Existem muitas oportunidades para marcas que souberem entender a atender as necessidades dos consumidores, entregando benefícios emocionais e funcionais. É o que apontam os resultados da pesquisa Roper Reports Worldwide, apresentada por Paulo Carramenha, presidente da GfK Inficator, durante café-da-manhã realizado pela Associação Brasileira de Embalagem (Abre), que tece como tema "Desvendando o consumidor: os novos hábitos de consumo e comportamento". A pesquisa é uma avaliação global de tendências realizada anualmente desde 1995 em mais de 30 países com cerca de 30.000 entrevistados. Esse universo consultado representa 1.1 bilhões de consumidores no mundo todo.
Para Carramenha, as principais conclusões do estudo são que as empresas devem procurar entender e se relacionar com os consumidores como pessoas e não como seres que consomem e que gerenciar marcas não significa apenas garantir presença, visibilidade ou funcionalidade. Significa criar vínculo emocional com os consumidores, pois são as pessoas que se relacionam com as marcas.
Outra conclusão aponta que 80% das decisões de marca dos consumidores são feitas no PDV, o que transforma a embalagem em fator decisivo na hora da compra, ganhando uma importância fundamental como elemento de marca que ajuda a gerar a persuasão.
Tendências
Durante a pesquisa também foi possível concluir as 5 principais tendências globais dos consumidores: autenticidade, o paradigma da vida saudável, envelhecimento, o consumidor em movimento e o boca-a-boca. Essas tendências de consumo indicam que os valores pessoais, estilo de vida, estágios da vida e região geográfica são determinantes no perfil deste consumidor.
Nos valores pessoais a individualidade, o "ser único" é considerado importante por 28% da população. A autenticidade é um valor importante para 44% dos entrevistados, mas apenas 23% associam autenticidade com as marcas que conhecem ou gostam. A honestidade é considerada por 63% dos entrevistados e apenas 28% associam esta qualidade com as marcas que gostam e conhecem.
A população mundial está envelhecendo, a projeção indica que em 2025 as pessoas acima dos 50 anos representarão 50% do total na Itália e 48% na Alemanha, no Japão o índice será de 49%. Nos países emergentes a população acima desta faixa etária também está aumentando e na mesma época representarão 29% no Brasil, 22% na Índia e 36% na China. É um mercado significativo e hoje já existem produtos com teclas e letras maiores e design que favorecem a utilização por idosos.
Para 84% da população ter uma vida saudável é determinante na sua qualidade de vida. Em 29 dos países entrevistados ter uma boa saúde vem em primeiro lugar. Na teoria o plano é manter hábitos saudáveis, mas na prática não é o que se estabelece. Houve uma diminuição no hábito de beber água, praticar exercícios, dormir horas suficientes, comer frutas e vegetais e ter equilíbrio entre o trabalho e o lazer.
A mobilidade é indicada pela busca na melhoria de vida, tanto através da tecnologia – internet, da mobilidade cultural, pois estamos abertos a mudanças, como pelo modo de vida moderno em que as pessoas vivem fora de casa. Há um bombardeio de informações e ofertas de produtos e serviços. O consumidor tem muitas opções de escolha e pouco tempo disponível. Por outro lado está mais consciente e informado e o boca-a-boca funciona como um mecanismo de filtro sendo mais valorizado do que a propaganda.
A tendência é pela simplicidade, o desejo do consumidor é pelo design e funcionamento simples e pela mensagem clara e oferta de produtos e serviços que se encaixem em seu modelo de vida.
Por isso, a embalagem torna-se elemento fundamental de publicidade no ponto-de-venda, apresentando múltiplas funções. Ela capta a atenção dos consumidores, transmite valores das marcas, é fonte de informação e base para a inovação e diferenciação, comunica benefícios dos produtos, ajuda no suporte as promoções e gera persuasão.
Fonte: Consumidor Moderno
Arnaldo Rabelo
30 junho 2007
A empresa austríaca Swarovski cria uma nova marca
A empresa austríaca Swarovski anunciou, na última semana, a criação de uma nova marca a Crystallized - Swarovski Elements. A criação da nova marca faz parte de uma inédita estratégia global da empresa, para celebrar sua linha de produtos, os componentes em cristais reconhecidos e consagrados mundialmente.
O lançamento, que aconteceu na última semana durante a São Paulo Fashion Week, contou com a participação do diretor da divisão de componentes da Swarovski, Henning Dauch.
“Os cristais estão presentes nas mais diversas expressões de criatividade e em vários segmentos como a moda, decoração, arte e tecnologia, agregando qualidade e design a produtos que se transformam em verdadeiros objetos de desejos. Desde seus primeiros dias, na virada do século 20, a Swarovski trabalhou com estilistas como Chanel, Elsa Schiparelli e Christian Dior”, disse o diretor.
Atualmente, a Swarovski conta com parcerias com designers e marcas como Yves Saint Laurent, Armani, Versace, Gucci e Prada, além de designers de vanguardas como Hussein Chalayan, Alexander McQueen e Viktor & Rolf.
No Brasil, a marca Crystallized™ - Swarovski Elements esteve presente nas criações de um grupo seleto de designers e marcas, demonstrando a versatilidade dos cristais. Este universo cristalizado marcou presença nos desfiles de Tereza Santos, Animale, Liz, M. Officer e João Pimenta.
Nos calçados e acessórios os novos cristais estão sendo utilizados nas criações de Francesca Giobbi, Constança Basto, Zeferino, Melissa, Maurício Medeiros, Lenny e T. Arrigoni.
Nova campanha
O fotógrafo top de moda, Nick Knight, foi chamado para criar a linguagem visual e fotográfica da nova campanha internacional de publicidade, desenvolvida pela Select NY, para o lançamento da Crystallized™ - Swarovski Elements.

Através da imagem de um olho cristalizado, que aparecerá em campanha publicitária e nos materiais de comunicação, o fotógrafo britânico explorou as profundezas das emoções, o glamour e as inovações aparentemente infindáveis e a criatividade intensa que caracterizam a marca crystallized™ - Swarovski Elements.
Captando a qualidade poética dos cristais, suas inesgotáveis profundezas e luz, o fotografo criou um olho cintilante e multifacetado onde íris e pupila projetam um efeito hipnótico aparentando serem feitas de cristal. Imediatamente reconhecível como a expressão visual da marca o olho de cristal emerge como uma obra de arte fotográfica contemporânea, reluzindo com a mesma força interior e otimismo que o cristal traz ao design.
