimento, a AMC está investindo em nova fábrica de confecções no município de Itajaí (SC). Os investimentos totais de R$ 35 milhões, dos quais o BNDES participará com 64%, permitirão aumento de 34% na capacidade de produção da empresa. A nova unidade, inicialmente, suportará a transferência de toda a estrutura de fábrica de Brusque, que concentra as atividades administrativas, de criação, corte de tecidos, modelagem e vendas.
Agregar novas marcas é a principal estratégia da Marisol para crescer no Brasil e no exterior. Segundo Giuliano Donini, o principal desafio na gestão é a coerência entre as marcas. "Elas precisam coexistir. Só faz sentido se fizerem sinergia uma com a outra." A Marisol fabrica as coleções nas fábricas do Sul, em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e do Nordeste, em Pacatuba (CE). Cada marca tem seu cliente, seus pontos de vendas, seu projeto de expansão.
Embora esteja em forte processo de reestruturação, tendo fechado duas fábricas recentemente em Santa Catarina, a Marisol espera repetir o faturamento de 2006, de R$ 500 milhões. Implantou este ano vigorosa expansão de franquias, tanto no País quanto no exterior. Na Europa, inaugurou loja da Lilica Ripilica , na Via de La Spiga, em Milão, um dos endereços de moda mais sofisticados do mundo.
Para irradiar o projeto na União Européia, inaugurou em abril loja em Madri, na Espanha, e na cidade do Porto, em Portugal. Com a expansão, são 17 lojas no exterior. Até o final do ano, mais uma será aberta, no Peru.
No País são 128 lojas em operação com a marca Lilica & Tigor e, até o final do ano, serão 140. Já a Rosa Chá conta com 18 unidades no Brasil e até o final de 2007 terá 25. No exterior são três e no início de 2008 inaugura mais uma loja em Nova York.
O diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil, Fernando Pimentel, diz que as empresas do vestuário buscam novos negócios e nichos de investimento, diante do potencial de expansão do varejo. "As marcas têm a capacidade de trabalhar com o imaginário do consumidor e criam relação estreita com os clientes." Segundo ele, a tendência de agregar marcas começa a ser adotada por todos grandes grupos e tem atraído empresas do mercado financeiro, como os fundos de private equity.
Fonte: Gazeta Mercantil
A nova geração de executivos de grandes grupos industriais do setor de vestuário em Santa Catarina adota a tendência internacional de gestão de múltiplas marcas como forma de fidelizar consumidores e fomentar negócios. A Marisol, de Jaraguá do Sul, possui seis marcas, a Lilica Ripilica, Tigor T. Tigre, Marisol, Pakalolo, Rosa Chá e Sais, e estuda nova aquisição, de grife voltada ao público adolescente. "Temos uma certeza: a cliente da Lilica Ripilica vai crescer e nos abandonar. Queremos dar a ela uma opção para que continue comprando nossos produtos", diz o diretor de marketing, Giuliano Donini. Segundo ele, a Marisol busca marcas com perfil de sofisticação e internacionalização.
A AMC Têxtil, de Brusque, dona das marcas Colcci, Sommer, Coca-Cola Clothing e Carmelitas, também tem grande interesse na aquisição de novas marcas, diz o executivo Alexandre Menegotti.
Carlos Ferreirinha, consultor de negócios da MCF Fashion, especializada no segmento luxo, afirma que este movimento é fruto da gestão profissional das empresas. "Demorou para acontecer no Brasil, considerando o amadurecimento da moda nos últimos 10 anos." Para ele, indústrias como Marisol e AMC precisam de marcas para ficarem fortes no varejo e darem saltos expressivos de crescimento. A carioca Richards, que comprou a marca Salinas, segue a tendência.
As duas empresas têm mais em comum do que malharias multimarcas bem-sucedidas: elas continuam sob comando familiar e os investimentos são realizados com recursos próprios, inclusive as aquisições das marcas. Na Marisol, a família Donini está na direção, na AMC Têxtil, a família Menegotti.
A AMC deixou de ser apenas Malharia Menegotti em 2000 com a compra da Colcci, marca jovem de roupas. Em 2004 adquiriu a grife irreverente Sommer e há um ano a Carmelitas, de estilo "artesanal chique". A Colcci, que tem Gisele Bündchen como garota-propaganda, é hoje uma das maiores franquias brasileiras, com mais de 200 lojas no País e no exterior.
