A Bombril lançou dia 25/04/07 uma campanha publicitária que prevê um crescimento de 10% a 15% a curto prazo. Por outro lado, a longo prazo a iniciativa prevê alcançar um crescimento de 30%. O produto, que está presente em 88% dos lares brasileiros, vende mensalmente perto de 330 milhões de esponjas ou mais de 2 esponjas per capita/mês. A campanha recebe um investimento total de 15 milhões de reais e terá duração de 10 semanas.
A campanha começa a ser veiculada no dia 29 de abril, simultaneamente, em todas as emissoras de TV do País, além de cinema e veículos impressos e trás Carlos Moreno, o garoto-propaganda da Bombril, um dos personagens mais marcantes da história da publicidade brasileira, interpretando Charlie Chaplin. Carlos Moreno junta-se, ainda, ao cantor Nelson Ned e ao atleta do século, Pelé, para divulgar o conceito da campanha "Tudo passa. Bom Bril fica. Ninguém passa sem Bom Bril", partindo sempre da premissa de que somente quem é líder absoluto acaba, às vezes, sendo imitado.
A ação foi criada pela W/Brasil e é composta por seis filmes, com direção de Andrés Bukowinski, e cinco diferentes anúncios, que serão publicados nas principais revistas do País, além de inserções em cinema. Só em midia eletrônica (TV) serão 4 mil GRPs. "Após 20 anos fora de minha empresa, estou retornando com o compromisso que sempre tive: o da inovação. Inovação na empresa, nos produtos e na comunicação", lembra Ronaldo Sampaio Ferreira, controlador da Bombril e presidente do Conselho de Administração.
Fonte: Consumidor Moderno
Arnaldo Rabelo
26 abril 2007
Second Life entra em operação no Brasil
Internauta vai poder comprar linden dólares com real
Entrou no ar no Brasil a versão local do Second Life (www.secondlifebrasil.com.br), resultado de uma parceria entre iG e a empresa nacional Kaizen Games. O modelo do acordo é considerado inédito e vai permitir aos brasileiros ter sua própria porta de entrada para o metaverso, o maior fenômeno da internet dos últimos tempos. O serviço estará disponível em uma versão adaptada para o Brasil. O programa de visualização (“client”) que o usuário deve instalar no seu computador para acessar o portal está em português e o suporte é garantido pela equipe da Kaizen Games. As transações comerciais também podem ser feitas em real. Os internauda vão comprar linden dólares em reais por meio de uma moeda intermediária, o Kaizen Cash (KC$), que será comercializado na forma de cupons. Os valores variam de R$ 6,50 a R$ 170.
Entrou no ar no Brasil a versão local do Second Life (www.secondlifebrasil.com.br), resultado de uma parceria entre iG e a empresa nacional Kaizen Games. O modelo do acordo é considerado inédito e vai permitir aos brasileiros ter sua própria porta de entrada para o metaverso, o maior fenômeno da internet dos últimos tempos. O serviço estará disponível em uma versão adaptada para o Brasil. O programa de visualização (“client”) que o usuário deve instalar no seu computador para acessar o portal está em português e o suporte é garantido pela equipe da Kaizen Games. As transações comerciais também podem ser feitas em real. Os internauda vão comprar linden dólares em reais por meio de uma moeda intermediária, o Kaizen Cash (KC$), que será comercializado na forma de cupons. Os valores variam de R$ 6,50 a R$ 170.
24 abril 2007
Heinz pede que o público faça o seu comercial de TV
A Heinz lançou um concurso em que pede para seus consumidores produzirem o próximo comercial de TV da famosa marca de ketchup. O ganhador receberá 57 mil dólares, terá o vídeo divulgado primeiramente no YouTube e depois veiculado no ar a partir de setembro.
O público poderá enviar a sua versão do comercial através do YouTube até o dia 6 de agosto. Um júri escolherá 15 filmes, que serão divulgados no site www.TopThisTV.com no final de agosto. A votação do público definirá o ganhador final.
Entre abril e setembro, a promoção estará estampada no rótulo de mais de 57 milhões de garrafas do Ketchup Heinz.
Veja abaixo o filme de divulgação da campanha:
O público poderá enviar a sua versão do comercial através do YouTube até o dia 6 de agosto. Um júri escolherá 15 filmes, que serão divulgados no site www.TopThisTV.com no final de agosto. A votação do público definirá o ganhador final.
Entre abril e setembro, a promoção estará estampada no rótulo de mais de 57 milhões de garrafas do Ketchup Heinz.
Veja abaixo o filme de divulgação da campanha:
Produtos sob medida ao consumidor de baixa renda
Produtos adequados ao consumidor de baixa renda. Essa é a idéia colocada em prática pela Procter & Gamble. "O primeiro passo é desenvolver algo que ele valoriza e que atenda sua necessidade", fala Pedro Silva, diretor de relações externas da Procter & Gamble. O executivo exemplifica com o detergente em pó Ace Básico Naturals com propriedades da erva-doce, lançado em 2006. "A consumidora usa o sabão em pó em lavagens manuais no tanque. Isso desgasta a mão. Desenvolvemos um produto que tem erva-doce e que dá a sensação de suavidade nas mãos", conta Silva.
Outro aspecto importante considerado é o tipo de embalagem. "Para baratear um item muitos pensam em embalagens menores, mas isso funciona para experimentação ou em compras emergenciais", fala.
Há quem faça compras mais vezes ao longo do mês ao invés da realizar uma compra única no mês, porque a renda é menor e não é concentrada em um dia de pagamento. "Existem diversas explicativas que precisam ser entendidas para adequar uma embalagem", afirma Silva. O mesmo vale para o desenvolvimento de produtos. É preciso entender diferentes necessidades e perfis de consumo por meio de pesquisas e benchmarking de experiências bem sucedidas em outras áreas.
Com isso em foco, também no ano passado, a Procter & Gamble lançou o Pampers Básico, o Always Básico e o absorvente Ela para atender à população de baixa renda. "Esse é um consumidor muito importante para a empresa e que ainda não conseguimos atender em todas as suas necessidades", comenta o diretor de relações externas. Ele é importante, pois tem grande potencial de crescimento de consumo, enquanto consumidores em países desenvolvidos e detentores de uma renda tradicional têm um consumo estabelecido. "Nesses países existe um padrão de consumo e o crescimento depende do crescimento em produtos, de mercado e de inovação em categorias e produtos. Em compensação, o mercado de baixa renda em países em desenvolvimento tem um potencial enorme de crescimento", explica.
