Depois de consolidar sua liderança no mercado de batatas fritas, a marca Ruffles, da Elma Chips (Pepsico) alça vôos para segmentos diferentes dentro do setor de macro snacks (aquelas guloseimas que comemos entre as refeições, como salgadinhos, pipoca, chocolates, biscoitos e outras coisinhas). Ruffles assina agora uma linha de biscoitos, a Toast.
Na verdade um produto híbrido entre um salgadinho e um biscoito tipo salgado. Isso porque a Ruffles Toast possui alguns atributos de biscoito, como a embalagem, o formato e a presença do trigo em sua formulação. "Estamos saindo do mundo da batata, em que a marca Ruffles já está consolidada como um produto para jovem, e nos aproximando do mundo dos biscoitos, oferecendo para esse jovem uma nova opção", afirma o diretor de marketing da Pepsico, Carlos Ricardo.
"O lançamento de Ruffles Toast é um movimento muito importante para a marca, que mostra, depois de 25 anos, ter muito fôlego para atuar em outros segmentos", comenta a gerente de marketing da Pepsico, Carla Dias Araújo.
Com a entrada de Ruffles em um novo segmento, Ricardo comenta que a marca estará presente em locais diferente do ponto-de-vendas. "O que com certeza aumenta ainda mais sua visibilidade", afirma o executivo.
Ruffles Toast está em uma embalagem diferenciada, o saquinho laminado fica dentro de uma caixa cartonada, o que diferencia o produto das tradicionais batatas fritas. A investida no segmento de biscoito chega em dois sabores: Pão na Chapa e Queijo Temperado. "Por enquanto vamos consolidar os novos produtos para depois pensar em mais novidades nesse setor", afirma Carla.
Outra novidade da marca é Ruffles Palito, com o formato muito parecido com as batatinhas fritas das lanchonetes fast food. O grande diferencial fica mesmo para a apresentação do produto. O tradicional saquinho laminado vem dentro de uma caixinha cartonada muito parecida com as das lanchonetes.
Sabor brasileiro
Segundo dados do Instituto Nielsen, a Elma Chips lidera o mercado nacional de batatas fritas com uma participação de 77,5%, em volume. Já a marca Ruffles possui, também em volume, uma fatia de 74% desse mesmo mercado.
O desenvolvimento dos novos produtos foi feito no Brasil. "Inclusive, foi um pouco difícil para os executivos estrangeiros entenderem o sabor Pão na Chapa, uma vez que trata-se de uma tradição bem brasileira", comenta Ricardo.
Sem divulgar valores, o diretor da Pepsico revela que para 2008 o investimento em comunicação na marca será ainda maior do que este ano.
"Estamos prevendo uma grande campanha para a marca, uma das principais da companhia", afirma. A AlmapBBDO assina as campanhas da Pepsico no Brasil. Além dos novos produtos e da estratégia de atuar em um mercado diferente, a marca também anuncia o lançamento do sabor, em edição limitada, Pizza no segmento de batata frita.
Já em dezembro e com mais intensidade no verão, tem início uma campanha de marketing de guerrilha com diferentes ações voltadas para o público jovem com o apoio do "Manifesto do Barulho Ruffles", que convida os consumidores a escreverem frases que irão compor o manifesto.
Para incentivar a participação, a marca colocou em circulação um microônibus que está visitando cidades do litoral de São Paulo e do Sul do Brasil, além de eventos, shows e locais de grande concentração de jovens. Para dar suporte à campanha, também foi criado um espaço temático inflável, o Ruffles Giant, uma tenda de 70 metros quadrados em forma de uma batata. A ação foi desenvolvida pela Future Group.
Na opinião do gerente de produto da Pandurata, empresa responsável pelas marcas Bauducco, Visconti e Fritex, André Thiago Rodrigues, esse é um mercado que vem crescendo muito e tem um ótimo potencial para 2008. "A marca Assado, por exemplo, já representa 20% do volume de produção de nossa linha de salgadinhos", afirma.