Aqui, está presente em 1,2 mil lojas multimarcas. "Estamos em grande expansão no mercado internacional", diz Menegotti, que prevê um acréscimo de 45% no faturamento bruto em 2007. "O principal motivo é a consolidação das marcas e o crescimento da Sommer." O grupo não revela a cifra, mas o mercado estima cerca de R$ 400 milhões.
Para sustentar seu crescimento, a AMC está investindo em nova fábrica de confecções no município de Itajaí (SC). Os investimentos totais de R$ 35 milhões, dos quais o BNDES participará com 64%, permitirão aumento de 34% na capacidade de produção da empresa. A nova unidade, inicialmente, suportará a transferência de toda a estrutura de fábrica de Brusque, que concentra as atividades administrativas, de criação, corte de tecidos, modelagem e vendas.
Agregar novas marcas é a principal estratégia da Marisol para crescer no Brasil e no exterior. Segundo Giuliano Donini, o principal desafio na gestão é a coerência entre as marcas. "Elas precisam coexistir. Só faz sentido se fizerem sinergia uma com a outra." A Marisol fabrica as coleções nas fábricas do Sul, em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e do Nordeste, em Pacatuba (CE). Cada marca tem seu cliente, seus pontos de vendas, seu projeto de expansão.
Embora esteja em forte processo de reestruturação, tendo fechado duas fábricas recentemente em Santa Catarina, a Marisol espera repetir o faturamento de 2006, de R$ 500 milhões. Implantou este ano vigorosa expansão de franquias, tanto no País quanto no exterior. Na Europa, inaugurou loja da Lilica Ripilica , na Via de La Spiga, em Milão, um dos endereços de moda mais sofisticados do mundo.
Para irradiar o projeto na União Européia, inaugurou em abril loja em Madri, na Espanha, e na cidade do Porto, em Portugal. Com a expansão, são 17 lojas no exterior. Até o final do ano, mais uma será aberta, no Peru.
No País são 128 lojas em operação com a marca Lilica & Tigor e, até o final do ano, serão 140. Já a Rosa Chá conta com 18 unidades no Brasil e até o final de 2007 terá 25. No exterior são três e no início de 2008 inaugura mais uma loja em Nova York.
O diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil, Fernando Pimentel, diz que as empresas do vestuário buscam novos negócios e nichos de investimento, diante do potencial de expansão do varejo. "As marcas têm a capacidade de trabalhar com o imaginário do consumidor e criam relação estreita com os clientes." Segundo ele, a tendência de agregar marcas começa a ser adotada por todos grandes grupos e tem atraído empresas do mercado financeiro, como os fundos de private equity.
Fonte: Gazeta Mercantil
04 setembro 2007
Chevrolet lança bebida em homenagem ao Vectra GT
Às vésperas de seu lançamento e para preparar os consumidores e fazer uma espécie de “aquecimento” da chegada ao mercado brasileiro do novo automóvel da General Motors do Brasil, o Vectra GT, a marca Chevrolet e a agência McCann Erickson inovaram na estratégia de marketing e lançam uma bebida energética de série limitada, o energético GT. O energético GT surgiu para criar maior sinergia entre o produto e a campanha publicitária, cujo conceito é: Prepare-se para sair da linha.

A ‘bebida – teaser’ será distribuída em diversos pontos de contato com o consumidor, levando a idéia de energia, emoção e ousadia. Enfim, o energético GT é um convite para o consumidor se preparar para sair da linha com o novo lançamento da Chevrolet. De acordo com Samuel Russell, diretor de Marketing da GM do Brasil, “o lançamento do Vectra GT é um dos mais ousados já realizados pela marca Chevrolet no País. Por esse motivo a marca decidiu que a comunicação poderia quebrar os padrões convencionais da propaganda do segmento automotivo, que tem uma tendência de ser mais comportada.
O Chevrolet Vectra GT chega no mercado em setembro com a expectativa de vender 15 mil unidades por ano.
Fonte: AutoShow - 03/09/07

A ‘bebida – teaser’ será distribuída em diversos pontos de contato com o consumidor, levando a idéia de energia, emoção e ousadia. Enfim, o energético GT é um convite para o consumidor se preparar para sair da linha com o novo lançamento da Chevrolet. De acordo com Samuel Russell, diretor de Marketing da GM do Brasil, “o lançamento do Vectra GT é um dos mais ousados já realizados pela marca Chevrolet no País. Por esse motivo a marca decidiu que a comunicação poderia quebrar os padrões convencionais da propaganda do segmento automotivo, que tem uma tendência de ser mais comportada.