Sofisticação ao alcance de todos
Uma constatação freqüente é a de que os consumidores de baixa renda exigem produtos com qualidade, mas com preço compatível ao orçamento limitado.
Com o objetivo de adequar-se a esse perfil de compra, a Unilever desenvolveu a linha Rexona Compact, que alia qualidade a preço acessível.
"Entendemos que a população de baixa usa o consumo como forma de ascensão social. A Unilever realizou uma pesquisa que mostra que o aplicador roll-on é um dos favoritos dos usuários pelos benefícios que oferece, pois é de uso direto e individual e possui aplicação mais suave. Ao desenvolver o produto, optamos por oferecê-lo em um único aplicador de qualidade e que agrada aos consumidores", explica Roberta Sant’ Anna, gerente de marketing de Rexona.
O produto foi lançando primeiramente nas regiões Norte e Nordeste, em 2004. No ano seguinte, o desodorante passou a ser comercializado na região Centro-Oeste e nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, e em 2006, em São Paulo e na região Sul.
Fonte: Consumidor Moderno
Outro aspecto importante considerado é o tipo de embalagem. "Para baratear um item muitos pensam em embalagens menores, mas isso funciona para experimentação ou em compras emergenciais", fala.
Há quem faça compras mais vezes ao longo do mês ao invés da realizar uma compra única no mês, porque a renda é menor e não é concentrada em um dia de pagamento. "Existem diversas explicativas que precisam ser entendidas para adequar uma embalagem", afirma Silva. O mesmo vale para o desenvolvimento de produtos. É preciso entender diferentes necessidades e perfis de consumo por meio de pesquisas e benchmarking de experiências bem sucedidas em outras áreas.
Com isso em foco, também no ano passado, a Procter & Gamble lançou o Pampers Básico, o Always Básico e o absorvente Ela para atender à população de baixa renda. "Esse é um consumidor muito importante para a empresa e que ainda não conseguimos atender em todas as suas necessidades", comenta o diretor de relações externas. Ele é importante, pois tem grande potencial de crescimento de consumo, enquanto consumidores em países desenvolvidos e detentores de uma renda tradicional têm um consumo estabelecido. "Nesses países existe um padrão de consumo e o crescimento depende do crescimento em produtos, de mercado e de inovação em categorias e produtos. Em compensação, o mercado de baixa renda em países em desenvolvimento tem um potencial enorme de crescimento", explica.
Sofisticação ao alcance de todos
Uma constatação freqüente é a de que os consumidores de baixa renda exigem produtos com qualidade, mas com preço compatível ao orçamento limitado.
Com o objetivo de adequar-se a esse perfil de compra, a Unilever desenvolveu a linha Rexona Compact, que alia qualidade a preço acessível.
"Entendemos que a população de baixa usa o consumo como forma de ascensão social. A Unilever realizou uma pesquisa que mostra que o aplicador roll-on é um dos favoritos dos usuários pelos benefícios que oferece, pois é de uso direto e individual e possui aplicação mais suave. Ao desenvolver o produto, optamos por oferecê-lo em um único aplicador de qualidade e que agrada aos consumidores", explica Roberta Sant’ Anna, gerente de marketing de Rexona.
O produto foi lançando primeiramente nas regiões Norte e Nordeste, em 2004. No ano seguinte, o desodorante passou a ser comercializado na região Centro-Oeste e nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, e em 2006, em São Paulo e na região Sul.
Fonte: Consumidor Moderno
Google é marca mais valiosa do mundo
O Google chegou ao topo do ranking Brandz Top 100 Most Powerful Brands, publicado ontem (23/04/07) pela empresa de consultoria Millward Brown em parceria com o jornal inglês Financial Times. Segundo o levantamento da consultoria, o valor da marca Google chegou a mais de 66,4 bilhões de dólares. Em seguida vêm General Electric (61,9 bi), Microsoft (54,9 bi) e Coca-Cola (44,1 bi).
Produzido pela Millward Brown Optimor, braço financeiro da firma, o ranking identifica as marcas mais poderosas do mundo, de acordo com seu valor em dólares. O valor agregado de todas as marcas do Brandz cresceu 10,6% este ano, de 1,44 trilhão para 1,6 trilhão de dólares.
As tendências mais notáveis do relatório incluem:
O crescimento dos emergentes: consumidores dos mercados emergentes — especialmente dos países do BRIC; Brasil, Rússia, Índia e China) — nunca tiveram tanto dinheiro para gastar como atualmente. Para terem sucesso nesses mercados, as marcas de países desenvolvidos devem oferecer serviços que sejam relevantes para os consumidores locais. Marcas de fast food como KFC (4,5 bilhões de dólares) e McDonald´s (33,1 bi) atraem os consumidores do BRIC. Marcas de vestuário, incluindo Nike (10,3 bi), Levi´s (1,0 bi) e Zara (6,5 bi) preenchem o vazio entre marcas locais e marcas de luxo importadas, oferecendo moda "acessível" a consumidores jovens. Marcas de luxo como Louis Vuitton (22,7 bi) e Rolex (5,4 bi) também têm visto crescimento significativo nesses mercados, já que consumidores abastados buscam por marcas que representem seu status.
Tecnologias convergentes: a convergência é o tópico quente em tecnologia. A capacidade de misturar e combinar diferentes serviços (voz, dados, GPS, música, internet, e-mail etc.) e disponibilizá-los através de dispositivos distintos tem o potencial de melhorar a vida dos consumidores. Deparando-se com crescente complexidade, as marcas buscam simplificar e contrastar ofertas diferentes: do iPhone da Apple (24,7 bilhões de dólares) até os telefones Walkman da Sony-Ericsson, passando pelos computadores móveis tudo-em-um da Nokia (31,7 bi), os fabricantes talham ofertas coerentes que sejam alinhadas com sua identidade de marca. Tal como a Apple e a Nokia, marcas fortes têm a capacidade de expandir seu alcance de forma que as companhias possam aumentar os fluxos de receita investindo em iniciativas de alto crescimento.