Fonte: Couromoda.com
O lançamento, que aconteceu na última semana durante a São Paulo Fashion Week, contou com a participação do diretor da divisão de componentes da Swarovski, Henning Dauch.
“Os cristais estão presentes nas mais diversas expressões de criatividade e em vários segmentos como a moda, decoração, arte e tecnologia, agregando qualidade e design a produtos que se transformam em verdadeiros objetos de desejos. Desde seus primeiros dias, na virada do século 20, a Swarovski trabalhou com estilistas como Chanel, Elsa Schiparelli e Christian Dior”, disse o diretor.
Atualmente, a Swarovski conta com parcerias com designers e marcas como Yves Saint Laurent, Armani, Versace, Gucci e Prada, além de designers de vanguardas como Hussein Chalayan, Alexander McQueen e Viktor & Rolf.
No Brasil, a marca Crystallized™ - Swarovski Elements esteve presente nas criações de um grupo seleto de designers e marcas, demonstrando a versatilidade dos cristais. Este universo cristalizado marcou presença nos desfiles de Tereza Santos, Animale, Liz, M. Officer e João Pimenta.
Nos calçados e acessórios os novos cristais estão sendo utilizados nas criações de Francesca Giobbi, Constança Basto, Zeferino, Melissa, Maurício Medeiros, Lenny e T. Arrigoni.
Nova campanha
O fotógrafo top de moda, Nick Knight, foi chamado para criar a linguagem visual e fotográfica da nova campanha internacional de publicidade, desenvolvida pela Select NY, para o lançamento da Crystallized™ - Swarovski Elements.

Através da imagem de um olho cristalizado, que aparecerá em campanha publicitária e nos materiais de comunicação, o fotógrafo britânico explorou as profundezas das emoções, o glamour e as inovações aparentemente infindáveis e a criatividade intensa que caracterizam a marca crystallized™ - Swarovski Elements.
Captando a qualidade poética dos cristais, suas inesgotáveis profundezas e luz, o fotografo criou um olho cintilante e multifacetado onde íris e pupila projetam um efeito hipnótico aparentando serem feitas de cristal. Imediatamente reconhecível como a expressão visual da marca o olho de cristal emerge como uma obra de arte fotográfica contemporânea, reluzindo com a mesma força interior e otimismo que o cristal traz ao design.
Fonte: Couromoda.com
28 junho 2007
Macrotendências do comportamento do consumidor
A primeira grande mudança que ocorrerá muito em breve e que promete iniciar toda uma série de transformações é a etiqueta inteligente. O microchip embarcado nos mais diversos produtos de consumo — processo que já se iniciou — deve substituir por completo o código de barras e ainda reforçar a coleta de dados para estratégias de relacionamento. Essa é uma previsão do sociólogo Arthur Shostak, professor emérito da Drexel University, na Filadélfia, e membro da World Future Society. “Casas e agentes inteligentes também prometem mudar bastante o perfil dos consumidores. No lar, completamente interligado por conexão sem-fio, as pessoas ganham tempo para diversão enquanto a própria casa cuida dos afazeres domésticos”, prevê.
Para o futurólogo, estas são macrotendências determinantes para um novo comportamento do consumidor. Porém, seu maior entusiasmo é com a nanotecnologia. Com produtos em escala de um bilionésimo de um metro e manipulação de matéria subatômica, a nanotech promete criar desde máquinas microscópicas para reconstrução de tecidos humanos como nanorobôs de guerra. “A nanotecnologia irá revolucionar muitas áreas. Até 2015, muito já terá sido implementado”, avisa. “Fico especialmente intrigado com a velocidade que as evoluções da tecnologia da informação estão reformulando nossa realidade corrente”. Mas essas evoluções irão se traduzir em mais tempo livre e conseqüentemente mais tempo para o lazer e relações sadias? “Sou otimista”, diz, o sociólogo que concedeu entrevista exclusiva de sua casa na Filadélfia.
Como um sociólogo estuda o consumidor?
Arthur Shostak: Nós fazemos pesquisas com consumidores, focus-groups, analisamos seu ciclo de gastos. Entrevistamos empreendedores que planejam lançar novos produtos ou serviços no mercado, e também estudamos casos de falência e fracassos para aprender sobre o que não foi capturado de forma antecipada sobre os interesses dos consumidores. Acima de tudo, nós tentamos identificar os desejos escondidos, as necessidades não percebidas, para melhor antecipar suas atitudes e comportamentos.
Os consumidores têm noção de seu poder?
As empresas que menosprezam esse poder estão ficando para trás, como deveriam. Elas precisam estar sintonizadas com os valores mais profundos de seus consumidores, e não presumir o que eles querem ou precisam. Os consumidores demoram até se tornarem leais a uma marca, mas são rapidíssimos para abandoná-la.
Muito se fala sobre tendências de consumo hedonistas e que valorizam a experiência, no lugar da posse. Você também nota esse comportamento?
Uma nova ênfase, de afinidade e conforto, tem sido dada à dimensão do ponto-de-venda. Isso ocorre no mundo todo, estamos entrando na nova era do capitalismo ultra-moderno. Nela, os objetos que compramos têm cada vez menos capacidade de nos proporcionar prazer. O prazer está mais relacionado ao ato de adquiri-las e nas experiências que elas nos fazem sentir.
Fonte: Consumidor Moderno
Para o futurólogo, estas são macrotendências determinantes para um novo comportamento do consumidor. Porém, seu maior entusiasmo é com a nanotecnologia. Com produtos em escala de um bilionésimo de um metro e manipulação de matéria subatômica, a nanotech promete criar desde máquinas microscópicas para reconstrução de tecidos humanos como nanorobôs de guerra. “A nanotecnologia irá revolucionar muitas áreas. Até 2015, muito já terá sido implementado”, avisa. “Fico especialmente intrigado com a velocidade que as evoluções da tecnologia da informação estão reformulando nossa realidade corrente”. Mas essas evoluções irão se traduzir em mais tempo livre e conseqüentemente mais tempo para o lazer e relações sadias? “Sou otimista”, diz, o sociólogo que concedeu entrevista exclusiva de sua casa na Filadélfia.