O Chevrolet Vectra GT chega no mercado em setembro com a expectativa de vender 15 mil unidades por ano.
Fonte: AutoShow - 03/09/07
01 setembro 2007
Parmalat retoma campanha "Mamíferos", 11 anos depois
A Parmalat está de volta. É essa a mensagem que a empresa de alimentos pretende passar a partir de hoje, com a volta da campanha "Mamíferos Crescidos". Estarão no ar os mesmos atores que causaram comoção há 11 anos, quando a empresa distribuiu 15 milhões de bichos de pelúcia e viu suas vendas crescerem 20%.
Criada pela agência Africa, a campanha, de R$ 40 milhões, é a parte mais visível dessa volta da empresa ao mercado. O fundo de investimentos Laep (Latin America Equity Partners) Investments, controlador da Parmalat Brasil, acaba de pedir autorização à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para abertura de capital.
A captação de recursos servirá para concretizar um plano de expansão já iniciado. Em junho, a Laep constituiu uma nova empresa, a Integralat, que pretende criar e integrar uma base de produtores de leite de alta produtividade em todo o país. Segundo o prospecto de abertura de capital, a empresa comprou ainda 52,3% da empresa de embriões InVitro e a fazenda de desenvolvimento genético Integralat Agro.
"Depois que adquirimos a companhia, passamos o último ano reestruturando a captação de leite e nossa presença no ponto-de-venda", afirma Marcus Elias, presidente do conselho da Parmalat Brasil. "Estamos dando o próximo passo."
Apenas com o reposicionamento no varejo, a Parmalat viu sua participação em receita passar de 8% para 12,7% do mercado em relação a julho de 2006, segundo o instituto ACNielsen. Em volume, a fatia da empresa é de 11,3% e ela é líder de mercado. "Nossa intenção era ter boa presença, antes de anunciarmos, para não frustrar o consumidor", diz João Audi, presidente da Parmalat.
Ao mesmo tempo em que foi dada a largada no plano de expansão, a empresa realizou uma ampla pesquisa de imagem. "Parmalat é a única marca de leite conhecida de norte a sul do Brasil", diz Nizan Guanaes, presidente da Africa. "Foi Top of Mind [indicador de marcas mais lembradas] por sete vezes mesmo fora da mídia."
Bastante emocional, a campanha resgatou as crianças --hoje adolescentes e alguns já prestando vestibular-- que tomaram leite, cresceram e não cabem mais nas fantasias.
"Fui crítico feroz da Parmalat na época em que a empresa se aventurou em negócios que não tinham conexão com a marca", diz Jaime Troiano, diretor da Troiano Consultoria de Marca. "Mas a volta dos Mamíferos será bem-sucedida, mesmo após tantos anos, porque o consumidor criou amor e afetividade com a marca por essa campanha."
Sobre a volta da promoção dos mamíferos de pelúcia, a empresa foi reticente. "Não vamos entregar o ouro aos bandidos", diz Guanaes, que não descartou a retomada. "Vamos resgatar os Mamíferos de uma maneira mais moderna, para todas as idades e fases da vida."
É exatamente isso que a Parmalat pretende: aumentar a venda de leites especiais, de maior rentabilidade. No filme são mostrados apenas os oito produtos premium da empresa, destinados a vários públicos e que custam de 15% a 70% mais que o leite comum.
O segmento representou 15% dos R$ 971 milhões que a Parmalat faturou em 2006. Mesmo com investimentos no fortalecimento dos produtos mais caros, a empresa também tem destinado esforços a melhorar a produtividade.
Com 12 centrais de produção no país, das quais 7 são próprias, a empresa constituiu a Integralat para garantir a qualidade, a rastreabilidade do leite e a melhoria na produtividade. Ontem, a Integralat entregou 700 vacas a uma cooperativa de produtores em Itaperuna (RJ). A empresa pretende investir R$ 70 milhões na criação de rebanhos e, com a melhor produtividade, economizar 22 bilhões de litros de água e evitar a poluição gerada por 22 milhões de pessoas por ano. Com isso, ingressará também no mercado de créditos ambientais.