Responsabilidade social: trabalhar sobre a promessa de responsabilidade social corporativa ajudou a aumentar o valor de grandes marcas como a BP (5,9 bilhões de dólares), Shell (4,7 bi) e Toyota (33,4 bi). A BP foi a primeira grande companhia petrolífera a abordar as alterações do clima com seu posicionamento "além do petróleo). A empresa seguiu esse posicionamento, tornando-se uma das três maiores fornecedoras globais de energia solar. A Shell veio logo em seguida. O sucesso da Toyota em vender seu modelo híbrido Prius contribuiu para uma imagem positiva da marca e para a continuidade de sua liderança no setor automotivo.
As marcas de fast food reagem a consumidores conscientes: preocupações crescentes com alimentação saudável dividiram o setor de fast food, que vinha crescendo continuamente desde a década de 1980. A maioria das cadeias de fast food, incluindo o McDonald´s, reposicionou-se por meio da introdução de alternativas de pratos mais saudáveis. O Burger King (1,4 bilhão de dólares) tomou o caminho oposto, com campanhas de marketing que chamavam a atenção para a oferta original da rede: o hambúrguer altamente calórico. O crescimento de 63% no valor da marca Burger King prova que marcas fortes são bem sucedidas tanto seguindo quanto desafiando tendências de mercado.
O estudo do Brandz entrevistou mais de um milhão de consumidores e cobre 39 mil marcas em todo o mundo.
Produzido pela Millward Brown Optimor, braço financeiro da firma, o ranking identifica as marcas mais poderosas do mundo, de acordo com seu valor em dólares. O valor agregado de todas as marcas do Brandz cresceu 10,6% este ano, de 1,44 trilhão para 1,6 trilhão de dólares.
As tendências mais notáveis do relatório incluem:
O crescimento dos emergentes: consumidores dos mercados emergentes — especialmente dos países do BRIC; Brasil, Rússia, Índia e China) — nunca tiveram tanto dinheiro para gastar como atualmente. Para terem sucesso nesses mercados, as marcas de países desenvolvidos devem oferecer serviços que sejam relevantes para os consumidores locais. Marcas de fast food como KFC (4,5 bilhões de dólares) e McDonald´s (33,1 bi) atraem os consumidores do BRIC. Marcas de vestuário, incluindo Nike (10,3 bi), Levi´s (1,0 bi) e Zara (6,5 bi) preenchem o vazio entre marcas locais e marcas de luxo importadas, oferecendo moda "acessível" a consumidores jovens. Marcas de luxo como Louis Vuitton (22,7 bi) e Rolex (5,4 bi) também têm visto crescimento significativo nesses mercados, já que consumidores abastados buscam por marcas que representem seu status.
Tecnologias convergentes: a convergência é o tópico quente em tecnologia. A capacidade de misturar e combinar diferentes serviços (voz, dados, GPS, música, internet, e-mail etc.) e disponibilizá-los através de dispositivos distintos tem o potencial de melhorar a vida dos consumidores. Deparando-se com crescente complexidade, as marcas buscam simplificar e contrastar ofertas diferentes: do iPhone da Apple (24,7 bilhões de dólares) até os telefones Walkman da Sony-Ericsson, passando pelos computadores móveis tudo-em-um da Nokia (31,7 bi), os fabricantes talham ofertas coerentes que sejam alinhadas com sua identidade de marca. Tal como a Apple e a Nokia, marcas fortes têm a capacidade de expandir seu alcance de forma que as companhias possam aumentar os fluxos de receita investindo em iniciativas de alto crescimento.
Responsabilidade social: trabalhar sobre a promessa de responsabilidade social corporativa ajudou a aumentar o valor de grandes marcas como a BP (5,9 bilhões de dólares), Shell (4,7 bi) e Toyota (33,4 bi). A BP foi a primeira grande companhia petrolífera a abordar as alterações do clima com seu posicionamento "além do petróleo). A empresa seguiu esse posicionamento, tornando-se uma das três maiores fornecedoras globais de energia solar. A Shell veio logo em seguida. O sucesso da Toyota em vender seu modelo híbrido Prius contribuiu para uma imagem positiva da marca e para a continuidade de sua liderança no setor automotivo.
As marcas de fast food reagem a consumidores conscientes: preocupações crescentes com alimentação saudável dividiram o setor de fast food, que vinha crescendo continuamente desde a década de 1980. A maioria das cadeias de fast food, incluindo o McDonald´s, reposicionou-se por meio da introdução de alternativas de pratos mais saudáveis. O Burger King (1,4 bilhão de dólares) tomou o caminho oposto, com campanhas de marketing que chamavam a atenção para a oferta original da rede: o hambúrguer altamente calórico. O crescimento de 63% no valor da marca Burger King prova que marcas fortes são bem sucedidas tanto seguindo quanto desafiando tendências de mercado.
O estudo do Brandz entrevistou mais de um milhão de consumidores e cobre 39 mil marcas em todo o mundo.
21 abril 2007
Nova campanha do Vectra desperta a curiosidade
A General Motors do Brasil apresentou nesta terça-feira, 17 de abril, a nova campanha criada para o Chevrolet Vectra, intitulada “Reprovados”, que foca o criterioso consumidor do veículo, segundo o pensamento do próprio fabricante. Elaborado pela agência McCann Erickson, o esforço de comunicação, dividido em fases, é composto por filmes e um site. “O objetivo da campanha é tornar o Vectra líder de vendas em seu segmento e uma marca forte na cabeça do consumidor”, explica Samuel Russell, diretor de marketing da General Motors do Brasil.
Na primeira etapa da campanha, um teaser foi veiculado na TV e na internet, entre os dias 9 e 13 de abril, no qual um Chevrolet Vectra, em um cenário inacabado, como algo que está em andamento, vinha acompanhado do lettering: “A campanha do Vectra vem aí. Aguarde. Neste sábado”.
A segunda fase trouxe outra surpresa: um comunicado foi veiculado na TV e em jornais, nos dias 14, 15 e 16 de abril, informando que a campanha havia sido adiada, depois de uma pesquisa (feita pelo Instituto Krammer&Stevens, empresa fictícia criada para o esforço) cujo resultado revelou que “os supercriteriosos consumidores do Vectra não ficaram satisfeitos com os comerciais produzidos”. O aviso afirmou ainda que a Chevrolet estaria rapidamente trabalhando para “fazer uma campanha à altura dos consumidores de Vectra”. “Este comunicado gerou um frisson, despertando uma interpretação diferente em cada público. Aliás, até o público que não era o nosso alvo foi atraído. E isso mostra o tamanho do impacto da campanha”, salienta Russel.