Como um sociólogo estuda o consumidor?
Arthur Shostak: Nós fazemos pesquisas com consumidores, focus-groups, analisamos seu ciclo de gastos. Entrevistamos empreendedores que planejam lançar novos produtos ou serviços no mercado, e também estudamos casos de falência e fracassos para aprender sobre o que não foi capturado de forma antecipada sobre os interesses dos consumidores. Acima de tudo, nós tentamos identificar os desejos escondidos, as necessidades não percebidas, para melhor antecipar suas atitudes e comportamentos.
Os consumidores têm noção de seu poder?
As empresas que menosprezam esse poder estão ficando para trás, como deveriam. Elas precisam estar sintonizadas com os valores mais profundos de seus consumidores, e não presumir o que eles querem ou precisam. Os consumidores demoram até se tornarem leais a uma marca, mas são rapidíssimos para abandoná-la.
Muito se fala sobre tendências de consumo hedonistas e que valorizam a experiência, no lugar da posse. Você também nota esse comportamento?
Uma nova ênfase, de afinidade e conforto, tem sido dada à dimensão do ponto-de-venda. Isso ocorre no mundo todo, estamos entrando na nova era do capitalismo ultra-moderno. Nela, os objetos que compramos têm cada vez menos capacidade de nos proporcionar prazer. O prazer está mais relacionado ao ato de adquiri-las e nas experiências que elas nos fazem sentir.
Fonte: Consumidor Moderno
Gilette promove Prestobarba no filme Quarteto Fantástico
A Gilette promove uma ação de marketing em parceria com a 20th Century Fox. A marca aparecerá no macacão do personagem Tocha Humana, interpretado pelo ator Chris Evans, em uma das cenas mais importantes do filme Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado. O filme concentra os maiores investimentos desse estúdio em 2007 e estará em exibição em mais de 400 salas em todo o país.
A 20th Century Fox elegeu a promoção PrestoFantástica, ligada ao filme Quarteto Fantástico I, promovida pela Gillette em 2005, como a promoção mais inovadora para lançamento de um filme, desenvolvida na América Latina. Isso estreitou a relação da marca com o estúdio e também com a Fox Film do Brasil. Dessa boa relação nasceu a idéia de expor a marca Gillette em uma das cenas do filme.
Desde 2001, a marca vinha realizando ações promocionais em parceria com a Fox. Além do filme Quarteto Fantástico I, criou campanhas para X-Men 2, Elektra e O Dia Depois de Amanhã. Dessa vez, no entanto, a Gillette queria fazer parte da história e Prestobarba foi a marca escolhida, por ser a que mais se aproxima do público desse filme. "Pesquisas apontam que cinema tem uma afinidade muito grande com jovens de 18 a 24 anos. E este público é consumidor de Prestobarba Excel. Por isso, queríamos levar a marca para dentro desse universo", afirma Rodrigo Finotti, gerente de marketing de Prestobarba.
Promoção
A marca criou também uma campanha promocional que leva o nome de "PrestoFantástico, os poderes de um barbear fantástico continuam". A ação é inspirada no filme Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado e quer repetir o sucesso de 2005. A campanha, cujo término está previsto para agosto, tem como objetivo cativar e fidelizar consumidores de 15 a 24 anos, que representam cerca de 40% dos usuários da marca, alavancando de maneira consistente e contínua o crescimento das vendas Prestobarba Excel.
Utilizando uma mecânica nova e bastante simples, o SMS – Short Message Service –, e prêmios que são objetos de desejo do consumidor, a marca espera receber mais de 1 milhão de participantes, quatro vezes mais que o número alcançado na promoção ligada ao filme Quarteto Fantástico I que contou com a participação de mais 250 mil pessoas, por meio de cartas. "Para a edição ligada ao novo filme do Quarteto Fantástico, estamos confiantes que a participação via celular atrairá ainda mais pessoas, pois, além da praticidade, o público de Prestobarba está cada vez mais antenado", afirma Finotti.
Para participar da promoção e concorrer aos prêmios que serão sorteados – um carro zero quilômetro por mês e um Ipod por semana durantes os três meses de promoção, o consumidor deve comprar qualquer embalagem de Prestobarba Excel com o código da promoção estampada na embalagem e enviar este código, via SMS, para o número 49202. O consumidor também poderá se cadastrar e obter maiores informações sobre a promoção no site www.prestofantastico.com.br.
Para divulgar a campanha, foi desenvolvido um filme exclusivo, com veiculação nacional, além de spots de rádio. Nos pontos-de-venda, buscando ainda mais visibilidade, a marca trabalhará utilizando materiais diferenciados, como um carro inflável transparente, que ocupará vagas nos estacionamentos de lojas, simulando um carro invisível, remetendo aos poderes de um dos personagens do filme, a Mulher Invisível, e Mega Displays de Papelão que reproduzirão um carro real explorando os poderes dos personagens.
A 20th Century Fox elegeu a promoção PrestoFantástica, ligada ao filme Quarteto Fantástico I, promovida pela Gillette em 2005, como a promoção mais inovadora para lançamento de um filme, desenvolvida na América Latina. Isso estreitou a relação da marca com o estúdio e também com a Fox Film do Brasil. Dessa boa relação nasceu a idéia de expor a marca Gillette em uma das cenas do filme.
Desde 2001, a marca vinha realizando ações promocionais em parceria com a Fox. Além do filme Quarteto Fantástico I, criou campanhas para X-Men 2, Elektra e O Dia Depois de Amanhã. Dessa vez, no entanto, a Gillette queria fazer parte da história e Prestobarba foi a marca escolhida, por ser a que mais se aproxima do público desse filme. "Pesquisas apontam que cinema tem uma afinidade muito grande com jovens de 18 a 24 anos. E este público é consumidor de Prestobarba Excel. Por isso, queríamos levar a marca para dentro desse universo", afirma Rodrigo Finotti, gerente de marketing de Prestobarba.
Promoção
A marca criou também uma campanha promocional que leva o nome de "PrestoFantástico, os poderes de um barbear fantástico continuam". A ação é inspirada no filme Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado e quer repetir o sucesso de 2005. A campanha, cujo término está previsto para agosto, tem como objetivo cativar e fidelizar consumidores de 15 a 24 anos, que representam cerca de 40% dos usuários da marca, alavancando de maneira consistente e contínua o crescimento das vendas Prestobarba Excel.