A intenção é alcançar, com o gado leiteiro, a mesma profissionalização que Sadia e Perdigão fizeram com o mercado de aves, e Bertin e outros criadores de gado de corte conseguiram em suas áreas.
"Como qualquer commodity, para ganhar dinheiro, é preciso ter escala", diz Cristiane Turco, analista da Scot Consultoria, especializada em agronegócio. "Como a produtividade brasileira é muito baixa, essa área tende à consolidação."
Folha de S. Paulo - 30/08/07
Criada pela agência Africa, a campanha, de R$ 40 milhões, é a parte mais visível dessa volta da empresa ao mercado. O fundo de investimentos Laep (Latin America Equity Partners) Investments, controlador da Parmalat Brasil, acaba de pedir autorização à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para abertura de capital.
A captação de recursos servirá para concretizar um plano de expansão já iniciado. Em junho, a Laep constituiu uma nova empresa, a Integralat, que pretende criar e integrar uma base de produtores de leite de alta produtividade em todo o país. Segundo o prospecto de abertura de capital, a empresa comprou ainda 52,3% da empresa de embriões InVitro e a fazenda de desenvolvimento genético Integralat Agro.
"Depois que adquirimos a companhia, passamos o último ano reestruturando a captação de leite e nossa presença no ponto-de-venda", afirma Marcus Elias, presidente do conselho da Parmalat Brasil. "Estamos dando o próximo passo."Apenas com o reposicionamento no varejo, a Parmalat viu sua participação em receita passar de 8% para 12,7% do mercado em relação a julho de 2006, segundo o instituto ACNielsen. Em volume, a fatia da empresa é de 11,3% e ela é líder de mercado. "Nossa intenção era ter boa presença, antes de anunciarmos, para não frustrar o consumidor", diz João Audi, presidente da Parmalat.
Ao mesmo tempo em que foi dada a largada no plano de expansão, a empresa realizou uma ampla pesquisa de imagem. "Parmalat é a única marca de leite conhecida de norte a sul do Brasil", diz Nizan Guanaes, presidente da Africa. "Foi Top of Mind [indicador de marcas mais lembradas] por sete vezes mesmo fora da mídia."
Bastante emocional, a campanha resgatou as crianças --hoje adolescentes e alguns já prestando vestibular-- que tomaram leite, cresceram e não cabem mais nas fantasias.
"Fui crítico feroz da Parmalat na época em que a empresa se aventurou em negócios que não tinham conexão com a marca", diz Jaime Troiano, diretor da Troiano Consultoria de Marca. "Mas a volta dos Mamíferos será bem-sucedida, mesmo após tantos anos, porque o consumidor criou amor e afetividade com a marca por essa campanha."
Sobre a volta da promoção dos mamíferos de pelúcia, a empresa foi reticente. "Não vamos entregar o ouro aos bandidos", diz Guanaes, que não descartou a retomada. "Vamos resgatar os Mamíferos de uma maneira mais moderna, para todas as idades e fases da vida."
É exatamente isso que a Parmalat pretende: aumentar a venda de leites especiais, de maior rentabilidade. No filme são mostrados apenas os oito produtos premium da empresa, destinados a vários públicos e que custam de 15% a 70% mais que o leite comum.
O segmento representou 15% dos R$ 971 milhões que a Parmalat faturou em 2006. Mesmo com investimentos no fortalecimento dos produtos mais caros, a empresa também tem destinado esforços a melhorar a produtividade.
Com 12 centrais de produção no país, das quais 7 são próprias, a empresa constituiu a Integralat para garantir a qualidade, a rastreabilidade do leite e a melhoria na produtividade. Ontem, a Integralat entregou 700 vacas a uma cooperativa de produtores em Itaperuna (RJ). A empresa pretende investir R$ 70 milhões na criação de rebanhos e, com a melhor produtividade, economizar 22 bilhões de litros de água e evitar a poluição gerada por 22 milhões de pessoas por ano. Com isso, ingressará também no mercado de créditos ambientais.
A intenção é alcançar, com o gado leiteiro, a mesma profissionalização que Sadia e Perdigão fizeram com o mercado de aves, e Bertin e outros criadores de gado de corte conseguiram em suas áreas.
"Como qualquer commodity, para ganhar dinheiro, é preciso ter escala", diz Cristiane Turco, analista da Scot Consultoria, especializada em agronegócio. "Como a produtividade brasileira é muito baixa, essa área tende à consolidação."
Folha de S. Paulo - 30/08/07
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