Já a terceira etapa – que visa fazer com que o público perceba que todas essas ações são parte de uma campanha publicitária, na qual foi criada a expectativa para o seu grande desfecho – estréia nesta terça-feira, 17 de abril, com o filme “Locução” e conta ainda com outros dois, denominados “Figurino” e “Modelo”. A cada semana um deles irá ao ar na TV aberta e em horário nobre. As peças mostrarão porque o comercial do veículo foi reprovado por seus criteriosos consumidores.
Em paralelo, no site www.chevrolet.com.br/campanhavectra, o consumidor terá a oportunidade de “colaborar” com a campanha dando sugestões a serem analisadas pelo instituto de pesquisas. “Utilizamos o humor na mídia on-line porque as pessoas estão mais abertas a interagir. E este clima faz um contraponto com toda a seriedade que a campanha traz”, ressalta Adriana Cury, chairwoman da McCann Erickson.
No dia 4 de maio, o público, finalmente, irá conhecer o comercial produzido e desta vez “aprovado” pelos consumidores de Vectra.
"Para dar continuidade ao trabalho de comunicação desenvolvido para a GM, o novo esforço de comunicação do Chevrolet Vectra foi criado a partir de um estudo sobre seus consumidores, que descobriu o quão criteriosos eles são na hora de escolher um carro. Assim, foi criada a campanha 'Reprovados', mostrando que nada apresentado chega à altura do Vectra. Humor, contundência e elegância são as características que buscamos para definir essa inusitada campanha, que terá o ponto alto em seu desfecho", declara Cury.
Lançado em outubro de 2005, o novo Chevrolet Vectra registrou a expressiva marca de 45.900 veículos emplacados no mercado brasileiro até o mês de março deste ano. E é o primeiro automóvel no mundo a oferecer um motor “flex fuel” com capacidade volumétrica acima de dois litros. “O Chevrolet Vectra conquista a cada dia a preferência dos consumidores. Com 2.986 unidades emplacadas somente em março de 2007, o veículo ocupa uma posição diferenciada em seu segmento frente à concorrência, tendo em vista o conforto, a robustez e a alta tecnologia”, finaliza Russell.
Fonte: Portal da Propaganda
Na primeira etapa da campanha, um teaser foi veiculado na TV e na internet, entre os dias 9 e 13 de abril, no qual um Chevrolet Vectra, em um cenário inacabado, como algo que está em andamento, vinha acompanhado do lettering: “A campanha do Vectra vem aí. Aguarde. Neste sábado”.
A segunda fase trouxe outra surpresa: um comunicado foi veiculado na TV e em jornais, nos dias 14, 15 e 16 de abril, informando que a campanha havia sido adiada, depois de uma pesquisa (feita pelo Instituto Krammer&Stevens, empresa fictícia criada para o esforço) cujo resultado revelou que “os supercriteriosos consumidores do Vectra não ficaram satisfeitos com os comerciais produzidos”. O aviso afirmou ainda que a Chevrolet estaria rapidamente trabalhando para “fazer uma campanha à altura dos consumidores de Vectra”. “Este comunicado gerou um frisson, despertando uma interpretação diferente em cada público. Aliás, até o público que não era o nosso alvo foi atraído. E isso mostra o tamanho do impacto da campanha”, salienta Russel.
Já a terceira etapa – que visa fazer com que o público perceba que todas essas ações são parte de uma campanha publicitária, na qual foi criada a expectativa para o seu grande desfecho – estréia nesta terça-feira, 17 de abril, com o filme “Locução” e conta ainda com outros dois, denominados “Figurino” e “Modelo”. A cada semana um deles irá ao ar na TV aberta e em horário nobre. As peças mostrarão porque o comercial do veículo foi reprovado por seus criteriosos consumidores.
Em paralelo, no site www.chevrolet.com.br/campanhavectra, o consumidor terá a oportunidade de “colaborar” com a campanha dando sugestões a serem analisadas pelo instituto de pesquisas. “Utilizamos o humor na mídia on-line porque as pessoas estão mais abertas a interagir. E este clima faz um contraponto com toda a seriedade que a campanha traz”, ressalta Adriana Cury, chairwoman da McCann Erickson.
No dia 4 de maio, o público, finalmente, irá conhecer o comercial produzido e desta vez “aprovado” pelos consumidores de Vectra.
"Para dar continuidade ao trabalho de comunicação desenvolvido para a GM, o novo esforço de comunicação do Chevrolet Vectra foi criado a partir de um estudo sobre seus consumidores, que descobriu o quão criteriosos eles são na hora de escolher um carro. Assim, foi criada a campanha 'Reprovados', mostrando que nada apresentado chega à altura do Vectra. Humor, contundência e elegância são as características que buscamos para definir essa inusitada campanha, que terá o ponto alto em seu desfecho", declara Cury.
Lançado em outubro de 2005, o novo Chevrolet Vectra registrou a expressiva marca de 45.900 veículos emplacados no mercado brasileiro até o mês de março deste ano. E é o primeiro automóvel no mundo a oferecer um motor “flex fuel” com capacidade volumétrica acima de dois litros. “O Chevrolet Vectra conquista a cada dia a preferência dos consumidores. Com 2.986 unidades emplacadas somente em março de 2007, o veículo ocupa uma posição diferenciada em seu segmento frente à concorrência, tendo em vista o conforto, a robustez e a alta tecnologia”, finaliza Russell.
Fonte: Portal da Propaganda
Second Life Brasil entra oficialmente no ar e oferece espaço publicitário e promocional
A partir do dia 23 de abril, quando o Second Life Brasil estará oficialmente no ar, as empresas terão mais um canal para desenvolver as suas ações de marketing. O iG e a Kaizen Games desenvolveram pacotes que já estão disponíveis para o mercado e possibilitam que as empresas façam promoções, ofereçam amostras de produtos aos usuários, simulem situações de uso, realizem pesquisas e eventos ou simplesmente marquem presença no universo da segunda vida com um espaço institucional. O período de contrato é de um ano e os valores variam de R$ 30 mil a R$ 100 mil por mês durante os primeiros seis meses. O iG ainda oferece a oportunidade de customização dos projetos. O iG e a Kaizen Games lançam inicialmente no mercado opções de mídia avulsa e cinco pacotes comerciais. Neste último caso, estão contemplados patrocínios de tutoriais – áreas onde os novos avatares aprendem a viver na comunidade – e espaços para ações institucionais e de relacionamento.