O executivo revela que somente a linha de salgadinhos da empresa, que a partir de janeiro de 2008 passa a se chamar Visconti, eliminando a marca Fritex do mercado por remeter a produtos fritos, registrou um crescimento de 30% este ano. "E para o ano que vem, a expectativa é manter o crescimento nesse número", comenta Rodrigues. "São produtos voltados para quem busca uma vida mais saudável, com baixo consumo de gorduras, daí o sucesso das linhas assadas e com 0% de gordura trans presentes nesse mercado", finaliza Rodrigues.
Fonte: Gazeta Mercantil - 21/12/07
Arnaldo Rabelo
26 dezembro 2007
16 dezembro 2007
20 milhões de brasileiros migram da classe D/E para a C
Cerca de 20 milhões de brasileiros com mais de 16 anos migraram para a classe C nos últimos cinco anos, revela pesquisa Datafolha.
Entre janeiro de 2003 e junho de 2006, seis milhões de pessoas, a maioria oriunda da classe D/E, fizeram a transição. Já nos últimos 17 meses, entre julho de 2006 e novembro passado, aproximadamente 14 milhões de brasileiros passaram à classe C. A aceleração na transição durante o período coincide com a recuperação mais acentuada da economia. Além disso, este aumento na migração de classes sugere que os programas sociais e previdenciários têm elevado o padrão de vida das faixas mais pobres da sociedade.
Nos últimos cinco anos, a classe D/E encolheu de 46% do total da população para 26%. Já a C cresceu de 32% para 49%, reunindo hoje quase a metade dos eleitores do país --125 milhões de pessoas com mais de 16 anos. A classe A/B manteve-se praticamente estável, tendo oscilado de 20% para 23% do total da população.
A pesquisa ainda aponta que a migração da classe D/E para a C foi mais acentuada no interior do que nas áreas metropolitanas, com maior impacto nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país.
Fonte: Folha Online - 16/12/07
Entre janeiro de 2003 e junho de 2006, seis milhões de pessoas, a maioria oriunda da classe D/E, fizeram a transição. Já nos últimos 17 meses, entre julho de 2006 e novembro passado, aproximadamente 14 milhões de brasileiros passaram à classe C. A aceleração na transição durante o período coincide com a recuperação mais acentuada da economia. Além disso, este aumento na migração de classes sugere que os programas sociais e previdenciários têm elevado o padrão de vida das faixas mais pobres da sociedade.
Nos últimos cinco anos, a classe D/E encolheu de 46% do total da população para 26%. Já a C cresceu de 32% para 49%, reunindo hoje quase a metade dos eleitores do país --125 milhões de pessoas com mais de 16 anos. A classe A/B manteve-se praticamente estável, tendo oscilado de 20% para 23% do total da população.
A pesquisa ainda aponta que a migração da classe D/E para a C foi mais acentuada no interior do que nas áreas metropolitanas, com maior impacto nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país.
Fonte: Folha Online - 16/12/07
11 dezembro 2007
Tendências de marketing para 2008
Pesquisa com 1700 altos executivos de marketing mostra perfil das estratégias para o próximo ano.
A Andersen Analytics divulgou os resultados de uma pesquisa que conduziu junto a executivos de marketing para saber quais serão as principais tendências de marketing para 2008. A pesquisa foi feita em parceria com a Marketing Executives Networking Group, uma associação que conta com 1700 executivos que ocupam altos cargos nas áreas de marketing das maiores empresas dos Estados Unidos.
Segundo a pesquisa, investimentos em marketing na web e em iniciativas ambientais estarão ocupando pontos privilegiados nas agendas e orçamentos de marketing no próximo ano; além disso, os fundamentos do marketing, segundo os entrevistados, serão mais importantes do que nunca, a fim de que possam ajudar os executivos a compreender as fortes mudanças pelas quais o mercado está passando.
A pesquisa procurou identificar, além das tendências de marketing, saber quais são as áreas onde estão as melhores oportunidades de negócio e também mostrou quais são os livros que têm inspirado os executivos de marketing na busca de novas estratégias e idéias.