Utilizando uma mecânica nova e bastante simples, o SMS – Short Message Service –, e prêmios que são objetos de desejo do consumidor, a marca espera receber mais de 1 milhão de participantes, quatro vezes mais que o número alcançado na promoção ligada ao filme Quarteto Fantástico I que contou com a participação de mais 250 mil pessoas, por meio de cartas. "Para a edição ligada ao novo filme do Quarteto Fantástico, estamos confiantes que a participação via celular atrairá ainda mais pessoas, pois, além da praticidade, o público de Prestobarba está cada vez mais antenado", afirma Finotti.
Para participar da promoção e concorrer aos prêmios que serão sorteados – um carro zero quilômetro por mês e um Ipod por semana durantes os três meses de promoção, o consumidor deve comprar qualquer embalagem de Prestobarba Excel com o código da promoção estampada na embalagem e enviar este código, via SMS, para o número 49202. O consumidor também poderá se cadastrar e obter maiores informações sobre a promoção no site www.prestofantastico.com.br.
Para divulgar a campanha, foi desenvolvido um filme exclusivo, com veiculação nacional, além de spots de rádio. Nos pontos-de-venda, buscando ainda mais visibilidade, a marca trabalhará utilizando materiais diferenciados, como um carro inflável transparente, que ocupará vagas nos estacionamentos de lojas, simulando um carro invisível, remetendo aos poderes de um dos personagens do filme, a Mulher Invisível, e Mega Displays de Papelão que reproduzirão um carro real explorando os poderes dos personagens.
Mulheres são fiéis às marcas de produtos de beleza
Pesquisa aponta que 78% das consumidoras entrevistadas afirmaram que sempre compram produtos da mesma marca
Quais são os atributos que definem a escolha da marca e o tipo de xampu quando a mulher se vê diante do vasto universo de possibilidades disponíveis nas prateleiras? Responder a indagações como esta é a proposta da pesquisa "O Consumo de Produtos de Beleza no Brasil: Perfil e Hábitos", realizada pelo Provar - Programa de Administração de Varejo, da Fundação Instituto de Administração - FIA, centro brasileiro de estudos sobre o mercado de consumo, em parceria com a Canal Varejo - Consultoria: Mercado de Bens e Serviços. Para investigar o comportamento de compra da consumidora de produtos de beleza no Brasil, foram entrevistadas 500 mulheres da cidade de São Paulo.
Segundo os resultados, as mulheres são extremamente fiéis às marcas. Os dados apontam que 78% das consumidoras entrevistadas afirmaram que sempre compram produtos da mesma marca. Esta lealdade ao produto escolhido é mais forte até do que os possíveis encantos das embalagens atraentes da concorrência: 81% das respondentes garantiram que não trocam os produtos por outros que tenham embalagens com design mais elaborado. "É importante considerar que a compra de produtos de beleza envolve a construção ou manutenção da imagem da consumidora, portanto, é uma decisão de alto envolvimento emocional, com grande nível de comprometimento", afirma Claudio Felisoni de Angelo, coordenador geral do Provar/FIA.
Em função da grande oferta de produtos de higiene e beleza, o processo de escolha tornou-se muito mais complexo. Por isso, a investigação foi segmentada em três grupos "Busca de informações e a escolha de produtos de beleza", "Critérios para seleção do canal preferido" e "Aspectos complementares", que analisa fatores como compra por impulso e fidelidade à marca. Em relação à busca de informações, os resultados indicam que as consultoras de beleza se destacam como referência sobre os produtos. Entretanto, as brasileiras tendem a ser consumidoras mais independentes: a maioria das entrevistadas informou que poucas vezes ou nunca recorrem a outras pessoas para a escolha deste tipo de produto.
Ainda sobre a comunicação e a busca de informações, considerando que a amostra da pesquisa é caracterizada, na sua maioria, por mulheres com renda familiar até 8 salários mínimos, observa-se que há baixa penetração da Internet como canal de informações ou compras. "Este resultado reflete, provavelmente, o baixo índice de inclusão digital da população de baixa renda no país", pondera Claudio. Por isso, o catálogo é a fonte de informações mais citada, seguido pelas ações de merchadising e pelas propagandas de televisão.
Já em relação aos locais preferidos de compras, os supermercados se destacam como local de aquisição de produtos como xampus e condicionadores. "A identificação da Internet e dos salões de beleza como canais de compra ainda é muito pequena, influenciada em grande parte pela característica da amostra pesquisada", afirma o coordenador geral do Provar/FIA.
Quais são os atributos que definem a escolha da marca e o tipo de xampu quando a mulher se vê diante do vasto universo de possibilidades disponíveis nas prateleiras? Responder a indagações como esta é a proposta da pesquisa "O Consumo de Produtos de Beleza no Brasil: Perfil e Hábitos", realizada pelo Provar - Programa de Administração de Varejo, da Fundação Instituto de Administração - FIA, centro brasileiro de estudos sobre o mercado de consumo, em parceria com a Canal Varejo - Consultoria: Mercado de Bens e Serviços. Para investigar o comportamento de compra da consumidora de produtos de beleza no Brasil, foram entrevistadas 500 mulheres da cidade de São Paulo.
Segundo os resultados, as mulheres são extremamente fiéis às marcas. Os dados apontam que 78% das consumidoras entrevistadas afirmaram que sempre compram produtos da mesma marca. Esta lealdade ao produto escolhido é mais forte até do que os possíveis encantos das embalagens atraentes da concorrência: 81% das respondentes garantiram que não trocam os produtos por outros que tenham embalagens com design mais elaborado. "É importante considerar que a compra de produtos de beleza envolve a construção ou manutenção da imagem da consumidora, portanto, é uma decisão de alto envolvimento emocional, com grande nível de comprometimento", afirma Claudio Felisoni de Angelo, coordenador geral do Provar/FIA.