Morar, decorar e experimentar virtualmente um apartamento em três dimensões. Esta é a proposta da Incorporadora Rossi, que acaba de fazer sua primeira incursão no Second Life, a mais recente febre da internet. Desenvolvido pela AgênciaClick, o empreendimento de alto padrão retrata o edifício Brooklin To Live, lançado recentemente em São Paulo. A Rossi, aliás, é a primeira companhia nacional a finalizar um prédio residencial no Second Life, cujo projeto recebeu investimentos de R$ 80 mil. “A intenção é amplificar a experiência do comprador do imóvel de alto padrão. No Second Life, as possibilidades de demonstração são muito maiores“, afirma em comunicado à imprensa o vice-presidente de tecnologia e projetos da AgênciaClick, Abel Reis. “Ao comprar um imóvel na vida real, o cliente receberá também um imóvel virtual no Second Life, juntamente com um inventário de móveis para fazer testes de decoração e de layout do apartamento. E, ao clicar nos móveis, o cliente terá acesso ao site da loja Etna para obter informações ou até comprá-los”, explica no mesmo comunicado o gerente de marketing institucional da Rossi, Rafael Rossi. O Second Life registra atualmente 5,4 milhões de usuários. Estima-se que, desse total, 300 mil sejam brasileiros. Somente no último mês, a base de cadastrados cresceu 20%.
Fonte: Portal da Propaganda
--
Obs.: Acredito que essas empresas estão certas em investir em novos espaços de relacionamento com um público formador de opinião (como o do Second Life), pois também divulgam ao grande público - usando mídias mais convencionais - que estão associadas a inovações. Mas certamente um cálculo de retorno do investimento que leve em conta apenas as vendas geradas a partir de usuários do Second Life não mostrará viabilidade econômica. Apenas a mídia expontânea gerada em outros meios, ajudando a fixar a marca, justifica custos tão altos.
- Arnaldo.
Morar, decorar e experimentar virtualmente um apartamento em três dimensões. Esta é a proposta da Incorporadora Rossi, que acaba de fazer sua primeira incursão no Second Life, a mais recente febre da internet. Desenvolvido pela AgênciaClick, o empreendimento de alto padrão retrata o edifício Brooklin To Live, lançado recentemente em São Paulo. A Rossi, aliás, é a primeira companhia nacional a finalizar um prédio residencial no Second Life, cujo projeto recebeu investimentos de R$ 80 mil. “A intenção é amplificar a experiência do comprador do imóvel de alto padrão. No Second Life, as possibilidades de demonstração são muito maiores“, afirma em comunicado à imprensa o vice-presidente de tecnologia e projetos da AgênciaClick, Abel Reis. “Ao comprar um imóvel na vida real, o cliente receberá também um imóvel virtual no Second Life, juntamente com um inventário de móveis para fazer testes de decoração e de layout do apartamento. E, ao clicar nos móveis, o cliente terá acesso ao site da loja Etna para obter informações ou até comprá-los”, explica no mesmo comunicado o gerente de marketing institucional da Rossi, Rafael Rossi. O Second Life registra atualmente 5,4 milhões de usuários. Estima-se que, desse total, 300 mil sejam brasileiros. Somente no último mês, a base de cadastrados cresceu 20%.
Fonte: Portal da Propaganda
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Obs.: Acredito que essas empresas estão certas em investir em novos espaços de relacionamento com um público formador de opinião (como o do Second Life), pois também divulgam ao grande público - usando mídias mais convencionais - que estão associadas a inovações. Mas certamente um cálculo de retorno do investimento que leve em conta apenas as vendas geradas a partir de usuários do Second Life não mostrará viabilidade econômica. Apenas a mídia expontânea gerada em outros meios, ajudando a fixar a marca, justifica custos tão altos.
- Arnaldo.
20 abril 2007
Embratel reformula marca
A Embratel passa a adotar uma nova identidade visual para todas as suas áreas de atuação. A iniciativa tem por objetivo construir uma marca mais moderna e estar mais próxima de seus clientes.
As mudanças começaram em 2005, ano em que a empresa completou 40 anos de existência. A Embratel decidiu reorganizar o seu portfólio de marcas e unificar sua identidade gráfica, criando uma maior sinergia para a sua comunicação corporativa. Houve então a padronização das expressões de identidade da marca para seus diferentes públicos de relacionamento. Isso gerou uma mudança significativa na identidade de marcas da empresa, considerando as suas três áreas de atuação: Embratel Residencial, Embratel Empresas e Embratel Corporate.
No caso do segmento Residencial, as quatro marcas de produto – o 21 (chamadas de longa distância), o Livre (telefonia fixa), o Click 21 (Internet) e o Giro (a Internet rápida) – foram integradas a uma mesma identidade corporativa.
O novo padrão corporativo começa a ser implantado pela Embratel, em parceria com a GAD’Branding & Design, que desenvolveu os tipos de aplicação da marca, como ambientes, fachadas, quiosques, banners, material de ponto-de-venda etc. As campanhas publicitárias, na TV e mídia exterior, utilizando as novas logomarcas serão veiculadas a partir deste mês.
As mudanças começaram em 2005, ano em que a empresa completou 40 anos de existência. A Embratel decidiu reorganizar o seu portfólio de marcas e unificar sua identidade gráfica, criando uma maior sinergia para a sua comunicação corporativa. Houve então a padronização das expressões de identidade da marca para seus diferentes públicos de relacionamento. Isso gerou uma mudança significativa na identidade de marcas da empresa, considerando as suas três áreas de atuação: Embratel Residencial, Embratel Empresas e Embratel Corporate.
No caso do segmento Residencial, as quatro marcas de produto – o 21 (chamadas de longa distância), o Livre (telefonia fixa), o Click 21 (Internet) e o Giro (a Internet rápida) – foram integradas a uma mesma identidade corporativa.
O novo padrão corporativo começa a ser implantado pela Embratel, em parceria com a GAD’Branding & Design, que desenvolveu os tipos de aplicação da marca, como ambientes, fachadas, quiosques, banners, material de ponto-de-venda etc. As campanhas publicitárias, na TV e mídia exterior, utilizando as novas logomarcas serão veiculadas a partir deste mês.
16 abril 2007
Sem estratégia, 33% das micro e pequenas fecham
Não é somente a falta de capital que fecha as portas de uma micro ou pequena empresa. No ranking dos fatores mais importantes para a sobrevivência dos negócios, a falta de planejamento antes da abertura aparece em primeiro lugar, com 33%, de acordo com pesquisa do Sebrae.