Conceitos de marketing
A pesquisa procurou saber quais os conceitos de marketing que serão mais importantes em 2008. Para 60% dos entrevistados, os fundamentos do marketing serão "muito importantes" para compreender o mercado. Este termo inclui conceitos específicos como satisfação do consumidor, retenção de consumidores, segmentação, lealdade à marca e retorno de investimento.
As técnicas de otimização de buscas também estão muito bem cotadas, já que foram citadas por 42% dos entrevistados como estratégia importante para 2008. O termo "green marketing" [marketing verde], que pode ser traduzido, a grosso modo, como "iniciativas ambientais", foi considerado por 32% dos pesquisados como um conceito que aumentará sua relevância no ano que vem - sendo reconhecido também como uma "palavra chave" bastante importante na estratégia das empresas.
Perfis de consumidor
Para os executivos de marketing ouvidos, o target principal de suas estratégias deve continuar sendo os chamados "baby boomers" (os nascidos entre 1946 e 1964); 88% dos entrevistados consideram esta faixa etária como a mais relevante para suas estratégias. Entretanto, outros targets, como a chamada "Geração X" (nascidos entre 1965 e 1980, indicados por 86% dos entrevistados), os Hispânicos (86%), Mulheres (85%) e a "Geração Y" (nascidos entre 1981 e 1995, com 84% das citações) já começam a rivalizar com os baby boomers como os focos principais da atenção dos executivos.
Questões Globais
A China permance como a região onde estão as melhores oportunidades de investimentos, com 52% das citações, enquanto a Índia fica em segundo lugar, com 20%. Também foram mencionados com um certo destaque Europa Ocidental, Europa Oriental, América Latina, Brasil, Rússia e México, como localidades onde podem haver investimentos atraentes para o marketing das grandes empresas.
No entanto, 77% dos executivos acreditam que a maioria das estratégias de marketing devem ser decididas nas próprias matrizes ou escritórios centrais das companhias; 75% dos executivos mais velhos acreditam que nenhuma atividade estratégica de marketing deva ser feita fora da matriz.
Fontes de informação
Um dado coletado pela pesquisa revela que executivos de marketing altamente qualificados gostam de obter insights através de livros. Entre os livros recentes mais citados na pesquisa estão: "O Mundo é Plano", de Thomas Friedmann, "Empresas Feitas para Vencer", de Jim Collins e "Blink", de Malcolm Gladwell. Quando perguntados sobre seus livros favoritos de todos os tempos, três entre cinco executivos ouvidos apontam, sem hesitar: "Empresas Feitas para Vencer", "Posicionamento", de Al Ries e Jack Trout e "Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes", de Stephen Covey.
Fonte: JumpExec - 30/11/07
A Andersen Analytics divulgou os resultados de uma pesquisa que conduziu junto a executivos de marketing para saber quais serão as principais tendências de marketing para 2008. A pesquisa foi feita em parceria com a Marketing Executives Networking Group, uma associação que conta com 1700 executivos que ocupam altos cargos nas áreas de marketing das maiores empresas dos Estados Unidos.
Segundo a pesquisa, investimentos em marketing na web e em iniciativas ambientais estarão ocupando pontos privilegiados nas agendas e orçamentos de marketing no próximo ano; além disso, os fundamentos do marketing, segundo os entrevistados, serão mais importantes do que nunca, a fim de que possam ajudar os executivos a compreender as fortes mudanças pelas quais o mercado está passando.
A pesquisa procurou identificar, além das tendências de marketing, saber quais são as áreas onde estão as melhores oportunidades de negócio e também mostrou quais são os livros que têm inspirado os executivos de marketing na busca de novas estratégias e idéias.
Conceitos de marketing
A pesquisa procurou saber quais os conceitos de marketing que serão mais importantes em 2008. Para 60% dos entrevistados, os fundamentos do marketing serão "muito importantes" para compreender o mercado. Este termo inclui conceitos específicos como satisfação do consumidor, retenção de consumidores, segmentação, lealdade à marca e retorno de investimento.