Em função da grande oferta de produtos de higiene e beleza, o processo de escolha tornou-se muito mais complexo. Por isso, a investigação foi segmentada em três grupos "Busca de informações e a escolha de produtos de beleza", "Critérios para seleção do canal preferido" e "Aspectos complementares", que analisa fatores como compra por impulso e fidelidade à marca. Em relação à busca de informações, os resultados indicam que as consultoras de beleza se destacam como referência sobre os produtos. Entretanto, as brasileiras tendem a ser consumidoras mais independentes: a maioria das entrevistadas informou que poucas vezes ou nunca recorrem a outras pessoas para a escolha deste tipo de produto.
Ainda sobre a comunicação e a busca de informações, considerando que a amostra da pesquisa é caracterizada, na sua maioria, por mulheres com renda familiar até 8 salários mínimos, observa-se que há baixa penetração da Internet como canal de informações ou compras. "Este resultado reflete, provavelmente, o baixo índice de inclusão digital da população de baixa renda no país", pondera Claudio. Por isso, o catálogo é a fonte de informações mais citada, seguido pelas ações de merchadising e pelas propagandas de televisão.
Já em relação aos locais preferidos de compras, os supermercados se destacam como local de aquisição de produtos como xampus e condicionadores. "A identificação da Internet e dos salões de beleza como canais de compra ainda é muito pequena, influenciada em grande parte pela característica da amostra pesquisada", afirma o coordenador geral do Provar/FIA.
18 junho 2007
Dell lança serviço para consumidores sugerirem melhorias nos produtos
A Dell, que virou o maior fabricante de computadores do mundo ao fazê-los sob medida para os clientes, acabou de lançar um serviço, o IdeaStorm, para pegar sugestões dos usuários para melhorar os produtos. A partir daí, ela seleciona as melhores e mais comentadas e as coloca em prática. Dê uma olhada. É a web 2.0 sendo usada no desenvolvimento de produtos!
Microsoft permitirá ver vídeos online na TV
A Microsoft anunciou ontem sua nova marca para o serviço de televisão beseada na internet: Mediaroom (antes chamado de IPTV). O serviço será possível em função de uma parceria com 10 empresas, incluindo a AT&T. Recentemente também foi publicado que a Microsoft está fazendo uma parceria com um fabricante chinês de TVs, de forma que o serviço permitirá que a TV acesse o disco rígido e rede de computadores da casa com música, fotos ou vídeo, mostrando-os na tela. Será a fase inicial do uso da TV para acessar uma série de serviços baseados na internet.

15 junho 2007
De Propaganda a “Experiência Emocional”
Experiências Emocionais
A mais nova estratégia para as marcas é emocionar uma oferta com uma linguagem inspiradora e intuitiva que se conecte “sensorialmente” a idéias de design que vão estimular a mente
(Marc Gobé)
A gestão de marca emocional reconhece que vivemos em mercados maduros, nos quais estamos experimentando produção em excesso, mais concorrência e, conseqüentemente, redução de preços e lucros decrescentes. Isso levou a uma falta de criatividade na gestão de marcas, produzindo mais produtos massificados, que criam uma falta de estímulo no mercado, em uma época na qual as pessoas querem ser surpreendidas.
A mediocridade nos rodeia e está levando as marcas para a sarjeta. A mais nova estratégia para as marcas é emocionar uma oferta com uma linguagem inspiradora e intuitiva que se conecte “sensorialmente” a idéias de design que vão estimular a mente. Em outras palavras, a única maneira de se competir em um mercado massificado é diferenciar uma oferta com promessas de recompensa emocional que se ligarão à vida do público por meio de experiências ímpares. Mas, para se obter sucesso, as experiências precisam ser emocionais e sensoriais.
Em meu livro “Emotional Branding” observei que as marcas emocionais têm três características-base em comum:
A) Elas têm uma cultura interna focada nas pessoas e priorizam o fator humano dentro e fora da empresa.
B) Estas marcas possuem um vocabulário visual e verbal peculiar e fortemente reconhecível. Você não precisa colocar o logo da Apple em um aparelho para reconhecer que é um produto Apple.
C) As marcas emocionais fazem da inovação e do design elementos importantes em seu marketing mix. Elas estão prontas para quebrar as regras.
Marcas emocionais dizem respeito à percepção, não à realidade.
Ao estudar o movimento impressionista, sempre me intrigou o fato de que, em vez de pintar o que viam, os artistas como Van Gogh, por exemplo, pintavam como se sentiam sobre o que viam. “Ao invés de usar a cor para obter um magnífico naturalismo, uso-a subjetivamente para expressar emoções”, disse Van Gogh.
No mundo das marcas, os consumidores não compram produtos de que precisam, e sim os que desejam; produtos que irão ajudá-los a enxergar suas vidas de uma forma diferente. Por exemplo, uma empresa de pintura francesa explorou a conexão de suas cores com emoção. Em seus rótulos, eles associam cores com humores – por exemplo, o azul é associado aos adjetivos tranqüilo, celestial, sereno, relaxante e pacífico. Esta conexão das cores às emoções é uma nova forma de expressar um produto de um modo mais pessoal.
De Propaganda a “Experiência Emocional”
O ambiente pode transmitir uma mensagem mais sensorial, criando a mídia que as pessoas amam ao invés da mídia que as pessoas odeiam. Vender no varejo é propaganda.
Nos EUA e na Europa, a reação contra a propaganda e sua presença onipresente na televisão tem incitado o sucesso do TIVO, um software que permite aos observadores “pular” os anúncios enquanto assistem a um determinado programa. Uma mudança no modo como as pessoas absorvem a informação está também alterando os programas de comunicação, tornando-os mais pessoais e sensoriais. A maior parte dos profissionais agora concorda com o fato de que os comerciais de televisão precisam transferir a audiência para a web ou para pontos de encontro mais físicos e experimentais. Já era hora – a reação contra a propaganda e suas enervantes promessas falsas estava afastando as pessoas. Um jovem entrevistado pela Advertising Age, uma importante revista de propaganda nos EUA, declarou: “Propaganda é besteira, normalmente é lixo.”
E ele representa muitas pessoas que pensam dessa forma. A falta de inovação nas principais agências de propaganda não está ajudando. As corporações têm se voltado para empresas de branding menores em busca de novas idéias e de maneiras eficientes de atrair pessoas. Um desses novos fenômenos tem sido o que eu chamo Adretailing, a idéia de alugar uma loja por um período longo ou curto para proporcionar experiências interessantes e inovadoras à marca.