Com base nesse dado, conclui-se que um dos caminhos do sucesso é a estratégia. Para lançar um produto, por exemplo, é necessário identificar pontos essenciais sobre clientes e concorrentes, processo denominado de análise de mercado.
“Em relação aos consumidores, é preciso descobrir quem são, quantos existem e onde estão, além de conhecer os concorrentes diretos e indiretos do setor a ser explorado”, diz o consultor do Sebrae José Carmo de Oliveira.
Esse foi o caminho adotado pelo microempresário Marcelo Alves Penteado. Antes de abrir sua casa de armarinhos em Bauru, no início deste ano, ele analisou o mercado a ser explorado.
“Pesquisei por seis meses quais os concorrentes existentes na região e a necessidade dos consumidores”, diz. De acordo com Oliveira, há dois tipos de concorrentes: os diretos e os indiretos. Os primeiros são aqueles que vendem o mesmo produto. Já os indiretos podem vender algo que substitua o que a pessoa comercializa.
Oliveira considera vários passos-chave que podem aumentar as chances de um negócio dar certo. A análise de mercado é um deles. Há ainda a análise de viabilidade econômica, que vai definir quanto será gasto para começar a trabalhar e o possível lucro com o passar do tempo.
Marketing
Como propaganda é a alma do negócio, é necessário alarmar que um produto será lançado. A notícia poderá ser veiculada em televisão, rádio, jornal ou por meio de folhetos. “Não há um veículo apontado como o que dá mais retorno. Depende do caso. O comerciante tem de escolher o meio que mais atingirá seu público alvo”, destaca o consultor.
De acordo com pesquisa do Sebrae-SP, entre 2000 e 2004, o número de MPEs saltou de 1.255 milhão para 1.544 milhão, ou seja: aumento de 23%. Nesse período, 293 mil novos estabelecimentos foram abertos, sendo 98% de micro e pequeno porte.
Na economia brasileira, o reflexo foi positivo: 872 mil novos empregos com carteira assinada foram criados – 55% dentro dos micro e pequenos negócios.
A principal característica das MPEs é oferecer produtos de baixo preço unitário.
Fonte: Jornal Bom Dia
Com base nesse dado, conclui-se que um dos caminhos do sucesso é a estratégia. Para lançar um produto, por exemplo, é necessário identificar pontos essenciais sobre clientes e concorrentes, processo denominado de análise de mercado.
“Em relação aos consumidores, é preciso descobrir quem são, quantos existem e onde estão, além de conhecer os concorrentes diretos e indiretos do setor a ser explorado”, diz o consultor do Sebrae José Carmo de Oliveira.
Esse foi o caminho adotado pelo microempresário Marcelo Alves Penteado. Antes de abrir sua casa de armarinhos em Bauru, no início deste ano, ele analisou o mercado a ser explorado.
“Pesquisei por seis meses quais os concorrentes existentes na região e a necessidade dos consumidores”, diz. De acordo com Oliveira, há dois tipos de concorrentes: os diretos e os indiretos. Os primeiros são aqueles que vendem o mesmo produto. Já os indiretos podem vender algo que substitua o que a pessoa comercializa.
Oliveira considera vários passos-chave que podem aumentar as chances de um negócio dar certo. A análise de mercado é um deles. Há ainda a análise de viabilidade econômica, que vai definir quanto será gasto para começar a trabalhar e o possível lucro com o passar do tempo.
Marketing
Como propaganda é a alma do negócio, é necessário alarmar que um produto será lançado. A notícia poderá ser veiculada em televisão, rádio, jornal ou por meio de folhetos. “Não há um veículo apontado como o que dá mais retorno. Depende do caso. O comerciante tem de escolher o meio que mais atingirá seu público alvo”, destaca o consultor.
De acordo com pesquisa do Sebrae-SP, entre 2000 e 2004, o número de MPEs saltou de 1.255 milhão para 1.544 milhão, ou seja: aumento de 23%. Nesse período, 293 mil novos estabelecimentos foram abertos, sendo 98% de micro e pequeno porte.
Na economia brasileira, o reflexo foi positivo: 872 mil novos empregos com carteira assinada foram criados – 55% dentro dos micro e pequenos negócios.
A principal característica das MPEs é oferecer produtos de baixo preço unitário.
Fonte: Jornal Bom Dia
Google compra DoubleClick por US$ 3,1 bilhões
O Google está comprando uma das maiores empresas do mercado de anúncios online: vai pagar US$ 3,1 bilhões em dinheiro pela DoubleClick. O valor é bastante alto, pois a receita anual da DoubleClick é de aproximadamente 300 milhões de dólares.
A operação é mais um passo na estratégia do Google de ganhar mais participação no segmento de anúncios na internet --como banners, vídeos e outros tipos de anúncio não baseados apenas em texto (como os anúncios do sistema atual do Google, o AdWords). Em novembro do ano passado o Google já havia comprado o site de vídeos YouTube, em uma operação avaliada em US$ 1,65 bilhão.
Veterana no mercado de anúncios online, a DoubleClick foi criada em 1996 e pertencia agora aos fundos de private equity Hellman & Friedman e JMI Equity and Management. A empresa tem sede em Nova York, nos Estados Unidos, 17 escritórios e 15 datacenters. Emprega cerca de 1200 funcionários.
A Microsoft e a principal rival do Google, Yahoo!, também vinham disputando a compra da DoubleClick. A expectativa dos analistas é de que as ofertas de compra de empresas de anúncios na internet se concentrem agora sobre a aQuantive, ValueClick e 24/7 Real Media.
A operação é mais um passo na estratégia do Google de ganhar mais participação no segmento de anúncios na internet --como banners, vídeos e outros tipos de anúncio não baseados apenas em texto (como os anúncios do sistema atual do Google, o AdWords). Em novembro do ano passado o Google já havia comprado o site de vídeos YouTube, em uma operação avaliada em US$ 1,65 bilhão.
Veterana no mercado de anúncios online, a DoubleClick foi criada em 1996 e pertencia agora aos fundos de private equity Hellman & Friedman e JMI Equity and Management. A empresa tem sede em Nova York, nos Estados Unidos, 17 escritórios e 15 datacenters. Emprega cerca de 1200 funcionários.