As técnicas de otimização de buscas também estão muito bem cotadas, já que foram citadas por 42% dos entrevistados como estratégia importante para 2008. O termo "green marketing" [marketing verde], que pode ser traduzido, a grosso modo, como "iniciativas ambientais", foi considerado por 32% dos pesquisados como um conceito que aumentará sua relevância no ano que vem - sendo reconhecido também como uma "palavra chave" bastante importante na estratégia das empresas.
Perfis de consumidor
Para os executivos de marketing ouvidos, o target principal de suas estratégias deve continuar sendo os chamados "baby boomers" (os nascidos entre 1946 e 1964); 88% dos entrevistados consideram esta faixa etária como a mais relevante para suas estratégias. Entretanto, outros targets, como a chamada "Geração X" (nascidos entre 1965 e 1980, indicados por 86% dos entrevistados), os Hispânicos (86%), Mulheres (85%) e a "Geração Y" (nascidos entre 1981 e 1995, com 84% das citações) já começam a rivalizar com os baby boomers como os focos principais da atenção dos executivos.
Questões Globais
A China permance como a região onde estão as melhores oportunidades de investimentos, com 52% das citações, enquanto a Índia fica em segundo lugar, com 20%. Também foram mencionados com um certo destaque Europa Ocidental, Europa Oriental, América Latina, Brasil, Rússia e México, como localidades onde podem haver investimentos atraentes para o marketing das grandes empresas.
No entanto, 77% dos executivos acreditam que a maioria das estratégias de marketing devem ser decididas nas próprias matrizes ou escritórios centrais das companhias; 75% dos executivos mais velhos acreditam que nenhuma atividade estratégica de marketing deva ser feita fora da matriz.
Fontes de informação
Um dado coletado pela pesquisa revela que executivos de marketing altamente qualificados gostam de obter insights através de livros. Entre os livros recentes mais citados na pesquisa estão: "O Mundo é Plano", de Thomas Friedmann, "Empresas Feitas para Vencer", de Jim Collins e "Blink", de Malcolm Gladwell. Quando perguntados sobre seus livros favoritos de todos os tempos, três entre cinco executivos ouvidos apontam, sem hesitar: "Empresas Feitas para Vencer", "Posicionamento", de Al Ries e Jack Trout e "Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes", de Stephen Covey.
Fonte: JumpExec - 30/11/07
Vale do Rio Doce passa a se chamar apenas Vale
A Vale do Rio Doce apresentou a sua nova marca, que consiste em uma imagem que lembra um coração e, ao mesmo tempo, a letra V, com a palavra Vale escrita ao lado. A imagem foi feita com base nas cores verde e amarelo, da bandeira nacional.
Em evento no Forte de Copacabana, o presidente da empresa, Roger Agnelli, ponderou que o momento de lançamento é oportuno para a companhia. A nova marca representa a Vale em que não há diferenças de países, religião ou princípio.
- Aqui somos todos da Vale - disse.
A Vale vai investir US$ 50 milhões nos próximos quatro anos para alterar todos os logotipos e nomes da empresa ao redor do mundo. Segundo Roger Agneli, a idéia é que no próximo ano a mudança já esteja concluída.
- Em qualquer lugar do mundo, a pronuncia Vale é fácil. Vale significa valor. É um nome curto e de fácil fixação. O logo, eu vejo um coração, porque adoro essas coisas de emoção. Pode ser um simbolo de infinito. Ao mesmo tempo, é um símbolo de vale e de uma mineração a céu aberto já em seu plano final. Se colocar de cabeça para baixo, parece o triângulo de Minas Gerais. É um momento importante para colocar todos os empregados na mesma família. Há um trabalho pesado agora, para mudar todas as marcas, todas as logos de todos os lugares. E vamos fazer isso o mais rápido possível - disse Agneli, que apresentou a nova marca global no Rio de Janeiro.
No mercado internacional, a Vale irá reforçar a idéia de empresa global. Para o Canadá, onde a empresa comprou a gigante de níquel Inco, no ano passado, a CVRD se chamará Vale Inco. Lá, o anúncio foi veiculado nos principais jornais do dia 3 de dezembro. Nos EUA e no Reino Unido, a veiculação foi no dia 6.