A Hershey´s Time Square é uma dessas novas idéias. Partindo de um anúncio simples, a agência propôs construir uma loja a varejo, que venderia centenas de artigos da marca aos milhões de turistas em Nova York. E funcionou! A loja Hershey´s Time Square é uma das lojas mais populares e de maior sucesso financeiro dos EUA.
Uma ótima idéia que vi em Tóquio foi o lançamento do “Natcham”, um suco de laranja em uma loja de brinquedos. Junto com o suco era exibida uma grande coleção de acessórios para a volta às aulas, que eram promovidos por um animador, para a alegria das crianças e dos pais.
Experiência emocional significa que você quer estar lá não somente fisicamente, mas também emocionalmente.
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Marc Gobé é Sócio-Fundador e CEO da Desgrippes Gobé (www.dga.com).
A mais nova estratégia para as marcas é emocionar uma oferta com uma linguagem inspiradora e intuitiva que se conecte “sensorialmente” a idéias de design que vão estimular a mente
(Marc Gobé)
A gestão de marca emocional reconhece que vivemos em mercados maduros, nos quais estamos experimentando produção em excesso, mais concorrência e, conseqüentemente, redução de preços e lucros decrescentes. Isso levou a uma falta de criatividade na gestão de marcas, produzindo mais produtos massificados, que criam uma falta de estímulo no mercado, em uma época na qual as pessoas querem ser surpreendidas.
A mediocridade nos rodeia e está levando as marcas para a sarjeta. A mais nova estratégia para as marcas é emocionar uma oferta com uma linguagem inspiradora e intuitiva que se conecte “sensorialmente” a idéias de design que vão estimular a mente. Em outras palavras, a única maneira de se competir em um mercado massificado é diferenciar uma oferta com promessas de recompensa emocional que se ligarão à vida do público por meio de experiências ímpares. Mas, para se obter sucesso, as experiências precisam ser emocionais e sensoriais.
Em meu livro “Emotional Branding” observei que as marcas emocionais têm três características-base em comum:
A) Elas têm uma cultura interna focada nas pessoas e priorizam o fator humano dentro e fora da empresa.
B) Estas marcas possuem um vocabulário visual e verbal peculiar e fortemente reconhecível. Você não precisa colocar o logo da Apple em um aparelho para reconhecer que é um produto Apple.
C) As marcas emocionais fazem da inovação e do design elementos importantes em seu marketing mix. Elas estão prontas para quebrar as regras.
Marcas emocionais dizem respeito à percepção, não à realidade.
Ao estudar o movimento impressionista, sempre me intrigou o fato de que, em vez de pintar o que viam, os artistas como Van Gogh, por exemplo, pintavam como se sentiam sobre o que viam. “Ao invés de usar a cor para obter um magnífico naturalismo, uso-a subjetivamente para expressar emoções”, disse Van Gogh.
No mundo das marcas, os consumidores não compram produtos de que precisam, e sim os que desejam; produtos que irão ajudá-los a enxergar suas vidas de uma forma diferente. Por exemplo, uma empresa de pintura francesa explorou a conexão de suas cores com emoção. Em seus rótulos, eles associam cores com humores – por exemplo, o azul é associado aos adjetivos tranqüilo, celestial, sereno, relaxante e pacífico. Esta conexão das cores às emoções é uma nova forma de expressar um produto de um modo mais pessoal.
De Propaganda a “Experiência Emocional”
O ambiente pode transmitir uma mensagem mais sensorial, criando a mídia que as pessoas amam ao invés da mídia que as pessoas odeiam. Vender no varejo é propaganda.
Nos EUA e na Europa, a reação contra a propaganda e sua presença onipresente na televisão tem incitado o sucesso do TIVO, um software que permite aos observadores “pular” os anúncios enquanto assistem a um determinado programa. Uma mudança no modo como as pessoas absorvem a informação está também alterando os programas de comunicação, tornando-os mais pessoais e sensoriais. A maior parte dos profissionais agora concorda com o fato de que os comerciais de televisão precisam transferir a audiência para a web ou para pontos de encontro mais físicos e experimentais. Já era hora – a reação contra a propaganda e suas enervantes promessas falsas estava afastando as pessoas. Um jovem entrevistado pela Advertising Age, uma importante revista de propaganda nos EUA, declarou: “Propaganda é besteira, normalmente é lixo.”
E ele representa muitas pessoas que pensam dessa forma. A falta de inovação nas principais agências de propaganda não está ajudando. As corporações têm se voltado para empresas de branding menores em busca de novas idéias e de maneiras eficientes de atrair pessoas. Um desses novos fenômenos tem sido o que eu chamo Adretailing, a idéia de alugar uma loja por um período longo ou curto para proporcionar experiências interessantes e inovadoras à marca.
A Hershey´s Time Square é uma dessas novas idéias. Partindo de um anúncio simples, a agência propôs construir uma loja a varejo, que venderia centenas de artigos da marca aos milhões de turistas em Nova York. E funcionou! A loja Hershey´s Time Square é uma das lojas mais populares e de maior sucesso financeiro dos EUA.
Uma ótima idéia que vi em Tóquio foi o lançamento do “Natcham”, um suco de laranja em uma loja de brinquedos. Junto com o suco era exibida uma grande coleção de acessórios para a volta às aulas, que eram promovidos por um animador, para a alegria das crianças e dos pais.
Experiência emocional significa que você quer estar lá não somente fisicamente, mas também emocionalmente.
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Marc Gobé é Sócio-Fundador e CEO da Desgrippes Gobé (www.dga.com).
14 junho 2007
Olympikus aposta no ponto-de-venda como diferencial
A fabricante de artigos esportivos Olympikus apostou numa reformulação de suas estratégias de marketing em ponto-de-venda (PDV) para melhorar a comunicação com seus clientes. Trata-se de um ambiente com características que reforçam o perfil da marca e dão ênfase ao seu principal produto – o tênis “Tube”, que dispõe de tecnologia anti-impacto. “Criamos um espaço arredondado e um layout que lembra a idéia de amortecimento do novo tênis”, conta o designer Luiz Magalhães, responsável pelo trabalho. Além disso, o ponto-de-venda da Olympikus conta com um monitor LCD no qual é possível assistir a campanha de publicidade do “Tube” desenvolvida para a televisão e mídia impressa. “Foi uma maneira que encontramos de relacionar a campanha publicitária com os displays do ponto-de-venda. Essa relação é muito importante, porque esse é o último contato mantido pelo consumidor antes da compra”, relata Magalhães. Por enquanto, a novidade está funcionando em uma loja da rede Paquetá em Porto Alegre/RS [pré-teste]. Mas os planos são de estendê-lo para outras unidades.