A Microsoft e a principal rival do Google, Yahoo!, também vinham disputando a compra da DoubleClick. A expectativa dos analistas é de que as ofertas de compra de empresas de anúncios na internet se concentrem agora sobre a aQuantive, ValueClick e 24/7 Real Media.
10 abril 2007
Sara Lee faz anúncio com cheiro de café
O Brasil já foi conhecido como o maior produtor mundial de café. De “terra do café”, o país passou a ser conhecido como o segundo grande mercado consumidor da bebida, superado apenas pelos Estados Unidos. Mas até 2010, a previsão é de que o primeiro lugar passe a ser dos brasileiros. O processo de aumento de consumo sofreu uma arrancada a partir de 1998, quando aportou em terras brasileiras a americana Sara Lee Cafés.
A empresa detém marcas líderes: Pilão, União, Caboclo, Café do Ponto e Seleto. Aliado ao processo avançado de fabricação de café, a Sara Lee não deixa de lado as ferramentas do marketing. E uma das grandes ações aconteceu, semana passada, em parceria com o jornal Diário do Nordeste.
Os leitores tiveram um ingrediente a mais para apreciar a edição do dia 4 de abril: um jornal com cheiro de café. A Sara Lee comprou a idéia por considerá-la inovadora e pioneira no Estado. “Essa parceria representou uma grande oportunidade de estarmos presentes em um dos mais importantes veículos de comunicação do Nordeste”, garante José Luiz Asprino, gerente de Marketing da Sara Lee.
O Café Pilão foi a marca escolhida para participar da promoção. Em anúncio de página inteira, que exalava o cheiro de café, a empresa reforçou a participação da bebida no cotidiano dos lares brasileiros. “O Café Pilão é uma das marcas do setor mais inovadoras em suas ações de marketing, procurando sempre estar um passo à frente das necessidades de seu consumidor. Essa ação está inteiramente de acordo com a nossa estratégia de comunicação”, resume Asprino.
As páginas aromatizadas representam um novo conceito de comunicação, tendo na liderança o jornal Diário do Nordeste. Os aromas em peças publicitárias permitem atribuir à comunicação uma terceira percepção: a sensorial. A oferta de anúncios com aroma faz parte das ações diferenciadas do Diário há dois anos. A primeira impressão aconteceu dia 8 de maio de 2005, no Dia Internacional da Mulher, com anúncio criado pela agência Total Comunicação. Esta ação reforça o conceito comercial do jornal que oferece um projeto para cada tipo de ação.
O Café Pilão acreditou no investimento. “A marca investe prioritariamente em marketing. Além disso, procuramos aliar a força da marca a projetos inovadores, a exemplo desta iniciativa do Diário do Nordeste.”
Fonte: Diário do Nordeste
A empresa detém marcas líderes: Pilão, União, Caboclo, Café do Ponto e Seleto. Aliado ao processo avançado de fabricação de café, a Sara Lee não deixa de lado as ferramentas do marketing. E uma das grandes ações aconteceu, semana passada, em parceria com o jornal Diário do Nordeste.
Os leitores tiveram um ingrediente a mais para apreciar a edição do dia 4 de abril: um jornal com cheiro de café. A Sara Lee comprou a idéia por considerá-la inovadora e pioneira no Estado. “Essa parceria representou uma grande oportunidade de estarmos presentes em um dos mais importantes veículos de comunicação do Nordeste”, garante José Luiz Asprino, gerente de Marketing da Sara Lee.
O Café Pilão foi a marca escolhida para participar da promoção. Em anúncio de página inteira, que exalava o cheiro de café, a empresa reforçou a participação da bebida no cotidiano dos lares brasileiros. “O Café Pilão é uma das marcas do setor mais inovadoras em suas ações de marketing, procurando sempre estar um passo à frente das necessidades de seu consumidor. Essa ação está inteiramente de acordo com a nossa estratégia de comunicação”, resume Asprino.
As páginas aromatizadas representam um novo conceito de comunicação, tendo na liderança o jornal Diário do Nordeste. Os aromas em peças publicitárias permitem atribuir à comunicação uma terceira percepção: a sensorial. A oferta de anúncios com aroma faz parte das ações diferenciadas do Diário há dois anos. A primeira impressão aconteceu dia 8 de maio de 2005, no Dia Internacional da Mulher, com anúncio criado pela agência Total Comunicação. Esta ação reforça o conceito comercial do jornal que oferece um projeto para cada tipo de ação.
O Café Pilão acreditou no investimento. “A marca investe prioritariamente em marketing. Além disso, procuramos aliar a força da marca a projetos inovadores, a exemplo desta iniciativa do Diário do Nordeste.”
Fonte: Diário do Nordeste
Racco cresce quase 1000% com publicidade
Faturamento da empresa de cosméticos é estimado em R$ 350 milhões
A Racco, empresa paranaense de venda direta de produtos de beleza, deve investir este ano de R$ 12 milhões a R$ 20 milhões em divulgação nos meios de comunicação. Dinheiro bem gasto, segundo os resultados dos últimos seis anos. Desde que resolveu aparecer para ganhar mercado, em 2001, a empresa já acumula um aumento de 922% no faturamento, que hoje é estimado pelo mercado em R$ 350 milhões. Só em 2006, o desempenho foi 54% superior ao ano anterior. A meta é repetir o resultado este ano.
“A empresa já tinha uma boa clientela estabelecida, mas resolveu se tornar mais conhecida. A estratégia deu certo, demos ênfase na publicidade e com isso aumentamos o número de consultoras e, conseqüentemente, as vendas”, diz o gerente de marketing da fábrica, Anderson Portes. Os gastos com mídia vão de 3% a 7% do faturamento, conforme o ano.
Na TV, a estratégia começou na novela “Como Uma Onda”, da Rede Globo, onde uma personagem que queria ajudar no orçamento familiar passa a trabalhar como consultora Racco. Hoje, o merchandising está presente em programas líderes de audiência, como o “Domingão do Faustão” e “Mais Você”, de Ana Maria Braga. “Procuramos focar nossa publicidade de revistas em informes publicitários, para que o leitor conheça melhor o produto. Também investimos bastante em patrocínios de programas para o público feminino”, afirma Portes. Desde 2002, quando tiveram início os investimentos, já são mais de 350 páginas de anúncios em revistas femininas.