No Brasil, foi veiculado o filme "Surgimento", que tem 90 segundos.
Depois da aquisição da mineradora canadense Inco, que a alçou a Vale ao segundo lugar no ranking mundial das mineradoras no ano passado, segundo a companhia, através da nova identidade visual, a Vale prestende consolidar sua imagem de empresa brasileira com atuação global, ressaltando sua posição de destaque no cenário internacional.
A idéia é que todas as unidades de negócios abandonem as expressões "Companhia Vale do Rio Doce", "Rio Doce" ou a sigla CVRD. A decisão levou em conta a brasilidade, a força, a simplicidade e a sonoridade do nome "Vale", que será usado em oito idiomas.
O novo posicionamento e a nova marca da Vale foram criados pela empresa norte-americana Lippincott Mercer e sua parceira no Brasil, a Cauduro Martino. A Lippincott é líder em design e estratégia de branding e tem entre seus principais clientes Coca-Cola, General Electric, ABN-AMRO, IBM, Motorola e Rede Globo. A Cauduro Martino tem vasta bagagem em implantação de marcas, com clientes como Banco do Brasil, Unimed, TAM e Natura.
Fonte: O Globo - 29/11/07
Em evento no Forte de Copacabana, o presidente da empresa, Roger Agnelli, ponderou que o momento de lançamento é oportuno para a companhia. A nova marca representa a Vale em que não há diferenças de países, religião ou princípio.- Aqui somos todos da Vale - disse.
A Vale vai investir US$ 50 milhões nos próximos quatro anos para alterar todos os logotipos e nomes da empresa ao redor do mundo. Segundo Roger Agneli, a idéia é que no próximo ano a mudança já esteja concluída.
- Em qualquer lugar do mundo, a pronuncia Vale é fácil. Vale significa valor. É um nome curto e de fácil fixação. O logo, eu vejo um coração, porque adoro essas coisas de emoção. Pode ser um simbolo de infinito. Ao mesmo tempo, é um símbolo de vale e de uma mineração a céu aberto já em seu plano final. Se colocar de cabeça para baixo, parece o triângulo de Minas Gerais. É um momento importante para colocar todos os empregados na mesma família. Há um trabalho pesado agora, para mudar todas as marcas, todas as logos de todos os lugares. E vamos fazer isso o mais rápido possível - disse Agneli, que apresentou a nova marca global no Rio de Janeiro.
No mercado internacional, a Vale irá reforçar a idéia de empresa global. Para o Canadá, onde a empresa comprou a gigante de níquel Inco, no ano passado, a CVRD se chamará Vale Inco. Lá, o anúncio foi veiculado nos principais jornais do dia 3 de dezembro. Nos EUA e no Reino Unido, a veiculação foi no dia 6.
No Brasil, foi veiculado o filme "Surgimento", que tem 90 segundos.
Depois da aquisição da mineradora canadense Inco, que a alçou a Vale ao segundo lugar no ranking mundial das mineradoras no ano passado, segundo a companhia, através da nova identidade visual, a Vale prestende consolidar sua imagem de empresa brasileira com atuação global, ressaltando sua posição de destaque no cenário internacional.
A idéia é que todas as unidades de negócios abandonem as expressões "Companhia Vale do Rio Doce", "Rio Doce" ou a sigla CVRD. A decisão levou em conta a brasilidade, a força, a simplicidade e a sonoridade do nome "Vale", que será usado em oito idiomas.
O novo posicionamento e a nova marca da Vale foram criados pela empresa norte-americana Lippincott Mercer e sua parceira no Brasil, a Cauduro Martino. A Lippincott é líder em design e estratégia de branding e tem entre seus principais clientes Coca-Cola, General Electric, ABN-AMRO, IBM, Motorola e Rede Globo. A Cauduro Martino tem vasta bagagem em implantação de marcas, com clientes como Banco do Brasil, Unimed, TAM e Natura.
Fonte: O Globo - 29/11/07
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