Mudança de pensamento – Segundo Magalhães, até pouco tempo, os investimentos em PDV ainda eram vistos como secundários no planejamento de divulgação das empresas brasileiras. Agora, esse quadro mudou. Algumas companhias chegam a destinar metade da verba de divulgação para a criação de PDV, embalagens, logotipo, entre outros pontos. “Demorou, mas as empresas daqui perceberam que as grandes marcas internacionais traziam junto todo um suporte de PDV e decidiram fazer o mesmo”, conta Magalhães. Ele acredita que não adianta gastar quantias enormes em publicidade e deixar de lado a última relação com clientes, que é mantida no ponto-de-venda. “Se na hora da compra a comunicação falhar, o investimento realizado antes será inútil”, defende o designer.
Revista Amanhã - 08/06/07
Mudança de pensamento – Segundo Magalhães, até pouco tempo, os investimentos em PDV ainda eram vistos como secundários no planejamento de divulgação das empresas brasileiras. Agora, esse quadro mudou. Algumas companhias chegam a destinar metade da verba de divulgação para a criação de PDV, embalagens, logotipo, entre outros pontos. “Demorou, mas as empresas daqui perceberam que as grandes marcas internacionais traziam junto todo um suporte de PDV e decidiram fazer o mesmo”, conta Magalhães. Ele acredita que não adianta gastar quantias enormes em publicidade e deixar de lado a última relação com clientes, que é mantida no ponto-de-venda. “Se na hora da compra a comunicação falhar, o investimento realizado antes será inútil”, defende o designer.
Revista Amanhã - 08/06/07
13 junho 2007
Viral da Citröen causa polêmica na internet
No ano de 1938, o famoso diretor, roteirista e produtor de cinema, Orson Welles, conseguiu um feito inédito que acabou entrando para a história da comunicação. O talentoso cineasta produziu uma transmissão radiofônica, nos Estados Unidos, simulando a invasão de extraterrestres à Terra. Como o rádio era, à época, o meio de comunicação mais difundido, não demorou para que seus ouvintes literalmente entrassem em pânico com a falsa notícia.
Na década de 30 não se falava em marketing viral, mas a informação se multiplicou de boca em boca, indo muito além daquilo que estava sendo transmitido através das ondas hertzianas. Naquela ocasião, porém, muita gente não gostou nada da brincadeira.
Ainda não se pode quantificar o impacto da ação promovida pela Citröen nesta segunda-feira, quando empresa espalhou pela web um falso alarme sobre a colisão de um asteróide contra nosso planeta, mas o certo é ela que deixou muitos internautas descontentes e outros, até, nem tanto. O objetivo da peça, era o de dar início à promoção de lançamento do novo veículo da marca no Brasil, o chamado C4 Pallas.

No site de uma emissora de rádio do Centro-Oeste brasileiro, que publicou um resumo da ‘notícia’, uma avalanche de e-mails contrários à estratégia foram postados na página: “Poxa sem comentários sobre esta estratégia de publicidade ... Eu fikei em estado de choque qdo li a esta noticia estupida. Sinceramente, se depender de mim a Citroen vai a falencia, aff .... que maneira mais besta de fazer MARKETING ...”, declarava um internauta mineiro.
Outro leitor foi mais além nas declarações: “Poxa, todos os dias eu acesso o site da uol e tô p.. da vida c/ essa história! Uma palhaçada! Tomara que essa bosta de carro não venda nada! Seus incompetentes de criatividade pobre e xula!!!”, reclamou.
Porém, houve quem aprovasse a estratégia da Citröen. Em outro portal, de veiculação nacional, um leitor postou: “Sensacional, queria dar os parabens pessoalmente pros criadores da campanha....Viva a Criatividade, tinha uma PUBLICIDADE enorme em baixo da foto, sem paranoia galera, o mundao vai longe..”, declarou.
Veiculado nos principais portais do país entre a noite de domingo e esta segunda-feira, uma peça em formato noticioso chamava a atenção dos leitores para um fato ‘grave e ameaçador’: Asteróide Pallas poderá se chocar com a Terra em 2007, alertava a manchete.
Mesmo com avisos em letras pequenas, presentes à peça, alertando para o fato de ter cunho publicitário, muitos internautas acabaram tomando a informação como verdadeira, tal como as ‘vítimas’ de Wells na década de 30, o que acabou provocando alarde e confusão até mesmo nos portais que veiculavam o anúncio.
“A notícia é falsa e, por causar confusão, o UOL optou por retirá-la do ar por volta das 10h, (da manhã desta segunda) antes do prazo determinado pelo contrato”, destacou o portal, um dos mais acessados do país na área jornalística.
A estratégia da Citröen estava estruturada numa página chamada OBSERVATÓRIO DE ASTERÓIDES, supostamente associado a uma entidade fictícia chamada International Astronomy Centre, que afirmava que o asteróide, de nome ‘2-Pallas’ mediria 558x526x532 km (na verdade as dimensões do bagageiro do novo veículo) e sua colisão traria “mudanças sem precedentes na existência humana na Terra”.
O certo é que, se a empresa automobilística pretendia despertar a atenção de todos, seja de maneira positiva ou não, acabou conseguindo.
Revista Publicidad - 11/06/07
Na década de 30 não se falava em marketing viral, mas a informação se multiplicou de boca em boca, indo muito além daquilo que estava sendo transmitido através das ondas hertzianas. Naquela ocasião, porém, muita gente não gostou nada da brincadeira.
Ainda não se pode quantificar o impacto da ação promovida pela Citröen nesta segunda-feira, quando empresa espalhou pela web um falso alarme sobre a colisão de um asteróide contra nosso planeta, mas o certo é ela que deixou muitos internautas descontentes e outros, até, nem tanto. O objetivo da peça, era o de dar início à promoção de lançamento do novo veículo da marca no Brasil, o chamado C4 Pallas.