A presença na grande mídia ajudou a angariar quase duas centena de milhares de consultoras da Racco em todo país. Em 2001, eram 30 mil vendedoras, hoje são 212 mil, não só no Brasil, mas também em Portugal, Angola, Estados Unidos, Bolívia e Paraguai. Se a publicidade ajudou, diz Portes, o que foi decisivo para manter o crescimento após a divulgação foi o sistema de marketing interno. “Sempre investimos na política de relacionamento com a rede. Desde a abertura da empresa, o forte da Racco era o relacionamento com as consultoras”. A rede promove treinamentos semanais nas suas 23 regionais. Há, segundo o gerente, uma “corrente do bem” para que todos ligados à cadeia de vendas cresçam. “É um sistema baseado no apoio do mais experiente para quem está entrando. Mas não é pirâmide, o distribuidor ganha 10% sobre o que a pessoa que ele convidou vende, não há participação no restante da cadeia”, defende.
O aumento das vendas demandou um espaço maior para produção e logística de distribuição dos produtos. Em agosto, quando a Racco completar 20 anos, vai ser inaugurado o novo prédio administrativo da empresa, na Cidade Industrial de Curitiba. Dos atuais 6,5 mil metros quadrados, a fábrica vai passar a ter 18 mil metros quadrados de construção. “Assim que a área administrativa mudar de local, iniciamos a reforma das antigas instalações, que vão ser transformadas em centro de logística”, diz Portes.
A Racco produz hoje perfumes, cremes, tinturas de cabelo, shampoos, maquiagem, protetores solares e também uma linha de alimentos à base de fibras, com shakes e sopas. O carro-chefe da marca são os tratamentos anti-envelhecimento. “Temos planos de tornar a linha de alimentos tão grande quanto a de cosméticos”, antecipa o gerente de marketing. A clientela da marca, segundo ele, é de classe média alta. Um batom, produto mais barato da Racco, custa R$ 16,90.
A empresa nasceu da iniciativa do casal Luiz Felipe e Gisela Rauen, com quatro sócios que depois acabaram vendendo sua participação. Gisela era consultora de uma linha de cosméticos antes de se tornar empresária. Atualmente, os dois pouco ficam em Curitiba. “O casal continua no comando, mas sempre visitando os outros países onde estamos presentes e todo o Brasil, para motivar nossos consultores”, diz Portes. Segundo o gerente de marketing, o casal virou uma espécie de mito organizacional. “Todas as consultoras que têm o apoio e envolvimento do marido conseguem resultados melhores”, compara.
Fonte: Gazeta do Povo
A Racco, empresa paranaense de venda direta de produtos de beleza, deve investir este ano de R$ 12 milhões a R$ 20 milhões em divulgação nos meios de comunicação. Dinheiro bem gasto, segundo os resultados dos últimos seis anos. Desde que resolveu aparecer para ganhar mercado, em 2001, a empresa já acumula um aumento de 922% no faturamento, que hoje é estimado pelo mercado em R$ 350 milhões. Só em 2006, o desempenho foi 54% superior ao ano anterior. A meta é repetir o resultado este ano.
“A empresa já tinha uma boa clientela estabelecida, mas resolveu se tornar mais conhecida. A estratégia deu certo, demos ênfase na publicidade e com isso aumentamos o número de consultoras e, conseqüentemente, as vendas”, diz o gerente de marketing da fábrica, Anderson Portes. Os gastos com mídia vão de 3% a 7% do faturamento, conforme o ano.
Na TV, a estratégia começou na novela “Como Uma Onda”, da Rede Globo, onde uma personagem que queria ajudar no orçamento familiar passa a trabalhar como consultora Racco. Hoje, o merchandising está presente em programas líderes de audiência, como o “Domingão do Faustão” e “Mais Você”, de Ana Maria Braga. “Procuramos focar nossa publicidade de revistas em informes publicitários, para que o leitor conheça melhor o produto. Também investimos bastante em patrocínios de programas para o público feminino”, afirma Portes. Desde 2002, quando tiveram início os investimentos, já são mais de 350 páginas de anúncios em revistas femininas.
A presença na grande mídia ajudou a angariar quase duas centena de milhares de consultoras da Racco em todo país. Em 2001, eram 30 mil vendedoras, hoje são 212 mil, não só no Brasil, mas também em Portugal, Angola, Estados Unidos, Bolívia e Paraguai. Se a publicidade ajudou, diz Portes, o que foi decisivo para manter o crescimento após a divulgação foi o sistema de marketing interno. “Sempre investimos na política de relacionamento com a rede. Desde a abertura da empresa, o forte da Racco era o relacionamento com as consultoras”. A rede promove treinamentos semanais nas suas 23 regionais. Há, segundo o gerente, uma “corrente do bem” para que todos ligados à cadeia de vendas cresçam. “É um sistema baseado no apoio do mais experiente para quem está entrando. Mas não é pirâmide, o distribuidor ganha 10% sobre o que a pessoa que ele convidou vende, não há participação no restante da cadeia”, defende.
O aumento das vendas demandou um espaço maior para produção e logística de distribuição dos produtos. Em agosto, quando a Racco completar 20 anos, vai ser inaugurado o novo prédio administrativo da empresa, na Cidade Industrial de Curitiba. Dos atuais 6,5 mil metros quadrados, a fábrica vai passar a ter 18 mil metros quadrados de construção. “Assim que a área administrativa mudar de local, iniciamos a reforma das antigas instalações, que vão ser transformadas em centro de logística”, diz Portes.
A Racco produz hoje perfumes, cremes, tinturas de cabelo, shampoos, maquiagem, protetores solares e também uma linha de alimentos à base de fibras, com shakes e sopas. O carro-chefe da marca são os tratamentos anti-envelhecimento. “Temos planos de tornar a linha de alimentos tão grande quanto a de cosméticos”, antecipa o gerente de marketing. A clientela da marca, segundo ele, é de classe média alta. Um batom, produto mais barato da Racco, custa R$ 16,90.
A empresa nasceu da iniciativa do casal Luiz Felipe e Gisela Rauen, com quatro sócios que depois acabaram vendendo sua participação. Gisela era consultora de uma linha de cosméticos antes de se tornar empresária. Atualmente, os dois pouco ficam em Curitiba. “O casal continua no comando, mas sempre visitando os outros países onde estamos presentes e todo o Brasil, para motivar nossos consultores”, diz Portes. Segundo o gerente de marketing, o casal virou uma espécie de mito organizacional. “Todas as consultoras que têm o apoio e envolvimento do marido conseguem resultados melhores”, compara.
Fonte: Gazeta do Povo
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