No site de uma emissora de rádio do Centro-Oeste brasileiro, que publicou um resumo da ‘notícia’, uma avalanche de e-mails contrários à estratégia foram postados na página: “Poxa sem comentários sobre esta estratégia de publicidade ... Eu fikei em estado de choque qdo li a esta noticia estupida. Sinceramente, se depender de mim a Citroen vai a falencia, aff .... que maneira mais besta de fazer MARKETING ...”, declarava um internauta mineiro.
Outro leitor foi mais além nas declarações: “Poxa, todos os dias eu acesso o site da uol e tô p.. da vida c/ essa história! Uma palhaçada! Tomara que essa bosta de carro não venda nada! Seus incompetentes de criatividade pobre e xula!!!”, reclamou.
Porém, houve quem aprovasse a estratégia da Citröen. Em outro portal, de veiculação nacional, um leitor postou: “Sensacional, queria dar os parabens pessoalmente pros criadores da campanha....Viva a Criatividade, tinha uma PUBLICIDADE enorme em baixo da foto, sem paranoia galera, o mundao vai longe..”, declarou.
Veiculado nos principais portais do país entre a noite de domingo e esta segunda-feira, uma peça em formato noticioso chamava a atenção dos leitores para um fato ‘grave e ameaçador’: Asteróide Pallas poderá se chocar com a Terra em 2007, alertava a manchete.
Mesmo com avisos em letras pequenas, presentes à peça, alertando para o fato de ter cunho publicitário, muitos internautas acabaram tomando a informação como verdadeira, tal como as ‘vítimas’ de Wells na década de 30, o que acabou provocando alarde e confusão até mesmo nos portais que veiculavam o anúncio.
“A notícia é falsa e, por causar confusão, o UOL optou por retirá-la do ar por volta das 10h, (da manhã desta segunda) antes do prazo determinado pelo contrato”, destacou o portal, um dos mais acessados do país na área jornalística.
A estratégia da Citröen estava estruturada numa página chamada OBSERVATÓRIO DE ASTERÓIDES, supostamente associado a uma entidade fictícia chamada International Astronomy Centre, que afirmava que o asteróide, de nome ‘2-Pallas’ mediria 558x526x532 km (na verdade as dimensões do bagageiro do novo veículo) e sua colisão traria “mudanças sem precedentes na existência humana na Terra”.
O certo é que, se a empresa automobilística pretendia despertar a atenção de todos, seja de maneira positiva ou não, acabou conseguindo.
Revista Publicidad - 11/06/07
07 junho 2007
Apoio de consultoria pode evitar fechamento de pequenas e médias empresas
O acompanhamento de uma consultoria empresarial é apontado em um levantamento recente pelas pequenas e médias empresas como um dos principais fatores para evitar o fechamento do empreendimento. Esse item tem 31% das indicações, empatado em primeiro lugar com menos encargos e impostos.
A principal dificuldade exposta pelos pequenos e médios empresários aos consultores é de como gerir o negócio de modo eficiente. Os empreendedores são formados por pessoas com grande conhecimento na área de atuação, mas não em administração ou marketing.
A consultoria pode evitar o fechamento imediato de uma empresa, mas é importante que o empresário se capacite para ser um melhor gestor.
Um dos papéis da consultoria é o de auxiliar o empresário a traçar uma estratégia de negócios para o empreendimento. O empresário já sabe o que faz, mas ele não tem muito claro qual seria o melhor tipo de organização para explorar o mercado.
O caso não é apenas de fazer um folheto promocional. Antes disso, é importante avaliar o próprio negócio, o estágio em que ele está hoje e o que pretende para o futuro.
A principal dificuldade exposta pelos pequenos e médios empresários aos consultores é de como gerir o negócio de modo eficiente. Os empreendedores são formados por pessoas com grande conhecimento na área de atuação, mas não em administração ou marketing.
A consultoria pode evitar o fechamento imediato de uma empresa, mas é importante que o empresário se capacite para ser um melhor gestor.
Um dos papéis da consultoria é o de auxiliar o empresário a traçar uma estratégia de negócios para o empreendimento. O empresário já sabe o que faz, mas ele não tem muito claro qual seria o melhor tipo de organização para explorar o mercado.
O caso não é apenas de fazer um folheto promocional. Antes disso, é importante avaliar o próprio negócio, o estágio em que ele está hoje e o que pretende para o futuro.
01 junho 2007
Publicidade de cerveja terá restrições
A resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que restringe a propaganda de álcool, estabelece tratamento diferenciado para bebidas. Aquelas com até 13 graus Gay-Lussac (coolers e cervejas, por exemplo), estão proibidas de veicular propagandas entre 7 e 20 horas. As com mais de 13 graus (alguns tipos de vinhos e destilados) só poderão veicular propaganda entre 21 e 6 horas.
A diferença não se limita ao horário de exibição de propaganda. Na versão mais recente da resolução, as restrições para bebidas com até 13 graus são menos rígidas. Em tese, cervejas podem patrocinar eventos esportivos e shows. Já as que levam maior teor alcoólico não podem ter sua imagem associada a esporte olímpico, imagens de êxito, divertimento, palavras imperativas como "beba" ou "experimente", ou associação à sede, fome e gastronomia.
Embora seja criticada por produtores, a medida é aguardada com entusiasmo por especialistas que lidam com dependência. Eles argumentam que crianças e jovens expostos à propaganda têm um risco maior de desenvolver uma relação inadequada com bebida: associação ao prazer fácil, ao êxito - o que pode levar, numa segunda etapa, ao consumo excessivo.
31/05/07
A diferença não se limita ao horário de exibição de propaganda. Na versão mais recente da resolução, as restrições para bebidas com até 13 graus são menos rígidas. Em tese, cervejas podem patrocinar eventos esportivos e shows. Já as que levam maior teor alcoólico não podem ter sua imagem associada a esporte olímpico, imagens de êxito, divertimento, palavras imperativas como "beba" ou "experimente", ou associação à sede, fome e gastronomia.
Embora seja criticada por produtores, a medida é aguardada com entusiasmo por especialistas que lidam com dependência. Eles argumentam que crianças e jovens expostos à propaganda têm um risco maior de desenvolver uma relação inadequada com bebida: associação ao prazer fácil, ao êxito - o que pode levar, numa segunda etapa, ao consumo excessivo.
31/05/07
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